O Chá de Pica no Nivus Cinza
Janeiro de 2026. A noite em São Paulo tinha um clima pesado, daqueles que fazem o sangue ferver. Conheci o cara pelo iFood amarelo, mas o que ele entregou foi bem mais cru e intenso do que qualquer pedido.
?Ele era um moreno gostoso, bombadão, com uma raba empinada de quem vive dentro da academia. Eu curto assim tem que ser macho na rua e uma puta na cama. Marcamos às 20h em frente ao Metrô Belém. Ele chegou num Nivus cinza, pontual. Bastou um beijo para eu sentir a urgência; a boca era carnuda, e eu, tomado por um tesão louco, fui logo mordendo aqueles lábios com força.
?Como ele estava com gente em casa, na Vila Formosa, rodamos até a rua do cemitério da Quarta Parada. Ele subiu os vidros escuros e o carro virou nossa zona de guerra. Fomos para o banco de trás. A coisa ficou feia: ele começou a me mamar com uma fome de quem não via um pau há anos. Eu fiquei maluco, mandando fundo, e ele, implorando: "me chupa, eu quero uma chupada sua no meu cu". Eu dei uma chupada naqueles peitos musculosos para deixar ele no limite da insanidade, e lá estava o pau dele, duro como pedra.
?Eu não sou de chupar rola, não curto.
E, modéstia à parte, eu trabalho muito bem com a língua, comecei a línguada aquele rabo e o safado lá de frango assado, gemendo de puro tesão enquanto os carros passavam lá fora, sem nem imaginar o espetáculo que estava acontecendo ali dentro. Um tesão desgraçado.
?"Quero meter", soltei. Ele queria sentar direto, sem proteção, mas não me arrisco. Ele foi na minha e aceitou a camisinha. Comecei a macetar aquele puto, louco de tesão. Aquele rabo precisava ser comido e eu estava fazendo isso com gosto.
Cheguei no ouvido dele, puxando o cabelo, esticando o rabo e provocando: "E aí, tá gostosinho?". Ele, totalmente entregue, só gritava: "Sim, me dá pica, isso caralho, me fode!".
?Metemos sem dó. Quando senti que ia explodir, ele pediu: "Goza na minha cara". Eu tirei a camisinha e despejei tudo no rosto daquele puto. Foi insano.
?O safado nem esperou a gente se arrumar direito, deu a partida e saiu rodando a cidade. Me deixou no metrô e seguiu para o shopping Tatuapé. Ainda rolou um bis depois, no apartamento dele, após o plantão no hospital. Comi muito aquele rabo, mas percebi que o cara começou a se apegar, a querer algo que eu não estou disposto a dar.
?Ficou mandando mensagem no WhatsApp, tentando manter o contato, mas eu só ignorei. Ele gamou tanto no chá de pica que dei que não aceitou o fim. Mas a regra é clara: se apegou, perdeu.
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