#Coroa #Incesto #Lésbica #Teen

A nova realidade que mudou o mundo parte 138 - Boa surpresa

1.9k palavras | 0 | 0.00 | 👁️
AnãoJediManco

Depois de sete dias inteiros trancadas naquela cela escura e abafada, a porta finalmente se abriu. Uma negra alta, que eu reconheci como uma das líderes do galpão, nos olhou com frieza e disse apenas: Podem sair. Mas não esqueçam, você ainda é uma traidora, loirinha. Se fizer merda, volta para cá. Não colocaram coleira, não colocaram grilhões. Apenas nos entregaram duas túnicas simples de algodão cru e nos deixaram ir.
Eu segurei a mão da minha mãe com força enquanto subíamos as escadas. O ar lá fora parecia mais leve, mesmo com o cheiro de fumaça e sangue que ainda pairava pela cidade. Pela primeira vez em muito tempo, eu caminhava sem correntes. Sem plug no cu, sem cinto de castidade. Apenas uma túnica fina cobrindo meu corpo. Era estranho, estava tão desacostumada, que era desconfortável. O tecido roçava nos meus seios e coxas de forma que me fazia lembrar constantemente que eu estava vestida. Depois de tanto tempo nua, a roupa parecia ao mesmo tempo uma proteção e uma prisão estranha.
Mamãe andava ao meu lado, segurando minha mão. Ela também parecia estranha com a túnica. Olhava para os próprios pés, como se ainda não acreditasse que podia andar livremente. Enquanto caminhávamos pela cidade, vi um dos castigos que ainda estavam acontecendo.
No meio da praça principal, um homem branco, um hóspede rico que eu reconheci, estava amarrado de cabeça para baixo em um poste. Seu pau e bolas estavam presos por um arame farpado apertado. Duas mulheres negras o chicoteavam lentamente, alternando golpes nos testículos inchados e roxos. Cada estalo fazia o corpo dele se contorcer violentamente. Ele já não gritava mais, só emitia um gemido rouco e constante, baba escorrendo da boca. O saco dele estava quase preto, a pele esticada ao limite. As mulheres riam e cuspiam nele enquanto continuavam batendo. Eu desviei o olhar. Mamãe apertou minha mão com mais força, mas não disse nada. A cidade estava mudando.
As mulheres caminhavam pelas ruas sem medo. Muitas ainda nuas, outras usando roupas roubadas ou improvisadas. Havia risos, risos verdadeiros, mesmo que nervosos. Algumas se abraçavam no meio da rua, chorando de alívio. Outras se reuniam em grupos, falando baixo sobre como reconstruir a vida. Vi uma mulher negra sentada na calçada, simplesmente olhando para o céu, lágrimas escorrendo pelo rosto enquanto sentia o sol no corpo sem ter que trabalhar.
Havia também comida sendo distribuída. Pães, frutas, carne assada. Pela primeira vez em anos, as mulheres comiam sem precisar implorar ou chupar alguém para conseguir. Vi uma jovem índia comendo uma maçã com as duas mãos, devagar, saboreando cada mordida como se fosse o maior luxo do mundo.
Mas nem tudo era paz, ainda havia ódio. Ainda havia homens acorrentados sendo punidos nas praças. Ainda havia olhares desconfiados quando eu passava, especialmente para mim. Eu era a traidora, a filha do jornalista, a que havia torturado outras escravas. Muitas cuspiam no chão quando eu passava. Algumas murmuravam “puta do pai” ou “traidora loira”. Mesmo assim, era liberdade.
Pela primeira vez, eu e minha mãe podíamos andar juntas, de mãos dadas, sem correntes. Podíamos sentar-nos em um banco, encostar uma na outra, conversar sem medo de sermos ouvidas. Eu olhei para ela, com a túnica simples balançando ao vento, o cabelo solto, o rosto ainda bonito apesar de tudo e perguntei: Mamãe… você acha que um dia vamos conseguir voltar para casa?
Ela apertou minha mão e sorriu tristemente: Eu não sei, filha. Mas pelo menos hoje… hoje nós estamos vivas. E juntas. Eu encostei a cabeça no ombro dela enquanto caminhávamos.
Os dias seguintes ao nosso reencontro foram estranhos, quase surreais. Nós duas fomos autorizadas a ficar juntas em um quarto pequeno nos fundos do hotel, não exatamente livre, mas não mais presas no porão. Eu ainda sentia olhares de ódio quando passava por algumas mulheres, especialmente as negras. Mas com minha mãe ao meu lado, eu suportava.
Uma tarde, estávamos deitadas na cama estreita, nuas, como sempre ficávamos quando estávamos sozinhas. O calor da cidade entrava pela janela entreaberta. Mamãe estava de lado, de frente para mim. Eu passei a mão devagar pela barriga dela, ainda plana, macia, sem nenhuma marca: Você sente alguma coisa? perguntei baixinho.
Mamãe colocou a própria mão sobre a minha, guiando meus dedos em círculos lentos sobre sua pele: Às vezes sinto um peso… uma sensação estranha, como se algo estivesse diferente por dentro. Mas pode ser só impressão. Ainda é muito cedo. Eles me inseminaram só uns dez dias antes da rebelião.
Eu me aproximei mais, encostando meu corpo no dela. Beijei seu ombro, depois desci até a barriga. Dei vários beijos suaves ali, como se pudesse falar com o que talvez estivesse crescendo dentro dela: E se você estiver grávida, mamãe? Como você se sente?
