Três traições em um só dia, me vinguei do meu marido traidor.
Olá pessoal, meu nome é Aline, tenho 34 anos e venho compartilhar com vcs minhas idas e vindas sexuais.
Bom, sem demora, vamos ao conto...
Me casei com Altair quando tinha 23, sou de família humilde, trabalho desde muito nova, aos 20 anos consegui fazer um curso técnico de administração e me formar e nesse meio tempo conheci o Altair, na época eu estava no auge da minha gostosura, morena clara de cabelos castanhos, um corpinho de ninfeta, tinha tido só dois namorados e apesar de ter transado bastante, ainda tinha certos pudores, coisa da criação rigorosa.
Meu marido sempre foi o típico cafajeste, era conhecido por ser namorador e quando nos conhecemos eu também caí nesse encanto, sei que muitas mulheres tem esse fraco, Altair sempre foi afoito na cama, na verdade não posso reclamar da performance dele, ele sempre me fez gozar bastante mas mesmo assim eu tinha certas restrições, dava o cu pra ele só de vez em quando e ele ficava possesso com isso, por vezes brigávamos e quando ele saía pra beber com os amigos sempre voltava com perfume de mulher na roupa, de início eu ficava brava mas ele me pegava, a força as vezes, me comia e eu gozava na rola dele, esse era o jeito dele me dobrar. Por quase 10 anos eu fui essa dona de casa submissa, aguentando as puladas de cerca dele e servindo ele sexualmente.
Há cerca de 6 meses aconteceu de eu flagrar ele comendo a filha da vizinha na construção ao lado da nossa casa, era início da noite, eu saí pra pôr o lixo pra fora quando percebi a moto dele parada em frente a construção, fui de mansinho e antes de chegar nos fundos, ouvi o “plaf plaf”, me aproximei e vi de longe a garota de costa pra ele com o vestido levantado até a cintura, a bundinha empinada e ele atrás metendo firme na menina, a guria revirava os olhos e gemia baixo pra não dar alarme, vi que mesmo jovem, imagino que tinha cerca de 16 anos, a safada tava a ponto de gozar e realmente não demorou, logo ela se tremeu e ele tapou a boca dela pra não fazer barulho, o Altair continuou metendo até gozar, só quando ele parou e tirou o pau de dentro da menina foi que vi que ele tava metendo no cu da garota, saí de lá rápido e corri pra casa, minutos depois ele chegou dizendo que tava cansado e precisava de um banho, ao pegar a roupa suja dele vi o melado na cueca e senti o cheiro forte de sexo, não sei por que, mas aquilo me deu um tesão além de raiva é claro, lembrei da cena dele comendo a garota e uma confusão pairou na minha cabeça, aquela foi a primeira vez que tinha visto ele com outra e sem querer senti tesão e raiva, queria fazer um barraco, mas a excitação me fez parar.
A partir dali eu refazia a lembrança na minha cabeça, mas pra minha surpresa eu me imaginei no lugar da garota, sendo comida e sentindo prazer, passei a bater siririca vendo pornografia e sempre gozava me imaginando no lugar daquelas mulheres, porém isso tudo era só no meu particular, realmente eu não pensava em ficar de fato com outro homem, ainda tinha esse pudor, porém tudo mudou quando resolvi trabalhar.
Eu comecei a trabalhar de recepcionista em uma academia, o salário era pouco mas eu podia malhar de graça, acabei gostando do serviço e mesmo o Altair não concordando eu fui, e aí começaram as tentações, eram homens e mulheres bonitas, corpos malhados e muita azaração, via de relance os casos entre homens e mulheres casadas, os personal trainers eram os maiores comedores, eu recebia muitas cantadas e convites pra sair mas me mantinha quieta, a maior tentação, porém, era meu próprio chefe, Marcos. Ele era personal também, dava aulas e administrava, logo ele começou a dar em cima de mim, elogiava meu corpo que estava ficando em forma e eu gostava dos elogios e sempre sorria e agradecia, mesmo ele sendo casado eu sentia uma atração por ele, ele era alto, forte, tinha ombros largos, o cabelo e a barba sempre bem feitos e pra piorar ele também comia várias alunas, lá estava eu afim de outro cafajeste, esse porém era bonito e bem mais gostoso que meu marido. Entretanto eu mantinha a compostura e respeitava meu casamento, pelo menos até o dia que peguei o celular do Altair e descobri as coisas que ele fazia.
