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O estagiário de biologia da minha escola - parte 2

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Diego C

Oi, eu sou o Diego, e esse conto é 100% verídico. Recentemente trouxe a relato da minha viagem com meu namorado ao Japão e como nos subjugamos o primo dele. Agora resolvi voltar ao tempo e contar como foi minha primeira foda com um homem.
Para quem ainda não me conhece, Eu tenho 1,83m de altura. Não sou aquele cara brutamontes, gigante de academia, mas meu corpo é o que chamam de 'traçado'. Sempre fui aquela criança gordinha que acabou criando um bom hábitos de treinos de academia e do treino de karatê, e isso moldou meu corpo no que é hoje, sou branco, tenho olhos azuis que puxam para o esverdeado dependendo da luz, e o cabelo castanho meio loiro e um dote de 19 cm e BEM grosso…. Para quem não leu a parte 1 /2026/04/conto-129626

Arthur não conseguiu se conter. O brilho de fascínio nos seus olhos, por trás das lentes dos óculos, deu lugar a uma fome insaciável . Ele envolveu a base do meu pau com as duas mãos, sentindo a espessura que o deixou fascinado, e se inclinou. Quando a língua dele, quente e úmida, lambeu toda a extensão da base até acabeça, eu senti um choque elétrico que me fez perder o fôlego.

Então, ele abocanhou.

O calor da boca de Arthur foi um evento sísmico. Diferente de tudo o que eu já tinha sentido, era uma pressão firme, uma sucção que parecia sugar minha alma através da meu pau. Ele trabalhava a língua com uma maestria que me levava ao delírio, explorando cada veia saltada, cada milímetro daquela largura que o obrigava a abrir a boca ao máximo. Eu enterrei minhas mãos no cabelo dele, arqueando o quadril, emitindo gemidos roucos e descontrolados. Era um prazer absurdo, vulcânico; eu sentia que minhas pernas iam fraquejar a qualquer momento.

Impulsionado por uma onda de poder que nunca senti com a Letícia, eu o puxei para cima. Queria mais. Queria ver tudo. Sem hesitar, agarrei o cós da bermuda de treino do Arthur e a puxei para baixo, revelando a masculinidade que ele escondia.
Pela primeira vez, eu estava diante do pau de outro homem. Arthur era monumental. O dele era um pouco maior que o meu, embora mais fino, com uma cabeça extremamente avermelhada e veias que pulsava diante do meu rosto. A visão daquele corpo musculoso, nu e imponente na minha frente, me deixou hipnotizado.

— Quer tentar, Diego? — Arthur perguntou, a voz saindo como um trovão rouco. Ele sabia que eu era um iniciante, mas seus olhos me desafiavam a ser o monitor aplicado que ele tanto elogiara.

Eu não respondi com palavras. Em um impulso de curiosidade e tesão, eu o abocanhei de uma vez só.

Eu não sabia o que esperar daquela experiência, achei talvez que não teria graça, que o prazer era só para quem recebia a mamada, mas não,era vivo, quente e pulsante. O sabor era intenso, másculo, muito mais instigante do que qualquer coisa que eu pudesse imaginar. Tentei replicar cada movimento que ele fez comigo.

Eu me esforçava para engolir o máximo que conseguia, sentindo o fundo da minha garganta ser pressionado pela cabeça avermelhada dele. Meus olhos lacrimejaram, eu engasguei por um segundo com a profundidade, mas não parei. A cada esforço meu, Arthur soltava urros de prazer, as mãos dele apertando meus ombros com força.

— Porra, Diego... — ele confessou, a respiração entrecortada, enquanto me puxava gentilmente para longe da sua rola. — Você realmente aprende tudo muito rápido. É um prodígio em qualquer coisa que faz...

Ele estendeu a mão para mim, o olhar carregado de uma promessa sombria e deliciosa.

— Vem. Vamos para o quarto. Lá eu vou te ensinar a parte prática de verdade.

