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Nizam e seu cunhadinho Léo - Parte 14

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Léo mordeu o lábio de baixo, saiu do colo do Maurício e apontou pra mim.
— Quero falar com você! Só você.
Meu coração disparou na hora. Levantei devagar, tentando não parecer desesperado.
— Vamos pro quarto?
Ele balançou a cabeça rápido.
— No quarto, mas só você. O Maurício não pode ver.
Eu abri um sorriso enorme, o tesão subindo quente. Maurício fez que sim com a cabeça.
— Pode ir.
Léo virou e foi na frente. Eu segui atrás, pau já duro marcando na samba-canção, coração batendo forte.
Ele entrou no quarto do Maurício, acendeu o abajur da cabeceira, fechou a porta devagar e trancou. Virou pra mim, encostou na porta, mãos atrás das costas.
— Senta na cama — disse, voz baixa, mas firme.
Sentei na beira na hora, pernas abertas, olhos grudados nele.
— O que você quer Léo?
Ele deu um passo pra frente. Pele clarinha arrepiada, pauzinho duro apontando pro teto, mamilos rosados, cuzinho rosa piscando entre as nádegas perfeitas. Era lindo pra caralho: magrinho, delicado, corpo de menino que ainda parecia inocente, mas com um olhar que entregava tudo.
— Quero dançar pra você — sussurrou. — Quero te deixar louco mas você não pode tocar! Nem um dedo.
Gemi baixinho, mão já dentro da samba-canção, apertando o pau.
— Pode dançar, anjinho. Me deixa ver tudo.
Léo começou devagar, virou de costas, empinou a bunda, mãos subindo pelas coxas, depois pelas costas, abrindo os braços como se estivesse se oferecendo. Rebolou lento, quadris girando preguiçoso, bunda subindo e descendo, cuzinho aparecendo e sumindo. Olhou por cima do ombro, olhos meio fechados, mordendo o lábio.
— Gosta do que vê Rick?
Assenti, mão acelerando na rola, respiração pesada.
— Gosto pra caralho… olha como esse cuzinho pisca pra mim… dá vontade de meter agora.
Ele virou de frente, mãos no peito, descendo devagar pela barriga lisa, parando no pauzinho. Apertou de leve, gemendo baixinho, depois abriu as pernas, mostrou o cuzinho piscando.
— Olha como eu tô molhadinho… pensando em você… mas você não pode tocar. Só olhar.
Gemi alto, mão voando na rola, olhos vidrados.
— Caralho, Léo… você é safado demais… rebola mais… mostra como você fica quando tá excitado.
Ele obedeceu. Virou de costas de novo, empinou a bunda bem alto, abriu as nádegas com as mãos, mostrando tudo. Rebolou forte agora, bunda tremendo, gemendo meu nome baixinho.
— Rick… olha como eu tô aberto pra você… imagina sua rola entrando aqui… me enchendo…
Eu tava louco, mão acelerando, pau pulsando, pré-gozo escorrendo.
— Isso… abre mais esse cuzinho… deixa eu ver como ele pisca quando você pensa em mim te fodendo.
Léo abriu mais, gemeu alto, rebolando rápido.
— Tá vendo? Ele quer você… mas você não pode tocar. Só olhar, só gozar olhando pra mim.
Não aguentei, gemi rouco, corpo tremendo, gozei forte na mão, jatos grossos voando, caindo na cama e no chão. Respiração pesada, olhos nunca saindo dele.
— Caralho Léo… você me mata…
Ele virou devagar, pauzinho babando, olhos brilhando de tesão e poder.
— Gostou?
Eu ri ofegante.
— Gostei pra caralho…
Léo subiu em cima de mim, me deixando doido. Me inclinei mais, nariz quase no pescoço dele.
— Posso te beijar?
— Pode… — sussurrou.
Beijei devagar, lábios macios, língua tímida no começo, depois mais fundo. Léo gemeu baixinho, mãos no meu peito tatuado.
Puxei ele pro colo, pernas abertas dos lados da minha cintura, beijando o pescoço, mordendo de leve a orelha.
— Você é tão gostoso… tão macio… tão cheiroso…
Léo rebolou devagar no meu colo, sentindo meu pau duro roçando na bunda dele.
— Rick… o Maurício…
— Ele vem daqui a pouco. A gente tem um tempinho pra brincar.
A gente se beijou mais forte, mãos explorando. Lambi os mamilos rosados dele, chupei devagar até ele gemer alto.
Léo segurou meu pau, masturbou devagar, sentindo pulsar na mão.
— Quero te foder… — sussurrei. — Quero meter em você agora.
Léo hesitou um segundo, mas concordou.
— De ladinho…
Virei ele de lado, deitei atrás, levantei a perna dele. Cuspi na mão, lubrifiquei o pau, depois o cuzinho dele.
Entrei devagar, centímetro por centímetro, gemendo rouco.
— Caralho… que apertadinho… que gostoso…
Léo gemeu alto, empurrando pra trás, recebendo tudo.