O celular tinha fotos contatos, conversas, eram várias mulheres, a maioria bem novinha, nesse dia brigamos como nunca antes e eu fui trabalhar com raiva e indignada, o pior é que mesmo com raiva eu sentia tesão naquela situação, tanto que nesse dia eu olhava os homens malhando e sentia minha calcinha molhar, tive que ir ao banheiro colocar um absorvente pra não ficar com a calcinha toda melada e foi nesse momento que ao receber uma cantada de um aluno minha buceta contraiu e senti um calor que começou entre minhas pernas e subiu até meus seios, tive que me controlar pra não demonstrar minha excitação e acabei indo ao banheiro me masturbar, aquilo acabou virando uma rotina, sempre nos intervalos eu dava um pulo no banheiro e tocava uma rapidinha, problema que chegou ao ponto de eu não mais controlar o tesão, bastava olhar um cara bonito que me acendia toda e numa academia isso era constante, mantive essa rotina de me masturbar por algum tempo, em casa era a mesma coisa, meu marido comia as vagabundas da rua e me comia a noite, mesmo eu gozando mais fácil ainda sentia repulsa por ele, tudo parecia normal, pelo menos era o que eu achava.
Lembro bem, era uma segunda, eu tinha transado bastante com Altair na noite anterior, mas acordei com tesão, fui trabalhar e como sempre no intervalo fui tocar uma, era por volta das 8h da manhã, quase não havia ninguém então me tranquei no box do banheiro e comecei, abri o celular num site pornô e comecei a esfregar, quando estava quase gozando soltei um gemido involuntário e pra minha surpresa ouvi a voz do meu chefe, Marcos...
- Aline, vc tá bem?
- tô sim, seu Marcos! Falei com a voz tremula.
Ele respondeu algo que não entendi e no meio do meu orgasmo gemi de novo, dessa vez coloquei a mão na boca pra tapar qualquer gemido, me recompus rápido pois o seu Marcos continuava me chamando do lado de fora, tomei um susto quando abri a porta e dei de cara com ele dentro do banheiro feminino...
- seu Marcos? O sr. Tá aqui?
- fiquei preocupado de vc tá passando mal!
- eu tô bem! Falei toda descabelada!
- eu acho que vc tá precisando relaxar! Disse ele já me olhando com aquela cara de safado!
- eu vou ficar bem!
- é claro que vai! Disse ele caminhando na minha direção e me encostando na parede...
- o que o sr. Tá fazendo?
- eu sei o que vc tava fazendo aí, vou te ajudar nisso!
- Que isso, seu Marcos, sou casada!
- eu sei, sei como cuidar das casadas!
Bruscamente ele me virou de costas, puxou meu cabelo pela nuca e agarrou minha bunda com a mão cheia, ele levou a mão nas minhas pernas e apalpou minhas coxas, nossa que mãos, fechei os olhos e respirei fundo, as mãos dele apertavam minhas pernas, eu me reclinei pra frente pra ele apalpar minha bunda e quando as mãos dele apertaram cintura eu soltei um gemido...
- encosta aí!
Ele abaixou atrás de mim e passou a massagear minhas pernas até chegar em cima da minha bunda, logo o safado percebeu que eu tava esfregando as pernas uma na outra, não consegui disfarçar a excitação, aos poucos as mãos dele foram abaixando minha calça legging, senti minha calcinha descer junto com a calça, só então tive a primeira reação...
- o que o sr tá fazendo? disse com voz manhosa.
- cuidando de vc!
Quando minha bunda ficou a mostra senti a boca quente dele beijar minha bunda, me empinei e ele continuou...
- isso é bom!
- sei que vc precisa!
Enquanto beijava e lambia minha bunda ele baixou minha calça e calcinha até o meio da coxa, esbocei um susto mas a língua dele abriu caminho no meu rego e tocou meu cuzinho, quase gozei sentindo aquela língua áspera pincelar meu ânus, ele abriu minhas nádegas e me deu a melhor chupada de cu que eu tinha tido na vida, fiquei louca pra ele me comer o cu, depois de besuntar meu anel ele finalmente levantou e encostou o pau em mim, ele colocou o pau no meu rego e começou a esfregar, me torturando com tanto tesão, nisso ele me abraçou apertando meus seios e foi no meu ouvido...
- quer levar nesse cuzinho?
- não posso fazer isso, seu Marcos, sou casada!
