Escravo Familiar: Capítulo 26 (A suruba pecaminosa do centro cirúrgico)
...— Ele está acordando!...
... Colo...
... Vamos reaplicar a anestesia...
Sentia meu corpo moído, ele doía em todos os cantos e não conseguia me mexer.
Senti um líquido ser injetado na minha veia e caí de novo numa escuridão sem fim.
A morte é talvez um estado de espírito, sofrida, uma luta contra si mesmo.
Minha consciência me levou para um lugar distante e, muitas vezes, me puxava para a realidade. Não entendia o que estava acontecendo com meu corpo e, a todo momento que tentava retornar para a claridade, eu era puxado novamente para uma escuridão.
...
HORAS DEPOIS...
BIP, BIP, BIP...
Acordei de um pesadelo absurdo, em que fui brutalmente castigado sem ao menos saber o que eu tinha feito de errado.
Eu estava pelado e de bruços numa cama de hospital; parecia, na verdade, o centro cirúrgico. Um lençol azul imenso se estendia acima de mim. Minha visão estava um pouco embaçada, mas consegui identificar que havia várias pessoas à minha volta.
— Doutor, ele acordou de novo! Escutei uma voz forte e rouca que achava que era um enfermeiro falando.
— Merda, já chegamos à dose máxima de anestesia que podemos aplicar, doutor. Disse o anestesista.
— Vai ter que ser com ele consciente mesmo, então, vamos continuar.
— Oi, está me ouvindo? Perguntou o enfermeiro auto, ao meu lado.
— Sssiiim! Falei com a voz tremida.
— Meu nome é Cássio, e sou enfermeiro. Está sentindo dor ou desconforto?
— Um pouco. Respondi.
— Já estamos finalizando sua cirurgia, só precisamos de mais alguns minutos. Acha que aguenta sem desmaiar?
— Nnão sssei!
— Tudo bem, aguente firme.
Minha cabeça estava vazia; eu apenas os escutava sem prestar atenção. O que realmente tinha acontecido para estar naquela posição?
...
Cerca de meia hora depois, a equipe médica anunciou:
— Cirurgia realizada com sucesso.
Os profissionais que estavam realizando a cirurgia comemoraram, e o médico saiu do ambiente.
Ficou apenas um enfermeiro ao meu lado, observando-me.
Alguns instantes depois, meus pais entraram ainda no centro cirúrgico, todos uniformizados com as roupas que os médicos usavam.
— Querido, como você está? Mamãe entrou louca no centro cirúrgico, chorando.
— Cccooommm dddooorrr! Gaguejei.
— Tudo bem, meu filho, tente descansar, mamãe vai estar te esperando lá fora. Mamãe saiu e meu pai veio até mim.
— Querido, desculpa, papai, por ter te deixado com aquele filho da puta. Papai promete que, assim que encontrar ele de novo, vai arrancar o pau e as bolas daquele desgraçado.
Eu só escutava gemendo baixinho.
— Enfermeiro! Papai gritou: — Meu filho tá sangrando de novo!
O enfermeiro entrou correndo.
— Saia, senhor, preciso arrumar os pontos dele novamente.
Meu pai saiu e, logo em seguida, a equipe médica entrou novamente.
— Droga, a pele está sensível. Vamos ter que aplicar anestesia local, senão ele não vai aguentar.
Senti um pinicão e a pele adormecer. O médico pegou linha e pinças e voltou a costurar-me.
...
Já era noite quando vieram até mim novamente. Ainda estava no centro cirúrgico quando o doutor voltou.
Ele olhou para meu ânus, pegou uma gaze com um produto que não vi e passou de leve, limpando os pontos.
— Ai! Gemi.
— É querido, vou mandar você para o quarto, você precisa de repouso, vai ficar tudo bem.
Uns instantes depois, dois maqueiros gostosos entraram no centro cirúrgico e me transferiram para uma maca. Me cobriram com um lençol e saímos do local, rumo ao quarto.
Passamos por uma ala de urgência e emergência, e logo chegamos ao meu quarto. Fui transferido para o leito e colocaram-me um daqueles aventais que deixam toda a parte do corpo de trás exposta.
Um enfermeiro ficou junto a mim, arrumando a cama para deixar meu rabo confortável. Ao meu lado tinha uma bandeja com comida, que logo foi me entregue.
Comi e comecei a sentir algo escorrendo no meu rabo.
— Enfermeiro. Falei baixo.
— Sim, João!
— Estou sentindo algo molhado na minha bunda.
O enfermeiro veio até mim, levantou o lençol que me cobria, e eu estava sentado em uma poça de sangue.
— Porra, fodeu!
Ele me ajudou a deitar e me virou de lado; retirando o curativo, apertou a campainha para chamar o médico.
O médico veio correndo.
— O que aconteceu? Ele perguntou.
— Os pontos abriram, vamos ter que costurar novamente. Disse o enfermeiro.
— Caralho, prepare-o e comece a levá-lo novamente para o centro cirúrgico; vamos ter que costurá-lo novamente.
