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Ofereci R$ 200 para essas duas casadas fazerem isso nos escombros do condomínio

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Meu nome é Daniel, recifense de corpo e alma. Desde 2008 eu alimento o selmaclub.com e o grupo VIP fechado do Telegram da Selma www.bit.ly/telemanu com o tipo de conteúdo que os assinantes mais pedem: real, cru, sem limite, com mulheres da periferia que nunca imaginariam estar fazendo aquilo. Nada de estúdio, nada de atriz. Só vida real.

Naquela tarde infernal de sol em Muribeca, Jaboatão dos Guararapes, o calor parecia derreter até o asfalto. Eu estava andando entre os escombros do velho conjunto habitacional abandonado quando vi as duas. Rosa e Neide. Duas casadas na casa dos 42 e 44 anos, trabalhando catando ferro, madeira e resto de construção pra vender. Suadas, poeirentas, roupas velhas grudadas no corpo pelo suor.

Rosa era morena escura, cabelo cacheado volumoso preso num coque improvisado, bundona gigantesca que balançava a cada movimento. Neide era um pouco mais clara, cabelo loiro sujo e ondulado, corpo carnudo, peitos pesados e uma bunda igualmente impressionante. Conversamos. Elas reclamaram da vida: maridos desempregados ou bêbados, contas atrasadas, filhos pra criar.

Ofereci 200 reais pra cada pra fazerem um ensaio picante.

— 200 conto cada uma? — Rosa repetiu, olhos arregalados. — Meu marido ganha isso em quase dez dias de bico. Mas... o que exatamente a gente tem que fazer, Daniel?

— Beijos, fotos nuas, umas safadezas entre vocês duas. Tudo gravado. É pra um site particular, só assinantes. Ninguém da Muribeca vai ver.

Neide baixou a cabeça, vermelha:

— Se meu marido descobre... ele me mata. Ele é daqueles ciumentos doentes. Fala que mulher casada não faz essas coisas. Imagina eu beijando outra mulher... ou pior.

Rosa completou, voz tremendo um pouco:

— Eu tenho dois filhos em casa. O mais velho tem 19 anos. Se ele ou os amigos verem foto minha pelada ou fazendo safadeza... eu nunca mais levanto a cabeça. Vou morrer de vergonha. Mas... a gente tá precisando tanto desse dinheiro pra comprar comida e pagar a luz...

Depois de quase vinte minutos de conversa, hesitação e vergonha, o desespero venceu. Elas aceitaram.

Comecei gravando com a câmera profissional. O sol batia nelas, fazendo o suor escorrer pelo pescoço, colo e barriga.

— Cheguem perto. Agora se beijem.

Rosa riu nervosa:

— Daniel, eu nunca beijei mulher na minha vida... nem sei como é.

— Eu também não... — Neide murmurou. — Tô toda suada, fedendo a trabalho. Que vergonha...

Elas aproximaram os rostos. Primeiro um selinho tímido, lábios secos. Eu pedi mais intensidade. As bocas se abriram. As línguas se tocaram devagar, molhadas, quentes. Eu gravei close extremo: as línguas se enrolando, saliva brilhando, fios de baba ligando as bocas quando se afastavam.

— Coloca a língua mais fundo. Isso... assim — eu orientei.

Rosa gemeu baixinho no beijo e depois se afastou, ofegante:

— Que estranho... gosto de boca de mulher... tá me dando um calor diferente aqui embaixo.

Neide, rosto queimando de vergonha:

— Tô sentindo gosto do seu suor na boca, Rosa. Meu Deus, que humilhação... se meu marido me visse agora, beijando outra mulher suada...

Elas continuaram por longos minutos, cada vez mais molhado e profundo, até eu mandar tirarem toda a roupa.

A vergonha aumentou muito. Rosa cobria os peitos grandes e caídos com um braço enquanto tirava a blusa velha:

— Olha o meu estado... toda suada, poeira grudada no corpo. Meu marido só me vê de noite, rápido, sem nem olhar direito. Nunca imaginou que eu ia mostrar meus peitos e minha bunda pra um estranho.

Neide, tirando a calça com dificuldade:

— Minha calcinha tá imunda... Trabalhei o dia inteiro suando. Tá marcada, fedendo. Tô morrendo de vergonha, Daniel. Se minha mãe ou minhas irmãs soubessem que eu tô fazendo isso por 200 reais...

Quando ficaram completamente nuas, as duas bundas enormes, cheias de celulite, marcas de roupa e poeira ficaram empinadas. Mandei as duas ficarem de quatro, lado a lado, bem perto de mim.

— Agora uma vai cheirar a bunda da outra. Bem fundo.

Rosa quase se rebelou:

— Tá louco?! Eu não tomei banho hoje! Trabalhei suando nesse calorão. Minha bunda deve tá podre, azeda...

Neide, já de quatro, voz fraca:

— A minha também... tá quente, molhada, com certeza tá com cheiro forte. Pelo amor de Deus, isso é humilhação demais...

