Escravo Familiar: Capítulo 41 (Escuridão total, sem luz e estrelas)
Estava deitado na minha cama, quase adormecendo, quando escutei os passos de papai no corredor de casa.
Esperei um pouco para ver se ele vinha até meu quarto.
TOC TOC!!!
Ele bateu na porta do meu quarto e abriu a porta.
— Filho, está acordado?
— Estou, papai!
Ele entrou e encostou a porta.
— Está tudo bem, querido? Nem conversamos quando você retornou da viagem com seus primos.
— Está sim, papai! Porém estou exausto.
— Entendo. Gostou do que viu? Ele perguntou, sorrindo de orelha a orelha.
— Com certeza, meu senhor pai!
— Fico feliz que tenha gostado. Papai passou aqui, querido, para te passar seus próximos afazeres. Você se lembra do Kiko?
— Claro, papai, o que tem ele?
— Bom, durante o período em que você estava fora, ele ligou e solicitou você emprestado novamente. Não era bem o que eu queria, mas ele acabou me convencendo.
Papai fez uma pausa dramática, e fiquei olhando ansioso, esperando o MAS; sempre tem um MAS.
— Bom, meu filho, amanhã vou te levar para a casa dele. Ele vai dar uma festinha para os familiares dele e me implorou para te liberar. O que você acha de fazer uma suruba com um bando de negões?
"Aí, meu cu! " Pensei: 'Vou ficar arrombado. Tomara que aquele efeito da cirurgia dure para o resto da vida, porque, senão, vou perder meus machos.
Papai olhava-me ansioso, e então eu respondi.
— Ué, mas desde quando eu tenho que aceitar algo? Normalmente você só convoca e pronto.
— Ah, filho, para com isso. Já te falei que daria mais autonomia para você. Anda, topa ou não?
— Tá, meu senhor, a que horas você me quer pronto?
— Às 10:00, eles irão fazer um churrasco no almoço, e logo em seguida, querem te foder.
— Tá ok, papai! O senhor quer dormir comigo ou prefere dormir sozinho?
— Melhor você dormir sozinho. Por mais que eu tenha fodido bastante com sua mãe hoje, se você vier dormir comigo, eu te estouro todo, então é melhor não para você se recuperar para amanhã.
— Tá ok! Boa noite, papai, te amo!
— Boa noite, meu bebê, também te amo.
Papai saiu do meu quarto e fechou a porta atrás de si.
Voltei a deitar na cama e me cobrir. Quando meu corpo se aqueceu, caí em sono profundo.
Na manhã seguinte, acordei às 8:00, levantei e fui me preparar para meu dia.
Era por volta das 9:40, quando já estava arrumado, de banho tomado e cheiroso. Estava ansioso; seria minha primeira suruba somente com negros, e, pela minha experiência com eles, normalmente são dotados e brutos, então era bom meu corpo estar em condições de aguentar.
Terminei de me arrumar, colocando minha coleira; com toda certeza do mundo, eu ia precisar dela hoje.
Passei um perfume e fui atrás de papai. Subi as escadas para o andar de cima e fui para seu quarto.
— Papai, estou pronto! Bom dia!
Papai estava se trocando, mas me respondeu.
— Bom dia, meu bebê. Está bem, papai só vai terminar de colocar a roupa e vamos embora.
Saí do seu quarto e fui aguardar na cozinha. Papai desceu uns dez minutos depois com uma guia nas mãos.
— O que é isso, papai? Perguntei, apontando o dedo para a guia nas suas mãos.
Papai deu um sorriso e balançou sutilmente a guia nas mãos. Em seguida, aproximou-se de mim e a prendeu na minha coleira, junto a um anel que conectou a guia à coleira.
A guia, assim como a minha coleira, era feita de ouro branco cravejada por ametista.
— Essa é a guia que seu padrinho mandou fazer recentemente. Ele disse que havia esquecido de pedir junto da coleira, e só conseguiu mandar ontem, enquanto você estava com seus primos.
— Legal, então agora vou ser arrastado pelos machos da família.
— Sim, meu bebê, porém não serão todos que terão permissão de guiá-la; somente os que eu permitir terão acesso a ela. Ela vibra também, olha!
Papai apertou um mini botão que fica no fim da guia onde ele segurava, e senti uma vibração gostosa e excitante percorrer até meu corpo.
Comecei a ficar mais excitado e passei a bolinar papai com as mãos, passando-as no seu pau por cima da sua calça jeans.
