Família nova - Meu meio-irmão e minha namorada.
Relatarei o que se passou, pelo que presenciei naquele tempo e pelo que me foi dito depois, por quem estava presente.
Os dias passaram e as férias continuaram.
Eu saia junto de Samara, e vez ou outra ia para a casa dela. Porém ela não ia mais na minha, e também evitava sair comigo e Ezequiel, como saímos no outro dia, junto de Aline. Não me falava diretamente que não queria, mas sempre inventava uma desculpa para não ir. Algumas coisas em seu comportamento também mudaram aos poucos.
Às vezes estava online e demorava muito para responder uma mensagem. Recebia mensagens e rapidamente respondia antes de guardar o celular, sem que eu visse. Outras vezes, mudava de assunto quando eu falava de Ezequiel ou Isa, ficando um pouco nervosa. Eu estranhava, mas sempre que perguntava se algo estava errado, ela desconversava.
Não queria dizer, então eu respeitei isso. Samara nunca havia dado motivos para eu desconfiar de qualquer coisa. Ao contrário de mim.
Até que um dia estávamos no shopping e ela foi ao banheiro e demorou para voltar.
O que aconteceu, Ezequiel me contou depois.
Os dois se encontraram em outro corredor, próximo a saída de emergência e ao quarto do zelador. E tiveram uma pequena discussão.
Ocorria que Ezequiel, desde o dia em que Samara foi lá para casa, passou a enviar fotos dele com outras garotas. Samara bloqueou seu número, porém ele continuava enviando através de outros contatos. E, quando estávamos passeando naquele dia, ele mandou outro, e depois mandou uma foto nossa tirada naquele momento.
Samara foi tirar satisfação, porém Ezequiel perguntou porque ela simplesmente não tinha me falado nada, ou aos seus pais, ao invés de continuar recebendo as fotos dele por tanto tempo.
Então perguntou se ela não tinha curiosidade em saber como era.
Minha namorada deu-lhe um tapa e saiu andando. Voltando para a mesa com uma expressão de chateação. O que entendi mal naquele dia, pensando que eu tinha feito algo a ela, ou que era algum problema dela em casa.
No dia seguinte, Samara resolveu contar a Aline o cafajeste que era Ezequiel, sem entrar em muitos detalhes, para preservar a minha irmã.
Falou no whats, no entanto, foi convencida pela amiga a ir até sua casa.
Aline era filha de mãe solteira, que não estava em casa, e Samara acreditava realmente que iria apenas conversar e tentar convencer a amiga a se afastar de Ezequiel. Aline lhe recebeu e a mandou subir enquanto ajeitava algumas coisas na cozinha. Porém, quando Samara entrou no quarto, se deparou com meu meio-irmão na cama, nú, segurando o grande membro em riste, apontado para teto.
Samara me contou que Ezequiel jogava o pênis de um lado para o outro, como se o exibisse. Ela parou na porta, petrificada. E Aline surgiu atrás dela, também nua. Ela passou seus braços ao redor do corpo de minha namorada e disse:
— É bonito, né? Esse pau gordo.
Samara olhou para ela, atônita e depois de novo para Ezequiel.
— Eu quero sair, me deixa — pediu, mas não se mexeu, sendo contida sem muito esforço por Aline.
— Shh, calma, amiga. Vem comigo.
— Quê?
— Já tá na hora de tu provar do que é bom. Se teu namorado não tem coragem de te dar prazer, o meu tem — afirmou a puta, sorrindo para Samara.
— Eu e o Anderson não somos assim, ele não faz nada porquê me respeita — afirmou.
Ezequiel riu.
— É mesmo? — fez um sinal e Aline trancou a porta na chave e a jogou na cama, onde foi pega por Ezequiel. — Eu vou abrir quando nós acabarmos. Se não quiser se juntar, pode assistir aí, eu não ligo.
Aline sorriu para a amiga e rumou até seu macho. Subiu, engatinhando pelo corpo dele, e começou a chupar sua rola. Samara tentou desviar o olhar e abrir a porta, mas não conseguiu fazer nada além de encarar o que acontecia.
Minha namorada me confidenciou que sentiu uma grande palpitação no peito, e uma vontade enorme de sair dali, porém, também um calor e uma umidade entre as pernas. Algo que só sentiu comigo quando ameaçamos ir além dos beijos e abraços. Porém, aquilo que sentia naquele quarto parecia mais forte. O que só a deixava mais incomodada para sair, mesmo que não tirasse os olhos do que acontecia na cama.