Eu insisti, gravando. Rosa aproximou o nariz bem entre as nádegas grandes e suadas de Neide e inalou fundo. Recuou imediatamente, cara de nojo puro:

— Ai que nojooo, caralho! Tá azedo pra porra! Cheiro de cu sujo, suor velho, bunda que peidou o dia inteiro. Tá me dando ânsia de vômito de verdade!

Neide, obrigada a fazer o mesmo:

— Jesus amado... a sua tá pior ainda, Rosa! Cheiro forte de bunda suada misturado com algo amargo no fundo... parece merda acumulada. Que fedor horrível! Como é que você aguenta com esse cheiro?

Rosa, voz embargada de vergonha:

— Para de falar isso, sua safada... Tô morrendo por dentro. Meu marido nunca cheirou minha bunda. Ele ia me expulsar de casa se soubesse que eu deixei outra mulher enfiar o nariz no meu cu sujo e fedido.

Elas continuaram cheirando, reclamando, fazendo caretas, narizes pressionados entre as nádegas. Eu gravava cada reação.

Depois veio a ordem seguinte:

— Agora lambam.

— Lamber?! — Neide quase chorou. — Tá podre, Daniel! Eu sinto o cheiro daqui, imagina lamber!

Rosa, relutante:

— Pelo dinheiro... só por causa do dinheiro...

Rosa foi primeiro. Passou a língua devagar pela bunda suada e suja de Neide, fazendo careta de nojo absoluto:

— Tá salgado... amargo... tem gosto de suor azedo, terra e algo pior. Que nojo... tô lambendo o cu sujo de outra mulher casada...

Neide retribuiu, lambendo com hesitação:

— Meu Deus... tá quente, molhado de suor... tem um gostinho amargo e forte no meio. Tô quase vomitando de verdade. Se meu marido soubesse que eu tô lambendo bunda suja...

Em seguida mandei elas se beijarem novamente, agora com o cheiro e gosto da bunda uma na boca da outra. O beijo foi lento, nojento e babado. Elas se afastavam, baba escorrendo, caretas de asco.

— Tá sentindo o gosto da minha bunda na sua boca? — Rosa perguntou, envergonhada.

— Tô... tá horrível... mas estranhamente minha buceta tá molhando um pouco — Neide confessou, vermelha de vergonha.

Eu me aproximei, cheirei as duas bundas lado a lado. O fedor era insuportavelmente forte, podre, azedo, excitante pra mim. Comecei a lamber, enfiando a língua fundo nos dois cuzinhos sujos. Depois meti o dedo bem fundo no cu de Rosa, tirei todo sujo e fiz ela cheirar e lamber meu dedo. Ela quase vomitou de verdade.

A parte mais extrema veio depois. Mandei elas peidarem direto na minha pica enquanto eu esfregava entre as bundas. Rosa soltou um peido longo, quente e fedido bem na cabeça do meu pau:

— Olha o que você me faz fazer... peidando no pau de estranho... que humilhação sem tamanho.

Neide fez o mesmo, peidando forte e rindo nervosa de vergonha.

Depois veio o auge: elas começaram a cagar. Pedacinhos moles, quentes, escuros saíam enquanto eu metia devagar nos cuzinhos apertados e sujos, revezando entre as duas.

Rosa, gemendo de dor, prazer e vergonha:

— Tá saindo... ai que nojo... tô cagando no seu pau, Daniel... se meu marido visse a mãe dos filhos dele virando uma porca assim...

Neide, quase chorando:

— Eu nunca fiz nada parecido na vida... tô me sentindo a pior das mulheres, a mais vadia... mas o dinheiro tá aí...

Eu revezava os cuzinhos lambuzados, metendo fundo, sentindo tudo. Quando estava quase gozando, coloquei as duas de joelhos, rostos colados, bocas bem abertas, línguas pra fora, ainda com cara de nojo e humilhação profunda. Gozei forte, jatos grossos enchendo as bocas delas. Mandei engolirem tudo e depois se beijarem novamente, misturando porra, saliva e o gosto de tudo que tinham feito.

Elas obedeceram, destruídas, sujas, fedidas, humilhadas até o fundo da alma... mas com 200 reais cada no bolso.

Enquanto vestiam as roupas sujas, Rosa murmurou:

— Nunca mais vou conseguir olhar na cara do meu marido. Ele nunca vai imaginar o que eu fiz hoje por causa de 200 reais.

Neide, limpando a boca com asco:

— Eu também... tô me sentindo suja por dentro e por fora. Mas... se precisar de novo, Daniel, a gente tá aqui nos escombros.

Todo o material foi gravado em alta qualidade. Parte já está no www.selmaclub.com, outra parte exclusiva no Telegram VIP www.bit.ly/telemanu. Se você curte conteúdo 100% real, pesado, sem censura e com mulheres casadas da periferia de Pernambuco, entra lá. Tem muito mais histórias como essa — e bem piores — desde 2008 até hoje.

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