#Bissexual #Corno #Grupal #Voyeur

Nossa primeira troca de casais

2.7k palavras | 0 | 0.00 | 👁️
Miguel

A nossa primeira troca foi com casal bissexual, muito sexo rolou, no entanto o que mais tesão me deu, foi ver a minha esposa levar forte de outro homem!

Exactamente como no prefácio falo...fortes sensações e excitação senti ao ver a minha esposa a ser trespassada por um grosso e enorme petardo. Foi assim a nossa primeira troca de casais.

Toda esta estória teve início nos escritórios da empresa onde a minha esposa trabalha. Há uns meses uma linda e simpática menina, foi trabalhar para junto da minha esposa e logo desde o início a empatia de uma pela outra foi crescendo a passos largos. Logo começa uma relação de verdadeira amizade pura e de muitas cumplicidades.
Essa amizade não tardou a tranformar-se numa relação de verdadeira paixão e sempre em ascensão.
No dia em que a Rita beija a minha esposa pela primeira vez, ela chega a casa muito feliz e comigo tudo desabafa. Era a sua primeira vez com uma pessoa do mesmo sexo, a Ana estava deslumbrante.

A nossa relação tem sensivelmente oito anos e estamos casados há cinco.
Sempre fomos muito amigos, muito sinceros um com o outro e tudo é falado entre nós.
Nos últimos tempos a nossa relação mostrava-se um pouco mais arrefecida. As responsabilidades, o cansaço do dia a dia, e a rotina estavam tornando a nossa relação mais insípida a cada dia que passava.
Na cama a posição e o ritual, passaram a ser sempre a repetição das já esporádicas relações sexuais anteriores.
Dois jovens, que já mais pareciam dois idosos.
Por vezes dialogavamos acerca daquilo que se estava passando connosco, mas solução não era visualizada.

O aparecer da Rita na vida da Ana, foi como uma lufada de ar fresco na nossa vida, principalmente na dela, pois muito mais alegre e motivada para a vida ela demonstrava estar e essa alegria dela, também me infectava.

Nunca fomos casal ciumento, sempre nos aceitámos como somos, a vida é para ser aproveitada ao máximo, sem paranóicas, preconceitos ou tabus por vezes impostos pela sociedade. Somos completamente liberais um para com o outro e entre nós traição é impossível de acontecer.

A Rita também tem o seu marido e da mesma forma que nós, são um casal feliz.

Por vezes e mais ao fim de semana, a Ana ia passar a tarde com a sua amiga, lá jantava e acabou por conhecer o António ( Marido da Rita) num dia em que as duas se beijavam à porta da cozinha, ele apareceu inesperadamente. Ele dirigiu-se à esposa para a cumprimentar e a Rita o pucha para elas e de imediato se beijam a três, até que a Rita se afastou um pouco, deixando o marido e a Ana a beijarem-se prazerosamente. Um momento se segue e como ele entrou, teve que sair de imediato.

A Ana logo comentou o sucedido com a sua amiga Rita, que lhe respondeu; notaste algo de reprovativo no António por nos estarmos a beijar, decerto não, porque haveria eu de reprovar!? E se fosse ao contrário, eu a beijar o teu Miguel na tua presença, qual seria a tua reacção
A Ana pensou um segundo e respondeu; se fosse contigo, até que adorava, ou seja, tal como eu, ele tem toda a liberdade para beijar quem muito bem entender, até que nós conversamos logo tudo sobre o que possa ter acontecido.
Então me entendes certo, comenta a Rita e continua.

Sabes Ana, já me tens falado que a vossa relação anda ou andava um pouco apagada, é que connosco se estava passando exactamente o mesmo até que começámos a conhecer outros casais e a nossa relação deu uma volta de 180° e foi assim que salvamos o nosso casamento. Hoje somos o casal mais feliz à face da terra. Fala com o teu Miguel e se ele quiser, podem sempre contar connosco.

Sabes Rita, disse a Ana, adorei beijar o teu António, fiquei molhada e então quando senti o seu pénis erecto contra a minha virilha, toda eu tremi e logo fiquei sem forças nas pernas. Agora vejo que estou mesmo carente por outro homem que me preencha e o Miguel também ficou doido quando lhe mostrei a tua foto. Seria lindo nós quatro, vou ter uma conversa muito séria com ele logo chegue a casa e parece que está mais que na hora de ir.
Ainda antes de eu sair, a Rita confessou; eu também gostaria imenso de comer o teu Miguel, de o sentir bem quentinho dentro de mim! Deram um abraço e até amanhã querida!

