Dividindo meu namorado com minha filha
Sempre fui precoce nas coisas relativas a sexo, aos quinze anos fiz sexo pela primeira vez com uma menina da minha idade, depois dela, tive duas outras namoradas, mas acabei casando com Arthur, um homem bem mais velho que eu, pois eu tinha vinte quando ele já tinha trinta e cinco, nosso casamento durou apenas oito meses, mas quando nos separamos eu estava grávida de cinco meses. Apesar de tudo, o pai de minha filha foi bastante consciente, após receber o laudo de DNA, passou o apartamento que morávamos para o nome de Suzi e estabeleceu uma boa pensão. Para não ficar dependendo da minha filha, continuei estudando e depois de formada passei a dar aulas. Minha amizade com minha filha tornou-se muito profunda e eu carregava um brutal sentimento de culpa por não ter dado a ela um pai presente, conversávamos muito, de igual para igual e pude acompanhar todos os seus dramas tanto de infância quanto de adolescência. Quando ela tinha quinze anos passei a namorar o Sergio, vi o quanto os dois tornaram-se próximos e passei a permitir que ele dormisse em casa duas ou três noites por semana. Naquele ano, mesmo dando aula nos três períodos eu dedicava todo meu tempo disponível para conversar com minha filha, achando que ela me contava tudo e em algumas dessas conversas eu satisfazia a curiosidade dela quanto a sexo, sempre evitando detalhes. Meu namoro estava bem sério e eu sabia que minha menina torcia para Sergio ir morar conosco. Em uma abafada sexta feira de novembro eu estava dando a segunda aula da noite quando os demônios em forma de gente do terceiro ano provocaram um acidente elétrico na escola, queimando alguma coisa dentro da tal cabine de entrada que fez a diretor suspender o restante das aulas. Como de hábito, tirei meus sapatos de salto alto na entrada de casa para não perturbar os vizinhos do andar de baixo e me encaminhei para minha suíte, ao passar em frente ao quarto da minha filha, ouvi um som que de imediato não quis acreditar e abri a porta em um tranco só e peguei minha pequena Suzi já com dezesseis aninhos deitada em sua cama com os joelhos levantados, pernas arreganhadas com um vibrador encostado em seu grelinho, foi um choque, mas eu entendia por experiencia própria como o sistema hormonal naquela idade era difícil. Suzi ao me ver na porta ficou paralisada, nem a iniciativa de tentar esconder o vibrador ela teve e eu me controlei. Sentei em sua cama ao lado dela e vi aquela bucetinha molhadinha e aquela carinha de anjo olhando para mim e a abracei e ela com sua vozinha manhosa choramingou no meu ouvido: "Mamãe, eu não sei mais o que faço, sinta tanta tesão". Aquelas palavras me enlouqueceram e levei meu dedo indicador à bucetinha da novinha e encontrei seu grelinho durinho e passei a massagear minha filhinha que aos poucos foi se acalmando do susto e passou a gemer no meu ouvido, aquilo foi muito para meu juízo e me veio a mente todas a primeira buceta que eu chupei, minha parceira gemia como Suzi e antes de eu conhecer o gosto de sua buceta, meu dedo conheceu seu grelo como estava conhecendo agora o dedo da minha filha tesuda e virei meu corpo e cai de boca naquela bucetinha tentando recuperar todo o tempo que eu não chupava uma racha naquele momento eu senti o corpo de minha filha se debater na minha boca em um gozo maravilhoso. Abracei aquela mulher esquecendo tratar-se de minha paixão e nos beijamos como duas namoradas enquanto seus músculos ainda apresentavam alguns espasmos. Fomos juntas para o banheiro de minha suíte e entramos juntas na banheira, conversamos por bastante tempo, até que meu celular tocou, o rosto de Suzi se iluminou e ela saiu toda molha, foi a minha bolsa e voltou com o telefone na mão dizendo: "É o Sergio, posso atender?" Balancei a cabeça afirmativamente e percebi o ato falha de Suzi, assim que ela ouviu a voz do meu namorado, levou o dedo a seu grelinho. Fingi que não percebi e o convidei a vir dormir comigo. Conhecendo a inocência de minha filha, os hábitos da casa e as coisas que eu e Sergio falávamos enquanto metíamos, deitei