O médico saiu correndo pela porta, acionando novamente a equipe médica e avisando aos meus pais o que tinha acontecido.
Fui colocado em uma outra maca e os dois maqueiros gostosos que me carregaram da primeira vez vieram me buscar.
...
Quando entramos no centro cirúrgico novamente, a equipe médica correu para fechar novamente os pontos.
O enfermeiro que sempre ficava ao meu lado voltou para a sua posição, sempre me perguntando se estava tudo bem.
Eu sempre balançava a cabeça afirmativamente para ele, tranquilizando-o. Conforme foi passando o tempo, eu comecei a reparar mais no enfermeiro; ele estava com uma roupa azul usada no centro cirúrgico em cima das brancas do uniforme padrão da enfermagem. Seus tênis brancos estavam protegidos por uma touca também azulada, uma camiseta larga azul do centro cirúrgico e a touca de mesma tonalidade.
Fiquei observando-o enquanto eram realizados novamente os procedimentos. Eu admirava seu corpo, começando pelo rosto angelical barbado, com o bigode aparado e desenhado, seus braços fortes, definidos, e a mãozona larga com dedos finos e compridos.
Em um determinado momento, ele olhou para mim e viu que não tirava os olhos dele.
— Está sentindo alguma coisa? Perguntou-me.
— Não! Falei baixo.
Ele voltou a se concentrar na sua tarefa e eu continuei a passear os olhos pelo seu corpo, imaginando eu transando ali com ele.
Perdi-me em pensamentos eróticos e acabei ficando de pau duro.
— Parece que alguém está se animando — disse-me o enfermeiro baixinho.
— É por sua causa. Respondi.
Ele ficou um pouco constrangido, mas não falou nada.
O médico terminou de fechar os pontos novamente e fez a limpeza nos pontos.
— Pronto, agora não vai abrir mais. Ele disse-me.
— Obrigado, doutor!
A equipe médica estava prestes a sair quando eu não aguentei e segurei a mão do enfermeiro.
— Cara, não é por nada não, mas você me deu um tesão da porra!
— Que isso, jovem, estou trabalhando.
— Ajude-me a ficar bom logo e me permita te mamar!
— Você é bem safadinho, né! Ele disse e começou a apertar o pau por cima da calça.
Seu semblante ficou um pouco confuso; ele estava ficando excitado, mas não podia fazer nada naquele momento.
— Olha, não podemos fazer nada, isso é antiético e pode me causar problemas.
— Nesse caso, tenho uma proposta a fazer: quero que convença a equipe médica a ficar, e todos nós fazemos uma suruba bem gostosa. O que você acha?
— Você só pode estar delirando! Ele disse-me, colocando a mão na minha testa.
— Que nada, a equipe só tem macho gostoso e estava tentando concentrar-me para não ficar de pau duro aqui no centro cirúrgico.
— Cara, você é maluco.
Dava para ver que eu mexi com algo dentro dele; ele começou a ficar inquieto, olhando-me com dúvidas, até que falou:
— Espere um segundo!
— Hahahah! Ri indignado. — E você acha que eu vou para onde assim? Falei, caçoando dele.
— Kkk, verdade! Ele riu sem graça e saiu fechando a porta do centro cirúrgico, não permitindo que escutasse algo vindo de fora.
Alguns minutos depois, a equipe médica voltou. O doutor responsável pela cirurgia veio direto até mim.
— Que história é essa de você querer fazer uma suruba com a equipe médica Tá maluco?
— Não, doutor, eu apenas estou subindo pelas paredes mesmo nessa situação e preciso me aliviar.
— Cara, você é maluco, não é possível. Ele disse, passando a mão pelo maxilar, indignado e com o rosto um pouco cansado.
Depois de um tempo, falou:
— Não acredito que vou dizer isso, mas ok, isso vai contra tudo que há de certo, vou ser demitido e ter meu CRM cassado, mas já não estou pensando direito mesmo. Ele se virou para o enfermeiro e disse:
— Chama a equipe de novo, vou informar o que vai acontecer.
— Ah, doutor? O interrompi. — Eu sou um escravo sexual familiar e, para que isso ocorra sem escândalos, preciso que você chame meu pai e senhor aqui. Eu preciso notificar isso com ele e, se ele aprovar, faremos.
— Era só o que me faltava! Tá, já voltamos.
Eles saíram e, alguns instantes depois, meu pai entrou no centro cirúrgico todo uniformizado.
— O que foi, filhote? Pensei que você já iria sair daqui; estamos agoniados lá fora.
— Pai, o que vou te pedir agora vai soar absurdo, na verdade é absurdo, mas...
— Fala logo, João Pedro. Papai disse, irritado.
— Preciso que você autorize a equipe médica a foder-me aqui no centro cirúrgico!
— O quê? Você enlouqueceu de vez, sua putinha estúpida. Isso é um ato criminoso, não, não aprovo isso!
— Caralho, pai, a equipe é um tesão da porra. Deixe-me foder com eles, por favor?
PLAFT! Ele deu um tapa na minha cara.
— Ai! Choraminguei.
— Primeiro você me respeite, viado do caralho. Segundo, isso é criminoso, não vou deixar.
