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Sei que no recife tem muito corno...Mas nunca pensei que eu faria esse flagra abaixo.

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Pois é, meus amigos, aqui quem fala é mais um novo corno aqui do Recife, e vou contar pra vocês essa merda toda que rolou hoje, uma traição fudida que flagrei com meus próprios olhos nessa porra de muro conhecido de quem passa pela Avenida Caxangá no sentido Camaragibe-Caxangá, logo depois da ponte, do lado direito, onde minha puta da esposa se jogou nos braços de um moleque de 20 anos, sem camisa, beijando e provavelmente dando o cu pra ele lá dentro do condomínio, enquanto eu, com 44 anos nas costas, ficava em casa achando que nosso casamento era uma putaria segura e plena, mas ela, com essa carinha de santa e bundão rebolando nos jeans apertados, me transformou num corno manso sem nem piscar, e agora eu tô aqui dividindo as fotos e imaginando cada detalhe safado que rolou, com ela gemendo, mandando socar forte, cheirando bunda, lambendo cu, tudo que a vadia adora, e no final ainda peço a opinião de vocês pra decidir se mando ela pra puta que pariu ou assumo essa vida de corno e libero mais putaria, porque tem mais aventuras vindo em breve, postagens diárias cheias de safadeza pra vocês se acabarem na punheta.

Acordo cedo, o sol mal raiando nessa porra de cidade quente, e já sinto o cheiro de café fresco misturado com o perfume doce da minha esposa, Elisa, aquela morena cacheada de 22 anos que eu achava que era só minha. Ela tá ali na cozinha, com aquela blusa azul colada nos peitos fartos, jeans marcando o bundão redondo que eu amo apertar, cortando pão com a faca, espalhando manteiga devagar, como se estivesse me provocando mesmo sem saber. "Bom dia, amor", ela diz com aquela voz mansa, os cachos balançando enquanto se inclina sobre o balcão, o suco de laranja brilhando no copo ao lado. Eu pego a câmera nova, zoom 16x que comprei no link https://temu.to/k/gm21vkk37ko, e começo a tirar fotos dela, capturando cada curva, cada olhar. "Tô testando essa belezinha com você, gata", eu digo, rindo, mas no fundo meu pau já endurece só de ver ela assim, inocente, ou pelo menos é o que eu pensava. Ela me olha meio assustada, os olhos castanhos piscando rápido. "Pra quê isso agora, hein? Tá estranho você com essa câmera na mão." Eu dou uma gargalhada, beijo o pescoço dela, sentindo o cheiro de sabonete misturado com o suor leve da manhã. "Só admirando minha rainha, vai pro teu 'trabalho na faculdade', eu fico em casa ajeitando o carro quebrado." Mentira da porra, o carro tá ótimo, mas eu precisava dessa desculpa pra ela relaxar.

Assim que ela sai, rebolando aquela bunda gostosa nos jeans, eu ligo pro meu brother, Marcos, que chega rapidinho com o carro preto dele, vidros escuros pra ninguém me ver. "Porra, cara, você acha mesmo que a Elisa tá te traindo com esse pivete?", ele pergunta, olhos grudados no rabo dela enquanto eu sigo de longe, câmera no zoom. "Meu outro amigo jurou que sim, que ela dá até o cu pro moleque e ele tá espalhando no bairro inteiro." Meu coração acelera, mas meu pau lateja de raiva e tesão misturados, porque eu acompanho as postagens no site da Selma Recife, www.selmaclub.com, e vejo que Recife tá lotado de corno como eu, mas juro que achava que era exagero, que minha vadia com cara de recatada não era puta assim. Seguimos ela pela avenida, o barulho dos carros passando, o cheiro de asfalto quente e fumaça de escapamento enchendo o ar. Ela anda confiante, bolsa preta no ombro, cachos voando no vento, olhando pros lados como se soubesse que tá sendo vigiada.