Arthur me guiou até a cama e, com um toque firme nos meus ombros, indicou que eu me deitasse de barriga para baixo. Senti o Edredom frio contra o meu peitoral quente, um contraste que fez meus mamilos enrijecerem instantaneamente. Eu estava tenso, a respiração curta, sentindo o peso do corpo do Arthur pairando sobre mim antes de ele começar a sua exploração.

Ele começou pela nuca. Seus lábios eram brasas que deixavam um rastro de incêndio pela minha coluna. Ele desceu lentamente, beijando as covinhas das minhas costas e subindo novamente com mordidas leves que me faziam soltar gemidos abafados contra o travesseiro. Quando ele chegou à minha bunda, sentiu a firmeza do músculo treinado pelo karatê. Ele cravou os dentes em uma das nádegas, uma mordida possessiva que me fez arquear as costas.

Senti os dedos dele, grandes e quentes, pressionarem a base da minha bunda, tentando abrir caminho. Por puro reflexo e pela falta de experiência, meu corpo contraiu. Eu estava fechado como um escudo.

— Relaxa, Diego... — a voz dele veio como um sussurro sombrio no meu ouvido, carregada de uma segurança que me desarmou. — Eu não vou fazer nada que você não queira ou que não peça. Confia em mim.

Aquelas palavras, vindas do homem que eu admirava, foram a chave. Eu soltei um suspiro longo e deixei meu corpo amolecer contra o colchão. Arthur voltou ao trabalho, abrindo as minhas bandas com as duas mãos, revelando minha intimidade rosada e intocada para o seu olhar analítico. E então, sem qualquer hesitação ou pudor, ele atacou.

A língua do Arthur mergulhou direto no meu cuzinho com a mesma ferocidade faminta do nosso primeiro beijo.

O choque foi tão violento que eu perdi o chão. Eu me contorcia, as mãos enterradas nos lençóis, enquanto sentia a textura úmida e quente da língua dele explorando cada prega, cada centímetro daquele território novo. Era um prazer elétrico, proibido, que fazia meu pau, preso entre meu abdômen e a cama, pulsar com uma força que chegava a doer. Eu era uma massa de nervos e desejo, sentindo o hálito quente dele invadir minha pele mais sensível.

Mas Arthur queria mais. Enquanto mantinha a língua trabalhando com uma destreza técnica absurda, ele esticou a mão por baixo do meu quadril. Ele puxou meu pau para trás, por entre as minhas pernas, expondo toda a extensão da minha madeira e a cabeça arroxeada.

Ele começou a lamber, em um movimento contínuo e rítmico, que ia desde a ponta do meu dote até o meu cuzinho, sem parar. A sensação do trajeto úmido da língua dele ligando os meus dois pontos me levou a um estado de transe. Eu não sabia se gemia, se me contorcia ou se implorava por mais. Eu estava sendo mapeado, estudado e devorado pelo meu professor, descobrindo que a biologia do prazer era a única matéria que eu realmente queria dominar.

Arthur girou meu corpo com uma força bruta, deitando-se por cima de mim. O contato de pele com pele era incandescente; nossos paus, já completamente babados e latejantes, se roçavam a cada movimento do seu quadril. Ele me beijou fundo, e eu senti o meu próprio sabor na boca dele, uma confirmação visceral da nossa intimidade.

Movido por uma confiança que eu nem sabia que possuía, eu me desvencilhei e girei na cama, ficando de ponta-cabeça. Encarei aquele pau imponente de Arthur mais uma vez, mas agora não havia hesitação. Abocanhei com uma fome desesperada, querendo sentir cada centímetro daquela musculatura rígida e da cabeça avermelhada contra a minha garganta.

Arthur, sagaz e mestre na arte do prazer, não perdeu tempo e o que se seguiu foi um 69 de tirar o fôlego.

Eu sentia o calor da boca dele lutando para acomodar a largura do meu dote; ouvia seus gemidos abafados enquanto ele tentava engolir a minha tora. A experiência dele era clara na forma como ele usava a língua para contornar a minha espessura, me levando ao limite da sanidade.