meu namorado na posição normal, desliguei o abajur que normalmente deixava acesso e comecei a chupeta naquele pauzão ouvindo invariavelmente ele falava: "Isso gostosa, chupa forte, assim, assim, hum que delícia..." e olhei para a luz do corredor entrado por debaixo da porta e joelhei de costas para meu macho ainda prestando a atenção na iluminação e vi o que esperava, a sombra se movimentando e foi minha vez de cometer o ato falho, com a pica inteira enterrada na minha buceta enquanto eu quicava já louca imaginando minha filha se masturbando do outro lado da porta falei: "Isso caralho, mete lá no fundo, me come tesão, como se fosse MINHA FILHA". Percebi a mancada e travei recebendo naquele instante vários jatos de porra no fundo do meu canal. Minha frase não passou desapercebida e meu tesão sumiu na hora. Sai de cima dela e ele me abraçou, bom malandro apenas perguntou o que tinha acontecido. Não respondi só me aninhei em seu ombro e fiquei revendo o filme na minha cabeça, naquela hora eu tinha imaginado minha filha em meu lugar. Passei a metade da noite em claro tentando entender. Sergio teve que levantar cedo, pois tinha que dar as aulas de sábado de manhã na faculdade. Acordei com minha filha ao lado minha cama com uma xicara de café na mão, sentei na cama e ela sentou a meu lado e eu perguntei na lata: "Gostou de ouvir atrás da porta?" Ela fez cara de surpresa e deu um sorriso de sacana e perguntou: "O que é mais gostoso, chupar uma buceta ou um pau?" Quem fez cara de surpresa depois da pergunta foi eu e a safadinha puxou a barra do meu baby dool para o lado e enfiou a língua na minha buceta e não tive forças para impedi-la e a orientei enquanto a danada mostrava que tem o dom, gozei pela primeira vez na boquinha de Suzi. Nos abraçamos afetuosamente e fomos a ducha, trocamos muitos beijos incestuosos e voltamos para cama onde fizemos nosso primeiro vibrante e barulhento sessenta e nove. Preparamos almoço juntas e ela voltou a pergunta, acrescentando que tinha adorado me chupar e ser chupada por mim. Suzi era muito transparente, mesmo não falando, deixou claro que queria chupar meu namorado. No dia seguinte, um domingo tentei dispensar o Sergio, pois queria comer a buceta da minha filha novamente, mas ela o chamou para ajuda-la em suas tarefas da escola, vi aquela menina praticamente se oferecer para o meu macho e ao invés de ficar puta com aquilo, fiquei com tesão. Chamei minha filha para conversar na cozinha e quando ia chamar a atenção dela, a sacaninha enfiou a língua em minha boca e falou no meu ouvido: "Imagine você me ensinando a chupar a rola do Sergio". Puta e eu imaginei mesmo. Apelando para o pouco de sanidade que me restava a fiz prometer que se acontecesse seria apenas oral. Ela balançou a cabeça afirmativamente com seus olhinhos brilhantes. No fim da tarde, após o lanche, liguei o ar condicionado da suíte, deixei o ambiente a meia luz, sintonizei a TV no mesmo canal que eles estavam vendo e os chamei para o quarto, Sergio sentou no meio da cama ladeado por mim e a virgenzinha tesuda e mal nos acomodamos eu alisei a caceta cobiçada por minha filha e ele tentou esconder a ereção de minha filha levantando a perna do lado dela, Suzi sorriu para nós com aquela carinha de sacana e alisou o saco do futuro padrasto, Sergio olhou para mim com olhar de desespero e logo se acalmou dizendo: "Por isso que você falou aquilo na sexta feira". Ainda tentando me conter com a situação extremamente erótica que estava vivendo respondi: "Ela só experimentar o gostinho". Sergio não perdeu tempo e baixou a bermuda, exibido aquele caralho maravilhoso. Suzi colocou o corpo entre as pernas cabeludas de Sergio e pegou no roliço estudando cada centímetro de rola que tinha na mão, virei o corpo e acendi a luz para ela ver melhor e a vi com a boca cheia de saliva e beijei nosso amante enquanto minha pequena engolia o quanto podia da cobra.
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Comentários (2)
Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zk@Leitor43: Gostei dessa divisão.
Responder↴ • uid:2qln3doia