Depois do Primo - Gozando na Escola
Depois do meu primo Wendel, eu precisava de mais. No vestiário da escola, convenci o Pedro, um moleque saradinho e aparentemente hétero, a ficar de joelhos
Fala, rapaziada! Voltei com mais um relato daqueles que deixam o pau latejando só de lembrar. Meu nome é Alex, tenho 26 anos e, olha, me considero hétero pra caralho… mas no sigilo, curto umas brotheragem bem safada com outros mano.
Até os 15 anos eu era daqueles que nem passava pela cabeça encostar em outro cara. Aí rolou aquela brotheragem com meu primo Wendel e tudo mudou (conto anterior). Depois daquilo, eu não conseguia nem olhar na cara dele. Evitava ele na rua, ignorava as mensagens no Facebook e no WhatsApp. Ele sacou o recado e não ficou insistindo. Acho que entendeu que eu precisava digerir aquilo tudo.
Quem já viveu uma parada dessas sabe o turbilhão que fica na cabeça: “Porra, será que vou virar gay?”, “Será que ainda vou conseguir comer uma mina?”. Eu repetia pra mim mesmo que tinha sido só uma loucura isolada, coisa que nunca mais ia rolar. Mas bastava deitar na cama, apagar a luz… e lá vinha o filme: a boca quente do Wendel engolindo minha pica até o talo. Aí o pau ficava duro que nem pedra e eu só conseguia dormir depois de gozar.
Pra piorar, depois daquela experiência eu comecei a olhar pros meus conhecidos com outros olhos. O Wendel era o cara mais macho, pegador e safado que eu conhecia… e mesmo assim mamou meu pau como uma puta profissional. Aí eu ficava pensando: quantos outros “machões” da minha turma também escondiam esse lado putinha? Só de imaginar já ficava com o volume marcando na calça. Difícil pra caralho esconder.
Aguentei um mês só na punheta, mas não tava mais suportando. Não queria voltar pro Wendel e nem trair a Ingrid com outra mina (já que ela não liberava). Foi aí que decidi: brotheragem é brotheragem. Sem sentimento, só prazer. Não é traição, né? Kkkk
Eu tava no primeiro ano do ensino médio. Já tinha ouvido boato de uns caras da escola que curtiam uma safadeza no banheiro ou no vestiário. A maioria era afeminado, e eu não queria correr o risco de ficar mal falado. Perto do fim do ano surgiu a história de dois moleques do 9º ano que ficavam um tempão sozinhos no vestiário depois da educação física. Os caras não tinham jeito de bicha, pegavam mina. Por fim, todo mundo achou que os boatos eram zoeira dos amigos deles.
Pra mim, foi sinal verde. Comecei a reparar neles. Tinham umas “brincadeiras” onde passavam a mão na bunda um do outro, davam sarradas, apertos no pau… coisa até então normais para dois adolescentes zoeiros. Mas os olhares que trocavam entregavam tudo pra quem tava ligado.
Num dia de educação física o professor misturou as turmas. Caí no time do Pedro. Negro, magrelo mas de corpo saradinho de quem joga bola, bundinha empinada e coxas grossas de jogador. Não sou atraído por homem, mas o moleque tinha um visual bem macho. Fiz de tudo pra ficar perto dele. Conversa vai, conversa vem, a gente criou uma parceria rápida. Quando o professor trocou os times, ficamos os dois na arquibancada batendo papo furado: futebol, mina, filme… papo de homem.
Quando o jogo acabou, notei ele procurando o amigo com o olhar, tenso, claramente esperando o vestiário esvaziar. Porém, o amigo saiu junto com o restante da turma, quando a galera começou a esvaziar o vestiário depois dos banhos.
— Ih caralho, a gente tava tão distraídos na conversa que nem fomos tomar banho. A galera já tá saindo — falei, me fazendo de sonso.
— É… esquecemos — respondeu ele, cabisbaixo.
— Então bora lá tomar uma ducha agora? Pelo menos não vai ter fila. Tomara que ainda tenha água quente — falei, passando o braço por cima do ombro dele com naturalidade, já explorando como ele reagia à minha aproximação. Ele não rejeitou.
Entramos no vestiário vazio. Colocamos as bolsas no banco e começamos a tirar a roupa. Até aí eu tava tranquilo. Mas quando o Pedro ficou pelado na minha frente, meu coração disparou. Ele tinha aquele corpo de adolescente em desenvolvimento: pele negra lisinha, músculos desenhados, bundinha redonda e firme. Meu pau começou a subir antes mesmo de entrar no chuveiro. Eu era inexperiente pra porra, só tinha dado uns amassos na Ingrid. Tomar iniciativa com outro cara era outro nível.
