#Teen #Virgem #Voyeur

Minha família

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Sandra

Quando eu estava com quinze anos no último ano do ensino fundamental, minha mãe então com trinta e oito anos, estava cumprindo seu último ano como coordenadora pedagógica da escola de propriedade da minha família, já que minha avó que era a diretora geral iria se aposentar no inicio do seguinte. Eu tinha uma grande frustração, não tinha irmãos como a maioria das minhas amigas e não parecia que essa situação se resolveria, pois mamãe já estava no quinto ano de sua viuvez e nunca tinha aparecido com nenhum namorado. Naquele ano, Sergio veio transferido de outra escola e seu pai era o único homem na reunião de pais e mestre. Sr. Luiz, pai de Sergio era um quarentão bonitão, corpo atlético, engenheiro dono de uma construtora que criava o filho sozinho desde que separou da mulher quando o filho tinha pouco mais de cinco anos. Uma tarde de sábado, quando eu e mamãe estávamos no super mercado, encontramos o Sr. Luiz também fazendo compras, sem perceber os olhares, acabei me distraindo escolhendo as frutas e me afastei dos dois adultos e quando encontrei minha mãe novamente ela me perguntou como era o Sergio em sala de aula, tudo que pude informar é que ele era bem popular com minhas amigas e minha mãe disfarçou. Na semana seguinte, a professora de Ciências formou grupos de laboratório de três alunos, mas como minha classe era de vinte e seis alunos, ela que é muito amiga de minha mãe, formou apenas um grupo de dois alunos, eu e Sergio. Bolamos um projeto e ficamos de construir o experimento no sábado. Como em casa não tínhamos ferramentas, combinamos que nos reuniríamos na casa de Sergio. No dia combinado, minha mãe estava agitada e eu não percebi o motivo, ela se ofereceu para me levar trajando uma calça Legging e uma camiseta tipo jovem, estava parecendo minha irmã mais velha com sua maquiagem bem leve. Ao chegarmos a bela casa de Sergio, o pai dele usando uma elegante camisa polo e uma bermuda cara nos recebeu na porta com um belo sorriso e me encaminho para a garagem convidando minha mãe para acompanha-lo até a sala de estar. Já quase no fim da tarde quando fui chamar os adultos para verem nossa engenhoca funcionando, surpreendi os dois de mãos dadas. No dia seguinte, voltamos a casa de Sergio para um churrasco a beira da piscina, em dado momento quando os dois adultos estavam conversando próximo da churrasqueira Sergio com o olho grudado na bunda da minha mãe fala: "Porra Sandrinha, tua mãe gostosa pra caralho". Fiquei puta, mas tive que concordar. Os coroas mantinham sempre alguma distância de nós, conversando o tempo todo. Na terça feira mamãe usando um vestido lindo, me comunicou que ia jantar fora, fiquei na espreita quando vi o carro do Sr. Luiz estacionar em frente do nosso prédio, naquela noite ela chegou em casa próximo das vinte e três horas, mas no sábado, quando saíram juntos, ela voltou para casa de madrugado. No almoço de domingo, o casal de adultos comunicou a mim e a Sergio que estavam namorando. No natal, nos comunicaram que iam morar juntos e no dia trinta e um mudamos para a casa do Sr. Luiz e de Sergio. Em poucos dias estávamos vivendo felizes, afinal eu tinha um irmão. Uma noite, já bem tarde, eu ia descer para tomar agua na cozinha, quando vi Sergio encostado na porta da suíte de nossos pais com a mão dentro da bermuda, encafifada me aproximei e entendi o motivo, minha mãe gemendo como uma vagabunda e o som de coxa batendo contra coxa e o filha da puta do meu novo irmão batendo punheta embalado com a foda de nossos pais, fiquei excitada com o som e Sergio nem ligou para minha presença, muito pelo contrário, pegou meu braço com a mão livre e no mesmo instante inclinou o corpo para frente e seu rosto se contraiu demonstrando claramente que ele estava gozando, fiquei confusa, mas muito tesuda sem saber como reagir e ouvi o uivo do meu padrasto gozando na minha mãe. Puxei meu braço e voltei para a minha suíte. No dia seguinte, durante o café da manhã Sergio não tirava os olhos do corpo de minha mãe e li em seu olhar