Ele então começou a beijar meu pescoço, me arrepiei toda e como por hipnose arrebitei minha bunda procurando a rola dele...
- vc tá toda eriçada, sei que vc quer que eu coma essa bundinha!
- pára, por favor, não posso fazer isso!
- vc pode ir a hora que quiser! disse ele apertando o bico do meu peito.
Nesse momento minha buceta enxarcou, meu chefe levou a outra mão na minha buceta e os dedos deslizaram fácil nos meus lábios vaginais, não conseguia controlar meu tesão, não queria trair e ser que nem meu marido, mas sentir aquela rola no meu rego, a mão apertando meu seio e os dedos esfregando meu clitóris me fez esquecer todos os pudores. Levei a mão pra trás até alcançar o pau do meu chefe, senti a cabeça redonda preencher minha mão, segurei na base e apontei na entradinha do meu cu...
- vai minha safada, coloca nesse cuzinho!
Encaixei na minha buceta e empurrei a bunda pra trás fazendo o pau me penetrar....
- aaaarrrrr! gemi baixinho.
Dei algumas empurradas naquela rola, só o bastante pra melar com o líquido de buceta que escorria de mim, tornei a ajeitar a cabeça no meu cu e dessa vez a primeira empurrada que meu chefe deu fez a cabeça deslizar abrindo caminho dentro de mim, senti a dor subir pela minha costa e me encolhi na parede, o pau do marcos era maior que o do meu marido, e eu não estava muito acostumada a dar o cu, Marcos puxou o pau mas antes de sair eu segurei pela perna dele....
- não, não tira, não tira! falei sacudindo a cabeça em sinal negativo.
- tá machucando vc, vamo devagar!
Nessa hora me veio a mente a filha da vizinha sofrendo na pica do meu marido, o safado do Altair judiava do cu da vadia e meu chefe parecia estar com pena de mim, com medo de me machucar.
Mais uma vez ele entrou, senti meu cu arder com a rola alargando meu anel, me estiquei na parede de novo e implorei pra ele me comer...
- continua, por favor, me come, anda!
Marcos me agarrou pela cintura e iniciou o vai e vem devagar, passei a empurrar minha bunda engolindo o pau até o talo e mesmo eu tomando essa iniciativa, Marcos continuava exitante...
- me come que nem meu marido come as vadias da rua, mete no meu cu com força!
Ele ajeitou a chapeleta no meu cu e forçou, entrou a cabeça e eu cerrei os dentes, meu gemido foi espontâneo...
- humm.. ahhh.... hummm....
- isso, gostosa, deixa esse cuzinho engolir tudinho!
- vai, coloca tudinho em mim!
Nisso ele me inclinou empurrando minha costa e arrebitando minha bunda e enfiou até o talo, fiquei na ponta dos pés sendo enrabada por ele, mal conseguia acreditar no que tava acontecendo, a imagem da guria dando pro meu marido me veio a mente, o tesão aflorou e foi só eu encostar na minha buceta que o orgasmo veio forte, tapei a boca com a mão e deixei vir...
- hummmm....hummmm....hummmmm....
Gozei profundamente com o pau do meu chefe no meu cu, senti tantas contrações que parecia que meu cu ía cortar a rola dele...
- caralho, vadia, esse cu tá mordendo meu pau!
Com alguns golpes mais fortes ele gozou, senti meu cu encher com a porra dele, foi a primeira vez que sentia aquilo, quando ele tirou o pau de mim senti o semem dele escorrer, meu marido não tinha tanta porra assim, achei aquilo tudo muito erótico e pela primeira vez em tempos me senti realmente satisfeita após o sexo.
Saí aquele banheiro com uma sensação de culpa e satisfação ao mesmo tempo, estava confusa e passei o dia pensando no que tinha feito, porém ao passo que refazia na cabeça meu tesão voltava, eu tinha perdido completamente o controle e parecia que a qualquer momento eu daria de novo pro meu chefe sem pestanejar.
Após o almoço eu novamente me tranquei no banheiro e toquei mais uma, porém a sensação não era mais a mesma, minha cabeça queria mais, foi quando avistei o zelador, um coroa chamado Edvaldo, ele estava limpando o banheiro masculino e o carrinho de limpeza estava na porta, me aproximei e chamei por ele...
- seu Edvaldo? O sr tá aí?
Nisso ele apareceu...
- oi dona Aline, precisa de alguma coisa? Perguntou ele todo solícito.