A Ana entrou toda sorridente, abraça-me e beija loucamente e começou logo a falar do sucedido.
Primeiro falou-me que tinha beijado o António e de quanto tinha adorado com todos os pormenores e logo lhe perguntei se ela gostaria de ter sexo com esse homem que a bejara e a Ana logo me responde com um sim bem aberto, mas que de certa forma, mexeu comigo.
Logo recupero e pergunto; o que é que a tua amiga pensa disso, e ela; ela também quer contigo, nós quatro juntos, foi o que falámos e o António também é bissexual, acho que seria algo divinal, pois eu também gostaria de te ver com outro homem, assume ela!
Não te parece que seja areia demais para a minha camioneta?
Não me parece, eu sei o valor do homem que tenho, e assim me quebra as pernas.
E para quando?
É caso para eu combinar com a Rita, mas em principio para o próximo fim de semana.
Certo, acredito que vá ser divertido, mas eu ver outro homem contigo, não sei como me irei sentir, quais os sentimentos que irei viver, mas não há de ser nada com o qual não saberei lidar, mas a conversa já me está excitando, que tal nós... (irmos treinando) sério amor, vamos já.

Fizemos sexo como há muito não me recordo, até parece que só a ideia já está a fazer efeito.

A semana vai passando muito devagar, quanto mais penso no assunto, mais desejo o momento.
A ideia de ver a Ana a ser penetrada por outro, a gemer feita uma louca, a ser beijada, tocada e a pingar o leite de outro, faz-me vibrar de ciúme ou paixão, mas o carinho que por ela hoje sinto, não tem comparação, mulher da minha vida!

Após a Ana ter falado com a sua amiga no início da semana, na terça feira a Rita tansmite à Ana que já tinha falado com o seu marido e que acharam por bem na quarta ou quinta feira, nos encontrarmos afim de nos irmos conhecendo e decerto dar início a uma especial amizade, para no dia do encontro, estarmos todos mais à vontade. Em nossa casa ou na deles, deixavam ao nosso critério.
A Ana não se fez esperar e logo liga à sua paixão, convidando-os a virem jantar a nossa casa no dia seguite a uma hora combinada.

Dito e feito! No dia seguinte nos conhecemos, A Rita uma bela mulher bem elegante morena e umas maminhas meio visiveis, que me apeteceu logo tocar, o António um belo rapagão, tal como a minha querida e linda Ana merece saborear. A Ana também é uma mulher muito esbelta, de olhos azuis acinzentados, cabelo claro, que faz qualquer homem babar-se, ao dela se aproximar.
Antes de mais algo continuar, o António sugeriu eu começar por beijar a Rita, para logo o gelo quebrar e no
final todos nos beijámos docemente.
Foi a primeira vez que eu vi outro homem beijar o meu amor e isso me deu alguma tesão!

Bebemos uns copitos, todos ficámos alegres e nos fomos beijando.
A Ana e a Rita também adorei ver e elas insistem para que nós homens, também o façamos e de rogados não nos fizemos!
As doidonas despem o peito uma da outra, para nós homens vermos a sorte que temos, beijam-se novamente com aqueles peitinhos se tocando, nós nos intrometemos e quatro bocas foram-se molhando.
Só as mulheres conseguiram por termo à festa, porque por nós homens, pelo sábado já não esperávamos!

Ansiámos para que o sábado viesse rápido, dias e horas contávamos até que o momento chegasse!
A meio da tarde desse dia tão desejado, batemos à porta da casa do pecado.
Logo a Rita sorridente vem, convida-nos a entrar e não nos fazendo rogados ,beijinhos demos até o António chegar.
Sentámos algum tempo lado a lado e a conversar, enquanto um fresquinho vinho fomos tomando.
O António e a Ana com os olhos se comiam e eu a Rita desejava, mas calma, ainda tinhamos que pôr o carvão a arder e o António chama-me para o telheiro ajudar.
Enquanto as brasas se iam fazendo, em muitos assuntos falámos, até que o António me começa a excitar, com conversas do que se avizinha.

Miguel, estás preparado para veres a tua mulher comigo foder? Eu sei que é a vossa primeira vez que fazem troca com outro casal, achas que irás lidar bem com a situação quando vires em meu caralho ela mamar e sua boca talvez esporrar? Ou quando vires nela eu todo o meu caralho enterrar? É que até aqui foi fantasia, mas daqui a pouco vai ser muito real!
Todo eu estremeci, é que da forma que ele fala, é aquilo que vou sentir!
Sim António, tenho pensado muito nisso, eu sei que ela muito te deseja e quero ver-te a dares-lhe muito prazer e só com essa conversa, estás-me enchendo de tesão!
Eu desejo ouvi-la em tuas mãos gemer ou gritar e vocês também não são umas pessoas quaiquer.
A Ana vos escolheu e só tenho que a louvar.
E tu António, desejas ver-me com a tua esposa, eu não a quero apenas foder, eu pretendo dar-lhe muito prazer.
Sim, claro que quero Miguel, já a entreguei a homens que a mereciam mil vezes menos que tu.
Ok, por mim vamos mesmo levar isto avante, acho que irá ser uma linda experiência também.

