#Assédio #Teen #Virgem

Iniciada pelo pai da minha melhor amiga

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JapinhaSP

Eu estava sentada, segurando um pau de uns 19 cm e pronta pra fazer meu primeiro boquete e seria com o pai da minha melhor amiga. O homem que me viu crescer...

Eu tinha 14 anos quando minha melhor amiga me chamou pra dormir na casa dela. Nossas famílias eram muito próximas, eu chamava seus pais de tios e ela chamava os meus assim também. Crescemos estudando nas mesmas escolas, gostamos dos mesmos garotos, éramos grudadas que nem carne e unha e confesso que já experimentamos um beijo entre a gente, mas foi estranho e não fizemos de novo.

Meu nome é Sarah, mas todos me chamam de Sarinha ou Japinha. Tenho 1,53m, minha mãe é descendente de japonês e meu pai é o típico brasileiro descendente de negros, indígenas e europeus. Essa mistura toda me deu um corpinho que deixa todos os homens, adolescente, adultos e velhos me comendo com os olhos. Peitos pequenos, mas durinhos, parecem duas mangas, mas minha bunda é o que chama mais a atenção, porque é bem redonda e durinha e um pouco avantajado. Tudo isso numa pele morena clara (parda) mas com olhos castanhos puxados de japinha...

Era uma sexta a noite. Cheguei na casa da Bel (também 1.4 anos) por volta das 19:00. Ela abriu a porta e já me puxou pelas escadas pra irmos pro quarto dela. Gritei:

-Tchau, mãe.

Minha mãe ficou rindo na porta com o Tio João, pai da Bel.

Enquanto eu subia, vi que o Tio João convidou minha mãe pra entrar. Lá no quarto, Bel me disse que sua mãe tinha ido visitar a avó naquele final de semana porque ela estava bem doente e a família estava meio que se despedindo. Mas Bel não era tão próxima da avó, então ficou em casa.

Depois de guardar minha mochila e ver a coleção de maquiagem que a Bel ganhou do seu pai descemos pra cozinha pra comer alguma coisa.

Estranhei não ver o pai da Bel e nem minha mãe. Mas a Bel disse que ele devia ter ido comprar algum lanche e que minha mãe devia ter ido embora.

Pegamos alguns biscoitos, e refrigerantes, fizemos uns sanduíches e pipoca e fomos pra sala. A gente iria maratonar os filmes da saga Crepúsculo. Já no começo do filme ouço um barulho vindo da área dos fundos e um vulto no corredor indo pra saída da casa. Pouco depois um carro saiu. E o pai da Bel entrou pela porta dos fundos.

-Oxe, pai. Tava onde?

Tio João estava suado.

-Tava ajeitando umas ferramentas na garagem e vim pelo corredor pra não sujar a casa. Filha vou tomar banho e vou deitar, mas qualquer coisa é só chamar.

-Já vai deitar, tio? - falei - vem assistir com a gente. Tá cedo.

-Quem sabe depois do meu banho, Sarinha. Mas o meu dia foi corrido e "arrumar as ferramentas" me deixou mais cansado ainda. - ele disse com um riso sarcástico e subiu pro quarto dele.

Assistimos dois filmes e a Bel já estava cochilando no sofá. Eu subi pra ir no banheiro do quarto dela fazer xixi, mas quando passei em frente ao quarto do tio a porta estava com uma brecha e lá dentro só uma luz baixa que vinha do banheiro do quarto dele. Escutei um barulho estranho e olhei escondida pela brecha. O tio estava pelado com seu pinto na mão deitado na cama numa punheta acelerada. Não sei o porquê, mas aquilo me arrepiou toda e me deu uma sensação que nunca tinha tido. Minha bucetinha começou a formigar e a minha mão foi quase que sozinha pra lá. Eu estava de pijama (shortinho folgado e uma blusinha pequena que me deixava com a barriga de fora e marcava meus peitinhos.

De repente o tio dá um urro:

-AAAARG... Japa puta do caralho.

Vi seu pau soltar um líquido branco que eu só tinha visto em filmes pornôs que eu assisti escondido com a Bel.
Sem querer encostei na porta que e ela se mexeu um pouco. O tio João, olhou rápido na minha direção e eu corri pro quarto da Bel tentando não fazer barulho.

Fui ao banheiro e lá eu vi que minha bucetinha estava toda molhada ao ponto de molhar minha calcinha e meu shortinho. Eu não entendia o que era aquilo que eu estava sentindo. Demorei um pouco no banheiro e quando desci pra sala o Tio João estava lá com suco e mais uns sanduíches.