— Papai. Falei dengoso. Por favor, deixa logo, até porque eles precisam saber se ficou apertadinho! Falei gemendo.
— Não é possível, só posso estar no inferno e esqueceram de me avisar. Tá, porra! Mas escute bem: se você inventar uma merda dessa outra vez, eu te deserdo.
— Prometo! Eu disse, cruzando os dedos, e papai virou as costas e saiu.
...
Um tempo depois, a equipe médica entrou uniformizada. O médico fez sinal para dois rapazes fazerem uma limpeza especial em mim e no ambiente, para não ter riscos de dar alguma merda.
— Tudo pronto, doutor! Um dos enfermeiros disse.
— Ótimo, caralho, isso é muito louco. Bom, vamos partir para cima, vamos satisfazer logo essa putinha.
A equipe médica ficou à minha volta. Eles estavam em seis homens: três médicos, um deles era anestesista, os outros dois cirurgiões; um enfermeiro-chefe especialista em cirurgia, um instrumentador cirúrgico e um técnico de enfermagem.
Os seis eram de idades distintas. O mais velho era o cirurgião coloproctologista; ele tinha por volta dos 45 anos, era branco com olhos claros, sua pele apresentava bastante linhas de expressão, seu porte era de paizão, barriga de chope, braços com leves músculos e era peludo, e tinha uma pica gostosa de 17 centímetros reta e não circuncidada, cabelos cortados em estilo social mais baixo dos lados e maior em cima.
O cirurgião geral já era bem mais gostoso, tinha por volta dos 40 anos, corpo malhado da academia, ele é negro retinto, tinha uma bunda de dar inveja em qualquer um, nos mamilos um par de micropore tampando o que provavelmente seriam os furos de piercings de mamilos, uma deliciosa pica preta da cabeça roxa, circuncidada, de 20 centímetros, grossa e brilhosa, coxas grossas e musculosas.
Já o anestesista era louro claro, branquelo, com uma pele de pêssego, olhos esverdeados, uma boca rosada e molhada. Era musculoso, assim como o cirurgião geral; seus ombros e peito eram largos e definidos, sua barriga chapada e com os gominhos no abdômen trincado deixava-me com mais fogo. Sua bunda empinada chamava bastante atenção por ser exageradamente grande, redonda e empinada, durinha e sem qualquer resquício de pelos. Sua bela pica devia medir por volta dos 18 centímetros e de grossura mediana; a cabeça rosada circuncidada já soltava o líquido do pré-gozo, sujando deliciosamente suas gostosas coxas musculosas. Junto dela, um par de bolas muito bem alinhadas no saco escrotal balançante no meio das suas deliciosas coxas grossas e torneadas, seguidas por um par de panturrilhas grossas e definidas. Por fim, mas não menos importante, seus deliciosos pés largos e bem feitos de tamanho 42, sua idade por volta dos 30 anos.
Os outros três machos eram: o instrumentador cirúrgico, que era um puta gostoso ruivo, jovem, por volta dos 26 anos, tinha algumas leves sardas no rosto, uma pele de seda. Francino, magrinho, com uma barba rala e um baita topete alto. Seus cabelos são lisos e da cor do cobre, seu corpo magro apresentava pequenos músculos desenvolvidos, a barriga chapada tinha uma penugem rala que se iniciava no meio do peito e descia até seu púbis de fogo com pelos aparados. O pau era de 15 centímetros, grosso e cabeçudo. Por falar na cabeça, ela era rosada como o morango, tão forte ao ponto de ser vermelha. As bolas no meio das pernas eram pequenas e o saco retraído. As pernas seguiam com uma musculatura delicada, descendo até seus pés maravilhosos, tamanho 39.
Já o quinto macho era o técnico de enfermagem; ele era descendente de asiático, branco alto, com corpo de um falso magro, com peitos largos, cintura mais fina e barriga chapada. O gostoso era todo depilado e tinha uma pica gostosa, curta e grossa de 13 centímetros, que eu não dava nada por ela, mas que fez um estrago. A bundinha era magra, as pernas finas, que desciam até um par de pés muito lindos, tamanho 40. Ele devia ter 1,70 m.
Já o enfermeiro era um macho indígena; ele era alto, por volta de 1,90 m, gostosíssimo, cabelos negros lisos cortados em estilo social, sem barba ou bigode. A pele de tom avermelhado era o que mais chamava minha atenção, o corpo esguio com músculos pequenos, o seu delicioso pau era grande e grosso, media por volta de 22 centímetros com a cabeçona vermelha, um saco farto no meio das pernas definidas, e um pé bonito, tamanho 40. E, por fim, mas não menos importante, o enfermeiro circulante era um estrangeiro; pelo sotaque e modos, parecia que ele era francês, cabelos lisos cortados em um social moderno, cabelos encaracolados de um louro mel, olhos claros. Seu corpo era uma delícia, ele era definido, branco, tinha cerca de 1,75m, não possuía barba, mãos largas e compridas, bundinha pequena, um pau médio de 17 centímetros, coxas grossas que desciam numa panturrilha bem feita e terminavam em belos pés 44.