Ele entrou numa cabine. Então eu respirei fundo, entrei na da frente e fiquei de frente pra ele. Enquanto ele se ensaboava, eu não tirava os olhos. Quando virou de costas pra lavar a bunda, vi aquelas bandas macias se abrindo levemente… caralho. Meu pau latejou forte. Comecei a me masturbar devagar, olhando ele sem vergonha.
Demorou até ele notar. Quando viu meu pau latejando, ficou nervoso, tentou disfarçar. Mas nossos olhares se cruzaram e ele sacou tudo. O safado relaxou e começou a bater punheta também, alisando o próprio corpo e apertando os mamilos.
Aquilo não era suficiente pra mim. Quando vi ele mordendo o lábio carnudo enquanto encarava minha rola grossa, eu saí da cabine, entrei na dele e empurrei o moleque com força contra a parede, fechando a porta com o pé.
— Que que cê tá fazendo, cara?! Alguém pode entrar, porra! — ele falou assustado, voz tremendo. Eu colei meu corpo no dele, prendi seus pulsos acima da cabeça com uma mão e esfreguei minha pica dura entre as bandas daquela bundinha quente e molhada.
— Relaxa, Pedrinho… todo mundo já voltou pra sala. Ninguém vai aparecer agora — rosnei no ouvido dele, cheirando seu pescoço enquanto pressionava a cabeça grossa da minha rola bem no cuzinho franzido.
Ele se debateu um pouco, corpo arrepiado inteiro, mas a bundinha empinava contra mim quase sem querer. O contraste era foda: um moleque com cara e corpo de macho, mas tremendo e gemendo baixo feito putinha no meu domínio. Eu pressionei mais a cabeça grossa da minha pica entre as bandas daquela bundinha quente, sentindo a textura quente e enrugadinha do cuzinho dele roçando na cabeça da minha pica.
O moleque soltou um gemido rouco, que quase me fez gozar alí mesmo, o corpo todo arrepiado… mas logo começou a se debater de verdade.
— Para, mano! Por favor! Eu não curto essa parada… Nunca dei meu rabo, e nem quero. Vamos só bater punheta, cara! — implorou, voz tremida e quase chorosa, fazendo força pra se soltar dos meus braços.
Naquele segundo eu caí na real. Caralho, eu tava prestes a forçar a parada. Recuei um pouco, ainda dentro da cabine, soltando ele devagar. Meu pau continuava latejando, babando pré-gozo, mas eu respirei fundo.
— Olha, foi mal, Pedrinho… Eu achei que tu tava afim — falei, passando a mão no cabelo molhado. — Eu tô ligado no que tu e aquele teu amigo Caio fazem aqui no vestiário depois da aula. Já vi os olhares, as brincadeirinhas… não sou cego, porra. Achei que tu curtia uma brotheragem safada igual eu.
Pedro se virou de frente, olhos arregalados, respiração pesada. Tentou disfarçar, mas a cara entregava.
— Do que cê tá falando? Eu… eu não faço nada com ninguém… — gaguejou, nervoso pra caralho. Eu sorri de canto, olhando direto nos olhos dele enquanto minha rola ainda latejava entre nós dois.
— Fala sério, Pedrinho. Quando tu me viu batendo punheta te olhando, tu não saiu correndo. Pelo contrário, ficou e começou a bater uma também. Eu sei que tu curte uma putaria entre machos, sim. Não precisa fingir pra mim, mano. Aqui só tem nós dois.
Ele ficou em silêncio, mordendo o lábio inferior, sem conseguir sustentar meu olhar. Dava pra ver a luta interna: vergonha versus tesão. O pau dele continuava duro, apontando pra cima, traindo ele.
— A gente… bate punheta um pro outro… se beija e… chupa um ao outro também... – admitiu Pedro.
Eu não consegui segurar o sorriso. Caralho, o putinho confessou rapidinho. Eu aproveitei o vacilo e continuei, voz mais baixa e safada:
— Relaxa. Eu não tô te julgando. Descobri que uma putaria entre homens é muito bom. Sem frescura, só prazer. Então para de enrolar… tu quer curtir com esse meu pauzão ou não? Porque eu não vou te obrigar a nada, mas também não vou fingir que não tô vendo o quanto tu tá excitado.