— Gosta de chupar minha rola, putinha — perguntou Ezequiel a Aline. Que lambia ao responder com voz de menina manhosa:
— Uhum, é uma delícia — lambia e batia a cabeça da pica na língua, e depois a chupava com seus lábios, tragando o resto. — Vai me foder com esse pauzão? — perguntava, mastubando e olhando para Ezequiel.
— A ti e a tua amiguinha.
— Mas ela não quer.
Ezequiel apenas riu olhando para Samara, que apesar de estar com o celular em seu bolso, esqueceu-se da existência dele, continuando a assistir.
Ezequiel botou Aline de costas para a cama e meteu nela num frango assado. Samara viu pela primeira vez um homem e uma mulher iniciando o ato carnal do sexo. A primeira vez que via um pênis penetrando uma buceta da forma mais bruta possível, com Ezequiel destruíndo sua amiga na cama. Ele a pôs de bruços, e enterrou o cacete, metendo em sua bunda, com estalos ressoando no quarto.
Aline gemia, recebendo as estocadas, deixando claro como estava gostando daquilo. E Samara não se lembrava de sentir nada além de apreensão e nojo.
Até que a amiga gozou, gemendo um gemido abafado pela mão de Ezequiel. E este saiu de dentro dela, se levantando, com o membro úmido sacudindo enquanto ele se movia. Virou-se para Samara, e se aproximou. Minha namorada ficou parada, encostada na parede, esperando o que iria acontecer.
Ezequiel estancou a um passo dela, acariciando seu pau de leve.
— Eu sei pela tua cara que tu quer, e não tem problema nisso “santinha”?
Samara engoliu em seco, e olhou para Aline, que se levantava na cama, e então para Ezequiel. O gemido ainda ecoava em seus ouvidos.
— Anda. Dá uma provadinha. Se não gostar, pode só pegar a chave e ir embora — Ele balançou a chave, e pôs na altura de seu pênis.
Samara apertou os lábios.
Sentia várias coisas, porém a umidade entre as pernas ao ver aquele pau grosso continuava. Pensou que poderia sair mais rápido daquele jeito, e isso a fez levar sua mão ao membro, tocando em um penis pela primeira vez, e começou a punhetar.
Aline se levantou da cama e se aproximou.
— Aqui, amiga. Deixa eu te dar uma ajuda. Fica de joelhos — instruiu Samara a se abaixar, e segurou o pênis de Ezequiel contra a sua cara. — Agora abre a boca.
Com muita relutância, Samara o fez, e Aline roçou a glande em seus lábios. E depois o próprio Ezequiel forçou a pica contra a boca de Samara, a fazendo sentir seu gosto forte, temperado pelo gozo da amiga.
Samara começou atrapalhada, insegura. E passou a fazer o que Aline mandava. E essa simplesmente parecia se divertir, punhetando Ezequiel e guiando a cabeça de Samara.
Então se ajoelhou também e começou a chupar junto da amiga. E Ezequiel sorria, com a cabeça para cima e os olhos fechados, sentindo a boca da minha namorada pagando o primeiro boquete em sua pica, junto da amiga puta.
Aline mostrava como fazer e Samara tentava imitar. Chupando o pênis, lambendo a glande e as bolas.
Samara me contou que o gosto era ruim e sua boca doía, além de Ezequiel chamá-la de nomes horríveis. Já parecia estar fazendo aquilo a uma eternidade, e sentindo vontade de parar, quando Ezequiel tirou a pica de perto delas e começou a se masturbar de forma brusca. Esporrando sobre o rosto de ambas, pouco depois.
Aline abriu a boca e pôs a língua para fora, aceitando tudo. Porém Samara foi pega de surpresa, fugindo, após ter o rosto acertado pelo primeiro jato.
Levantou, enojada e com raiva, prestes a gritar. Mas Ezequiel a tomou nos braços e deu-lhe um beijo voraz, que tirou seu ar, puxando-a para seu corpo. As mãos dele passearam pelo corpo dela, como eu nunca tinha feito antes. Apertando seu peito, sua bunda e suas coxas, e pressionando o que havia no meio delas. Nesse momento, Samara soltou um gemido, tentando se afastar, mas Ezequiel intercalou mais beijos, mantendo-a presa, com a mão em sua vagina. Tocando-a através da calça.
Não souberam me dizer quanto tempo foi. Mas foi o suficiente para Samara amolecer nos braços dele, e esquecer a raiva.