— Vai devagar… ah… assim…
Meti ritmado, devagar no começo, depois mais fundo, segurando o quadril dele com uma mão, a outra masturbando o pauzinho.
— Isso… toma minha rola… geme pra mim… mostra como você fica safado quando tá sendo fodido.
Léo choramingava, rebolando contra mim, olhos fechados de prazer.
— Rick… mais forte… me fode gostoso…
Acelerei, batendo fundo, gemendo no ouvido dele.
— Você é minha putinha agora… goza pra mim… goza no meu pau…
Gozei tremendo, enchendo ele, gemendo rouco, abraçando forte por trás.
Ficamos ali ofegantes, abraçados de ladinho.
Beijei a nuca dele.
— Isso foi… incrível.
Léo sorriu, ainda tremendo.
— Foi… mas o Maurício…
Beijei a boca dele devagar.
— A gente conta pra ele.
Léo virou o rosto, me beijou de volta.
— Vamos contar.
A gente se arrumou rápido, rindo nervosos, esperando o Maurício aparecer.
Quando a porta abriu, Léo tava sentado no meu colo, rosto vermelho, sorriso culpado.
Maurício parou na porta, olhando pra gente.
— O que rolou aqui?
Léo levantou, foi até ele, abraçou pela cintura.
— A gente… ficou. Mas foi bom e eu quero vocês dois.
Levantei e me aproximei.
— Mano… me desculpa. Mas eu gosto dele de verdade e ele quer nós dois.
Maurício ficou quieto um segundo. Depois sorriu devagar.
— Então vem cá, minha esposa. Vamos ver como isso funciona.
Uma semana passou voando, tipo um sonho que eu não queria acordar nunca. Todo dia era a mesma loucura gostosa: Léo no meio de nós dois, gemendo, tremendo, se entregando sem medo. Eu nunca imaginei que dividir um menino com meu irmão ia ser tão intenso, tão certo.
Maurício controlava tudo o ritmo, as posições, quando eu podia ir fundo, quando tinha que parar pra ele tomar o lugar. Mas o Léo… o Léo mandava no tesão.
Ele pedia, implorava, gozava gritando nossos nomes alternados. Eu me perdia nisso.
Segunda: Maurício chegou do trabalho cedo. Léo já tava esperando na sala, só de cueca branca, ajoelhado no tapete. Eu tava pegando gelo na cozinha quando ouvi os gemidos. Entrei e vi Maurício no sofá, Léo no colo dele, rebolando devagar, pauzinho babando na barriga do meu irmão. Maurício me chamou com a cabeça.
— Vem, Rick. Ele tá pedindo por dois hoje.
Léo olhou pra mim, olhos brilhando.
— Quero vocês dois… de ladinho… por favor.
Deitamos no sofá grande: Léo no meio, de lado, eu atrás, Maurício na frente. Entrei primeiro, devagar, sentindo o cuzinho apertar. Léo gemeu alto, apertando o braço do Maurício.
Depois Maurício entrou junto, roçando no meu pau dentro dele. Dupla penetração lenta, cuidadosa Léo choramingando entre nós. Gozamos quase juntos, enchendo ele até transbordar.
Terça: Léo chegou de madrugada, saiu escondido de casa. Eu tava acordado no sofá, Maurício dormindo no quarto.
Léo veio direto pra mim, tirou a roupa na sala, sentou no meu colo de frente.
— Quero você agora… sem esperar o Maurício.
Hesitei, mas ele beijou meu pescoço, sussurrando:
— Só hoje… só nós dois.
Fodi ele ali mesmo no sofá, Léo cavalgando devagar, gemendo baixo pra não acordar meu irmão. Ele gozou duas vezes antes de eu encher ele.
De manhã Maurício acordou, viu Léo dormindo no meu peito e só sorriu.
— Amanhã vocês dois me pagam dobrado.
Quarta: Maurício quis “punir” a gente. Mandou Léo ficar de quatro no tapete, eu deitado de costas embaixo dele, 69 invertido. Maurício metia por trás enquanto Léo chupava meu pau.
Eu lambia o cuzinho dele enquanto Maurício entrava e saía. Léo gozou na minha boca, eu gozei na dele, Maurício gozou dentro. Depois trocamos: eu meti no Léo enquanto Maurício fodia a boca dele. Durou duas horas.
No final Léo tava exausto, abraçado nos dois, falando baixinho:
— Eu amo vocês…
Quinta: Dia mais tranquilo, Maurício trabalhou até tarde. Eu e Léo sozinhos, ele pediu pra eu ser “carinhoso como o Maurício”. Deitamos na cama, ele de ladinho, eu atrás, metendo devagar, beijando a nuca, sussurrando que ele era lindo, que eu queria ele pra sempre. Léo chorou de prazer quando gozou, apertando minha mão.
— Você me faz sentir amado… igual o Maurício.
Sexta: Maurício chegou com algemas de velcro. Prendeu Léo na cabeceira, de bruços, bunda empinada. A gente se revezou: um na boca, um no cuzinho. Léo gozava sem parar, implorando pra não parar.
No final solto, se jogou nos nossos braços, beijando um, depois o outro.
— Quero isso pra sempre… vocês dois.
Sábado: Dia inteiro na cama grande. Acordamos os três juntos, Léo no meio. Ele chupou nós dois ao mesmo tempo, depois sentou no pau do Maurício enquanto eu metia na boca dele. Trocamos, depois flor de lótus com os dois: Léo no colo do Maurício, eu atrás, metendo junto.
Léo gozou gritando nossos nomes, tremendo entre nós. No final do dia, exaustos, abraçados, Léo sussurrou:
— Eu nunca fui tão feliz.

Era uma segunda-feira cinzenta. Já tinha arrumado a mochila no quarto do Maurício. Camiseta dobrada, cueca, escova de dente, tudo jogado de qualquer jeito.
O ônibus pra minha cidade saía às 11h30, e eu precisava pegar o das 10h45 pra não perder a conexão. Maurício tava na cozinha fazendo café forte, o cheiro subindo, mas eu não conseguia engolir nada.
Léo apareceu na porta do quarto, ainda de pijama folgado, calça do Maurício que ficava enorme nele e uma camiseta velha minha que ele roubou na semana passada. Olhos inchados, cabelo bagunçado, cara de quem não dormiu direito. Parou no batente, braços cruzados.
— Você vai mesmo hoje? — perguntou baixinho, voz rouca.
Concordei, sentei na beira da cama, puxei ele pelo braço pra sentar do lado. Ele veio, mas ficou rígido, olhando pro chão.
— Vou! Trabalho não espera. Mas eu volto logo mês que vem, talvez antes.
Léo mordeu o lábio, olhos brilhando.
— Vou sentir sua falta… muito.
Passei o braço nos ombros dele, puxei pro meu peito. Ele se aninhou, rosto no meu pescoço, cheiro de perfume misturado com o suor da noite anterior.
A gente tinha dormido os três juntos, Léo no meio, mãos e pernas emboladas, gemidos abafados até de madrugada. Agora parecia que tudo acabava.
— Eu também vou sentir falta, anjinho — falei baixo, beijando o topo da cabeça dele. — De você gemendo meu nome, rebolando no meu colo, me olhando com essa cara de safado tímido quando eu falo putaria, dormindo no meu peito…
Ele riu baixinho, mas o riso saiu molhado.
— Você fala cada coisa…
Levantei o queixo dele, olhei nos olhos.
— É verdade! Você mudou tudo aqui. Eu vim passar uns dias e acabei me apaixonando por um menino que nem era meu… mas agora você é meu também. Meu e do Maurício.
Léo assentiu, lágrima escorrendo.
— Eu amo vocês dois… não quero que você vá.
Limpei a lágrima com o polegar, beijei a boca dele devagar, língua suave, como despedida com gosto.
— Eu volto e você pode aparecer na minha casa quando quiser. Qualquer hora, pega o ônibus, me liga, eu busco na rodoviária. Minha porta tá sempre aberta pra você, pode chegar de madrugada, peladinho debaixo do casaco se quiser. Eu te recebo de braços abertos… e de pau duro.
Léo riu entre as lágrimas, apertando minha camiseta.
— Seu safado…
— Seu safado favorito — corrigi, beijando a testa dele. — E se sentir falta de mim de noite, manda mensagem. Eu te ligo, te faço gozar pelo telefone ou melhor, dorme lá. Eu te fodo gostoso na minha cama, te abraço a noite toda, faço café de manhã. Você é bem-vindo sempre Léo.
Ele riu, abraçou meu pescoço forte.
— Eu vou… prometo que vou.
Levantei, joguei a mochila no ombro. Maurício apareceu na porta, encostado no batente, braços cruzados, sorriso pequeno.
— Hora de ir, irmão?
Assenti, dei um abraço apertado nele, batendo nas costas.
— Cuida bem dele, mano! Ele é nosso.
Maurício apertou de volta.
— Pode deixar! Volta logo.
Virei pro Léo, puxei ele pra um último beijo longo, profundo, língua dançando devagar, mãos na nuca dele. Quando soltei, ele tava tremendo.
— Te amo, anjinho — falei baixo, só pra ele ouvir.
— Te amo também… — sussurrou, voz quebrada.
Saí do quarto, passei pela sala, abri a porta da frente. Olhei pra trás uma última vez: Léo na porta do quarto, encostado no batente, olhos vermelhos, mas sorrindo pequeno. Maurício atrás dele, mão no ombro do menino.
— Até logo, minha putinha.
Léo acenou, lágrima escorrendo, mas sorriso crescendo.
Fechei a porta e caminhei até o ponto de ônibus. O coração doía, mas era uma dor boa.
Porque eu sabia o Léo ia aparecer na minha cidade. Ia bater na minha porta, dormir na minha cama, ia gemer meu nome na minha casa. E quando isso acontecesse… eu ia fazer ele se sentir o menino mais desejado do mundo.

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