Os seis machos se aproximaram do leito hospitalar masturbando-se. O cirurgião coloproctologista era quem tomava a frente. Ele veio até meu rosto com sua deliciosa pica dura, fazendo movimentos de punheta com a mão direita. Com a esquerda, segurou firme no topo da minha cabeça e mandou-me abrir a boca. Em seguida, começou a entrar lentamente, gemendo de prazer.
— Aaah, boquinha quente gostosa! Chupa essa pica, viadinho. Ele disse-me, enfiando sua pica grossa até minha garganta e, saindo lentamente, entrava e saía sem pressa, fazendo eu sentir cada centímetro e o cheiro gostoso da sua virilha suada.
Nos meus mamilos, estavam outros dois gostosos. O instrumentador cirúrgico chupava e mordiscava delicadamente meu mamilo esquerdo enquanto apalpava meu peito. Ele rodava a ponta da língua provocando arrepios no meu corpo. Às vezes sugava forte, mamando como se fosse retirar leite dali. Já no outro mamilo encontrava-se o técnico de enfermagem, que chupava meu mamilo direito, alternando por chupar, mordiscar e passar a cabeça da sua pica asiática, que soltava um líquido transparente de pré-gozo, que ele melava e espalhava no meu peito inteiro.
Mais abaixo, brincando com meu pau e com minhas bolas e cuzinho, estavam outros dois deliciosos, o cirurgião geral e o enfermeiro indígena. O cirurgião geral chupava gostoso minha pica, gemendo baixo; ele sugava gostoso, rodando a língua na cabeça da minha pica dura, fazendo meu pau fisgar e soltar um líquido ralo de pré-gozo. Já o enfermeiro indígena brincava gostoso com o meu cu recém-operado, tomando cuidado para não estourar os pontos novamente. Ele passava deliciosamente a língua, rodando e babando bastante; depois, chupando os dedos, ele introduziu um, depois o segundo, fazendo-me urrar de dor e prazer.
— Huuuummmmm! ããããã!
Já o anestesista e o enfermeiro circulante se apossaram dos meus pés largos 41, cheirando FSSSSS!, chupando e esfregando os paus duros neles.
Fui chupado, lambido, cheirado por todo o corpo; também chupei e lambi aqueles que estavam na minha boca e cara. Ao longo do sexo, a equipe médica trocava de posição, explorando meu corpo como bem queria, tomando o maior cuidado possível.
Senti o sabor de cada pica, tinha uma variedade bem interessante de gostos, picas levemente salgadas, doces, um fundo amargo, azedo. A que eu fiquei mais empolgado foi com a do enfermeiro indígena, tinha um gosto de ervas naturais amadeirado.
Depois de se esfregarem no meu corpo e chuparem, eles modificaram o leito. Rodaram o leito, deixando os pés para a parede, enquanto minha cabeça ficou no meio do quarto. Fui colocado com a cabeça pendendo para fora da cama hospitalar, com a boca aberta, e um a um eles vieram foder minha garganta.
A dinâmica seria do menor para o maior, ou seja, do técnico de enfermagem até o enfermeiro.
O técnico de enfermagem logo se aproximou, balançou seu pinto e expôs a cabeça.
— Sinta o cheiro de macho, putinha!
Fsss! Cheirei, aspirando fundo o cheiro do seu cacete duro; em seguida, ele esfregou a cabeça da pica nos meus lábios e entrou fundo até minha garganta. Comecei a passar a língua na sua pica; pelo tamanho dela, era confortável chupar. Ele gemia, tremendo, parado, esperando o primeiro êxtase se acalmar, mas logo segurou meu pescoço e começou a bombar.
PLOC, PLOC, PLOC, PLOC, PLOC...
Que gostoso, ele fodia minha boca com calma, sentindo eu passear com a língua por seu cacete. Em alguns momentos, ele aproximava o cu rosado do meu nariz e o esfregava, tentando me sufocar.
Chupei-o por bastante tempo; quando ele estava prestes a gozar, retirou o pau, batendo uma leve punheta, e deu espaço para o próximo membro.
Logo, o instrumentador cirúrgico se aproximou com sua pica de 15 cm, branca, cabeçuda e rosada, grossa do jeito que eu gosto. Aquela pica, de todas as que me ofereceram, era a melhor. Peguei-a com uma mão e expus a glande rosada. Fiz o processo que já estava acostumado. Primeiro eu cheirei, absorvendo o delicioso odor de pica suada de macho trabalhador. Fssssssssssssss! Em seguida coloquei a cabeça na boca e suguei forte, tirando um suspiro da sua garganta: — ãããh! Depois comecei a movimentar minha cabeça e boca, mamando. Chupei, chupei, chupei. O gosto doce lembrava bala de morango, o cheiro de sabonete misturado a um creme deixava seu membro limpo e macio. A pele deslizava macia na minha boca como se derretesse a cada movimento. Ele gemia, rebolando, socava o pau em ritmo contido, segurando para não foder com mais rapidez e acabar gozando rápido.