Nessa hora eu realmente não sabia o que fazer ou falar, sentia minha buceta piscar e olhei pra ele com cara de confusa...
- a sra tá bem?
- tô sim, mas eu preciso falar com o sr!
- deixa só eu acabar aqui e vou lá na recepção!
- não, pode ser aqui mesmo! Falei e fui entrando no banheiro masculino...
- o que a sra tá fazendo?
Não falei nada, apenas puxei ele pelo braço e puxei o carrinho bloqueando a entrada...
- preciso que o sr faça algo por mim!
- é só dizer!
Comecei a desabotoar a calça jeans dele, arreei a calça e a cueca soltando o pau meio mole, me virei de costas me apoiando na pia e abaixei minha calça e minha calcinha...
- preciso que o sr me coma, vem!
- dona Aline, tem certeza?
- sei que vc olha minha bunda toda hora, é sua chance!
Ele veio, me inclinou na pia e foi colocando na minha buceta...
- arhhh! – Suspirei. – isso, assim, mete!
Ele começou a bombar, apertando e abrindo minha bunda, o pau dele não era tão grande quanto o do Marcos, mas ele metia mais rápido...
- que delícia de bunda, dona Aline!
- gosta da minha bunda né safado?!
- é maravilhosa!
- pode comer se vc quiser!
Meu cu e meu rego ainda estavam melados da foda anterior e o pau dele entrou fácil, senti menos dor e agora parecia mais gostoso, o pau dele entrava e saia de mim num ritmo rápido...
- isso, come esse cu, assim, mete rápido, que tá gostoso!
Edvaldo acelerou e agarrou meus seios, levei a mão na boceta e comecei a me dedilhar, logo senti o orgasmo vindo...
- isso, assim, continua que eu vou gozar, continua, continuaaaaaaaa....!!!!
Gozei no pau dele que continuou metendo até gozar dentro de mim. Quando acabou eu me levantei, olhei pro pau melado dele me vesti, ele me olhou confuso e perguntou...
- por que isso, dona Aline?
- eu tava precisando!
- bom, sempre que precisar eu tô a disposição!
- se vc for discreto podemos fazer sempre! Falei com tom sério!
- pode ficar tranquila!
Voltei pra recepção após me limpar e sentei, estava calma apesar dos pensamentos de culpa, olhava pro celular e lembrava das escapadas do Altair, lembrava dele comendo outra, logo um sentimento acalmou minha cabeça “agora vc não pode reclamar do seu marido!” ouvi minha própria voz dizer isso, pra minha surpresa eu entendia o que era transar por prazer e como tinha tido dois orgasmos com dois homens diferentes antes das 14h, a culpa deu lugar ao tesão e qualquer arrependimento sumia ao lembrar das traições do meu marido, trabalhei normalmente por algumas horas, parecia que aquele fogo todo tinha abrandado, foi só por volta das 16h, horário que o movimento dá uma aliviada, que o Edvaldo passou por mim e acenou, logo em seguida o Marcos me cumprimentou e saiu, a academia parecia vazia, a outra recepcionista tava no intervalo dela e eu sozinha encostei a mão na buceta por cima da calça e senti ela entumecer, fiquei alí fazendo carinho nela, discretamente, com medo de alguém chegar e me surpreender, foi quando vi uns rapazes se aproximarem, eram alunos, eles entraram e um deles veio até mim, queria pagar a mensalidade, peguei o cartão dele e me virei pra pegar a máquina, ao virar notei ele olhar pra minha bunda, olhei de volta por cima do ombro e dei um sorrisinho cínico...
- crédito ou débito?
- depende, tem desconto a vista? Disse ele sorrindo.
- não, mas se for no débito posso te dar um brinde! Aquilo saiu tão rápido quanto safado.
Ele me olhou e sorriu...
- dependendo do brinde eu quero! Disse o rapaz.
Imprimi a via dele e antes de devolver o cartão olhei o nome dele...
- obrigado...seu Lucas! Falei olhando o cartão.
- e o meu brinde!
- vc quer agora?
- Não sei o que é! disse ele.
- depois que a outra recepcionista voltar do intervalo vc vem aqui que eu te dou! Falei com uma cara de safada que até me surpreendi.
