#Traições

Cornos de comportadinhas nem imaginam o que tem em casa.

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A quantidade de corno manso que rola aqui no bairro de Nova Descoberta, pertinho de Recife, é de foder a mente – esses otários acham que a esposinha deles é santa, toda recatada pra sociedade, pros amigos e pros vizinhos, sem um pingo de fogo no rabo, sem tesão nenhum, mas eu provo o contrário com as fotos dessa vadia da Tânia, que em casa com o marido é a puritana de vestido branco longo, cara de séria, mas quando vem trair o corno comigo, vira uma puta safada, nua no quintal fazendo churrasco, suando e rebolando o cu pra mim, gemendo alto enquanto eu como ela inteira, abrindo o cuzinho virgem dela pela primeira vez com dor e prazer misturados, peidando, cagando no pau e voltando pra mais, até confessar que me ama e que a bunda dela é só minha pra lamber, cheirar e foder quando eu quiser, e isso é só o começo, porque tem mais aventuras quentes vindo em breve com postagens diárias pra te deixar louco de tesão, continua lendo pra ver como eu transformei essa casada certinha numa devoradora de pica, e no final comenta aí o que achou, vai.

Eu acordo todo dia com o pau duro só de pensar nessas casadas do bairro, essas putinhas reprimidas que os maridos tratam como freiras, mas eu, Juliano, com meus 40 anos bem vividos, sou o comedor oficial, o cara que adora meter no cu delas, especialmente quando é virgem, porque nada me deixa mais louco que abrir um cuzinho apertado e sentir o cheiro natural de mulher casada, suado e sem frescuras. Aqui no Recife, o calor já ajuda, deixa tudo mais pegajoso, mais real, e Tânia foi minha conquista mais foda ultimamente – ela mora logo ali, numa casa simples como a minha, e pro mundo inteiro é a esposa modelo, sempre de vestido branco comprido, bordado na frente, cara de quem vai pra igreja, mas eu sei a verdade, eu vi o fogo escondido nos olhos dela quando a gente se esbarrou na rua pela primeira vez.

Eu passo uns três meses cantando ela, mandando mensagens safadas pelo celular, mostrando fotos de outras casadas que eu comi, falando do site de Selma Recife, essa rede social adulta onde o Brasil inteiro se solta, e ela fica curiosa, mordendo os lábios, dizendo "não, Juliano, eu sou casada, isso é errado", mas os olhos brilham, o corpo treme. Um dia, ela cede, vem pra minha casa escondida, enquanto o corno tá trabalhando como motorista, rodando por aí sem imaginar nada. A gente começa se beijando na cozinha, o cheiro de café misturado com o suor dela, e eu já sinto o pau latejando na calça. "Tá bom, mas só beijo, hein?", ela diz, voz tremendo, mas eu não paro, tiro o vestido branco dela devagar, revelando os peitos firmes, a calcinha simples molhada já.

Eu toco nela toda, os dedos descendo pela barriga, pelos pêlos pubianos escuros e cacheados, e quando chego no cuzinho, ela puxa minha mão, espantada: "Ali não, Juliano! Meu marido diz que isso é sujo, coisa de puta!". Eu rio baixo, cheiro o pescoço dela, que tá com um perfume barato misturado a suor do dia, e digo: "Mas é isso que te faz gozar de verdade, vadia. Deixa eu mostrar". Eu convenço ela aos poucos, lambendo o pescoço, chupando os mamilos duros como pedras, e desço, cheirando a bunda dela, o aroma forte, natural, de cu que não foi lavado direito, mas puta que pariu, isso me deixa doido, o cheiro de mulher casada de verdade, sem frescuras. Ela geme baixinho, "Ah, não... que nojo...", mas as pernas abrem mais.

Finalmente, eu convenço ela a dar o cu, virgem como a maioria das casadas daqui, porque os cornos acham que anal é "feio". Ela fica de quatro na cama, o quarto simples com paredes rachadas, o ventilador girando devagar, e eu pego manteiga da cozinha, espalho no pau grosso e no cuzinho rosado dela, apertado pra caralho. "Vai doer, Juliano? Eu nunca...", ela pergunta, voz de medo misturado com tesão. "Vai, mas você vai amar, puta. Relaxa esse cu". Eu empurro devagar, a cabeça entrando, ela grita: "Aiii, porra! Tá rasgando, tira!". Mas eu continuo, segurando a cintura gorda dela, os dedos afundando na carne macia, e o pau vai entrando centímetro por centímetro, o cu quente como fogo, apertando tanto que eu quase gozo ali.