— Aí, safadinho, para com isso! Ele disse, desligando a guia.
Depois, me puxou por ela rumo às escadas de casa. Descemos e ele me colocou sentado dentro do carro, no banco do passageiro.
Abriu a garagem e veio para meu lado no banco do motorista. Sentou, ligou o carro e retirou-o da garagem.
Em seguida, saiu de dentro do carro e fechou o portão da garagem. Voltou para o carro e deu partida.
Um tempo depois, papai estacionou na frente da casa do Kiko; o som estava alto e tocava um pagode. Da rua dava para vê-los na laje da casa dançando, comendo e conversando.
Saímos do carro com papai me conduzindo pela guia; logo tocamos a campainha.
DING DONG!
Um cachorro latiu, e o Kiko apareceu lá em cima na varanda.
— Oooh! Vocês chegaram, está aberto aí, subam!
Papai fez sinal para que eu começasse a subir as escadas da casa do Kiko até a varanda. Virei-me para ela e subi a passos curtos, esperando que ele me conduzisse.
Quando chegamos até a laje, deparei-me com uma bela festa.
As mesas à nossa volta estavam cheias de comida e bebidas; as pessoas comiam, bebiam e riam, animadas e perdidas em conversas.
O Kiko, ao nos avistar, veio até nós e nos cumprimentou.
— Seu João, como vai?
— Bem, Kiko, e você?
— Bem também! E aí, princesinha, nossa, como você está bonita! E essa guia aí é nova?
— Sim, papai me deu agora antes de sairmos!
— Que linda! E aí, seu João, a que horas tenho que devolvê-lo?
— Passe o dia com ele e parte da noite. Entregue-o no máximo às 21:00; ele vai precisar descansar para suas próximas atividades.
— Ok, sobre isso, senhor, quero pedir para ficar com ele até amanhã, e quero usufruir dele até de tarde. Tem problema?
— Bom, Kiko, eu não posso te permitir isso; eu não confio no que irão fazer com ele fora de casa. Então, se você quiser, amanhã te trago ele de volta logo cedo, e à tarde eu o busco.
— Bom, tudo bem, então, seu João. Combinado.
Os dois apertaram as mãos e papai orientou-me.
— Querido, papai vai te deixar com eles agora. Comporte-se e eu volto para te buscar mais tarde, meu amor.
— Tá bom, papai!
Papai aproximou-se de mim e me deu um beijo demorado de língua. Em seguida disse:
— Cuide da minha joia, se não eu te capo!
— Ok, senhor João, até mais tarde.
— Até mais tarde, Kiko.
Papai acenou e saiu da casa do Kiko, me deixando rodeado por um bando de negões.
— Pessoal, a festa acabou de ficar mais interessante! Aqui está o Escravo famíliar, e temos a permissão do dono dele para usarmos como quisermos, porém não extrapolem, se não vamos pagar caro por maltratá-lo.
Uma chuva de "Woohoo" tomou conta do ambiente e o Kiko começou a me despir.
Ele removeu minha camiseta, depois minha calça jeans, deixando-me somente de calcinha. Veio para trás de mim e começou a beijar meu pescoço. Com as mãos grandes, passou a alisar meu peito magro e minha barriga seca, apertando e alisando.
Um de seus irmãos, o Caique, veio para minha frente e começou a me beijar, enfiando a língua na minha boca, e juntos alisavam-me.
As bocas quentes dos dois acariciavam minha pele e transmitiam a excitação ardente dos dois. Aos poucos, foram descendo com as bocas pelo meu corpo, beijando e lambendo. Eu sentia os hábitos quentes vibrarem pela minha pele, deixando-me mais excitado.
Depois, fui conduzido a ficar de joelhos no chão e os dois retiraram o resto de suas roupas, ficando totalmente pelados.
Uau, que machos grandes! Eles eram imensos, altos, malhados, com duas belas bundas empinadas e musculosas.
As picas grandes e grossas, com as cabeças circuncidadas roxas e um par de bolas grandes e fartas no meio das coxas, para determinar a obra de arte, desciam em um par de pernas grossas e terminavam em pares de pés largos com dedos quadrados e chulezentos.
Os dois acariciaram seus cacetes já duros e passaram no meu nariz. Pude sentir o cheiro amadeirado misturado ao cheiro da pele preta.