Ploc, Ploc, Ploc, Ploc...
Aos poucos senti que ele estava perto; intensifiquei as sugadas, mas, antes que ele ousasse a explodir em gozo, ele retirou a pica e deu lugar ao próximo.
O próximo a foder-me foi o cirurgião proctologista, cara, que macho gostoso da porra. Ele tinha um gingado diferente dos anteriores. Antes de socar gostoso a pica na minha boca, ele abaixou-se e deu-me um beijão de língua, daqueles que tira o fôlego. Sua língua quente, macia e doce duelava com a minha dentro da minha boca. O beijo tinha uma possessão diferente, como se ele decretasse que minha língua era sua, mas pude sentir, ao ver seu semblante, que ele escondia algo de si mesmo ou da sua família.
Seu beijo era diferente, tinha carinho, desejo e uma certa cumplicidade que eu não sabia de onde vinha. Quando ele parou de beijar-me, olhou no fundo dos meus olhos e pude ver que o seu relacionamento amoroso não era nada saudável.
Não comentei nada e logo abri minha boca para ele, esperando que ele socasse o pau com fúria. Ele deu-me dois tapinhas nas bochechas e socou de uma vez seu cacete de 17 cm até minha garganta. Não quis nem esperar se alojar direito e começou a bombar forte.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC.
Cara ali achei que não aguentaria mais; ele fodia minha garganta com fúria, sufocando-me. Ele, além de socar o pau no fundo da minha garganta, prendeu a minha respiração com os dedos da mão.
Eu ficava vermelho, roxo e, quando parecia que iria desmaiar, ele liberava meu nariz para que meu corpo oxigenasse novamente. Alguns minutos depois, com ele socando forte, ele deu uma cravada bruta no fundo da minha garganta e gozou.
PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
— Aaaaaaah! Gemeu grosso inundando minha garganta de porra grossa.
Ele ficou parado por alguns minutos, até a última gota de porra ser engolida. Dei uma chupada na cabeça da sua pica para limpar e ele se afastou.
O próximo foi o anestesista; ele segurou na minha cabeça, erguendo-a levemente, pediu para que eu escancarasse a boca, o que fiz de prontidão, escarrou fartamente dentro dela, PTUUIE!, e socou de uma vez até minha garganta.
— Aargh! Gemeu junto com um rosnado.
Em seguida, começou a bombar lentamente, fazendo carinho com o polegar na minha garganta, acompanhando o movimento ríspido do seu delicioso cacete de 18 centímetros. Conforme ele fodia minha garganta, comecei a sentir que ela amortecia; o impacto do seu cacete rígido na minha garganta era duro, mas não sentia dor.
Apertando um pouco meu pescoço, ele acelerou as bombadas, fazendo com que seu cacete causasse mais atrito na parede da minha garganta. Isso o deixava alucinado e, para ajudar a dar mais prazer a ele, comecei a apertar seu cacete duro, que entrava e saía com a minha garganta.
— Ôôôôôôô! Ele gemia grosso e alto.
— Caralho, não sabia que dava para fazer isso com a garganta enquanto ela está sendo estourada. Ele disse.
— O quê? Perguntaram os outros machos da equipe médica.
— Essa piranha está mastigando meu pau com a garganta!
Todos ficaram em choque e o anestesista fodeu com violência minha garganta, enquanto eu mastigava seu cacete duro com ela.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
— Huuuummmmm! Huuuummmmm!
Não se aguentando mais, ele gozou, me sufocando com sua porra grossa e farta.
PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
Ofegando, saiu de dentro da minha garganta e deu espaço para o próximo macho.
Antes do próximo começar a introduzir seu cacete, eu fiz um gargarejo com a porra grossa e farta do anestesista e a engoli, e deixei a cabeça da pica dele limpa.
Ofegando, esperei o próximo ainda na mesma posição, deitado de barriga para cima no leito, com a cabeça para fora, suspensa. O próximo foi o enfermeiro circulante.
— Hora de experimentar uma porra francesa! Ele disse com sotaque arrastado.
A pica-branca com cabeça rosada foi colocada dentro da minha boca. Chupei-a com delicadeza, tirando um gemido rouco dele.
— ÔÔÔÔÔ!
Quando ele socou até as bolas, deu tapinhas na minha garganta com a ponta dos dedos; em seguida, começou a se movimentar.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
— Huuuummmmm! Eu gemia com a garganta surrada. Ela estava seca; por mais que eu tenha engolido muita porra, não foi o suficiente para mantê-la hidratada.
Ele bombava ritmado, rebolando; eu sentia o cheiro do seu cu, enquanto ele comia gostoso minha garganta. Minutos depois de ele rebolar e meter gostoso na minha garganta, ele gozou, fazendo-me engasgar.
PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF!
COFF, COFF, COFF, COFF.
Quando ele saiu, levantei-me um pouco para conseguir respirar melhor, engolir o resto das porras, e um deles entregou-me um copo com água.
Tomei e meu estômago resmungou um pouco. Respirei um pouco e voltei a me deitar na mesma posição.
