#Incesto #Lésbica #Teen #Virgem

Nossa filha, nossa amante

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Sandra

Meu marido e minha filha, sempre foram muito carinhosos um com o outro, e eu adorava ver minha filha se esfregar no pai, deixando-o de pau duro as vezes. Até que uma noite em que ele estava no futebol, puxei conversa com Suzi e encaminhei o assunto, encurralando a jovem na conversa e ela muito nervosa, mas confiando na amizade e franqueza que sempre tivemos, confessou que o pai inocentemente a excitava muito, deixando-a quase que diariamente de grelo duro, o que a forçava a se masturbar para conseguir dormir. Aquilo foi como um soco na minha cara, mas tentando manter a calma e calculando que as consequências. Considerei que poderia ser uma situação prazerosa para nós três, confirmei o que ela já sabia, o pai também morria de tesão por ela. Choramos as duas, mas a realidade estava posta meu marido queria comer minha filha e ela queria ser comida por ele e certamente só não tinha acontecido ainda por minha causa. Passamos a conversar de mulher para mulher e garanti a ela que não teria ciúmes se os dois fossem além do carinho de pai e filha, mas que ela tinha que saber o que a esperava e combinamos que naquela mesma noite eu mostraria a ela o que é uma relação com um homem dotado como Arthur. Quando meu marido chegou, pedi que ele que só tomasse banho depois do lanche e assim foi feito. Quando ele entrou no banheiro da suíte, eu destravei a porta de entrada da suíte, vendo a safadinha no corredor. Corri e entrei no box junto com ele e para a alegria dele, esfreguei minha bunda em seu maravilhoso cacete, eu sabia que assim que chegássemos à cama, ele ia querer meu rabinho, ele só não sabia que eu tinha deixada a porta da suíte encostada para minha filha assistir meu sofrimento e meu provável gozo também. Deitamos e ele com a vara apontando para frente, já empilhou os dois travesseiros e eu deitei em cima deles deixando minha bundinha empinadinha, meu macho sabendo como o inicio do anal é difícil para mim, encostou a cabeçona na minha argola e empurrou, nossa não tem como calejar o cu como dizem, cerrei os punhos, travei os dentes e aguentei aquela penetração que logo tornou-se gostosa e cada empurrada era um novo e gostoso arrepio que percorria todo meu corpo enquanto eu esfregava desesperadamente meu grelo sabendo que minha anjinho estava assistindo a tudo pela fresta da porta fiquei mais tesuda ainda e quando explodi, não economizei no escândalo arrastando meu marido ao prazer enchendo meu cuzinho de esperma. Esperei meu marido adormecer e corri para a suíte de minha filha, encontrando-a deitada com as costas na cama e os joelhos levantados. Ela se assustou mais logo sorriu maliciosamente para mim e me abraçou forte dizendo no meu ouvido: "Que delicia ver você gozando mamãe, papai não podia ter uma mulher mais tesuda que você, me masturbei enquanto te via rebolando e já ai me masturbar de novo lembrando dos seus gemidos". Estranhei que ela não tinha mencionado o pai, tesuda com aquelas palavras, levantei sua camisola e vi aquela bucetinha perfeita com os lábios úmidos e sem conseguir controlar meus impulsos baixei minha cabeça e fiz o que nunca imaginei que faria, lambi o grelinho de minha filha, ela puxou meu corpo para cima do dela e evoluímos para um inédito e sensacional sessenta e nove entre mãe e filha em que gozamos juntinhas uma na boca da outra. Nossa amor de mãe e filha, se transformou em um forte amor lésbico incestuoso e por dias era só nos vermos sozinhas para corrermos para uma das camas e nos amarmos. Mas eu não queria perder o marido e Suzi não queria perder o pai, tínhamos então que coloca-lo na equação. Parti para a ação, pedi emprestada as chaves do quitinete da praia para o meu irmão e em um sábado fomos para o litoral. Logo que chegamos, eu e Suzi colocamos nossos biquinis e fomos andar na praia com Arthur e já combinada comigo, logo que Suzi viu um corroa com uma novinha ela falou: "Após que ela é filha dele e eles estão fazendo amor". Antes que Arthur pudesse falar alguma coisa eu o agarrei em enquanto o beijava, Suzi encostou seu corpo no dele. A rola de Arthur já não estava cabendo na sunga e ele tentava esconder da filha, mas ela durante a caminhada não perdeu uma oportunidade de esfregar seus lindos peitinhos no pai, estava claro que ele não estava suportando mais e eu o arrastei para agua e o abracei cochichando em seu ouvido: "Você está excitado com o corpinho de nossa filha, não é? Pois acho que ela está querendo experimentar o papai na cama. Ele olhou com cara de apavorado para mim e quase gritando falou: "Você está louca, é nossa filha". Fiz cara de mulher fatal e disse: "É uma mulher tesuda. Se você não quiser, outro homem vai come-la gostoso". Deixei ele sozinho na agua, fui ao encontro de Suzi. Arthur ficou pensando alguns minutos e veio correndo atrás de mim e quando me alcançou eu já estava ao lado de Suzi, fiz sinal para ela e minha menina interceptou a corrida do pai, aplicando-lhe um beijo lascivo na frente dos demais banhista, Arthur fez aquela cara de bobo. Quase dou uma gargalhada quando duas meninas grudaram os olhos naquele cacete duro impossível de não ser notado. Apressadamente voltamos para o quitinete e assim que fechamos a porta, Suzi ajoelhou na frente do pai e baixou a sunga dele vendo aquele ferro maravilhoso o pegou com firmeza. Enquanto ela admirava a caceta em suas mãos eu beijei meu marido e quando olhei para baixo, minha filha tinha engolido com a boca aquela cabeçorra, fomos os três para o chuveiro o meu marido viu pela primeira vez a esposa e a filha trocarem um beijo de língua. Mal nos enxugamos, nos jogamos na cama. Arthur mamou na filha como um animal faminto, enquanto ela masturbava seu pau, eu batia uma siririca encantada com a sena, mas Arthur não aguentou, gozou na mão de Suzi que curiosa, conheceu o gosto de porra lambendo a mão, pulando em seguida em cima do pai. Ele ainda preocupado perguntou: "Você está em seu período fértil?" Para não quebrar o clima eu o informei que Suzi estava tomando pílulas e ele segurou a filha pela cintura fazendo-a ajoelhar sobre ele, dirigi a piroca para a bucetinha que só eu tinha comido até então e Suzi baixou o corpo, como prevíamos, a entrada de um pau daquele tamanho em uma virgem, não seria muito fácil, mas Suzi estava muito louca querendo aquela cobra todinha dentro dela e forçou o corpo para baixo e deu uma paradinha fazendo cara de choro, entendemos que o hímen tinha sido rompido e ela forçou mais fazendo algumas caretas e lembrei da primeira vez que Arthur enfiou aquele mastro em mim e gozei na minha siririca louca e Suzi começou a quicar, atingindo em pouco tempo seu primeiro orgasmo depois de arrombada arrastando o pai ao prazer.

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