De repente, eu parei.

Afastei-me da rola dele por um segundo, o peito subindo e descendo, os lábios brilhando. Olhei fixamente para Arthur, que estava com o rosto vermelho e o olhar nublado de tesão.

— Eu quero que você sinta o mesmo que eu — sussurrei, minha voz saindo rouca e decidida. — Eu quero te dar o máximo de prazer que eu estou sentindo.

Enquanto falava, levei minha mão às costas dele, descendo até encontrar a entrada do seu cuzinho, cercada por aqueles pelos escuros que tanto me fascinavam. Senti a musculatura dele pulsar sob o meu dedo. Arthur, entendendo o comando silencioso e a urgência nos meus olhos, não disse uma palavra. Ele apenas se moveu, ficando de quatro sobre o colchão, expondo toda a sua sua bunda linda e musculosa para mim.

A visão era magnífica. As coxas potentes, a bunda firme e o contraste daquela masculinidade peluda entregue à minha vontade. Eu me ajoelhei atrás dele e, sem pudor, mergulhei minha língua fundo. A ferocidade foi mútua. Senti o corpo de Arthur estremecer da cabeça aos pés, as mãos dele cravando-se nos lençóis enquanto eu replicava a linguada intensa que ele me dera. Eu explorava cada dobra, cada centímetro, sentindo o cheiro másculo e o calor que emanava dele, determinado a provar que o aluno tinha aprendido a lição mais importante: a de como enlouquecer o seu mestre.

O som no quarto era de desejo bruto. Os gemidos do Arthur rasgavam o silêncio, altos e descontrolados.

Ele se arqueava sob a minha língua, as mãos apertando o colchão com tanta força que os nós dos seus dedos estavam brancos. Quando ele virou o rosto para trás, com os olhos revirando em um êxtase que eu nunca tinha visto em rosto humano, ele soltou o comando que fez meu sangue ferver.

— Por favor, Diego... me come. Me come agora!

Aquele pedido foi o gatilho final para o meu instinto. Eu me levantei, ficando de joelhos atrás daquela bunda imponente e peluda. Meu pau estava tão rígido que parecia feito de pedra, latejando em sintonia com o meu coração. Eu o segurei pela base, sentindo a largura que tanto o impressionou, e comecei a pincelar a cabeça úmida contra a entrada dele.

O contraste era uma obra de arte: o meu dote jovem e liso contra o território másculo e peludo do Arthur. Eu deslizava a cabeça devagar, espalhando a lubrificação natural por entre as pregas que eu acabara de relaxar com a língua. Arthur soltou um rosnado baixo, empurrando o quadril para trás, buscando o contato.

Eu posicionei a cabeça do meu pau exatamente no centro e comecei a empurrar.
A resistência inicial foi um choque de puro prazer. Senti o anel de Arthur lutar por um segundo contra a minha espessura, mas logo ele começou a ceder, se esticando para acomodar. Eu entrei lentamente, sentindo o calor interno dele, uma temperatura quente que parecia derreter a minha pele.

— Puta que pariu, Diego... — Arthur arfou, a voz sumindo enquanto ele sentia a pressão da minha madeira abrindo caminho.

Eu continuei avançando, centímetro por centímetro, sentindo cada nervo do meu pau ser massageado pelas paredes apertadas e quentes do seu cu. A sensação de preenchimento era total; eu sentia que não havia mais espaço para nada no mundo além de nós dois. Quando finalmente encostei minhas bolas contra a bunda dele, enterrando meus todo meu pau e toda a minha largura até o fim, o mundo pareceu parar.

Arthur soltou um grito abafado no travesseiro, um som de dor e prazer que se misturavam na medida exata. Eu fiquei ali, parado por um segundo, sentindo o corpo dele pulsar ao redor do meu pau, sentindo a conexão mais profunda que eu já experimentara na vida. Eu não era mais o aluno, ele não era mais o mestre; éramos dois animais fodendo.