Logo, abri minha boca e o Kiko deslizou sua deliciosa pica grossa e grande para dentro, gemendo alto e sufocando-me nela.
— Ãããããh!
COFF COFF COFF
Depois o Caique puxou minha cabeça para ele, segurando sua pica com a outra mão, e a introduziu para dentro da minha boca, rebolando e segurando minha cabeça por cinco minutos de encontro com sua virilha.
— Aaaaaaah! Ele gemeu. Depois me soltou, alisando seu cacete preto, duro igual rocha, que brilhava com minha saliva.
Uma moça de 20 anos veio até mim, acho que deveria ser prima ou sobrinha do Kiko. Ela retirou suas roupas lentamente na minha frente e fez eu cheirar sua calcinha.
Fssssssssssssss!
Nossa, o cheiro era divino, de buceta limpa e suada. Logo ela aproximou sua buceta, que estava toda depilada, do meu nariz. Era pequena e parecia apertadinha. O cheiro era o mesmo da calcinha, e entre os grandes lábios escorria uma baba transparente fina.
Primeiro eu a cheirei sentindo seu odor divino, FSSSSS! Depois cai de boca, sugando forte e enfiando minha língua dentro da buceta dela.
— Hãããããã! Ela gemia alto e começava a rebolar na minha boca.
Meti fundo minha língua na sua buceta e a rodei várias vezes; enquanto isso, ela afundava mais meu rosto de encontro à sua buceta, alisando minha careca.
Ela contorcia-se toda, empinando a bunda às vezes para trás, e logo arqueava a pelve para frente, sufocando-me na sua buceta.
— Aaaaaaah!
Logo, ela afastou minha cabeça e virou seu cuzinho arroxeado para mim, abriu as nádegas com as mãos e chacoalhou-a, piscando o cuzinho. Em seguida, segurou na minha cabeça e enfiou meu rosto no meio da sua bunda dura e começou a rebolar, sufocando-me.
— Aaaaaaah! Aaaah!
Depois virou-se, deu um tapinha na minha cara e pediu que levantasse.
Logo, ela se agachou até meu pau duro, segurou em minhas coxas e ficou de joelhos no chão. Em seguida, deslizou sua mão direita para o meu pau duro e o agarrou, iniciando uma punheta.
— Huuuuuuuuuum, que pau gostoso! Ela disse e logo caiu de boca, fazendo eu gritar de prazer.
— Aããããããh!
Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub
Perdi o controle com sua mamada fenomenal e comecei a xingá-la.
— Isso, sua puta, chupa minha rola, cachorra! Chupa! Aaaah, aaaaaaah!
Segurei-a pelos cabelos lisos e pretos e comecei a socar gostoso na sua boca quente.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
— Aaaaaarf!!!
Quando tirei meu pai da sua boca, escorreu um filete de saliva pelo seu queixo.
Logo, deitei-a no chão toda arreganhada, cuspi em dois dedos e soquei na sua buceta para dar uma alargadinha, rodei meus dedos de um lado para o outro e, para provocá-la mais, pressionei sua pelve para baixo e comecei a entrar e sair com os dedos bem rápido.
Vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt.
Logo, parei de movimentar os dedos e, retirando-os, dei dois tapas na buceta dela. PLAFT PLAFT. Depois, segurei meu pau duro e lubrifiquei a cabeça com saliva e comecei a forçar a entrada.
— Aaaaaaah! Ela gritou conforme fui entrando lentamente e sem parar na sua buceta.
Meu pau duro deslizou até que meu saco encostou na sua buceta e logo comecei a bombar.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC. Vupt, vupt vupt vupt vupt vupt
— Ôôôôôôôh! Ôôôôôôôh! Ôôôôôôôh! Ela gemia alto, arranhando minhas costas.
Seu irmão Heitor, vendo a cena, não resistiu e veio até nós. Retirou suas roupas e massageou seu pau preto duro de 19 centímetros, depois, expondo a cabeça roxa, veio para minha frente.
Enquanto eu comia sua irmã, ele levantou minha cabeça e deu-me um tapa na cara. PLAFT! Depois passou seu caralho no meu nariz para que eu o cheirasse.
Fssssssssssssss!
Apontou a cabeça nos meus lábios e eu comecei a chupar.
GLUB Glub Glub Glub Glub
Depois de bem babado, ele colocou uma camisinha e foi para trás de mim.
Abriu minhas nádegas e cuspiu no meu cu.
Ptiu!
