O segundo encontro com minha cunhada e meu irmão corno
Segundo encontro
Lá estava eu tomando café, já vestido para partir, mas o olhar que ela me lançou quando entrava na cozinha não era o de uma cunhada comum. Era o olhar da mulher que, horas antes, tinha sentido por todos os seus buracos a pressão do me pau.
— Bom dia, cunhadinha. Pelo seu jeito de andar, parece que a "madeirada" de ontem deixou marcas — disse eu, com aquele sorriso cafajeste. Fazendo-a não esquecer da noite anterior como se isso fosse possível.
— Você é um perigo, Braz. O João ainda está apagado, nem imagina que eu já estou aqui querendo o "bis" antes de você pegar a estrada, disse ela mordendo os lábios de tesão.
Eu larguei a xícara e a puxei pela cintura, colando seu corpo ao meu lhe dandoum beijo molhado como ela gosta. Fiz ela sentir o volume por baixo da minha calça despertando instantaneamente a potência de antes.
— Eu tenho pouco tempo, mas para você Raquel, eu sempre arranjo um jeito. Onde você quer? Na mesa da cozinha ou vamos acordar o seu marido com uma surpresa?
Nesse momento, ouvimos os passos do João no corredor. Ele apareceu na porta com a cara amaçada e com um sorriso de orelha a orelha. Sabendo que foderia Raquel novamente sem pensar em chegar atrasado no aeroporto.
— Já estão se pegando de novo? Nem esperaram por mim? — perguntou João, aproximando-se e apertando a bunda da Raquel por trás enquanto eu segurava ela pela frente, massageava seus seios macios e doces.
— Seu irmão é muito apressado, João. Já quer ir embora sem me dar a despedida que eu mereço...
— dizia ela com um sorriso irônico, jogando a cabeça para trás.
João me olhou e deu um sinal de cabeça como um sinal que poderia abusar de sua esposa como eu sempre desejei.
— João falou que eu não iria a lugar nenhum sem deixar as pernas de Raquel bamba de novo. Braz, fode ela aqui mesmo, na mesa onde a gente toma café. Quero ver você marcar o território antes de partir, falava meu irmão com um brilho nos olhos de vontade de ver sua mulher sendo penetrada por mim.
Sem esperar um segundo convite, eu a levantei e a fiz sentar no mármore frio da mesa, afastando sua camisola preta e abrindo suas pernas que revelava a maravilhosa buceta lisinha entre as pernas. João ficou parado à minha frente, olhando com vontade de participar, enquanto eu me posicionava entre as pernas grossas dela, abrindo o zíper com urgência. A sensação de possuir a mulher de meu irmão com a luz do dia entrando pela janela e o meu irmão assistindo a tudo enquanto comia uma fruta, era a melhor que já tinha sentido antes.
Não fui gentil. Poderia ter chupado antes aquela delícia de buceta, mas queria ver sua cara de safada expressar dor ao penetrá-la. Empurrei de uma vez até o talo, numa socada profunda fazendo ela soltar um grito que certamente os vizinhos ouviram.
— Isso... — gemia o João — Arromba ela, mano! Mostra que o sangue da família é quente, soca tua pica nessa bucetona de puta que ela tem e deixa sua marca pra ela não esquecer deste dia. O dia que o cunhado fodeu sua bunda e buceta ao mesmo tempo com prazer.
O café da manhã nunca mais seria o mesmo. Entre gemidos e o som da carne batendo, eu percebi que aquela sexta-feira quente não tinha sido apenas um evento isolado, mas o início de uma vida onde o prazer não tinha mais regras, nem limites. Foder minha cunhada na frente do meu irmão sempre será uma lembrança inesquecível. Posso dizer, foder a boca, bunda e buceta da Raquel foi a melhor sensação.
A tensão na cozinha atingiu o ponto de ebulição. Eu fodia a Raquel com uma força bruta sobre a mesa, enquanto o João, totalmente hipnotizado pela cena, começou a se masturbar ali mesmo, encostado na geladeira branca, sem tirar os olhos do movimento que eu fazia estocando cada vez mais rápido o pau dendro daquela buceta gulosa que minha cunhada tinha. Não resistindo o desejo prestes a gozar dentro da buceta de Raquel, troquei o buraco rapidamente penetrando seu cuzinho levando-a dar gritos e gemidos de um orgasmo alucinante com as bombadas profundas e fortes.
— Vou ter que viajar com o seu cheiro impregnado em mim, cunhada — sussurrei no seu ouvido, enquanto ela cravava as unhas na minha bunda pressionando que minha rola entrasse mais fundo dentro dela.
— Toda vez que eu fechar os olhos na estrada, vou lembrar daques seios deliciosos, de sua buceta faminta por carne fresca e do seu cuzinho que recebia com vontade meu pau até engolir por inteiro. .
João se aproximou, pegou um pouco do mel que escorria da nossa união e levou à boca, saboreando o irmão e a esposa ao mesmo tempo. Ele cheirava e lambia a esposa com sabor e odor da buceta dela e da minha rola.
— Você não vai embora assim não, Braz — disse João, com a voz rouca. — Se você quer levar o cheiro dela, vai levar o meu também. Vira ela.
Eu a coloquei com a cara prensada contra o mármore frio, enquanto via, pelo reflexo do forno, o meu irmão se posicionar logo atrás de mim. Em um movimento sincronizado e coreografado pelo puro tesão, eu tirei o pau do cuzinho dela e, sem dar tempo para ela respirar, João ocupou o meu lugar, entrando com tudo, enquanto eu ia pelo lado direito, oferecendo-me novamente o meu pau grosso para ela mamar.
Ali, no meio da cozinha, à luz da manhã, ela era o centro de um banquete de prazer. Eu dava a pica para ela chupar, sentindo o gosto do café e do desejo, enquanto o João fodia a esposa por trás, batendo com força na bunda já vermelha de tanto tapa.
— Olha isso, Braz! Olha como a buceta e o cuzinho dela engole minha rola, ela quer a sua também!
— gritava João, perdendo o controle. Ele ficava louco ao ver seu irmão metendo forte na boca, bunda e buceta dela. Ele sabia que a esposa estava sentindo prazer com os dois irmãos lhe fedendo por todos os seus buracos.
O clímax veio como uma avalanche. Eu segurei sua cabeça com firmeza e deixei jorrar minha porra na boca da Raquel, enquanto o João, num urro de satisfação, descarregou dentro de sua buceta, preenchendo até transbordar. Ficamos os três ali, ofegantes, o suor misturado ao leite que escorria pelas pernas dela.
— João, você é um homem de sorte. Mas se cuida, porque agora que eu provei desse mel, vou vir visitar vocês muito mais vezes.
Raquel, então falou: gostei de sentir o sabor da sua rola e a grossura preenchendo tanto meu cuzinho quanto minha xaninha.
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Comentários (2)
Raquel: Muito gostoso ser possuída por outro homem na frente do marido, e vendo ele se masturbando de tanto tesão ao ver um amigo ou mesmo seu irmão me penetrando por trás, é melhor ainda...
Responder↴ • uid:13t1vfc4p8yg@Osmr49: Que maravilha de conto , nosssa procuro muito contos assim, sou louco pra viver esse tipo de relacionamento, ter uns esposa CHIFRADEIRA EXIBICIONISTA, para meu irmão FUDER muito ela .... Adoraria ter uma esposa assim
Responder↴ • uid:469c1j5bqrd