Ele ficou em silêncio por uns segundos, o olhar dele descia pro meu pau grosso, babando pré-gozo, subia pro meu peitoral e voltava pro rosto. Dava pra ver ele travando uma guerra interna. O pau dele pulsava no ar, duro como pedra. Por fim, murmurou, quase sem voz:
— Eu… eu aceito — falou baixinho, voz tremendo.
— Aaah, agora sim cê falou algo que me interessa de verdade — falei, chegando mais perto, quase colando meu pau latejando no corpo dele. — Olha só, Pedrinho… eu não curto beijar homem e muito menos vou te chupar. Não é meu lance. Mas se tu tiver afim, eu deixo tu mamar esse pauzão até cansar. Chupa gostoso, com vontade, que quem sabe eu te recompenso no final. Se tu for bom, eu bato uma pra ti depois. Mas quero ver essa boquinha carnuda trabalhando bem.
O moleque se ajoelhou devagar no chão molhado do chuveiro. Ajoelhado daquele jeito, com cara de pivete sarado, pele negra brilhando de água, ele ainda tentava manter um resto de postura de macho. Mas os olhos entregavam: puto curioso e excitado. Ele segurou a base da minha rola com a mão, sentindo o peso e a grossura, e encostou os lábios macios na cabeça rosada.
Ele começou devagar, lambendo a cabeça, sentindo o gosto. Depois abriu a boca e engoliu uns centímetros. O som molhado encheu o vestiário: o barulho de sucção, a água caindo e os gemidinhos abafados dele. Ele babava muito. Saliva grossa escorria pelos cantos da boca, descendo pelo meu pau e pelas bolas. Ele não conseguia nem chegar na metade da minha rola, logo já engasgava fácil, mas eu não forcei. Deixei ele ir no ritmo, acostumando com o tamanho.
— Isso, Pedrinho… chupa gostoso, vai. Sem vergonha. Só tem nós dois aqui — gemi rouco, segurando a nuca dele com firmeza — Olha pra cima enquanto mama. Quero ver esses olhinhos de macho chupando outro macho — ordenei, puxando o cabelo dele. O safado obedeceu. O olhar que ele me deu enquanto chupava foi foda. Mistura de vergonha, tesão e entrega.
— Caralho, que boquinha gulosa… Engole mais, vai… tenta ir até o talo, putinha.
Ele começou a se soltar. Descendo mais fundo, engasgando, babando, recuperando o fôlego e voltando com mais fome. O barulho ficava cada vez mais obsceno. Eu sentia a língua dele trabalhando por baixo, os lábios carnudos esticados ao máximo ao redor da minha grossura.
De vez em quando eu metia um pouco mais forte, enfiando até a metade, segurando a cabeça dele e fodendo aquela boca quente. Lágrimas escorriam dos olhos dele, misturando com a água do chuveiro, mas ele não parava.
— É assim que tu chupa teu amigo? Ele não te trata como eu tô te tratando, né? Fala a verdade, safado.
— N-não… o pau dele é menor… ele é certinho … não fala comigo assim…com safadeza — respondeu ofegante, entre uma chupada e outra.
— Pois hoje tu vai aprender a mamar com um macho de verdade. Chupa, vai… mama esse pauzão gostoso, minha putinha.
O Pedro se soltou de vez. Começou a mamar com vontade animal, garganta engolindo um pouco mais da metade, babando sem controle, engasgando, recuperando o ar e voltando com mais força. Eu tava no paraíso. Já haviam passado mais de vinte minutos de boquete intenso, garganta apertada, boca quente e aqueles olhinhos lacrimejantes olhando pra mim. Meu pau latejava forte.
— Pedrin, tô quase gozando pra caralho… — falei com a voz rouca, ofegante, segurando firme a nuca dele. — Tu já tomou leitinho de macho na boca?
O Pedro tirou minha pica da boca por um segundo, fios grossos de saliva ligando seus lábios carnudos à cabeça latejante da minha rola. Ele respirava pesado, olhos vermelhos e brilhando.
— Nunca… — respondeu, voz rouca de tanto engasgar. — A gente sempre goza no chão… batendo uma pro outro. Eu sorri, passando o polegar nos lábios dele, limpando um pouco da baba que escorria.
— Pois hoje tu vai aprender, putinho. Olha pra mim. Abre essa boquinha bem aberta, coloca a língua pra fora e olha nos meus olhos. Quero te dar meu leitinho quente direto na garganta. Vai ser gostoso, prometo.