Bel e eu comemos juntos com ele, mas ele me encarava o tempo todo. Era um olhar diferente, me dava um certo medo e, ao mesmo tempo, uma sensação estranha. Eu olhava pra ele sem jeito e sorria leve.

Quando dei por mim, Bel estava dormindo. Tentei chamar ela, mas ela tava num sono pesado. O Tio então disse:

-Deixa ela aí no sofá dormindo, meu amor. Essa aí quando dorme assim só acorda no outro dia. É bom que a gente faz companhia um pro outro.

- Eu acho que vou dormir também, tio. - Falei me levando - Vou escovar os dentes e deitar lá no quarto da Bel.

- Ah, logo agora que eu desci pra assistir com vocês?

- É que tá tarde.

- Ok. Sobe lá, princesa.

- Boa noite, tio.

- Boa noite, meu bem.

Eu estava no banheiro escovando os dentes e com aquela sensação estranha de novo. Meu corpo formigava, eu estava nervosa e não sabia o porquê. Escutei a porta do quarto fechando e falei:

- Bel? Acordou? Menina tu apaga no meio do filme.

Não ouvi resposta. Quando terminei de escovar os dentes e saí do banheiro vi o tio João na porta do banheiro, dentro do quarto e a porta fechada.

Me assustei e disse:

-Tio, o que o senhor tá fazendo aqui?

-Calma, meu amor. Eu só quero conversar com você. Eu sei que você estava espiando atrás da porta. Gostou do que viu?

-Eu... eu não... Não tava não, tio. Juro.

-Não mente pra mim, garotinha. - Ele disse ajeitando meu cabelo por trás da minha orelha.

Agora imagine a cena, eu uma menina de 1,53m e um homem de 36 anos, moreno, malhado de academia, devia ter uns 1,80m parado na minha frente, só com uma calça de pijama e sem camisa.

-Tio, desculpa. Eu não queria espiar, eu só tava passando e...

-Shhhhhh... Calma, minha princesinha. Eu te fiz uma pergunta. Você gostou do que viu?

Eu estava com medo daquela situação, mas aquela sensação estranha estava me enlouquecendo...

-Eu não sei, tio. Me deu uma sensação estranha.

-Ah, foi? E se eu te mostrar de perto? - Ele colocou minha mão sobre o seu pau na calça e estava duro.

Puxei minha mão e tentei correr. Imaginei o que ele queria. Mas a porta estava trancada.

-Olha Sarinha, você é tão safadinha quanto a puta da sua mãe. Ficou me olhando bater punheta... E sabia que eu tava pensando na cachorra da tua mãe. Eu fodi gostoso aquela buceta quando ela te deixou aqui em casa. E agora vou foder a filhinha safada dela.

-Do que o senhor tá falando, tio? O senhor tá me assustando.

-Meu bem, eu não quero te machucar, pelo contrário quero te dar muito prazer. Mas você vai precisar colaborar. Eu já coloquei a Bel pra dormir e garanto que ela não vai acordar hoje. Então temos a noite toda só pra gente. - Ele falou se aproximando até me prensar contra a porta. - Olha nos meus olhos e diz que você não está com a bucetinha toda molhada.

- Eu não... Tio... Eu...

Ele se inclinou e me deu um selinho. Depois outro... Meus lábios foram abrindo e eu fui me inclinando... Sua língua invadiu minha boca e sua mão viajava pelo meu corpo. A sensação me tomou por completo e minha bucetinha estava pulsando. Ele me puxou pra cama e me colocou sentada.

-Tira meu pau pra fora.

Obedeci.

- Segura ele.

Minha mão não fechava naquele pau...

-Já chupou uma rola antes?

Apenas neguei com a cabeça.

-Voce é virgem?

Novamente, apenas afirmei com a cabeça. Ele sorriu com um jeito diabólico, mas sensual.

- Você vai chupar como se fosse um sorvete. Vai lamber, vai chupar... Mas não pode morder ou encostar os dentes. Vai fazer isso com as bolas também... Isso é um boquete... Agora faz...

Eu estava sentada, segurando um pau de uns 19 cm e pronta pra fazer meu primeiro boquete e seria com o pai da minha melhor amiga. O homem que me viu crescer...

CONTINUA...

Comentários (1)

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  • Luiz: Cadê continuação?

    Responder↴ • uid:1daibs6whj