Pronto, o tesão tinha voltado, o Lucas era um rapaz de 20 e poucos anos, moreno esguio, logo a outra moça voltou e eu falei que precisava ir ao banheiro, fui na direção do Lucas e fiz sinal pra ele, apontando pro banheiro, quando ele veio entramos no banheiro dos funcionários, ele já foi me agarrando e me beijando agarrou na minha bunda e foi me apalpando toda, quando dei por mim estava com a calça abaixada, blusa levantada e com a mão no pau dele punhetando, era uma senhora caceta, alí vi que o que falam sobre negros era verdade, ele me empurrou pra baixo e enfiou o pau na minha boca, mal consegui abocanhar a cabeça, aquela rola era do tamanho do meu antebraço, chupei por um tempo e até que ele me puxou e me colocou sentada na pia, levantou minhas pernas arreganhando minha buceta, quando ele encostou o pau na entrada eu me preparei pra ser empalada, a cabeça entrou alargando meus lábios, senti aquela tora me preencher, ele foi fazendo pequenos movimentos de vai e vem e a cada centímetro que entrava eu me contorcia...
- vai devagar, senão vc vai me rasgar!
- vc vai adorar o pau do negão aqui!
Ele enfiou o que coube e senti a cabeça bater bem no fundo, doeu abeça quando ele começou a bombar, ne acreditava que aquilo podia entrar em mim, minha buceta ardia por fora e doía quando ele socava, mas incrivelmente aquilo me dava tesão, comecei a lagrimar...
- isso cachorra, chora o pau!
Ele colocou minhas pernas no ombro dele e passou me comer com força, eu só gemia com a mão na boca e chorava, foi quando ele me ergueu segurando pela minha bunda e fiquei totalmente a mercê dele, agarrei no pescoço dele e quase desmaiei quando senti os orgasmos vindo, um atras do outro, parecia que aquela pica não tinha fim, depois de alguns minutos eu já tinha perdido a conta de quantas vezes eu tinha gozado, foi quando ele meteu fundo e parou, despejando o gozo dentro de mim, senti a jeba grossa pulsar na minha buceta e quando ele tirou me colocando no chão eu quase caí com as pernas fracas, ele me beijou segurando pelo cabelo...
- gostou né safadinha?!
Fiz que sim com a cabeça e sorri...
- vc quase me mata!
- mês que vem quero outro brinde!
- pode deixar! Respondi.
Nisso ele se vestiu e antes de sair ele deu uma pegada na minha bunda...
- quero ver se vc aguenta aqui!
Voltei pra recepção e continuei o dia, faltava pouco pro horário do meu expediente, sentei com a buceta e o cu doído, aquele tinha sido o dia mais louco da minha vida até então.
No caminho pra casa eu me peguei pensando em tudo que tinha feito, me senti um verdadeira puta, mas tava com a mente aliviada, ao chegar em casa tomei um banho, me perfumei e fiquei deitada, quando o Altair chegou ele meio que estranhou, mas não falou nada, naquela noite ele não me procurou, talvez já tivesse transado, mas eu não me importava mais.
A partir daquele dia eu transava c em qualquer oportunidade que aparecia, virei merendinha do meu chefe e ganhei um aumento, transava com o zelador por diversão e sempre que aparecia um aluno gostoso que me atraia eu dava um jeito de provocar e descolar uma transa. Minha vida mudou e deixei de ser a esposinha submissa, me cuido mais, estou em forma e parei de me culpar pelo meu relacionamento ruim.
Bom gente, espero que tenha se divertido, sei que podem me julgar mas, fazer o que?! Me sinto mais feliz agora.
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Comentários (9)
Tuga tarado: Tua vida mudou para melhor e seres essa puta é algo que não queres mais deixar de ser ;) mulher casada ou solteira quer-se muito puta.
Responder↴ • uid:b9408ou4fykFernandinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado T Maluzinharsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zkDiogo: 1..1 uma mãe e maravilhosa
Responder↴ • uid:jumvph78zpdDiogo: 9 que delicia de conto
Responder↴ • uid:jumvph78zpdDiogo: 5...0 adoro uma mãe safada ou mãe e filha safada
Responder↴ • uid:jumvph78zpdDiogo: 4 e não zero mais uma mãe ficou doido
• uid:jumvph78zpdDiogo: 4...8 adoro uma evangélica
Responder↴ • uid:jumvph78zpdDiogo: 5...0 gosto de contos de incesto mais esse está bom
Responder↴ • uid:jumvph78zpdDiogo: 5...0 nossa contos assim da uma tesao
Responder↴ • uid:jumvph78zpd