Espalhou e introduziu uma parte da saliva com o dedo para dentro do meu cuzinho, segurando no seu cacete. Ele deu uma pincelada e apontou a cabeça para minha entrada, em seguida começou a forçar.
— Huuuuuuuuuum! Que apertadinho, caralho, não pensei que era assim!
Ele foi entrando e tive que parar de me movimentar para dar mais atenção ao meu cuzinho. Ele foi deslizando lentamente, até chegar no fundo e seu saco bater nas minhas nádegas.
Ficou parado por alguns segundos e depois começou a bombar.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
— Ããããh! Caralho, que pica gostosa, isso meu macho mete gostoso.
Caralho, que sensação divina, foder uma bucetinha macia e dar meu cuzinho para um negão gostoso.
Rebolávamos os três juntos, nos amassando e gemendo alto; meu corpo quente começou a ficar suado. Nossas peles se roçavam a todo momento e eu estava louco com meu cu preenchido. Bombei por inúmeros minutos dentro da buceta da garota, mas não queria de jeito nenhum gozar assim, então, com pesar, parei e pedi para mudarmos de posição.
Ele saiu de dentro de mim e eu saí de dentro da sua irmã. Levantei-me e os dois resolveram que era hora de outros membros se divertirem um pouco.
Então vieram o Kiko e seu irmão Anderson. Os dois são imensos, altos, de 1,90 m e 1,95m, musculosos da academia e brutos. Pegaram-me no colo e juntos começaram a introduzir seus cacetes imensos no meu cuzinho.
— Huuuuuuuuuum! Gemi, agarrando-me forte no corpo do Anderson, e juntos começaram a bombar gostoso.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
Dava para sentir as bolas de ambos se chocarem e baterem na minha bunda. Eles se olhavam fundo nos olhos e, aos poucos, foram aproximando-se até se beijarem ardentemente.
Enquanto isso, eles aproveitavam para sentar a mão na minha cara, fazendo eu chorar.
PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT.
Logo pararam de bombar e me colocaram no chão, seguraram firme no meu pescoço e juntos desferiram alguns tapas na minha cara.
PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT
Com o dedo anelar da mão esquerda, eles os colocaram próximos aos meus lábios e mandaram:
— Lamba nossas alianças, putinha.
Comecei a lamber e, junto, ganhei mais alguns tapas na cara.
PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT
— Isso, seu escravo, gigolô barato, aprenda a obedecer seus machos.
PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT
Fui jogado no chão e logo o pai deles veio para cima de mim.
Seu Cristóvão já é um senhor de idade, por volta dos 80 anos, mas dava uma surra de pica que deixava muito novinho no chinelo.
Me colocou de quatro no chão e veio com o pau duro para minha boca e o socou para dentro até minha garganta.
— Hãããããã! Gemeu, ofegante.
O véio era abusado; sua pele preta, já sofrida pelo sol e pelo tempo de vida, atraía-me mais. Sua experiência nas metidas na minha boca só provava que os melhores homens eram os mais velhos.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
Ele bombou até quase gozar e saiu para ir para meu cu.
Segurou firme nas minhas nádegas e as abriu, em seguida caiu de boca, enfiando sua língua bem fundo, babou bem e se levantou.
Apontou o pau na entrada e socou de uma vez.
— Ããããh!
E sem chance de esperar, ele começou a bombar.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
Seu saco batia forte no meu rabo e eu delirava, com toda a brutalidade do véio.
— Isso, seu Cristóvão, come meu cu, meu macho!
— Tona pau de macho, seu viado! Depósito de leite de macho, putinha burra, toma pau, caralho!
O bicho gostava de me humilhar, e o seu sexo era delirante.
O veio, bombou até que eu me desfaleci no chão e ele arregaçou meu cuzinho, fazendo o seu leite vazar e espirrar para todo lado.
Depois desabou em cima de mim. Um tempo depois, cansado, o Kiko pegou-me no colo e disse: "Já chega, vou levá-lo para meu quarto para ele descansar um pouco."
— Ah, mas já? Gritaram alguns.
— Sim! Ele não vai aguentar mais por agora; vamos deixá-lo descansar por um tempo e depois trago-o de volta.
Ele me levou para seu quarto e colocou-me na sua cama.
— Tudo bem aí, Joãozinho?
— Sim, só preciso de alguns minutos.
— Tá bom, vou deixar a porta encostada e, qualquer coisa, me chama.
— Ok!