O próximo e penúltimo que se aproximou foi o enfermeiro indígena; o pau-grande veio em riste para minha boca. Ele introduziu primeiro a cabeça e pediu para que eu a chupasse.
— HUUUM! Boquinha de veludo. Ele disse.
A glande do seu membro era muito macia; eu sugava, lambia, mordiscava, enquanto o líquido de pré-gozo escorria. Logo ele segurou na minha cabeça e socou seu pau até as bolas.
— Huuuummmmm! Ele gemeu. E logo em seguida começou a bombar.
PLOC, PLOC, PLOC, PLOC, PLOC, PLOC, PLOC, PLOC...
Ele rebolava, alisando minha cabeça, fazia carinho no meu rosto, erguendo-o e olhando profundamente nos meus olhos.
PLOC, PLOC, PLOC, PLOC, PLOC.
— Ai, carinha, você é um tesão da porra, chupa essa pica, chupa! PLOC, PLOC, PLOC, PLOC, PLOC, PLOC...
— Ããããh, tô gozando, tô gozando, carinha, estou gozaaaaandooooo. PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF!
Arfando, saiu da minha boca e deu espaço para o cirurgião geral. Ele veio todo feliz; só faltava ele para ser mamado.
Eu abri minha boca e permiti a entrada do seu delicioso membro. Ele foi entrando lentamente, enquanto eu brincava com a língua no seu pau.
Ele se tremia todo com os dedos beliscando seus mamilos. Quando chegou até as bolas, esperou alguns minutos, assim como os outros. Alguns minutos depois, começou a bombar lentamente, rebolando e aproveitando cada segundo.
Seu entra e sai era calmo, sentia a cabeça da sua pica deslizando da ponta da minha língua até o fundo da minha garganta. Ele batia seu saco farto no meu nariz, fazendo-me sentir o odor masculino que tanto me atraía.
As bombadas iam mudando de velocidade conforme ele ia chegando perto de gozar.
PLOC, PLOC, PLOC, PLOC, ploc, ploc, ploc, ploc, ploc, ploc, ploc, ploc, ploc, ploc, ploc, ploc, ploc, ploc, ploc, ploc, ploc, ploc, ploc, ploc, ploc, ploc, ploc, ploc, ploc, ploc, ploc, ploc, ploc, pffffffffffffffffffffffff.
— Aaaaaaargh! Ele gozou gritando e enchendo minha garganta de porra. Saiu de dentro, ofegando.
...
O quarto exalava o cheiro forte de sexo, a equipe médica estava exausta, suada, mas eu ainda não me sentia satisfeito, eu queria dar meu cu para eles, queria ser rasgado, pica por pica, e depois descansar.
Chamei o médico cirurgião proctologista baixinho; ele olhou para mim, ofegando, sentado no chão do centro cirúrgico. Fiz sinal para que ele se aproximasse.
Ele levantou-se e veio até mim.
— O que foi, querido?
— Preciso que a equipe médica me foda! Meu cu está piscando e estou com muito tesão acumulado.
— Meu Deus, estamos exaustos, você é insaciável, garoto. Espere só alguns minutos para recobrarmos o fôlego.
Fiz sinal positivo para ele e esperei.
A minha volta, a equipe médica estava desfalecida no chão do centro cirúrgico, todos cansados tanto das inúmeras horas operando-me quanto do sexo selvagem que fizemos.
Olhei para cada um; alguns estavam com cara de sono, apáticos, outros ainda tinham um fundo de energia, mas todos precisavam de um descanso, inclusive eu, que, ao invés de estar fodendo, deveria estar recuperando-me da cirurgia.
...
Meia hora depois, a equipe voltou a se levantar, o médico proctologista veio até mim e verificou os pontos da cirurgia.
— Hum, o certo seria não meter em você; pode dar infecção, hemorragias e outros problemas. Mas já sei que você vai fazer birra como um moleque, então teremos que tomar um extremo cuidado para não dar merda.
— Tudo bem! Respondi.
A equipe levantou-se do chão e começou a se masturbar para deixarem seus cacetes rígidos novamente.
Eles me olhavam com fome, como se fossem lobos quando encontram uma presa a seu dispor.
Fui arrumado na cama, colocaram-me de bruços com cuidado, limparam os pontos e aplicaram um medicamento em gel que lubrificava meu cu e anestesiava. O gel era geladinho e pulsava conforme o corpo o absorvia, e meu leito foi abaixado até a altura das coxas da equipe médica.
Em seguida, o cirurgião proctologista tomou a frente da próxima parte da grande foda. Manipulou seu cacete duro e passou um pouco de lubrificante, deixando seu cacete bem lubrificado. Subiu no leito, deixando uma perna de cada lado das minhas estiradas no leito, afastou minhas nádegas com uma das mãos e pincelou a cabeça gostosa do seu cacete duro na entrada do meu cu, arrepiando-me, e começou a forçar a entrada.
— Huuuuuuuuuum! Gememos os dois juntos; para mim foi uma mistura de dor e prazer, para ele foi de puro êxtase.
A cirurgia foi tão bem feita que era como se eles tivessem me devolvido a virgindade novamente.
