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Sarrando No Vovô

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silva.p

Da noite que eu segui meu avô à noite pra poder mostrar o meu pau pra ele.

Eu tinha 16 anos e morava num sítio, minha casa de frente para a da minha avó, dividindo o mesmo quintal grande. Atrás, onde antigamente era o barzinho do meu avô, agora só restava um depósito velho, cheio de tralha, com cheiro de mofo.
Quase toda noite, lá pelas dez e meia, onze horas, ele saía. Arrastava uma cadeira de plástico, sentava encostado na parede de tijolo e ficava mexendo no celular. Todo dia, depois de algum tempo, ele se levantava e fazia o trajeto até o depósito para checar o cadeado. Eu observava tudo da janela do quarto.
Comecei a sair no mesmo horário. Colocava minha cadeira velha na frente de casa e vestia aquele calção de jogo que eu usava pra dormir, de malha fina, sem cueca. O tecido era tão fino que quando eu ficava duro o pau marcava inteiro: o volume, o formato da cabeça, até a veia latejando. Assim que meu avô sentava no canto dele, eu começava. Passava a mão devagar por cima do pano, me punhetando, apertando, sentindo o pau engrossar e vazar pré-gozo, molhando o tecido. Dava para perceber o exato momento em que ele notava. O celular parava de mexer e a cabeça dele virava devagar.
Isso virou rotina por quase uma semana. Toda noite eu me tocava mais descarado.
Uma noite, ele parou o celular completamente. Ficou uns longos minutos só olhando. O brilho da tela apagou e o quintal mergulhou ainda mais na escuridão, mas eu sentia o olhar dele fixo em mim. Parei de mexer a mão por um segundo, o pau latejando forte dentro do calção molhado. Ele não desviou o olhar. Continuou ali, imóvel, a respiração visivelmente mais funda mesmo à distância.
Voltei ao movimento, mais lento e deliberado. Deslizei a mão inteira por cima do tecido, apertando a base para deixar o meu pau ainda mais marcado, depois subindo até a cabeça e espalhando o pré-gozo que não parava de vazar. O calção grudava na pele, quase transparente em alguns pontos. Os minutos se arrastavam. Cinco. Talvez mais. Ele não mexia um dedo. Só observava.
Na penumbra, vi a mão dele descendo devagar até o colo e apertando o volume que já marcava seu calção fininho. Apertou de novo. Eu vi o pau dele endurecendo sob o tecido. Comecei a bater punheta de verdade, a mão subindo e descendo com ritmo, o barulhinho molhado quase imperceptível no silêncio da noite. Ele massageava o próprio pau por cima do calção, sem tirar para fora, mas sem parar de olhar para o meu. Os olhos dele subiam de vez em quando para o meu rosto, como se quisessem registrar minha expressão, e voltavam para o movimento da minha mão.
Nenhum de nós disse nada. Apenas o som das respirações pesadas e o vento leve nas folhas da mangueira. Eu estava à beira de gozar ali mesmo, na frente dele, mas me segurei.
Depois de um tempo, ele guardou o celular no bolso, levantou da cadeira e seguiu para o depósito. Eu esperei um pouco e fui atrás, o pau ainda para fora, duro e babando.
Ele mexia no cadeado enferrujado e às vezes dava uns passos pra ir pra trás do depósito, tirando o pau para mijar contra a parede. Eu ficava escondido a poucos metros, calção abaixado, punhetando devagar enquanto via o jato forte dele. O cheiro de mijo quente misturado com suor masculino no ar escuro me deixava louco.
Na noite seguinte, eu não aguentei mais só olhar.

Sentei na minha cadeira como de costume. Ele já estava sentado, mexendo no celular. Olhei direto pra ele, abaixei o cós do calção devagar e tirei todo o pau pra fora. Estava duro pra caralho, latejando pesado, a cabeça brilhando de pré-gozo. Comecei a bater bem devagar, só deslizando a mão pela extensão, deixando ele ver cada detalhe.
Soltei um gemido baixo, rouco, pra ele ouvir. Depois outro. Eu balançava o pau pra ele, devagar, mostrando o peso, fazendo balançar de um lado pro outro enquanto a mão subia e descia. Ele congelou. O celular parou completamente. O olhar dele desceu direto para o meu pau e ficou grudado ali.
Eu fui aumentando o ritmo aos poucos. A mão foi ficando mais firme, mais rápida. O barulho molhado da punheta começou a ficar audível no silêncio do quintal. Tinha medo dos meus pais ouvirem de dentro de casa, mas gemia mais alto agora, sem vergonha, o pré-gozo escorrendo pelos dedos e pingando no chão.
Certo momento, vovô colocou a mão dentro do próprio calção. Vi os dedos descendo, envolvendo o pau dele por baixo do tecido. Começou a se masturbar devagar, no mesmo ritmo que eu, os olhos ainda fixos no meu pau. O calção dele se mexia visivelmente, o volume marcando forte enquanto ele apertava e deslizava a mão.
Fiquei ali batendo cada vez mais rápido, gemendo pra ele, balançando o pau, mostrando tudo. O tesão no ar estava insuportável. Ele acelerou a mão dentro do calção também, praticamente batendo uma punheta junto comigo. A respiração dele estava tão pesada e ele estava tão ofegante que eu conseguia ver a sua boca entreaberta pra não ficar sem ar.
Até que ele guardou o celular, tirou a mão do calção e levantou abruptamente, indo em direção ao depósito.
Eu fui atrás, com o pau ainda pra fora, latejando e molhado.
Ele tinha acabado de checar o cadeado e estava dando meia-volta para voltar. Saí de trás de uma mangueira, parei a uns três metros dele e continuei batendo punheta, gemendo baixo.
Ele congelou de novo. O olhar desceu direto para o meu pau. Ficou ali, fixo, respirando fundo.
— Olha... — murmurei rouco, gemendo mais alto enquanto acelerava a mão.
Ele não respondeu, mas a respiração ficou ainda mais curta, quase um ronco baixo. A mão dele apertou o volume no calção fininho. Ficamos assim quase um minuto inteiro.
Até que ele virou de repente e tentou passar direto por mim. Eu fui atrás. O escuro engoliu nós dois. Quando ele olhou para trás, eu já estava colado. Empurrei o meu pau duro contra a bunda dele, por cima do calção fininho, segurando firme nos quadris.
Ele travou inteiro.
Vovô não me empurrou. O corpo dele tremia, mas a bunda empinou levemente contra mim. Eu segurei mais forte e comecei a esfregar. Devagar no começo, sentindo o formato macio da bunda através do tecido fino. Depois mais urgente, o pau deslizando entre as nádegas, marcando o calção com pré-gozo.
Minha mão desceu, apertei ele por cima do calção. Estava duro pra caralho, pulsando. Massageei enquanto continuava sarrando.
— Você tá duro também, safado... — sussurrei no ouvido dele.
Ele soltou um gemido abafado e apoiou a testa no tronco da mangueira, que era a única coisa que impedia que quem passasse ali nos visse. Puxei o cós do calção dele para baixo, só o suficiente para a pele quente e suada da lombar encostar direto na cabeça molhada do meu pau. O contato pele com pele fez ele tremer.
Acelerei, sarrando o vão entre as nádegas suadas, suor misturando com pré-gozo. Eu esfregava meu pau molhado na bunda do meu avô. O cheiro forte de macho excitado encheu o ar. Quando gozei, foi violento: jatos grossos e quentes acertando direto na pele dele, escorrendo pela fenda da bunda e molhando o calção. Gemi baixo no ouvido dele, apertando os quadris com força enquanto esvaziava todo o meu saco.
Ele ficou parado, tremendo levemente, testa encostada no tronco da árvore. Senti o pau dele pulsar forte na minha mão quando apertei uma última vez.
Fiquei ali mais alguns segundos, esfregando o pau ainda pulsando entre as nádegas dele, espalhando meu gozo quente. Depois limpei a cabeça suja na bunda dele, guardei o pau e me afastei devagar, voltando para minha cadeira no escuro.
Ele ficou encostado no tronco por um momento, respirando pesado, meu gozo escorrendo pela pele. Então se endireitou e caminhou de volta até a cadeira dele. Eu já estava sentado na minha, observando tudo do outro lado do quintal.
Assim que sentou, ele não perdeu tempo. Ainda com o calção no lugar, enfiou a mão direita por dentro do cós e começou a bater punheta por baixo do tecido fininho. Dava pra ver claramente o volume se mexendo, a mão subindo e descendo devagar no início, massageando o pau duro que marcava o calção. Ele soltou um suspiro rouco, quase um gemido abafado, e abriu um pouco mais as pernas.
Eu fiquei imóvel na minha cadeira, só olhando. O movimento da mão dele por baixo do tecido era hipnotizante, lento, depois mais firme, o calção se esticando e se mexendo a cada punhetada. Meu gozo que tinha escorrido ainda estava ali, servindo de lubrificante enquanto ele se masturbava.
Ele foi acelerando aos poucos. A mão começou a bater mais rápido por dentro do calção, o barulho molhado ficando audível mesmo de longe. Os gemidos roucos dele chegavam até mim no silêncio da noite, cada vez mais graves e necessitados. Ele inclinou o corpo pra trás na cadeira, quadril empinado, batendo com força agora, o tecido fininho grudado na pele molhada.
Por fim, ele não aguentou mais e abaixou o calção até as coxas com a mão esquerda, liberando o pau completamente. Continuou batendo forte, a mão voando no pau brilhante com uma mistura do meu gozo e do pré-gozo dele. Os gemidos ficaram mais altos, quase sem controle.
De repente o corpo dele enrijeceu. Ele soltou um gemido longo, gutural e profundo que cortou o quintal escuro. O pau pulsou forte na mão e ele gozou violentamente. Jatos grossos e longos saíram, alguns voando e caindo na terra na frente da cadeira, outros acertando a barriga, o peito e até o próprio calção. Ele continuou apertando e batendo durante o orgasmo inteiro, tirando tudo, o corpo tremendo visivelmente na cadeira de plástico.
Só depois de longos segundos ele diminuiu o ritmo, ainda segurando o pau sensível, pingando. Ficou ali sentado, ofegante, calção arriado, todo sujo de gozo, o meu e o dele.
Eu continuei observando até ele puxar o calção pra cima, se levantar devagar e voltar pra dentro de casa sem olhar pra trás.

conto inspirado numa história real minha e do meu avô. telegram: @eriso82. espero que tenham gostado.

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