Deitei-me na cama e fiquei lá, recobrando o fôlego e esperando o round 2.
Meia hora mais ou menos depois, entraram dois sobrinhos do Kiko no quarto dele. Uma mocinha de 14 anos, magra, cabelos crespos e altos, e um rapaz magro de 16 anos.
— Oi, João, está acordado? Perguntou a menina.
— Sim! Respondi.
— Queremos continuar. O que achas de nós três transarmos aqui?
Meu Deus, não esperam nem eu recobrar o fôlego e já querem mais.
Bati no colchão ao meu lado, e os dois vieram, tiraram suas roupas e pude ver seus corpos nus, magros. A menina tinha uma bunda redonda e os peitinhos pequenos e duros; o rapaz, magro, com uma pica grande para sua idade de 18cm, não muito grossa.
Ao subirem na cama, o Roberto foi logo enfiando seu cacete na minha boca e fazendo eu mamar sua deliciosa pica de cabeça roxa. Já Kiara subiu no meu peito e, sentada, começou a esfregar sua buceta no meu peito, masturbando-se e esperando sua vez de enfiar a buceta na minha boca.
Eu chupava gostoso a pica do garoto, sentindo seu cacete pulsar em meus lábios. Ele gemia grosso e baixo, xingando-me como tinha visto o avô fazer comigo.
— Isso, escravo viado, esgoto de porra de macho, chupa a pica grossa do seu macho, viadinho arrombado!
Ele rebolava e depois começou a dar tapas na minha cara.
PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT
Já a garota se esfregava no meu corpo e esperava que ele saísse logo da minha boca para poder meter sua buceta nela para eu chupar.
GLUB Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub
A minha saliva começou a engrossar novamente e escorrer pelo meu queixo abaixo. Ele olhava fundo nos meus olhos e metia fundo na minha boca, até que retirou o pau e bateu uma até gozar e sujar todo meu rosto.
— Huuuuuuuuuum , Huuuuuuuuuum
Pffffffffffffffffffffffff
Depois que gozou, vestiu suas roupas e foi lá para baixo.
A menina saiu do meu peito e foi para meu pau. Alisou-o, deixando-o bem duro, e posicionou sua buceta na cabeça dele.
E aos poucos foi descendo, centímetro por centímetro.
— Huuuuuuuuuum! Gemeu ela até que meu pau entrasse até o último centímetro.
Depois ela ficou parada por alguns minutos e lentamente começou a quicar.
Vupt, vupt, vupt, vupt
— Huuuuuuuuuum! Gemiamos juntos.
Ela se arrumou, colocando os braços para trás, apoiando-se no colchão e, com o quadril, começou a quicar gostoso.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
— Hãããããã! Gemiamos juntos, sentindo nossas peles baterem uma na outra.
Nós dois ofegávamos juntos e nos perdíamos um no outro, com ela quicando cada vez mais forte, até que, de repente, a porta se escancarou e o Kiko nos pegou em flagrante.
— Caralho, eu já não disse que era para dar descanso ao escravo? Pois agora acabou a festa.
Paramos de foder, e ele veio pegar a sobrinha pelos cabelos e a retirou pelada mesmo de cima de mim e do quarto, saindo arrastando-a para fora.
— Sua puta, mandei deixá-lo quieto. Quer saber? Ele brandiu alto.
— Acabou a palhaçada, a partir de agora todo mundo fora! Vão logo, não quero ninguém mais aqui! Eu não vou arrumar problemas com o senhor João por causa de vocês, andem FORAAAAA!
Escutei reclamações do pessoal ainda dentro do quarto, levantei-me e fui para o banheiro me limpar.
Depois que todos já tinham saído, o Kiko veio até o quarto.
— João? Está tudo bem?
— Sim, Kiko, não precisava daquilo e estava me preparando para uma nova rodada lá fora.
— Bom, você precisa descansar também! Duvido que aquela puta deixou você descansar.
— Acalme-se, vai dar tudo certo, eu vou ficar bem!
Ele se acalmou e perguntou:
— Tá com fome?
— Morrendo de fome! Respondi.
— Venha, vou te dar comida.
Saímos do banheiro e fomos para a área da churrasqueira. Fiz um prato e comecei a comer.
— Bom, descanse um pouco, que mais tarde te quero só para mim.
— Tudo bem!
Voltei a comer e me perdoe em pensamentos e na ansiedade para voltar a foder.
CONTINUA...
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