#Gay #Teen

A sessão de estudo

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Winterboy

Continuação do conto: O machinho da escola

Oioi, meus putos! Continuando o conto d”O machinho da escola”.

Após minha experiência com o Fabinho no banheiro, Nathan que ficou na quadra chutando a bola e correndo, disse que deveríamos nos encontrar fora da escola pra continuar o trabalho, então combinei com ele de ir até a casa dele naquele mesmo dia. Ele disse que falaria com Fabinho.

Nathan morava no segundo andar de um prédio. Ao chegar, bati na porta do apartamento do Nathan, que a abriu em poucos instantes. O ar-condicionado estava ligado no máximo.

Normalmente não costumo ficar reparando, mas o apartamento parecia não ver uma faxina há um bom tempo, típico de adolescente que vive com pais ausentes: uma mistura de moletom lavado há pouco tempo dobrado de qualquer jeito no sofá da sala, pia da cozinha cheia, talvez restos de pizza da noite anterior.

Deixei minha mochila no chão, ao lado da mesa de jantar onde se acumulavam revistas em quadrinhos.

— Fabinho não veio — Nathan falou enquanto caminhava até o quarto. — Avisou que não ia dar — falou já sentando na cadeira junto à escrivaninha, onde o laptop dele brilhava com a luz azul do Word aberto.

— Então é só nós dois. — conclui, me encurvado sobre a mesa do quarto, conferindo se havia algo novo escrito no trabalho.

Os meninos normalmente deixam todo o trabalho de preparação pra mim, mas vez ou outra baixa o santo da inspiração e eles tentam completar alguma informação, que eu sempre acabo revisando e alterando.

Notei que Nathan olhava pra mim de uma forma diferente. Ele usava camiseta branca larga, que escorregava e mostrava a ponta do osso do pescoço, e aquele moletom cinza fino que deixava pouco à imaginação sobre a perna longa e magra.

Nathan era alto, muito mais alto que os meus 1,70m; seus 1,85m faziam com que ele parecesse um espantalho esguio quando estava em pé, mas havia uma força contida naqueles braços finos. Ele levantou e se apoiou na cadeira, e me olhou.

Ele então caminhou pelo quarto, o passo dele era arrastado, desleixado, mas o foco estava inteiro em mim e eu me sentei na cadeira onde ele estava, tentando parecer casual, mas meu coração batia forte contra as costelas.

— Vi vocês — ele disse finalmente, me encarando com um sorriso de canto de boca.

Eu congelei. Minhas mãos afundaram no tecido do sofá.

— O quê?

— No banheiro. Durante o tempo livre — Nathan levantou e parou na minha frente, bloqueando a luz do quarto — Vi o Fabinho te comer. Vi a cara que você fez.

O sangue subiu para o meu rosto, quente e avassalador. Eu abri a boca para negar, para inventar alguma desculpa boba, mas as palavras morreram. Nathan se agachou, colocando as mãos nos meus joelhos.

O toque dele era quente, firme. Ele não estava mais fingindo ser o pegador hétero que contava vantagens na sala; ele era predatório, os olhos fixos nos meus.

— Você gostou? — ele apertou meus joelhos, forçando minhas pernas a se abrirem um pouco mais. — Gostou de levar no banheiro da escola?

Eu engoli em seco. Temi de imediato que ele contaria pra escola toda. O cheiro dele chegou até mim, desodorante barato misturado com suor e, somado a isso, odor de macho.

— Foi... foi só uma vez — gaguejei.

Nathan riu, um som curto e seco. Sua mão subiu e agarrou meu pescoço firme, mas sem me machucar, me impedindo de fugir. Ele era magro, mas as mãos dele eram grandes, os dedos longos e ossudos.

— Mentiroso — ele sussurrou, inclinando-se para frente. O rosto dele ficou a centímetros do meu. — Você é uma vadiazinho, não é? Deixou o Fabinho te usar e nem ligou.

Nathan se levantou, me olhando fixamente. Ele parecia um gigante ali na minha frente.

— Deveria ter falado antes, eu poderia ter te usado também — disse ele sem rodeio.

Antes que eu pudesse responder, ele levantou a camiseta, abriu o zíper do short e colocou o pau pra fora. Ele fino, provavelmente 17cm, cabeça bem rosada escondida no prepúcio com uma veia saltando de um lado para o outro. Os pelos eram um emaranhado preto por toda a base até as bolas.

— Já que aguentou o dele, vamos ver se você aguenta o meu também — falou ele, em tom autoritário.

Num movimento rápido, Nathan puxou minha cabeça contra seu pau duro que me fez engolir ele inteiro de uma vez. Ele gemeu alto, suas pernas tremeram.

O pau dele era quente e minha língua se enrolou nele, girando ao redor da glande enquanto sugava com vontade, fazendo barulhos sujos e lascivos que ecoaram pelo quarto.