— Aaaah! Ele gemeu, tremendo ao me penetrar. Além de meu cu estar mais apertado, eu ainda dava "mordidinhas" com meu cu no seu pau, fazendo o prazer dele ser ainda maior.
— Nossa, caralho, que cu apertado da porra! Seu senhor deveria estar aqui para prestigiar sua segunda virgindade. O cirurgião falou.
— Chamem o pai dele, ele tem que presenciar isso. Ãããããh!
O médico se enfiou até as suas bolas encostarem nas minhas nádegas e esperou meu cu acostumar.
— Huuuummmmm, doutor! Gemi baixinho, começando a rebolar.
Papai entrou no centro cirúrgico todo equipado e desesperado. Quando viu a cena, ficou de boca aberta.
O médico olhou no fundo dos olhos dele enquanto estava dentro de mim. Olhei para o meio das pernas de papai e ele estava duro.
O médico com cara de safado começou a se movimentar, bombando e rebolando no meu rabo. Suas estocadas eram lentas, mas fortes.
PLOC! — Huun! PLOC! — huuumm! — PLOC! — Huuuummmmm!
E então, com meu pai retirando as roupas, o médico começou a se mover igual a uma máquina.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
— Ããããããããããã... Eu gemia, tremido, louco na pica do doutor. Papai não se fez de acanhado, sacou o pau para fora da calça e começou a bater punheta, nos observando.
Eu rebolava na pica do doutor, implorando para que ele bombasse com mais força e mais rápido.
— Isso, doutor, fode!
— Toma pica, viado! Toma pica, depósito de leite de macho.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
Ele subia e descia com fúria no meu cu, dilacerando e deixando-o com o formato do seu pau. Seu pau de 17 centímetros me dilacerava, e eu gemia louco.
— Hãã!
Uns minutos depois, gozamos juntos. PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
Ele se agarrou em mim, cravando fundo o pau no fundo do meu cu, despejando até a última gota de porra.
...
Um minuto depois, ele saiu de dentro, deixando meu cu vazando com sua porra, e foi se sentar em uma cadeira, deixando que outro tomasse seu lugar.
O próximo que tomou meu cu para si foi o cirurgião geral. O negão subiu na cama hospitalar e apontou a cabeça roxa na entrada do meu cu. Ele deu uma baita pincelada na porta do meu cuzinho, e logo começou a entrar, tirando um gemido rouco da minha garganta.
— ÃÃÃ!
Ele tremia em cima de mim, segurando-se com os braços estendidos à minha volta. Sua pica absurda entrava rasgando o que sobrava do meu cu recém-operado até chegar às suas fartas bolas.
Quando terminou de se alojar, ele deu uma rebolada para se arrumar; seus pés batiam no final da cama, ajudando-o a manter o equilíbrio. Com a força dos braços, ele sustentou seu peso e começou a foder sem pena meu cuzinho arregaçado.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
— Ããã! Ãããã! Ãããã!
— haaa, haaa, haaa, haaa, haaa...
Seu pau me dilacerava mais, como se minhas pregas se regenerassem. A dor e o cansaço me deixavam mole, não conseguia mais aproveitar tanto quanto queria. Por mais que eu sentisse prazer no ato, meu corpo pedia arrego, mas eles não se cansavam nunca do meu cu.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
— Arf! Arf! Arf! Arf!
Ele desabou em cima de mim quando chegou no seu limite, sem deixar de inundar meu cu de porra.
...
Minutos depois, levantou-se e deu espaço para o próximo macho. Eu estava exausto, suado, cansado, mas precisava dar prazer para a equipe. A cirurgia tinha acabado com o corpo deles, e eles precisavam desestressar.
Dessa vez quem tomou o lugar foi o anestesista. Eu acabei me apaixonando por ele; o macho era um loiro muito gostoso que me atraía muito. Ele subiu no leito e, antes de se alojar, pegou um papel higiênico. A quantidade de porra entre minhas pernas e no meu cu era tanta que fazia uma imensa poça; parecia que eu estava drenando a porra desses machos todos.
Ele limpou-me e deu início à penetração. Primeiro pincelou a cabeça do pau na entrada e começou a forçar.
— Huum — gemi baixinho!
— Calma, aguente firme. Ele disse-me.
Em seguida, se alojou até as bolas no meu cu. Deu uma pequena rebolada, beijando meu pescoço para me distrair do desconforto, segurou no meu pescoço com firmeza e deu início às estocadas.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
Ele subia e descia gostoso, rebolando, gemendo grosso no meu ouvido, beijando atrás da minha orelha.
Eu gemia baixinho, rebolando para satisfazê-lo e relaxando o máximo que dava meu corpo.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
— Huum! Gemiamos.
Em alguns minutos, ele gozou, fazendo sua porra se juntar no fundo do meu cu com a dos seus companheiros de trabalho.
PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
Ofegando, ele desabou em cima de mim.
Arf! Arft! Arf! Arf!
...
Quando saiu de dentro , sua porra escorreu como o mar , ele jogou - se na cadeira ao lado dos seus companheiros exaustos , e outro se levantou vindo até meu cu.