Aline ficou chupando Ezequiel depois que os dois se separaram, sugando o que sobrara de porra.
— E aí, que tal ficar mais um pouco? — Ezequiel perguntou, beijando o rosto de Samara, que estava ofegante.
Com toda a força que ainda lhe restava, ela se desvencilhou e pegou a chave, que caíra no chão enquanto os dois se pegavam, e foi até a porta do quarto.
Olhou uma última vez para os outro dois, e saiu.
Os dias seguintes foram quase “normais”. Samara passou a me responder mais. Conversar por mais tempo e agir de forma menos nervosa. O que eu não sabia era que ela estava falando com Ezequiel de forma mais aberta a ele do que antes.
Ele continuou mandando vídeos que ela reclamava, pedindo que parasse. E depois passou a apenas elogiá-la, falando como ela era bonita e como sua boca era quente, como seus seios eram macios, e coisas assim. Repetia várias vezes sobre como a personalidade dela era alegre, inteligente, e Samara desconversava, porém não o bloqueava mais, ficando cada vez mais acessível.
Aline também continuava comentando sobre suas relações com Ezequiel, e Samara ouvia mais atentamente do que antes. Passando a brincar consigo mesma, escondida.
Então, uma noite ele mandou uma foto do pênis, e pediu que ela “retribuísse". E ela o fez, após alguma insistência. Mandando uma foto com a camisa erguida e seus peitos cobertos pelo sutiã. Ele respondeu que não valia, pois ela viu ele sem cueca, e deveria mandar uma foto do mesmo jeito.
Após mais alguma insistência, ela enviou uma foto de seu par de seios marrons cor de chocolate com mamilos escuros, cortando o rosto. O pequeno cordão com a cruz entre eles. E Ezequiel os viu, antes de mim.
Ele me mostrou a foto após ela enviar, salva na galeria do celular.
— Saca só — ele disse, enfiando a tela na minha cara.
— Quem é? — perguntei, um tanto distraído. Sequer notei que o crucifixo era o dela. Olhei apenas para os peitos.
— Uma mina com quem vou ficar — respondeu ele, sorrindo.
Desde então os dois começaram a trocar nudes sem que eu soubesse.
Samara enviava fotos apenas de calcinha, de frente e empinando a bunda. Apertando os seios, e uma vez até de sua buceta virgem, a pedido de Ezequiel.
E ele também mandava fotos de seu penis e vídeos seus. Tanto de sexo com outras garotas, dizendo “imagina a gente assim”, quanto de punhetas que ele dizia bater para ela. E Samara via aquilo, descobrindo o próprio prazer através da siririca.
Ela inclusive voltou a ir mais para minha casa, porém Ezequiel geralmente se ausentava assim que ela chegava, ou então fazia pouco caso de sua presença. Ele sabia muito bem como agir em cada momento, no que se dizia respeito a garotas. Deixando-as acesas e então satisfazendo o desejo quando acreditasse ser a hora.
E ele estava deixando Samara acesa. Atiçando, porém não dando a ela o que começava a desejar.
Num momento desses, estávamos no meu quarto atoa, e começamos a nos beijar. Quando então Samara baixou a mão até a minha bermuda, tocando no meu penis.
Me surpreendi, parando o beijo. Ela ficou me olhando, com uma expressão de apreensão.
— Posso? — perguntou e eu fiz que sim, movendo a cabeça.
A porta estava fechada e apenas minha mãe estava em casa, no andar de baixo. E mesmo assim, não haveria problema, de qualquer forma. Apenas me surpreendi com a atitude ousada de Samara.
Desajeitadamente, ela abriu o zíper de minha bermuda, pegou meu peni e tirou para fora. Ficou um tempo olhando. O que pensei a princípio ter sido pelo fato de Samara nunca ter visto um. Porém agora creio que ela estava apenas comparando o meu com o de Ezequiel.
Uma comparação que eu não me sentiria confortável de fazer.
Após esse tempo, ela me olhou e baixou a cabeça, para a minha surpresa, começando a chupar.
Embora não se comparasse a Isa e minha mãe, não estava ruim. Não usava os dentes, usava as mãos, masturbando-me à medida que sua boca envolvia meu pau. O fazia razoavelmente bem para a primeira vez. Embora não o fosse. Mas eu não estava a par disso, e só tentava aproveitar o primeiro boquete feito em mim por minha namorada.
Eu acariciava sua cabeça e falava para ela os lugares sensíveis e ela fazia da forma que podia.