Ele gemia, com a mão apoiada no topo da minha cabeça, forçando pra que eu engolisse mais até que eu quase vomitei. Meu olhos cheios de lágrimas.

— Que isso, vadia? Quer rola e não aguenta? — falou ele, dando um tapa no meu rosto.

Continuei mamando aquela rola, dura como pedra, mas desta vez, me empenhei ao máximo. Chupava com tesão, ordenhando o leite de macho novinho. Meu nariz enterrava nos pelos dele e o cheio de suor com urina me invadia.

— Para... vou gozar — disse ele, puxando meu cabelo.

Soltei a rola dele com um estalo, um fio de saliva ainda conectava minha boca à cabeça brilhante. Limpei a boca com as costas da mão, ofegante. Meus lábios vermelhos e inchados.

— Tira a roupa e fica de quatro — ele disse, a voz rouca.

Obedeci. Tirei minha roupa e fiquei de quatro na cama e ele também se despindo, caminhou até ficar atrás de mim, com o pau duro ameaçando me invadir daquele jeito mesmo, mas se ajoelhou atrás de mim e abriu as bandas da minha bunda, expondo meu cuzinho. O ar frio bateu lá, mas o dedo dele, molhado na própria saliva, não tardou a encontrar o anel.

— O Fabinho comeu seu cu sem preparo? — ele perguntou, esfregando a ponta do dedo na minha entrada, fazendo-me tremer.

— Ele... ele usou creme — eu disse, minha voz trêmula.

Nathan cuspiu na mão dele novamente e passou a saliva no pau dele, depois alinhou a glande com meu cuzinho. Ele me olhava enquanto empurrava a cabeça para dentro, meu rosto enterrado contra o colchão.

A dor aguda e prazerosa me fez prender a respiração. Ele não era mais comprido que o Fabinho, mas por alguma razão, parece que alcançava lugares que fizeram meus olhos rolarem para trás.

— Ah, foda-se... — Nathan gemeu, entrando até o fim. Ele se apoiou nas minhas costas, seu corpo magro cobrindo o meu. — Tão apertado, caralho.

Ele começou a foder. Não foi devagar. Foi com a energia bruta e descontrolada de um adolescente que descobriu o melhor lugar do mundo.

Ele bombeava duro, o quadril dele batendo contra minhas nádegas com um som agudo, que preenchia o quarto. Eu gemia abafado e enquanto ele gemia contra meu ouvido. A cama rangeu com o ritmo dele.

Eu me agarrei nos lençois. Cada golpe dele arrancava um gemido de mim, um som gutural e incontrolável. Eu sentia o pau dele rasgando meu interior, o calor dele se espalhando pelo meu corpo todo.

— Gosta disso, Benji? Gosta de tomar pau, seu puto? — ele sussurrava no meu ouvido, mordendo o lóbulo. — Vai gozar na minha rola? Vai ser minha vadiazinha?

A forma com que ele falava, combinada com a fricção brutal no meu ponto G, me levou ao limite. Meu pau balançava, duro, com o ritmo das estocadas, batendo contra minha barriga.

— Vou gozar... Nathan, porra, vou gozar! — eu gritei, arqueando as costas.

Nathan acelerou, fodendo como um animal, ofegante perto do meu pescoço.

— Goza então, cadela! — ele ordenou.

Meu corpo se contorceu, e a porra explodiu do meu pau, esguichando quente e grossa no colção. O prazer foi incontrolável, meus músculos contraindo ao redor do pau dele, apertando-o com força.

— Caralho! — Nathan gritou, sentindo minha contração. Ele deu mais alguns golpes profundos e rápidos e enterrou-se até o fundo. Eu senti o pau dele pulsar dentro de mim, liberando jatos quentes de porra bem fundo no meu cuzinho.

Ele colapsou sobre mim, suado e pesado, o peito dele colado nas minhas costas, ambos ofegando no silêncio do apartamento, apenas o som do ar-condicionado e nossas respirações roucas preenchendo o espaço. A porra dele escorreu lentamente do meu buraco enquanto ele ainda estava dentro, uma sensação quente e suja.

Nathan levantou a cabeça depois de um momento, os olhos meio fechados, o cabelo grudado na testa suada. Ele tirou o pau do meu buraco com um som úmido e pornográfico e eu tombei para o lado. Ele olhou para a bagunça de porra no colchão e sorriu, um sorriso cansado e satisfeito.

— O trabalho de escola vai ter que esperar — ele disse. Ele se sentou na cama ao meu lado, olhando para o teto. — Acho que a gente vai precisar de mais sessões de estudo.

Depois disso, tentamos até focar no trabalho, mas toda vez que o pau dele pulsava dentro do moletom, ele me fazia ajoelhar e mamar até que ele gozava na minha garganta.

Revezamos assim até anoitecer.

Depois desse dia, posso dizer que eu virei a vadiazinha oficial do grupo.
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Bora bater papo de putaria. Telegram: @BenjiParma

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