Entretanto os grelados ficaram prontos e as meninas chamámos para a mesa.
Lá de dentro, duas divinas aparições surgem à porta!
Pernas lindas e bem torneadas, decotes generosos e maminhas que parecem ser gelatinas vibrantes.
Transparências audazes e sorrisos cativantes, que nos deixam gaguejantes.

Muito orgulho sinto por tal beleza ter e ao meu amigo a poder oferecer!
Em sua mão vou pegar e ao António a vou entregar!
A Rita em minha mão se vem entregar e, sou tua e obrigado pela Ana, que me tens permitido ter!
Beijo sua mão e retribuo, obrigado pela felicidade que a minha Ana agora tem e meu lado a vou sentar.
Fizemos uma saúde a todos nós e alguma coisa petiscámos.

O ambiente era sedutor, os olhares para as maminhas que se agitavam sem pudor, a mão da minha esposa que cai da mesa à procura de alguma coisa, o suspiro do António e a minha mão deslizando entre pernas de seda que não paravam de se agitar e logo cai o guardanapo da minha esposa, que se apressa em logo o pegar. Geme o António, sabe-se lá porquê, enquanto eu beijo sua linda esposa mais doce que a sobremesa!
Logo a Ana encontra o seu guardanapo, volta a sentar-se e sua boca vai secando.

O espaço vai-se tornando apertado e vamos todos sentar-nos noutro lado.
O António vai ao bar e nos serve um digestivo, licor prás ninfas e whisky prós meninos.
Não era apenas por ser verão, nem tampouco pelo álcool, eram fornos queimando que não queriam apagar.

Como suplicando, aos pés da Rita vou ajoelhar, suas pernas atrapalham, as afasto pro lado.
Alguma magia mais devo fazer pra conseguir meu intento e todos os deuses vão ajudar, a Rita também participa e é a primeira a se manifestar. Tão doce é aquilo que provo e a cada avanço mais sinto molhar.
Oh Rita doce e maravilhosa que agora toda se abre gemendo sem parar, move as pernas pra meus ombros, pra toda bem a chupar.
A minha louca Ana, vendo a sua paixão gritar, sobe a ela beijando-a para a Rita calar.
Na boca as duas já endoidecem, o António também está a rezar.
Deito água por tudo que é lado, ergo meu corpo como o António e damos a ambos a provar.

Elas loucas de fominha, algo também querem provar, descem nossas roupas e logo estão a mamar.
Gemo eu geme o António e para consolo, já nos estamos a beijar. A Ana tem inveja que eu roube seu homem, vem acima e eu troco com ela, pra também no António eu mamar. E ou a Rita pára, ou em sua boca vou estoirar, pára pára Rita pára.
Ufa, foi quase, só que isto ainda vai ter que durar.

Primeiro raund, por agora é melhor um pouco acalmar, vamos encostar agora na cama e um pouco descansar.

Logo o coração acerta o passo, elas recomeçam a mamar, mas só até ao ponto de as penetrar.
Fico olhando para a Ana, abrindo-se pro António de olhos muito arregalados é que aquilo é grosso pra caracas e ela tem medo,que aquela coisa doa muito até entrar.
Mal ele a encosta ela já tá a gritar. Eu e A Rita muito queremos ajudar, ela de um lado lhe abre bem uma perna e eu do outro imito como a Rita faz.
Também beijamos a Ana e em sua face acariciamos e ela nos olha com pavor. Eu sinto uma enorme tesão ao ver aquilo a entrar pela minha querida adentro, até que todo ele dentro dela desaparece.
Realmente aquilo é grosso, mas ela é que também não está a tal coisa habituada.
Ele se move devagar, e a Ana me provoca com seu olhar desafiante, que me dá uma tesão desalmada.
Dou a volta e cheio de tesão, digo à Rita que é a nossa vez, passo-lhe um pouco com a lingua, e lha enterro nas calmas.
Agora geme a Ana, geme o António eu e a Rita também.
Com a tesão que eu estou, vou ter que me controlar muito bem e logo tiro um pouco para não me vir, pois a Rita tem que ter o seu orgamo também e com a boca a como, para ela manter a sua tesão.
A Rita diz-me para eu não parar mais e logo tem um louco orgasmo na minha boca e como retribuição, mama em mim por segundos, até em sua boca eu me vir também. Beijo ela tresloucado e também fico todo lambuzado.

O António estucadas mais fortes dá e junto com minha esposa, muito se esporram também!

Todos estoirados bem estamos e pediram-nos para lá ficarmos, pois outro quarto tinham e muito a Rita queria dormir uma vez com a Ana, ficando eu com o António.
Uma coisa é certa, eu gostaria de experimentar aquele naco de puro nervo, o que acabou por acontecer pela manhã.

Gemi, gritei, mas muito o adorei!

Até à próxima!

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos