Entre o Sigilo e o Prazer: O Encontro Proibido que Quase me Fez Perder o Ônibus
Escrevo já no trajeto de volta para SP capital, o corpo ainda processa a adrenalina das últimas horas. Passei o dia resolvendo pendências familiares, quase sem tempo para o "app amarelo".
Mas, por volta das 20h, já na sala VIP da empresa de ônibus, o tédio virou tesão. Abri o app e o cardápio estava farto: caras bonitos, muitos no sigilo absoluto — reflexo dessa cidade onde a fachada é conservadora, mas o desejo ferve por baixo dos panos.
Vários chamaram, querendo que eu me deslocasse. Minha regra é clara: eu não vou atrás. Se quer o privilégio de sentar, que venha buscar e ofereça o local. Foi aí que surgiu um cara direto, sem "oi" nem "tudo bem". Mandou a foto de um rabo espetacular e a pergunta fatal: "E aí, quer comer?". Respondi com a foto do meu pau pulsando. O match foi imediato.
Ele estava no shopping e veio voando. Em minutos, um Argo branco encostou. Eu tinha apenas duas horas até o ônibus partir, então o roteiro era um só: foder no carro.
Assim que entrei, a química explodiu começamos a conversar, ele solta tô vendo que eu vou gostar de você, assim que estacionou o carro começamos a nos pegar e ele pirou no meu beijo. Quando passei a mão no peito dele, senti o metal: dois piercings no mamilo. Como sou viciado em peito, caí de boca. O barulho do metal batendo nos meus dentes enquanto eu chupava com força deixava ele louco, gemendo alto: "Caralho, que delícia!".
A temperatura subiu tanto que não aguentei queria ser mamado , ordenei “Mama!”. Ele obedeceu e foi metendo a mão na minha peça. Quando viu o tamanho do problema, ele caiu de boca com vontade. Eu não tive dó: dei várias estocadas profundas, sentindo o fundo da garganta dele.
Tentamos ir para o banco de trás, mas o movimento de carros estava foda. O risco de ser pego era real. Ele pulou de volta para o volante e fomos caçar um lugar mais parado para ficarmos pelados. Achamos uma árvore de copa larga, um pouco escuro, mais refletia a luz da iluminação pública. Ele voltou a me chupar, e meu pau já estava igual a uma pedra.
"Empina esse rabo agora que eu vou chupar ele. eu disse.
Perguntei se ele tinha Halls. O safado tirou um pacote de Halls Preto do painel. Coloquei na boca e a dormência gelada misturada com o calor do corpo dele foi insana. Abri as bandas daquela bunda com as mãos, expondo o cuzinho fechadinho, e comecei um "beijo grego" intenso, alternando metendo com dois dedos que faziam ele rebolar por puro instinto.
Eu gosto de dominar. Naquele momento, só existia um macho ali; ele era a puta que precisava ser devorada. Ele implorou para que eu cuspisse na sua boca. Segurei o rosto dele com força, apertei as bochechas e ordenei: "Abre". Cuspi, dei um tapa seco na cara dele e perguntei: "Você gosta, né?". Ele só conseguia balbuciar um "Sim... me come, por favor".
Ele insistiu para ir sem capa, mas comigo não tem essa. Encapei o mastro e comecei a socar com vontade. O cara estava sedento.
No auge do tesão, ele teve a ideia mais arriscada: meter fora do carro. Ele abriu a porta, me puxou para fora e empinou o rabo ali mesmo, apoiado no veículo. O medo de uma viatura passar ou alguém ver era enorme, o coração batia na garganta pela exposição, mas não teve jeito. Ver aquela bunda empinada na luz da rua me deu um gás absurdo. Dei estocadas violentas, marcando o território ali mesmo.
Voltamos para dentro do carro, ele começou a bater uma pra mim, Quando avisei que ia descarregar, ele se abaixou e abocanhou tudo. Tomou cada gota da minha porra, deixando meu pau limpo. Mas ele ainda não tinha chegado lá.
E eu sou categórico: passivo meu tem que gozar.
Enquanto ele batia punheta, enfiei dois dedos naquele cuzinho e comecei a "fudê-lo" manualmente, enquanto alternava beijos e chupadas agressivas nos mamilos com piercing. Não demorou muito: ele se contorceu todo e se gozou inteiro. Ficou todo melado, já que não tínhamos nem papel no carro — foi no improviso mesmo.
Nos vestimos às pressas e ele me jogou na rodoviária às 23h25. Quase perdi o ônibus, mas valeu cada segundo. Agora há pouco, recebi uma mensagem: deixei um pacote com três camisinhas no carro dele.
Ele avisou que vai guardar para o nosso próximo encontro. Em 15 dias, ele estará em um Airbnb em São Paulo e já deixou o convite: quer que eu vá visitar ele quer ser devorado novamente.
Se isso acontecer, eu volto aqui para contar a parte dois. Rio Preto rendeu demais, mas agora é hora de voltar para a selva de pedra.
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