Ela ficou em silêncio por um longo tempo. Seus dedos acariciavam meu cabelo: Eu sinto medo, muito medo. A voz dela falhou um pouco: Mas também sinto… uma coisa estranha. Uma espécie de esperança doente. Se for uma menina… ela seria sua irmã. E talvez, nesse mundo novo que está nascendo, ela não precise passar pelo que nós passamos.
Ficamos em silêncio novamente. Eu desci mais a boca, beijando a pele logo abaixo do umbigo dela. Desci ainda mais, até chegar entre suas pernas. Toquei a cicatriz lisa onde antes ficava seu clitóris. Ela estremeceu, mas abriu as pernas para mim.
Eu a lambi com carinho, bem molhada, sem pressa. Minha língua percorria os lábios inchados, entrava nela, subia até a cicatriz sensível. Mesmo sem o clitóris, ela ainda reagia. Ficava molhada, quente, gemia baixinho, rebolando contra minha boca: Julie… minha filha... sussurrou ela, a voz rouca.
Eu enfiei dois dedos nela, devagar, curvando-os, procurando aquele ponto que ainda a fazia tremer. Caroline gemeu mais alto, segurando minha cabeça. Seus quadris se moviam contra mim, buscando prazer. Ela não conseguia gozar facilmente desde que tiraram seu clitóris, mas ainda sentia ondas profundas de prazer.
Enquanto eu a chupava e a dedava, não conseguia parar de pensar: talvez agora, dentro dela, estivesse crescendo uma vida, uma irmã, uma nova alma nesse mundo destruído. Quando ela finalmente gozou, um orgasmo longo, profundo, quase doloroso, direto do seu ponto G, apertou minhas costas com as unhas, tremendo inteira, gemendo meu nome. Eu subi e a beijei, dividindo o gosto dela.
Nós ficamos abraçadas, suadas, respirando com dificuldade. Se eu estiver grávida, ela sussurrou contra meus lábios, “eu quero que você seja parte disso. Quero que a gente cuide dela juntas. Mesmo que o mundo ainda esteja em chamas. Eu assenti, com lágrimas nos olhos.
E dormimos abraçadas...
Na manhã seguinte, uma descoberta, nos assustou muito, e nos fez sermos família novamente. Eu e mamãe estávamos deitadas na cama estreita da cela quando uma das negras que nos vigiava abriu a porta e jogou um pedaço de papel amassado no chão com a mensagem que conseguiram com ele: Seu pai trouxe mais gente da sua família. Estavam numa fazenda de treinamento a uns quarenta quilômetros daqui. As gêmeas e a velha. A rebelião chegou lá antes que conseguissem adestrar elas direito.
Meu coração disparou. Vovó também foi escravizada. E as gêmeas, Clara e Luísa, minhas primas. As duas loiras, de olhos claros, exatamente da minha idade. Virgens, sempre tão tímidas, sempre tão bonitas. Eu cresci com elas, brincamos juntas, dormimos na mesma cama. E eu… eu sempre tive tesão nelas. Um tesão secreto, proibido, que eu escondia até de mim mesma.
Mamãe se sentou na cama, pálida: Minha mãe… e as meninas? Elas estão bem?
A negra deu de ombros: Estão vivas. Foram trazidas para a cidade ontem. Estão no galpão provisório com as outras que ainda não foram classificadas. Assim que a porta fechou, eu me virei para mamãe. Meu corpo já estava quente só de imaginar: Mamãe… você lembra das gêmeas? Da Clara e da Luísa? Ela me olhou, confusa: Claro que lembro. São minhas sobrinhas. Por quê?
Eu mordi o lábio inferior, sentindo o calor subir entre as minhas pernas. Minha voz saiu rouca, quase um sussurro excitado: Eu sempre tive tesão nelas. Desde que éramos adolescentes. Quando dormíamos juntas, eu ficava molhada só de sentir o corpo delas encostando no meu. Eu imaginava as duas me acariciando ao mesmo tempo… ou eu chupando as duas até elas gozarem na minha boca. Eram tão inocentes… tão virgens… isso me deixava louca.
Mamãe arregalou os olhos, mas não me interrompeu. Eu continuei, a voz tremendo de excitação: E agora… agora eu fico imaginando a vovó. A boca velha dela, experiente, chupando minha buceta. Imagino ela de joelhos, com aquele cabelo branco, lambendo devagar, enfiando a língua bem fundo enquanto eu seguro a cabeça dela. Quero gozar na boca da minha própria avó, mamãe… quero que ela engula tudo.
Minha mãe ficou em silêncio por alguns segundos. Depois, com a voz baixa e rouca, ela sussurrou: Você está doente, filha…, mas eu também estou.
Ela me puxou para si e me beijou com força, a língua invadindo minha boca enquanto sua mão descia entre minhas pernas. Eu gemi contra os lábios dela, já molhada só de falar sobre isso.
Quero encontrar elas, eu disse, ofegante, entre beijos. Quero ver as gêmeas, quero sentir o cheiro delas. Quero fazê-las gozarem pela primeira vez… se ainda der tempo, e quero que a vovó me chupe enquanto eu olho para elas. Quero que a família toda se junte nisso.
Mamãe apertou dois dedos dentro de mim, curvando-os, fazendo meu corpo arquear: Então vamos encontrá-las, ela murmurou, mordendo meu lábio inferior. E quando encontrarmos… vamos fazer tudo que você está imaginando. Eu gozei ali mesmo, tremendo nos dedos da minha mãe, imaginando a boca da minha avó e os corpos virgens das minhas primas.
Pela primeira vez em muito tempo, eu não me senti só quebrada, me senti viva. Doente, pervertida, incestuosa, mas viva. E agora eu tinha um novo objetivo. Encontrar minha avó e minhas primas e transformar minha fantasia mais suja em realidade.

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos