A dp chegou para apimentar o corpo (Conto 3)
Trabalhar foi o primeiro passo para entender que liberdade era associada diretamente ao dinheiro. Quanto mais eu tivesse, melhor eu poderia usufruir dela. Após o primeiro salário, eu entendi o quanto era importante ter o meu e até usar o fato para ter mais liberdade, mostrar responsabilidade indireta no meu discurso e afastar as violências que eu tinha no lar. As violências físicas cessaram, talvez, o medo dos meus pais responderem judicialmente. Um cara que trabalha não pode chegar com braços roxos ou unhadas, quem sabe, mordidas. O trabalho unia o útil ao agradável. Barros, quarenta e oito anos, careca e alto, gordinho, divorciado e com filha adulta, entrara para o grupo daqueles machos que gostam do proibido e não colocam barreira quando deparam com um jovem de dezesseis anos, branquinho e baixo, gordinho, tarado e com vontade de dar muito o cu para sentir prazer ou até mesmo fazer o sexo com o desejo de sentir penetrado. A realidade mostrava um jovem mais maduro e consciente dos atos que fazia em quatro paredes ainda que não tivesse idade para tal. O problema que meu corpo pedia e lutar contra ele é difícil e digo: impossível. Esqueça aquela ideia de cara botando pressão pois era meu patrão ou porque era bobinho e sendo usado. Um olhar e tudo acabava ocorrendo no banheiro ou no sofá do escritório por vontade própria.
O sexo aplicado não era trabalhado e demorado sendo boas e intensas rapidinhas com enterradas fortes e rápidas que mostravam um pau totalmente tarado e expandindo suas taras que mais pareciam animalescas. O melhor sexo com ele era em pé, rápido e quente, sem camisinha sentindo na pele o pau preto de 19 para 20 cm indo e vindo, esquentando a entrada do rabo para terminar em gozada forte no cu ou na boca. Minhas caretas com gemidos pouco importavam desde que se chegasse ao tenso ponto de trazer da minha boca as gaguejadas que o pau preto impunha dentro do meu cu causando uma excitação e tesão levava à loucura! Meu cu branco se adaptara rápido naquela rola e após algumas relações, a sensação interna era faltar algo no meu corpo e eu sabia bem o que era: o cacete preto do Barros atuando forte e firme lá dentro, provocando calor interno e rosto corado, fazendo meu pau babar e depois do ato feito soltar uma gozada no vaso sanitário de forma tão forte que era espirrada para aliviar tudo! Seu pau preto conheci bem o quê meu cu novinho precisava: muita leitada fazendo babar porra caindo ao chão! Sinceramente, eu não sabia onde ele arranjava tanto esperma e deduzi que meu cu deveria ser muito gostoso para que ele tivesse a tara necessária produzindo boa carga de porra enchendo meu cu completamente. Ele descobrira o meu forte: sexo bem feito e rápido com tensão. Meu cu babando e melado com piscadas fortes e latejando, chegando a queimar eram registrados no meu diário de fodas que eu mantinha em casa e criptografado.
Seis meses após perder a virgindade, eu estava em outra postura passando de receptor calado para um cara falante nos atos sexuais, pedindo para ser arrombado e estimulando o Barros a comer via palavras de entrega total e cheia de safadeza. Enterradas para sorrir e rebolar e falar “assim?” eram sinais que eu havia mudado bastante em quatro paredes sendo o oposto diante dos meus pais que eu nada falava. Esta sintonia entre cu branco bem novo e pau preto experiente era mostrada em forma verbal com “adoro foder seu rabinho branco” ou “só minha pica preta dá conta, gostoso do caralho”. Nesta daí, tudo o que eu queria vinha em forma líquida e viscosa. Vez ou outra, ele tratava de gozar na boca para mostrar que beber esperma fazia parte da nossa intimidade. Engoli seu esperma para ratificar o que já era óbvio: eu tinha um caso com meu patrão e selara um vínculo forte onde bunda e pau se conheciam completamente. A Sílvia, amiga em comum nossa, conseguira o emprego dos meus sonhos e sabia que eu era feliz em nossas conversas pelo celular.
Se a coisa já era quente, o Barros pensou as razões para não ser melhor? Conversou comigo e quando falou eu sorri e até os olhos brilharam pela possibilidade. Topei a ideia e rimos. No Sábado pela manhã, ele pediu para fazer um extra na empresa e por lá, eu conheci o Souza, um bom amigo dele e cliente, preto e baixo, cabelos enrolados e com trinta e cinco anos, magro e casado! O cara não se intimidou com nada, ao contrário, um papo rápido de cinco para oito minutos e sua pica preta foi mostrada e ficou sendo alisada como um convite. Balançou e mandou chegar junto. Entre suas pernas, eu fiquei de quatro enquanto o Barros alisava bem o cacete preto dele vendo eu segurar uma rola e mamar. Estar com dois caras no mesmo recinto fez meu tesão disparar e tive uma sensação mais quente e logo minha bermuda e cueca desceram para ganhar montada do Barros e soltei:
- Ai, ai, ai caralho, ai porra!
Seu pau preto precisou de uma lubrificada simples para ganhar potência completa no meu cu mandando bombadas que eu não esperava! Apoiando as mãos nas minhas costas, fui silenciado pela rola preta do Souza que serviu como belo “cala boca viado” deixando a tensão tomar conta de tudo. O caralho do Barros mostrou virilidade e fome com suas investidas completas no meu cu e cada segundo parecia uma eternidade! Sofri e fui aguentando para o bem da putaria e do prazer! Três destas montadas fizeram eu calar e mamar rola preta para que eles invertessem a posição. Cu muito aberto, eu senti extremo tesão ao ser invadido por um cara casado que disse na maior cara de pau que era chegado em “novinho viado e branquinho e eu tinha que dar pois ele tinha caralho preto”. Ri e deixei mamando meu macho oficial, o Barros. A aliança no dedo denunciava tudo e só topei pois o Barros garantiu que nada sairia dali e eu teria muito tesão no rabo. Souza tem um pau médio e o bom que não senti tanto as bombadas como no pau do meu macho. Fiz caretas, gemi e logo acostumei pois excitação e tesão dão as mãos e permitem uma adrenalina fora do comum! Se eu queria saber bem o que era putaria, ela estava sendo feita no meu cu branco e dando muita tensão e ao mesmo tempo a loucura para sentir prazer. No fundo, o Barros queria sair da rotina e trazendo o Souza, ele também promovia um “teste de aceitação”. Caso eu negasse, ele entenderia numa boa e se topasse como estava sendo visto, haveriam chances da coisa apimentar mais ainda.
Um tapa na bunda e Souza deitou no sofá para que eu engolisse toda sua pica preta e sorrisse. Eu vi o Barros aproveitar a posição fazendo dupla penetração fácil e abri a boca com caretas! Gemi e olhei para ele que mandou sua rola e fiquei sentindo aquele bom e gostoso atrito de dois paus dentro de mim apesar do meu cu sofrer bem. Este era um teste para mostrar se eu estava no ponto daquilo que o Barros esperava de mim: maturidade para sexo de maior escala. O meu corpo fervia por dentro e não achei tão difícil após algum tempo. Surpreso, eu vi meu cu branco dar amostras do poder para os dois paus pretos. A vantagem em ser novo permitiu esta oportunidade e Barros teve que tampar a minha boca para que eu não urrasse alto e chamasse a atenção! Tendo calafrios, eu estaria tendo um orgasmo anal pela força imposta pela sua pica preta? Eu não sabia e aquela sensação era deliciosa, ele tirou deixando esperma lá dentro e o Souza mandou ver metendo sem se importar que havia esperma do amigo lá dentro e uns segundos depois veio seu gozo para completar tudo! Menos de minuto, eu recebi duas cargas fortes de leite de picas pretas! Rebolei com meu cu soltando porra e sorriso na cara pela safadeza combinada daqueles dois. Meu cu melado e escorrendo porra misturada de dois paus fodedores e animalescos vieram com piscadas fortes e até uma tentativa de prolapso que não ocorreu. Latejando bem e pingando esperma, escorrendo, eu chamei os dois de gostosos e tarados, ri com olhos brilhando e terminei a coisa toda limpando os paus com a boca em respeito aos paus!
Experiência diferente, eu nem sabia o quê dizer e só sei que aprovei tudo. Um banho individual pôs fim em tudo e agradeci ao Souza que tratou de pedir sigilo e sumir dali com sorriso completo. Eu e o Barros ficamos no papo e ele comentou que este tipo de sexo é bom, gostoso e mostra que eu tinha bem mais para oferecer e rimos. Seu jeito carismático, sorridente e cheio de tara acabou levando à minha aceitação e percebi rápido que podia bem mais como ele falou. Saímos dali e passei a tarde pensando naquilo que houve, comentei com a Sílvia que aprovou tudo e disse que era normal, dá estas vontades e não era para estranhar. Ela mandou um gif onde um pau preto devorava um cu branco, mandei risada, despedimos.
Na minha cabeça, o tesão subia ao pensar na atitude do Souza, um cara casado com filhos e nesta pegada de foder novinho. Humm! Safado! Barros e Souza mostraram que era uma dupla quente e dinâmica, trabalhando bem para excitar meu rabo necessitado por pau. Eu estava numa fase muito tarada e quente, a idade de dezesseis não indicava nada, ao contrário, mostrava que eu precisava de mais sexo e os dois ainda tiveram uma nova chance no escritório e desta vez, as gozadas vieram em pé: o Barros comeu e gozou e o Souza veio em seguida completando com mais gozada após um forte sexo recebido dos dois. É tara pura de caralho preto por cu branco de novinho permissivo. Saí babando e pingando leite, cu branco de porra e grudando, melado ao extremo, aberto e latejando demais, tudo o quê eu queria e achei uma delícia!
No fundo, o Barros estava colocando em outro patamar um novinho tarado que não pretendia parar mais no sexo anal com homem. Oito meses depois da perda da virgindade, eu já estava em escala sexual ascendente. Ele sabia que mais cedo conhecer, melhor. Eu teria maiores chances de chegar ao alto nível logo e quem sabe estar em constante sexo com ele ou quem trouxesse junto. Estas experiências deram margem para alçar voos maiores e não sabia como. Liguei para a Sílvia e joguei para minha “nova mãe” toda minha tara e que ela desse um jeito. Rimos e ela ficou de dar uma resposta. Deitado na cama, coloquei o celular de lado após ligar o despertador e apaguei.
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