Depois de alguns minutos nisso, sinto o orgamo vindo e aviso. Samara para de chupar e se afasta. Meio que instintivamente, bato uma punheta e gozo em cima da cama, para consternação dela, dizendo que eu havia sujado os lençóis.
Amenizo, embrulhando os panos e então me visto, agradecendo o boquete e dizendo que a amava.
Ela ficou limpando a boca, dizendo que também me amava.
— Não esperava isso de você — falei, por fim.
Samara deu de ombros.
— Acho que a gente já pode fazer esse tipo de coisa… de vez em quando — concluiu, me deixando animado. Queria fazê-la gozar com minha língua, mas teria de esperar outro dia.
A última semana de férias chegou, e Samara e Aline quiseram sair mais uma vez. Minha namorada pareceu bastante animada naquele dia, assim como Aline. Ezequiel estava tranquilo. E eu, alegre, alheio ao que ocorria entre os três.
Fomos para o cinema dessa vez e passeamos pelo shopping. Notei as duas bem próximas, trocando mais conversinhas do que antes.
Sentamos os quatro na mesma fileira: Eu, Samara, Ezequiel e Aline. Era um filme que eu queria muito ver, então prestei bastante atenção. E Samara não me chamou muito. Ela estava ocupada, com a mão no pau de Ezequiel. Não teve coragem de chupá-lo estando em público e bem ao meu lado, pelo que disse depois, mas ficou punhetando-o o filme inteiro, enquanto Aline o fazia.
No final do filme, fomos lanchar e depois para casa.
Algo nesse lanche me fez mal, pois no dia seguinte, senti uma dor no estômago. Passei o dia sozinho, indo do meu quarto para o banheiro. Ezequiel saiu cedo e Isa com uns amigos. Samara falou um pouco comigo de manhã e então a noite.
O que eu não sabia era que ela havia ido mais uma vez à casa de Aline naquela manhã. E dessa vez, sabendo que Ezequiel estava lá.
Os três se encontraram mais uma vez no quarto.
Aline se despiu assim que entraram, como também Ezequiel. Mas Samara ficou nervosa, e Ezequiel tratou de acalmá-la, beijando-a de forma leve e delicada. Dizia que isso baixava a calcinha de qualquer menina tímida.
Após, amolecê-la, tirou a blusa que Samara usava, e seu sutiã, beijando e chupando seus peitos marrons. Então sua calça, deixando-a apenas de calcinha, com a pequena cruz prateada em seu pescoço como único adereço acima de sua cintura. Minha namorada realmente tinha um corpo muito bonito, e ele estava à inteira mercê de Ezequiel.
Depois de despi-la, ele começou a abraçá-la, chupando seu pescoço, com as mãos apalpando sua bunda e seios.
— Tu e muito gostosa, porra! — Afirmou ele, contemplando-a, e a tocando.
Samara o recebeu, sentindo um prazer nisso que nunca tinha tido antes. Talvez por nunca ter se atracado com alguém com o físico de Ezequiel. Talvez por ser algo proibido, e de certa forma mais excitante. O que importava era que, aos poucos, ela parava de pensar em mim, enquanto Ezequiel a agarrava.
E quando a mão dele foi o meio de suas pernas, ela começou a sentir o real prazer do sexo, molhando o tecido da calcinha.
Ezequiel deitou na cama e a fez ir por cima dele, com a cabeça bem onde estava seu membro.
Aline ficou de longe e bateu uma foto, sem que Samara percebesse, dela deitada na cama, apenas de calcinha, segurando o pau de Ezequiel. As costas nuas e a bunda virada para a câmera do celular, apenas com a calcinha para lhe cobrir. O rosto não aparecia.
Samara começou a chupar, dessa vez por vontade própria. A cabecinha primeiro, se acostumando ao tamanho. Depois o extenso tronco veiudo, sentindo-o em toda a sua língua. Movia as mãos, puxando e afastando a pele, sugando e babando o que cabia dentro de sua boca.
Aline se juntou a ela, e ficaram as duas mamando, uma de cada lado.
Samara me disse que sua boca às vezes se encostava na de Aline, mas como a amiga não parecia se incomodar, ela também não fazia caso, continuando a mamada dupla no pênis de Ezequiel.
Depois de um tempo nisso, Ezequiel mandou Samara sentar na cara dele, pois queria sentir o sabor dela.
Um pouco nervosa e confusa, ela se moveu até a cabeça dele, passando as pernas ao redor de seu rosto. Ezequiel ajeitou-a, encaixando-se melhor entre suas coxas, e lambeu a xota de Samara através do tecido fino da calcinha, já molhada.