Ela morde o travesseiro, gemendo alto: "Uhhh, fode... ai, caralho, que dor gostosa!", e começa a se tocar na buceta, os dedos molhados fazendo barulho de chap chap, o cheiro de sexo enchendo o quarto, misturado ao suor e ao aroma terroso do cu dela. Eu soca mais forte, o pau todo dentro agora, e ela começa a peidar, uns pum pum baixos, quentes no meu pau. "Desculpa, Juliano... ai, que vergonha!", ela diz, corando, mas eu rio: "Adoro isso, vadia! É natural, mostra que você tá se soltando de verdade". Ela geme mais, "Fode mais, porra! Enche meu cu!", e de repente pede: "Preciso ir no banheiro, Juliano... agora!". Eu sei que é porque tá com vontade de cagar, o pau mexendo tudo lá dentro, mas eu não paro, pego ela pela cintura com mais força, socando fundo: "Não vai não, aguenta, puta! Eu tô quase gozando".

Ela se desespera, bate na cama com as mãos, tenta sair, gritando "Aiii, caralho, tá saindo... não aguento!", mas isso me dá mais tesão, o cu dela contraindo, quente e úmido, e eu meto mais rápido, o som de pele batendo em pele, ploc ploc, o cheiro de merda leve no ar agora, misturado ao suor. Ela chora de prazer e dor: "Goza logo, fode esse cu virgem!", e eu gozo dentro, enchendo o rabo dela de porra quente, o pau saindo melado de merda marrom, fedendo forte, mas real pra caralho. Ela sai correndo pro banheiro, envergonhada: "Desculpa, Juliano... que nojo!", mas eu digo: "É natural, vadia. Mulheres de verdade são assim, sujas e safadas". Ela volta, limpa, e me beija: "Você me abriu um mundo novo... meu cu é teu agora".

Hoje, Tânia é outra, se entrega sem limites, me manda mensagens o dia todo: "Vem cheirar minha bunda, Juliano. Tô suada do dia inteiro". Um dia, a gente faz churrasco no quintal da minha casa simples, a céu aberto, o sol quente batendo na pele, o cheiro de carvão e carne assando enchendo o ar. Ela tá completamente nua, o corpo curvilíneo brilhando de suor, os peitos balançando enquanto vira os espetos, a bunda enorme rebolando, marcada de tanque de sol. "Vem cá, seu safado", ela diz, sorrindo maliciosa, olhando por cima do ombro, os cabelos molhados de suor grudados no rosto. Eu chego por trás, cheiro a bunda dela, o aroma forte de suor e cu natural, lambo devagar, a língua sentindo o salgado, o calor.

Ela geme: "Ahhh, isso... lambe meu cu suado, Juliano! O corno tá trabalhando e eu tô aqui pelada pra você". Eu tiro a calça, o pau duro latejando, e enfio na buceta dela primeiro, molhada como uma cachoeira, o som de squish squish enquanto meto, ela inclinada no churrasqueira, o fogo crepitando embaixo. "Fode mais forte, porra! Enche essa buceta de casada!", ela manda, gemendo alto, os vizinhos podiam ouvir se prestassem atenção, mas o tesão é maior. Depois, eu passo pro cu, lubrificado com o suor dela, entro fácil agora, o rabo aberto pra mim. "Uhhh, caralho, que pau grosso no meu cu... bota mais, fode essa bunda que é toda tua!", ela grita, peidando de novo, pum pum quente, o cheiro misturando com a fumaça do churrasco.

A gente fode a tarde toda, eu socando enquanto ela vira a carne, o suor escorrendo pelas costas dela, pingando no chão de terra, os gemidos ecoando: "Goza dentro, Juliano! Eu te amo, meu comedor... minha bunda é pra você lamber e foder sempre!". O corno nem sonha, rodando de carro por aí, enquanto eu como a mulher dele nua no quintal. Pra achar o autor dessa putaria toda, é só me procurar no site de Selma Recife www.selmaclub.com , meu perfil tá lá com mais fotos e vídeos. Tem mais aventuras vindo em breve, postagens diárias pra te deixar doido, comenta aí embaixo o que achou dessa safadeza, vai, me diz se quer mais.

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