A Língua do Vovô Que Me Fez Gozar Gritando: Minha Primeira Vez Foi com Ele
Me chamo Rebeca (nome que uso aqui pra proteger quem não precisa saber) e vou contar uma história que guardei por mais de vinte anos dentro do peito, mas que ainda hoje, quando fecho os olhos, faz meu corpo inteiro lembrar. Foi o fogo mais intenso que já queimou em mim, e ao mesmo tempo o segredo mais pesado. Se você chegou até aqui, prepare o coração: essa aventura real vai te deixar com vontade de saber o que vem depois, de acompanhar cada nova lembrança que eu soltar por aí. Pra quem quiser encontrar mais das minhas confissões e aventuras recentes, é só procurar na internet por www.selmaclub.com. Agora respira fundo e vem comigo.
Eu tinha 19 anos, morava em Casa Amarela, Recife, e vivia grudada na minha amiga de infância, a Ju. A gente passava as tardes na casa dela, na Rua da Hora, assistindo reprise de novela na sala apertada, com o ventilador de teto rangendo e o cheiro de café coado pairando no ar. O que eu não contava pra ninguém é que, desde que o avô dela, seu Zé, tinha vindo morar lá porque já não dava mais pra ficar sozinho na casa antiga em Jaboatão, tudo mudou.
Na primeira vez foi sutil. Eu sentei no sofá de couro falso, ele do meu lado esquerdo, a Ju e a mãe dela do outro lado, olhos grudados na tela. De repente senti uma mão quente, enrugada, mas firme, deslizando devagar por baixo da minha bunda. Meu corpo gelou, mas ao mesmo tempo uma corrente elétrica subiu pela espinha. Ele não falou nada, só apertou de leve, depois passou dois dedos por cima da minha calcinha de algodão. Eu congelei. Olhei de canto: novela rolando, risadas na cozinha, ninguém prestando atenção. Então ele puxou minha saia um pouquinho pro lado, enfiou a ponta dos dedos por baixo da renda e tocou direto na pele quente e úmida. Meu Deus… o coração batia tão forte que eu achava que todo mundo ia ouvir.
Ele esfregou devagar, círculos lentos, sentindo o mel que já escorria sem eu conseguir controlar. Depois tirou a mão, levou os dedos bem perto do nariz e inspirou fundo, os olhos semicerrados de prazer. O cheiro da minha excitação nas narinas dele me deu um tesão absurdo. Ele voltou a tocar, mais fundo dessa vez, coletou mais do meu melzinho e cheirou de novo. Fez isso umas cinco, seis vezes, enquanto eu mordia o lábio pra não gemer. Quando a novela acabou e a Ju foi pegar água, ele sussurrou baixinho, quase um ronronar:
“Gostosa… essa xotinha cheira a pecado.”
A partir daquele dia eu inventava qualquer desculpa pra ir na casa da Ju. Às vezes a gente ficava sozinhas, às vezes a família toda tava lá, mas ele sempre achava um jeito. Uma tarde a casa ficou vazia. Ju tinha ido pro cursinho, a mãe pro mercado, o pai trabalhando. Seu Zé abriu a porta com um sorriso torto, os olhos brilhando.
“Entra, minha menina. Hoje é só nós dois.”
Mal fechei a porta ele já veio por trás, mão por baixo da saia, dedos direto na calcinha encharcada. Cheirou, lambeu os dedos, gemeu baixinho.
“Tira tudo, Rebe. Quero cheirar você direito hoje.”
Tremendo de tesão e vergonha misturados, tirei a calcinha e a saia. Ele me guiou pro sofá, sentou, me puxou pra beirada, levantou minhas pernas, abriu meus joelhos como se estivesse abrindo um presente. Encostou o nariz bem no meio da minha buceta, inspirou fundo, o ar quente saindo pelas narinas me arrepiando inteira. Então veio a língua: uma lambida longa, lenta, do cuzinho até o clitóris. Eu arqueei as costas, soltei um gemido alto que ecoou na sala vazia.
“Assim, minha putinha… geme pra vovô saber que tá gostando.”
A língua dele era quente, grossa, experiente. Ele lambia o clitóris em círculos, depois descia e enfiava a ponta no meu cuzinho apertado. A sensação era tão forte que doía um pouquinho, mas doía gostoso, do tipo que faz a gente querer mais. Eu gemia sem parar, chamava ele de “vovôzinho safado”, pedia mais língua, mais fundo. Ele ria, lambia mais forte, enfiava a língua inteira no cuzinho enquanto esfregava o polegar na bucetinha melada.
Depois de meses assim, ele começou a querer mais. Mostrou revistas antigas de sacanagem, páginas amareladas com fotos de mulheres de quatro, bocas cheias de pau.
“Se quiser continuar ganhando língua, vai ter que retribuir, minha cadelinha.”
Na primeira vez eu tive nojo. O pau dele era grosso, veioso, a cabeça roxa e brilhante de pré-gozo. Mas quando ele me chupou ao mesmo tempo, lambendo meu cuzinho com vontade enquanto eu segurava aquele cacete quente, o nojo virou tesão. Abri a boca, coloquei a língua pra fora como ele mandou, deixei ele esfregar a cabeça babada nos meus lábios enquanto gemia.
“Geme alto, putinha… mostra que quer o leitinho do vovô.”
Eu gemia feito louca, sentindo a língua dele no meu cu e na buceta ao mesmo tempo. O tesão subiu tanto que gozei pela primeira vez na vida dele: corpo tremendo, buceta pulsando, grito rouco enchendo a casa. No mesmo instante ele gozou na minha boca. Jatos quentes, grossos, salgadinhos. Engoli tudo, lambi os cantos da boca, pedi mais.
Anos se passaram. Eu cabulava aula só pra ir até lá. Ele enfiava a língua tão fundo no meu cuzinho que às vezes doía de verdade, mas eu pedia mais, gemia “mais forte, vovô, fode meu cu com a língua”. Ele me chamava de putinha, cadelinha, safadinha, e eu adorava cada palavra. Quando completei 21 anos ele ainda me chupava quase todo dia. Até que, aos meus 23, ele se foi. Infarto. Silencioso, durante o sono.
Fiquei devastada. Nenhum homem depois dele chegou perto. Hoje, aos 45 anos, morando em Boa Viagem, ainda gozo forte só de lembrar. Fecho os olhos e sinto o cheiro do sabonete barato dele misturado com o meu mel, a língua grossa invadindo meu cuzinho, o leitinho quente enchendo minha boca. Às vezes, quando tô sozinha, me toco pensando no que viria depois se ele ainda estivesse aqui… será que ele me colocaria de quatro, enfiaria aquele pau grosso no meu cu apertado, me faria gozar gritando? Será que eu aguentaria?
Se você chegou até o final e tá com o corpo quente, coração acelerado, deixa um comentário aqui embaixo. Diz o que sentiu, o que imaginou, o que quer que eu conte na próxima aventura. Quem sabe eu não libero mais detalhes, mais lembranças, mais fotos que guardo só pra quem merece… Pra me achar é fácil: www.selmaclub.com. Te espero lá. 😈
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