De repente, o filho da puta aparece, o tal de Pedro, 20 anos, sem camisa, corpo sarado brilhando de suor, calça jeans baixa mostrando a cueca. Ele tá encostado no muro cinza, árvore grossa do lado, o condomínio dele ali perto. Ela para, olha pra ele com um sorriso safado, e os dois se grudam. "Vem cá, sua putinha casada", ele murmura, voz rouca, puxando ela pela cintura. Eu ouço pelo zoom, coração na boca. Ela ri, baixa e gutural. "Me beija logo, seu safado, antes que alguém veja." Mas vêem, caralho, os carros passando na Avenida Caxangá, eu conhecido pra caramba, todo mundo sabe que ela é minha, mas a vadia não liga. Eles se beijam ali mesmo, línguas se enroscando com barulho molhado, ele apertando o bundão dela com as duas mãos, ela gemendo baixinho contra a boca dele. "Porra, Pedro, você tá sem camisa aqui na rua? Tá louco?", ela diz, mas ri, passando as unhas nas costas nuas dele. "Quero você agora, Elisa, vem pro meu apê." Ele a puxa, mão na bunda, e eles entram correndo pro condomínio, desaparecendo atrás do portão.

Eu fico ali, no carro com Marcos, câmera tremendo nas mãos, imaginando a putaria toda. Uma hora e meia, caralho, o que não rolou lá dentro? Eu vejo na mente: ela tirando a blusa azul, peitos pulando livres, mamilos duros como pedras. "Chupa meus peitos, Pedro, lambe eles todinhos", ela manda, voz de vadia no cio. Ele obedece, sugando com força, barulho de sucção ecoando no quarto apertado, cheiro de suor e sexo enchendo o ar. Ela empurra a cabeça dele pra baixo. "Agora cheira minha bunda, seu puto, lambe meu cu bem gostoso." Ele vira ela de quatro na cama, jeans arriado até os joelhos, bunda aberta, língua enfiada no cu rosado dela, ela gemendo alto: "Isso, lambe essa porra, me faz gozar na sua boca!" Eu sei que ela adora isso, porque em casa ela faz o mesmo comigo, mandando socar forte no cu, puxar os cachos pretos. "Soca, caralho, me fode como uma puta!", ela grita pro moleque, cu piscando enquanto ele mete o pau grosso, bolas batendo na xota molhada dela, som de pele contra pele, slap slap slap. "Puxa meu cabelo, me chama de vadia casada!" Ele puxa, forte, ela urra de prazer, gozando aos jorros, o cu inchando como da vez que eu vi em casa, estufado e vermelho. "Dá de mamar pra mim, Elisa, senta na minha cara." Ela monta, peitos balançando, esfregando a xota na boca dele, cheiro de melado doce misturado com suor salgado. "Lambe meus pés também, seu cachorro, chupa os dedinhos enquanto eu rebolo." Ele lambe, língua quente nos solados suados, ela rindo: "Você é melhor que meu corno velho, me fode mais forte!"

Marcos me cutuca: "Porra, cara, olha isso, ela saiu." Eu vejo ela saindo do condomínio, rosto corado, cachos bagunçados, rebolando de novo, mas agora com um cigarro na mão, fumando devagar encostada no muro, como se nada tivesse acontecido. "Aquela puta... ela vai voltar pra casa fingindo dor de cabeça, recusando sexo, cu todo arrombado." Meu pau dói de tão duro, raiva virando tesão. Pra achar o autor dessa história real, procure no site da Selma, lá tem mais cornos como eu dividindo tudo.

Agora eu tô aqui, com essas fotos e vídeos, coração partido mas pau latejando. Separo dessa vadia ou assumo ser corno manso, libero ela pra mais machos e divido tudo com vocês? Comentem aí, me ajudem a decidir nesse final de semana, porque tem mais aventuras vindo em breve, postagens diárias de putaria recifense pra vocês se deliciarem.
Aqui mesmo em CONTOSCNN você pode ver a INFINIDADE DE CORNOS que tem no Recife em /?s=CORNO+RECIFE

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Comentários (1)

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  • Torres: Continua assim, e come ela também e mostra aqui o 🆒 Zinho dela pra gente

    Responder↴ • uid:7xbysxw20b