#Assédio #Estupro

Irmã Estela

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Assombração

Irmã Estela, dedicada e religiosa foi para um convento fora de Brevard e numa noite durante o banho, viu seu cuzinho ser corrompido e abusado.

Estela, nascida Brevard (Carolina do norte) freira dedicada, sua vida era a igreja, se orgulhava de sua castidade e quando alguém a perguntava se tivera namorados ela respondia com orgulho que nunca beijou ninguém na boca.
E assim vivia Estela, tranquila e dedicada até que um dia ela foi transferida para um convento, não sei onde o lugar e nem o nome da cidade. No outro dia Estela se apresentou no convento foi bem recebida pelas irmãs, se encantou com o tamanho do lugar, apesar de ter que dividir o quarto com as irmãs gostou muito, o banheiro era coletivo, mas espaçoso, ficava no final do corredor.
Passaram alguns meses e Estela sempre dedicada, ajudava na horta comunitária, levava comida aos necessitados assim era a vida de Estela.
Mas uma noite Estela se atrasou nas tarefas diária e foi tomar seu banho já era umas 9 da noite, todas as freiras já tinha se recolhidos ao seus aposentos. Estela percorreu o corredor, pouca luz que ajudava na economia do convento, caminhou até o banheiro e adentrou, sozinha naquele banheiro espaçoso, só ouvia as batidas de seu coração, foi até chuveiro, se despiu tada suas vestes exibindo seu corpo branco, um corpo maravilhoso, todo natural, sua vagina com seus pêlos pubianos, bem cuidada, ela não se depilava mas se cuidava bem, seus seios grandes lindos, tudo em Estela beirava a perfeição.
Soltou seus longos cabelos cacheados e ligou o chuveiro, a água caiu em sua cabeça e percorreu todo seu até chegar ao chão.
A água quentinha banhava seu belo corpo, pegou um pote sabonete líquido e espalhou por todo seu corpo até no cabelos, o vapor da água espalhou pelo box, formando uma neblina.
Passava as mãos pelo seu corpo espalhando toda aquela espuma, de olhos fechados apreciando o banho. Derrepente seu corpo se arrepiou todo, sentiu duas mãos alisando seu abdômen, abriu os olhos e tentou se virar, mas uma força misteriosa a empurrou contra a parede, seus seios foi prensado, tentou gritar, sua voz não saiu, sentiu uma respiração pesada em seu pescoço.
Seu corpo estava sendo bolinado, e naquele momento Estela sentiu algo no meio das nádegas, não pôde ver, um membro, como ela nunca tinha visto uma genitália masculina, pressupos que se tratava de um pênis.
Aquilo esfregou no seu ânus virgem, forço a entrada, ela retraiu, e aquela coisa ou sei lá o que forçou de novo, Estela nem respirava direito, aquilo foi forçado e Estela lutando até que ela perdeu as forças, sentiu uma dorzinha profunda e a entradinha do seu cuzinho foi rompida.
Estela fechou os olhos, lágrimas desceram e aquele membro foi invadindo seu cuzinho, parecia que não tinha fim.
Sentiu a virilha de alguém nas suas nádegas e depois começou a ser estocadas, doia bastante, mas aquele entra e sai, a medida que era estocada seu cuzinho foi relaxando e daquele minutos em diante seu cuzinho foi esfolado, seu corpo batia na parede, dava para sentir a virilha de alguém batendo no seu bumbum.
Seja lá o que for tava sedenta de desejo, aquele membro entrava no seu ânus e quando voltava, seu cuzinho tentava expulsar, tipo se ela tivesse querendo evacuar, mas aquilo entrava de volta.
Foi um bom tempo Estela sentindo aquele membro ou pode se dizer uma rola esfolando seu cuzinho. Sentiu umas três estocadas fortes e um líquido quente fluiu dentro de si, derrepente aquilo sumiu, se corpo foi liberado, passou a mão na vagina e percebeu ela teve um orgasmo, passou a mão pelo anus, tava arronbadinho. Acabou o banho e correu para seu aposentos, as irmãs dormiam tranquilamentes, ela deitou na cama, seu corpo ainda tremia de medo, o coração batia disparado, foi se acalmando e adormeceu, no outro dia ficou em silêncio pensando no acontecido. Depois disso nunca mais tomou banho sozinha, três dias depois ela conversou com a madre e foi embora do convento e voltou para Brevard para preservar sua virgindade vaginal porque a virgindade do seu cuzinho aquela entidade tinha tirado

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