a tara que ele estava alimentando, ao invés de fazer um escândalo levei minha mão ao meio de minhas pernas e encontrei meu grelo duro e instintivamente olhei para monte que o cacete do meu padrasto tinha preso em sua bermuda. Fui para a piscina tentando esquecer aquele surto de tesão, mas acho que Sergio percebeu que eu estava desestabilizada e aproveitando que eu estava debruçada na margem da piscina, ele encostou seu corpo atrás do meu, o macho parecia eletrificado, pois um arrepio saiu da minha bunda e bagunçou meu cérebro. Lembrando da cara que meu irmãozinho tinha feito ao gozar na minha frente na noite anterior, coloquei a mão para trás, encontrando um cacete duro, com o coração batendo na boca e uma fogueira acessa no meio das pernas, sai da piscina mas não entrei na casa, me dirigi à garagem no que fui seguida por Sergio desorientada e louca para gozar, encostei na utilitária do meu padrasto e enfiei a mão dentro da calça do meu biquini e Sergio me beijou gulosamente e nos abraçamos, nos amassamos em determinado instante ele mamou em mim, fazendo-me perder completamente a cabeça. Sergio me fez deitar no capô do carro de minha mãe e arrancou a parte de baixo do meu biquini, tentou invadir meu cuzinho com seu ferro duro. Dois virgens naquela posição, afoitos como estávamos, não deu certo. Insanamente, fiquei de cócoras e abocanhei aquela piroca enquanto manipulava meu grelo com meus dedos e tive meu primeiro orgasmo no momento exato que meu fodedor encheu minha boca com seu leite de adolescente. Cuspi quase tudo no tanque da garagem e nos vestimos voltando em seguida para a piscina. Naquele dia, me tranquei em meu quarto pensando na loucura que tinha feito, mas a noite, quando a casa estava em silencio, Sergio bateu na porta da minha suíte. Abri a porta sabendo que ali na cama, Sergio acertaria a pontaria e tremi pensando nas consequências de uma gravidez, mas a vontade de gozar era maior que meu juízo e caímos na cama abraçadinhos e Sergio parecendo mais consciente que eu resolveu no meio daquele amasso louco me virar de costas e eu arrebitei a bundinha louca para levar ferro, indo a escala máxima de tesão ao sentir aquelas pinceladas no meio de minhas nádegas e ele acertou meu anel, senti como se fosse desmaiar, mas querendo ser penetrada mais fundo, aguentei aquela tora, tentando não chorar, até que meu irmãozinho taradinho começou a movimentar para trás e para frente, passei os dedos na minha rachinha que minava liquido e passei a esfregar meu grelo, quando eu estava quase gozando, Sergio encheu meu reto de porra. Para um casal ainda de dezesseis anos até que fomos consciente pois virei de frente para ele com as pernas arreganhadas e ele chupou sua primeira buceta com muita competência, pois em minutos aquela língua me levou ao paraíso. Sergio voltou a suíte dele me deixando com a argola ardida e com o canal dolorido. Na manhã seguinte, quando levantei, percebi que estava mancando e deixei todos tomarem café e só então desci. Quando encontrei Sergio, reclamei que estava toda doida e ele prometeu que das próximas vezes não doeria mais. Naquela tarde, procurei minha médica, ela me examinou, me deu uma pomada e já me receitou e ensinou a tomar as pílulas. A noite, nossos pais foram jantar fora e o taradinho fez questão de ver o estrago que tinha feito na noite anterior antes de eu colocar a pomada e para meu deleite, resolveu me aplicar o remédio caseiro, enfiando a língua no meu cuzinho, Sergio provou que usava a língua melhor no meu cu que na minha buceta, gozei forte. Logo possível, comecei a tomar o anticoncepcional e dei meu cabacinho para meu irmão. Em uma tarde chuvosa nossos pais nos pegaram na cama, depois de muita conversa, nossa casa se transformou em um campo de nudismo. Sergio está com uma ideia maluca de fazermos uma troca de casais com nossos pais.

Comentários (1)

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  • Futchamp: Caralho que delícia o conto , já ouvi falar sobre famílias assim , acontece bastante por ai rsrs , T futchamp11 papais etc

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