Ele hesitou. Dava pra ver o conflito na cara dele: vergonha, nojo, curiosidade e tesão puro brigando ao mesmo tempo. O pau dele continuava duro pra caralho, babando no chão do chuveiro. Eu acariciei o rosto dele com a mão, falando mais baixo, mais safado:
— Anda, Pedrinho… tu mamou tão gostoso, engasgou tanto nessa pica… não vai desistir agora, né? Deixa eu te leitar direitinho. Abre a boca, safado. Quero ver minha porra branquinha enchendo essa boca preta.
O moleque respirou fundo, tremendo, e obedeceu. Abriu a boca, esticou a linguinha rosada pra fora e me olhou por baixo, submisso. Aquela cena me quebrou de vez.
— Isso… assim mesmo, minha putinha. Olha pra mim.
Comecei a bater a rola bem na frente da boca dele, esfregando a cabeça inchada na língua. Não aguentei mais. Gozei forte, gemendo alto, o corpo inteiro contraindo. O primeiro jato foi grosso e potente, acertando direto no fundo da garganta. O segundo, terceiro e o quarto encheram a boca inteira. Ele se assustou com a quantidade e a força, engasgou e fechou um pouco os lábios, mas eu continuei gozando. Os últimos jatos caíram nos lábios carnudos, no queixo e escorreram pela pele negra do peito.
A imagem era insana: Pedro ajoelhado, boca cheia da minha porra branquinha contrastando com a pele escura, olhos lacrimejando, tentando engolir sem derrubar tudo. Ele tossiu, engoliu uma parte, e a outra escorreu pelo canto da boca. Fiquei ali, admirando o estrago, meu pau ainda pulsando na frente da cara dele.
— Engole tudo, vai… boa garoto — murmurei, passando a cabeça da pica nos lábios dele, limpando o resto levando até sua boca.
Ele engolia com dificuldade, fazendo careta de nojo, mas obedecendo. Demorou uns bons segundos pra recuperar o fôlego. Levantei ele do chão, encostei suas costas no meu peito e passei o braço ao redor do corpo dele, segurando firme. Minha rola ainda semi-dura ficou encaixada entre as bandas da bundinha empinada, sarrando devagar enquanto eu pegava no pau dele.
— Agora é tua vez, Pedrinho — sussurrei no ouvido dele, mordendo o lóbulo de leve.
Comecei a bater uma punheta gostosa, firme e ritmada, enquanto esfregava minha pica entre a bunda dele. Beijava e cheirava o pescoço molhado, sentindo ele tremer inteiro. Não demorou nem um minuto. O moleque gemeu rouco, o corpo inteiro convulsionando contra o meu, e gozou forte, jatos finos mas longos espirrando no piso do chuveiro. Ficamos um tempo assim, ele mole nos meus braços, água caindo sobre nós. Depois nos soltamos em silêncio. Tomamos banho separados, sem trocar uma palavra.
Eu via ele de canto de olho: olhar perdido, processando tudo que tinha acontecido. Eu sabia exatamente como ele tava se sentindo — as mesmas dúvidas que eu tive depois do Wendel. A diferença é que eu já não ligava mais pra porra nenhuma disso.
Naquele dia, dentro daquele vestiário da escola, eu tive certeza absoluta: meu primo Wendel só tinha aberto a porta pro mundo da brotheragem e da putaria. Com o Pedro eu resolvi que ia deixar ela escancarada pra sempre. E que ia atravessar ela quantas vezes a vida me desse um mano com cara de macho e mentalidade de puto, igual eu tinha descoberto que também era… e tinha gostado pra caralho.
É isso, rapaziada. Mais um capítulo dessa fase completamente insana da minha vida, daquelas experiências que ajudaram a moldar quem eu sou hoje. O Alex ingênuo, sem muita malícia e sempre pego de surpresa pelo mundo foi ficando para trás, dando lugar a alguém muito mais esperto, confiante e cheio de atitude.
Quero saber de vocês: tô conseguindo transmitir a intensidade dessas lembranças do jeito que elas merecem? Ainda tenho muita história pra contar, cada uma mais excitante que a outra, e pretendo dividir tudo por aqui. Mas preciso do feedback da rapaziada pra saber se vocês estão embarcando nessa viagem comigo e sentindo cada momento da forma como eu vivi. Aceito sugestões de como melhorar a escrita e a narrativa.
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Comentários (3)
Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zkK: Conto muito bom,seria daora se o primo voltasse
Responder↴ • uid:g3ipkbhr9ALXPUTO: Fica tranquilo, você acha mesmo que eu consegui ficar longe daquele puto? Ele foi quem me iniciou nesse mundo, é claro que a gente voltou a curtir.
• uid:sfy6lv9wltl