Comecei a me mover. Primeiro com estocadas lentas, saindo quase todo e voltando com força, sentindo o som úmido da nossa carne se chocando, aquele plact ritmado que ecoava nas paredes do quarto. A cada vez que eu entrava, Arthur soltava um suspiro que parecia uma prece. Eu segurei firme nos seus quadris, usando minha força de atleta para ditar o ritmo, sentindo a potência dos seus músculos reagindo a cada golpe. O prazer era tão intenso que minha visão começou a turvar, e eu soube, que eu tinha acabado de descobrir o que era, de fato, o ápice da existência.

O quarto estava impregnado com o cheiro forte de sêmen e o calor que emanava dos nossos corpos suados. Depois daquelas estocadas brutas, eu tinha descarregado tudo dentro do Arthur. Meus jatos de porra foram profundos, impulsionados por um espasmo que fez minhas coxas tremerem. Arthur, em um estado de entrega total, me puxou para um beijo lento, carregado de uma ternura pós-orgasmo, enquanto me guiava para deitarmos lado a lado.

Ele passava a mão pelo meu cabelo, parecendo satisfeito, como se a aula tivesse terminado ali. Mas eu estava em chamas. A adrenalina e a descoberta da minha própria potência tinham me transformado. Eu não queria apenas comer ele ; eu queria sentir o que era ser dominado por ele.

Inclinei-me sobre o ouvido dele, sentindo a barba rala roçar minha bochecha, e sussurrei com uma voz que não aceitava recusas:

— Tá na sua hora de mostrar como se faz, Arthur... Vem tirar a virgindade do meu cuzinho.

Arthur paralisou por um segundo. O olhar carinhoso deu lugar a um brilho de predador. Ele não pensou duas vezes. Com uma autoridade renovada, ele me virou de barriga para cima, abrindo minhas pernas e me deixando completamente exposto sob a luz fraca do abajur. Ele queria que eu visse tudo.

Ele segurou o próprio pau, que não deixou de estar latejante, e encostou a cabeça na minha entrada. Só aquele primeiro contato, a pressão da cabeça contra o meu anel ainda intocado, fez meu pau saltar e ficar rígido instantaneamente, apontando para o meu próprio umbigo.

— Vai ser devagar, Diego... relaxa para mim — ele murmurou, a voz como um trovão baixo.

Arthur começou a entrar com cautela. Senti uma ardência aguda, uma pressão que parecia preencher cada espaço interno que eu nunca soube que existia. Soltei um gemido de dor, apertando os lençóis com força, minhas unhas quase rasgando o tecido. O impacto daquela rola dele era surreal.

— D-dói... — eu falei, arqueando as costas.

Arthur parou imediatamente, mantendo-se apenas na metade, o rosto banhado de suor.

— Quer que eu pare?

— Não! — respondi, meus olhos fixos nos dele, brilhando com uma determinação feroz. — Não para. Continua... eu quero sentir você todo.

Ele obedeceu. Com uma paciência de mestre, ele foi ganhando terreno, centímetro por centímetro, até que o peso do seu corpo colidiu com o meu. Eu estava totalmente preenchido. A dor começou a se misturar com um prazer profundo e desconhecido.

Arthur começou a se mover. No início, eram investidas curtas, testando meus limites, mas logo ele encontrou o ritmo. O som da nossa pele se chocando começou a preencher o quarto. À medida que ele ganhava confiança, as estocadas tornaram-se fortes, rítmicas e impiedosas.