O próximo macho que se levantou foi o instrumentador cirúrgico , fez o mesmo processo que os outros. Subiu na cama e reaproveitou a porra do anterior para lubrificar meu cu e seu cacete.
Expôs a cabeça da pica e começou a introduzi- lá centímetro a centímetro.
— Huuuummmmm — gimi, sentindo uma ardência.
— Shhhhhh, calma! Tá acabando.
Seu pau deslizou até o fundo do meu cu fazendo a porra do anterior vazar. Ele se ergueu nos braços , e começou a bombar.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
Subia e descia numa velocidade ordenada, deliciando-se, rebolando e mordiscando minha orelha.
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— Huuum gemiamos loucos. Eu já delirava, não tinha mais nem resquício de porra para jorrar, até que ele cravou super fundo dentro de mim e gozou, fazendo sair uma porrinha transparente e fina do meu pau.
PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
Ele desabou em cima de mim, igual aos outros anteriores. Minutos depois levantou-se e deu espaço ao próximo.
...
O próximo que veio foi o técnico de enfermagem asiático.
Ele subiu no leito, abriu minhas nádegas e posicionou seu cacete duro no meu cu. Pincelou e começou a descer, introduzindo cada centímetro da sua pica dura. Logo começou a bombar em ritmo neutro. O sexo com ele era bem gostoso por mais que eu já estava num estado deplorável , mas eu ainda conseguia aproveitar.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
Ele subia e descia com movimentos rápidos, alucinando, gemendo, Ãããã! Seu suor escorria junto ao meu, deixando tudo pegajoso à nossa volta.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
Minutos depois ele gozou. PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF e desabou em cima de mim. Quando saiu, deu lugar ao próximo.
O próximo macho que subiu ao leito foi o enfermeiro indígena; ele se introduziu de uma vez, socando seu pau até o fundo.
— Ôôôôôôô!
Beijou meu pescoço e começou a bombar.
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Ele gemia alto, rebolava, abraçava-me forte, beijava-me e provocava-me com a língua na orelha.
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Em minutos gozou PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
Eu não sentia mais sensações, parecia que meu corpo estava se desligando;apenas sentia um formigamento e uma vontade de dormir, parecia que eu iria desmaiar a qualquer minuto.
Quando o enfermeiro indígena saiu de cima de mim. Eu estava muito ardido, mas ainda faltava o enfermeiro circulante.
Ele subiu em cima do leito e atacou-me.
Antes de se introduzir em mim, ele me perguntou:
— Tudo bem?
— Eu estou no meu limite, acho que assim que você terminar de foder-me eu vou desmaiar.
— Vou tentar ser breve, então. Ele disse, dando-me um beijo de língua.
Enquanto me beijava, ele começou a bombar.
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Rebolava gostoso, dava pequenas cravadas fortes no meu rabo. Em um momento, ele deslizou a mão por baixo do meu corpo e começou a apertar e a masturbar-me.
— Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah
PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
Gozamos juntos em total agonia e meu corpo chegou ao limite; desabei no leito desmaiado.
...
Quando acordei, estava sendo monitorado por aparelhos.
Olhei à minha volta e vi a equipe exausta e satisfeita.
— Pronto, querido, descanse. Você fez um baita esforço sem poder. Disse o enfermeiro para mim.
A equipe se levantou e começou a sair. Já eu caí em um sono profundo.
...
UMA SEMANA DEPOIS...
Ganhei alta do hospital; a equipe se reuniu no quarto para se despedir.
Pude admirar por uma última vez a beleza dos machos que me foderam, um mais gostoso que o outro, um mais bonito que o outro.
Papai e mamãe vieram me levar para casa. Quando saí do hospital, papai prometeu-me:
— Encontramos o desgraçado do seu ti. Deixeii ele trancafiado em uma casa semquer ninguém soubess. Vamoss anunciar a punição dele.
—Ótimo, papai! Falei.
— Vou marcar para você relaxar com o Léo novamente em breve, tá bom, querido? Papai já havia prometido antes, mas muita coisa mudou de lá para cá.
— Ok, papai!
Saímos do hospital, papai ajudou-me a sentar no banco e fomos embora para casa.
...
Quando chegamos, mamãe recebeu-me alegre; fui para dentro de casa abraçando-a.
O tempo passou e tudo indicava uma nova fase.
Vi papai conversar com meu irmão Thiago para ele preparar - se para a punição do meu tio, o que deixou ele bem animado.
Papaiai deixou uma mensagem no grupo da família:
"Preparem-se, a punição do Írio irá se iniciar no próximo final de semana, e o escravo familiar estará de recesso por um tempo. "
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Comentários (2)
Observador: Tem um rancoroso que nem está lendo os contos e tá dando nota 1 pra todo mundo
Responder↴ • uid:1ehds267lbknSub de macho: Até na fantasia tem limite dar o cu saindo de uma cirurgia? Escreve logo sobre ser estuprado pelo et bilu q fica mais verossímil
Responder↴ • uid:1ehds267lbkn