Vitória é casada, minha vizinha e faço dela minha escrava.
Meu pau latejava enquanto eu arrastava Vitória, aquela casada gostosa do conjunto habitacional no Recife, pro banheiro apertado. Ela era a dona de casa exemplar, mãe dedicada, sempre com aquele sorriso falso pro corno dela em casa. Mas ali, de calcinha azul enfiada no cu, de quatro no piso frio, ela virava minha puta particular. Eu já tinha mijado em cima dela, molhando a renda da calcinha enquanto ela tremia, gemendo baixinho de vergonha e tesão misturado. O cheiro de xixi quente subia, misturado com o suor dela. "Joel... por favor... meu marido não pode saber", ela sussurrava, mas a buceta dela pingava, traindo cada palavra.
Eu agarrei aqueles quadris macios, puxei a calcinha pro lado e meti a cabeça do meu pau grosso no cu apertado dela. Vitória soltou um grito abafado, o corpo inteiro tensionando. "Ai, caralho! Tá doendo, Joel! Vai devagar, seu filho da puta!" Eu ri, segurando firme na cintura dela, e socei fundo com tudo. O cu quente e apertado engoliu meu pau, mas não sem resistência. Ela se peidou alto, um som molhado e vergonhoso que ecoou no banheiro, enquanto pedaços de merda lambuzavam minha rola. "Olha só essa vadia peidando no pau do macho! Corno nenhum imagina que a mulher dele vira uma porca assim."
Eu metia forte, batendo as bolas no cu dela, o barulho de carne molhada enchendo o ar. Vitória gemia alto, metade dor, metade prazer sujo: "Ahhh... tá fundo demais... meu cu tá rasgando... mas não para, porra!" O cheiro forte de merda e sexo dominava tudo. Eu puxei o pau pra fora devagar, todo cagado, brilhando marrom na cabeça grossa. Ela virou o rosto, nojo puro nos olhos. "Não... tá sujo... eu não vou..."
"Chupa, vagabunda. Limpa esse pau que saiu do seu cu imundo." Eu segurei a cabeça dela pelos cabelos molhados e enfiei. Vitória engasgou no mesmo instante, o gosto forte invadindo a boca. Eu mudei o pau todo na cara dela, lambuzando bochechas, nariz e lábios com a merda dela mesma. "Toma, puta nojenta! Isso é o que você merece, mulher de corno." Ela tossiu, olhos lacrimejando, mas abriu a boca submissa. Eu fodi a garganta dela fundo, segurando a nuca, fazendo o pau entrar até o talo. "Gloooorp... gluuuurk..." Os sons molhados e engasgados eram música. De repente ela vomitou forte, um jorro quente de bile e resto de comida escorrendo pelo queixo, misturado com bosta, caindo no peito e na camiseta preta dela com aquele desenho vermelho.
"Porra, que delícia ver você vomitando no meu pau, escrava!" Eu mostrei a cara dela pra câmera do celular, o rosto todo melado, olhos vermelhos, boca aberta pingando. "Olha só essa puta imunda! Casada exemplar do condomínio, mãe de família, agora uma vadia cheia de merda na cara. Seu corno ia surtar se visse isso." Cuspi na cara dela, o cuspe misturando com a sujeira. "Você é minha escrava, né? Diz alto!"
"Sim... eu sou sua escrava, Joel... me usa como quiser... sou uma puta suja", ela murmurou rouca, voz quebrada, mas os olhos brilhando de submissão total. Eu meti de novo na boca, fodendo mais forte, fazendo ela vomitar outra vez, jatos quentes espirrando enquanto eu segurava a cabeça. O vômito escorria pelos peitos, molhando a camiseta. Depois voltei pro cu dela, socando ainda mais fundo, melando o pau com mais merda fresca. Puxei pra fora e mostrei pra ela: "Olha os pedaços de bosta na cabeça da pica, vadia. Chupa tudo agora."
Vitória tentou resistir, virando o rosto: "Não... tá nojento demais... eu vou vomitar de novo..." Mas eu forcei, enfiando até o fundo da garganta. Ela teve ânsia atrás de ânsia, o corpo convulsionando, mas engolia e chupava como a boa putinha que era. O cheiro era insano, o barulho de engasgo ecoando nas paredes brancas. Eu gozei forte, enchendo a boca dela de porra grossa. Ela vomitou mais uma vez, uma mistura nojenta de esperma, vômito, merda e saliva escorrendo pelo queixo, pingando no chão do banheiro.
Eu segurei o rosto dela, olhando nos olhos: "Boa menina. Amanhã tem mais, sua porra-louca. O corno nem sonha o que a mulher dele faz enquanto ele trabalha."
Se o corno visse isso no site da Selma ou no Telegram VIP, nem sei do que seria capaz.
Tem muito mais aventuras minhas com casadas safadas vindo por aí, novas postagens quase todo dia. Comenta aí embaixo o que você quer ver eu fazer com a próxima vadia casada. Pra achar o autor, é só procurar as histórias quentes que deixam todo mundo louco. Até a próxima, seu safado.
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