O suor dele começou a pingar do seu peito peludo diretamente sobre o meu abdômen, criando um rastro quente que me deixava ainda mais louco. Eu gemia o nome dele, "Arthur, Arthur...", enquanto via os músculos dos braços dele saltarem a cada golpe que ele dava contra mim. Eu me sentia pequeno sob a sua força, mas ao mesmo tempo imensamente poderoso por estar aguentando aquela foda monumental.
A velocidade aumentou. O quarto parecia girar. Arthur segurou minhas coxas, levantando-as ainda mais para entrar com um ângulo que me fazia revirar os olhos. Eu estava no limite. O prazer era tão denso que eu mal conseguia respirar. Eu já não tinha mas vergonha nenhuma e gemia alto, pedia mais, estava delirando de prazer.

— Vou gozar, Diego! Vou te encher! — ele urrou.
Em um último esforço violento, ele enterrou o pau até a base, travando o corpo contra o meu. Senti as paredes do meu cu serem atingidas por jatos quentes e volumosos de leite.

Arthur despejou tudo, um fluxo interminável que parecia me queimar por dentro, enquanto ele soltava um grito de vitória. Eu gozei logo em seguida, sem nem tocar no meu pau, apenas pelo prazer avassalador de ser possuído por ele.

Ficamos ali por um longo tempo, os corpos ainda colados pelo suor e pelo gala que esfriava entre nós. O silêncio era preenchido apenas pelo som das nossas respirações retomando o ritmo normal. Arthur começou a alisar meus braços e meu peitoral com uma delicadeza que contrastava com a força de minutos atrás. Eu retribuía, sentindo a textura dos pelos do peito dele, a firmeza dos seus músculos e a segurança que aquele toque me passava. Eu estava exausto, mas sentia uma euforia que nunca havia experimentado antes.

— Vamos tirar esse grude? — ele sussurrou no meu ouvido, dando um beijo carinhoso na minha testa. — Vem tomar um banho comigo.

O banheiro dele era amplo, e no momento em que a água morna atingiu nossas peles, a voltagem subiu de novo. Entre o vapor e o cheiro do sabonete amadeirado, o banho se tornou uma extensão do quarto. Arthur me ensaboava com calma, as mãos grandes deslizando pelas minhas costas e descendo pelas minhas coxas, enquanto eu me perdia em beijos molhados e urgentes sob o chuveiro. Houve toques, leves mamadas que faziam o prazer latejar novamente, e uma troca de olhares que dizia que aquela tarde tinha mudado tudo.

Saímos do banho renovados. Vestimos apenas bermudas e voltamos para a mesa de centro. As provas de biologia ainda estavam lá, uma pilha de papel que parecia vir de outro mundo. Começamos a corrigir os gabaritos, mas agora havia uma cumplicidade silenciosa; nossos pés se tocavam sob a mesa, e de vez em quando ele parava para me dar um selinho ou elogiar minha inteligência.

Quando finalmente terminamos a última prova e olhei para o relógio, o susto foi real: já passava das onze da noite.

— Caramba, Arthur... está muito tarde. Minha mãe vai me matar — eu disse, pegando o celular com certa apreensão.

— Por que você não dorme aqui? — Arthur sugeriu, recostando-se na cadeira com aquele sorriso malicioso que eu já tinha aprendido a decifrar. — Amanhã é sábado. Eu ainda tenho algumas... "matérias" que você não experimentou. Quero te mostrar outras formas de sentir prazer, Diego.

Senti meu pau pulsar novamente só com a promessa na voz dele. Liguei para minha mãe, o coração um pouco acelerado, e disse que a correção tinha rendido muito e que eu ia dormir na casa de um "amigo" da monitoria para não voltar sozinho naquela hora. Ela, confiando na minha responsabilidade e na minha maturidade de sempre, deixou tranquilamente.

Desliguei o celular e olhei para o Arthur. Ele já estava de pé, me esperando na porta do quarto com os braços cruzados, fazendo os bíceps saltarem.

— Então, monitor... — ele disse, com a voz rouca e predatória. — Onde foi que paramos na nossa aula prática?

Sorri, sentindo que aquela seria apenas a primeira de muitas noites onde eu descobriria muitos prazeres novos.

Se curtiu, comenta aí para eu trazer mais relatos das minhas experiências

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