Samara sentiu uma cócega que se espalhou pelo corpo, e Ezequiel puxou a calcinha para o lado, encaixando a boca na buceta de minha namorada, e pincelando seu clitóris com a língua. Fazendo-a se contorcer ao sentir aquilo pela primeira vez. Ele agarrou sua bunda, prendendo Samara contra sua cara, deliciando-se com o sumo que vazava de sua buceta.
Aline continuou chupando, e quando se deu por satisfeita disso, montou em cima do pau a sua frente. E, ao perceber o que acontecia, Ezequiel girou Samara, que ficou face a face com Aline, vendo-a cavalgar na pica do macho que as duas dividiam.
Samara recebia o estímulo embaixo, tendo a buceta explorada pela língua de Ezequiel, e ouvia os sons de Aline, sentando no pau que ambas chupavam momentos antes. Cravando-o fundo em sua buceta. As mãos de Ezequiel estavam em volta de suas coxas, sobre a sua bunda e então subiram por seu corpo, agarrando seus seios.
Foi demais para ela, e em questão de minutos, minha namorada teve seu primeiro orgasmo causado por outra pessoa além dela mesma. E não foi por mim.
Ela molhou o rosto de Ezequiel, que não parou de sugar-lhe o grelo inchado, sem mudar de posição. Pelo menos até a própria Aline gozar, parando de cavalgar. Ezequiel às mandou sair de cima, e depois deitou Samara na cama, abrindo suas pernas, com o pau em riste no meio delas.
Minha namorada ficou ofegante, nervosa pelo que estava prestes a acontecer. Aline apoiou a cabeça da amiga entre suas coxas, preparando-a para o momento da penetração. Porém Ezequiel não colocava. Ficava esfregando seu membro entre os lábios de sua buceta, causando-lhe uma ansiedade indescritível.
— Caralho, mas que belo cabacinho? — comentou ele, olhando para aquela xaninha intocada até então — Tô doido pra inaugurar essa buceta. Você deixa, putinha? — perguntou, deslizando o pênis por cima dos lábios.
— Ahh… pera… — disse ela, desconfortável.
— Quer, sim ou não? — Ele ficou batendo o pau contra a xota dela, sorrindo, esperando a resposta.
— Calma, acho melhor…
— Demorou demais — respondeu cinicamente Ezequiel, ajeitando a cabeça do pau na entrada e enfiando devagar, até romper o himem.
Samara tremeu, tendo um espasmo de dor, sentindo algo num espaço vazio dentro de si que até aquele dia não parecia existir. E que agora estava ocupado, e sendo preenchido mais e mais, até que tudo estivesse dentro. Quente, pulsante, e vivo.
Em apenas um instante Ezequiel havia tomado sua virgindade.
E apenas dois segundos depois de penetrar minha namorada pela primeira vez, ele começou a se mexer, estocando. Ignorando os pedidos dela para que não o fizesse.
— Puta nega gostosa da xota apertada, viu — berrou ele, a fodendo.
Imagino como foram os gemidos de dor misturados ao prazer que Samara sentia, ao ser fodida pela primeira vez.
Ezequiel a comeu naquela manhã com vontade, desfrutando a buceta apertada de uma virgem espremer seu membro grande, sujando-o de sangue. E Samara gemia e grunhia, apertando as mãos de Aline. Que apenas observava a amiga sendo deflorada pelo pau de seu comedor.
Depois de alguns minutos metendo num ritmo moderado, Samara se acostumou com a dor. Ezequiel começou a bombar com mais força, fazendo os peitos grandes dela balançarem, junto do crucifixo em seu pescoço, bem no meio deles.
Aline começou a massagear o clitóris de Samara e a lamber seus peitos. E meio a isso, minha namorada gozou, dessa vez no pau de Ezequiel. Ele tirou de dentro dela, antes de gozar, e esporrou sobre sua barriga, esfregando o resto de porra que saia do pau na entrada da buceta.
Ficaram os dois parados por um tempo, enquanto ela recuperava o fôlego. Então Ezequiel se levantou e foi em direção ao banheiro.
Aline disse a Samara que precisava trocar a roupa de cama, pois teria de lavar antes da mãe chegar do trabalho. E Samara, com toda a indisposição do mundo, saiu, sentindo as pernas trêmulas ao pisar no chão. Pôs a mão na barriga melada de porra, e depois na buceta deflorada.
Para ela, o que acontecera parecia irreal.
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