Aceitei Edu como homem(parte 2). Em busca da certeza de ter encontrado o macho ideal.
Depois da primeira foda com Edu, não consegui me conter e pedi pra ele me foder novamente. Daí veio a certeza que ele era meu macho.
Depois de permanecer por quase 1 hora sem saber o que falar para Edu, eu constrangido pedi que ele me levasse embora daquele motel onde ele me havia deflorado o cú.
Eu tomei um banho e verifiquei a brutalidade do pau dele ao passar a mão sobre meu cú para lavar.
Nunca havia ficado assim, com a borda do esfíncter toda inchada e dolorida.
Não quis que Eduardo percebesse meu desconforto e preocupação, então ao sairmos tentei demonstrar que estava tudo bem, mas ele se mostrou preocupado, indicando que eu não tive tanto sucesso ao querer transmitir normalidade.
No outro dia no trabalho o desconforto foi mais pela vergonha de estar diante do homem que me havia feito de fêmea por horas naquele quarto de motel.
Ele não ajudava e ficava me olhando com cara de tarado o tempo todo me deixando completamente constrangido.
O dia foi longo e na saída ele não perdeu tempo em me pedir para deixar ele me levar em casa.
Falei que não precisava mas ele insistiu tanto e eu não sei porque não tive coragem de ousar negar isso a ele.
Ele realmente não me considerava um homem, pois antes de entrar no carro, ele abriu a porta pra mim, passou a mão em volta da minha cintura e me ajudou a entrar no carro.
Me senti uma menina sendo cortejada pelo macho.
Ele puxou conversa e eu apenas respondia de forma seca ainda muito envergonhado.
Não tardou que ele perguntasse o que eu tinha achado da sua performance.
Não sabia como responder, mas pensei que como qualquer comedor que a única resposta que lhe interessava era sobre a confirmação positiva da sua performance como macho da relação.
Então eu procurei elogiar a sua performance dizendo que fode um cú muito bem.
Ele demonstrou satisfação na minha resposta exibindo um sorriso de canto de boca e uma cara de safado.
Isso o motivou a me convidar para um happy hour antes dele me deixar em casa.
Eu acabei cedendo e deixando ele me levar a um barzinho.
Ficamos lá até as 8hs da noite.
Ele então perguntou se nós poderíamos repetir a dose naquela noite.
Não podia negar de cara se tinha acabado de elogiar a performance dele sempre que ele perguntava.
Precisava convencer ele a deixar pra outro dia, mas foi dificil e não sei explicar o poder que ele tinha sobre mim.
Ele me inibi e não deixa espaço para eu fazer valer minha vontade.
É lógico que o papo continha tom sexual e era cheio de palavras de baixo calão, mas acho que não preciso repetir exatamente neste texto.
O tom sexual mexia comigo logicamente. Conforme ele tentava me persuadir, meu cú mesmo ainda muito dolorido, reagia com fortes contrações, a cada termo sexual que Edu usava para expressar o que ia fazer comigo no motel.
A ente é muito fertil e a cada descrição eu me via sendo manipulado por ele novamente numa cama de motel.
Animado pelo alcool, e sua mão saliente dentro da minha calça alisando a entrada do meu cuzinho, acabou por me fazer aceitar ser levado ao motel novamente por ele.
Durante o caminho ele pegou minha mão e colocou por cima da sua calça e pediu que eu ficasse alisando o volume que havia se formado durante nossa conversa no bar.
Sem poder ver, apenas tocando aquele volume, a mente fazia com que a imagem daquele pau imenso dele se formasse dentro da minha cabeça.
Ele mandou eu botar o pau dele pra fora,mas tive dificuldade de tirá-lo de dentro da calça por estar
muito duro.
Mas com muito esforço consegui livrar ele e comecei a punhetar aquela lindeza.
Ele mostrou muito controle, pois mesmo eu batendo punheta ele dirigia como se nada tivesse acontecendo.
Lógico que eu batia a punheta de forma bem lenta para não levar ele ao orgasmo.
Pedi a ele que me avisasse se fosse gozar.
Demorou bastante tempo, mas ele falou que estava quase gozando.
Interrompi e esperei a sensação cessar.
Ele então pediu que eu fizesse um boquete nele até o motel.
Eu soltei o sinto de segurança e abocanhei o que dava de pau e paguei boquete pra ele até entrarmos na garagem do motel.
Na escada ainda na garagem, eu sentei no degrau e ele parou na minha frente e fodeu minha boca até quase gozar dentro dela, mas ele interrompeu pois não queria prejudicar a nossa foda.
Já entramos loucos no quarto, tirando as roupas um do outro de forma afoita e descoordenada.
A vontade era tanta que ainda se despindo ele deu uma cusparada e lubrificou a entrada do meu cú.
Ele me virou de costas pra ele ainda de pé no meio do quarto e foi pincelando a pica duríssima na entrada do meu cú.
Foi forçando até a cabeça do pau encaixar dentro de mim.
Assim que ele garantiu que o pau ficasse encaixado no meu cú, ele me agarrou pelos braços e começou a empurrar a pica pra dentro.
Vi estrela e não apenas soltei um gemido, mais contrai a bunda,joguei os quadris pra frente pra escapar e de forma contida soltei um AIIIIIIIIIIII enquanto a pica deslizava pra dentro.
Quando senti que ele havia introduzido o pau inteiro dentro de mim eu percebi que estava nas pontas dos pés, parecendo uma bailarina.
Como doía aquele pau no meu rabo comigo estando de pé ainda.
Não conseguia descer da pnta dos pés devido a dor.
Ele começou a empurrar como se quisesse que eu andasse pra frente em direção a cama.
Eu tentava mais como não conseguia descer da ponta dos pés, nos deslocavamos lentamente como mini passos.
Mesmo sendo pouco mais de 1 metro, com mini passinhos levamos alguns segundos para chegar na beirada da cama.
Mas assim que chegamos lá,Edu já foi me colocando de quatro sem deixar o pau desencaixar.
Já de quatro pra ele, senti ele soltar meus braços e pegar minha cintura.
Ao sentir suas mãos me apertarem a cintura, já me senti compelido a abriar as pernas e eminar o rabo para Edu.
Sabia que quanto mais aberto eu estivesse pra ele, mas facilmente o pau poderia deslizar pra fora e pra dentro durante a fode.
Isso faria toda a diferença para aguentar o pau dele no estado que meu cú estava.
Mesmo abrindo bem e empinando pra facilitar, por estar muito dolorido, Edu me provocava uma dor intensa que não permitia que apenas eu gemesse, mais emitisse grunhidos de dor.
As vezes era tão intena a dor que não me continha e acabava gritando mesmo.
Não conseguia esticar os braços para pegar os travesseiros para poder morder e abafar os sons dos meus gritos que só aumentavam.
Já fazia um verdadeiro escandalo enquanto levava pau de Edu no meu cú.
Teve um momento que tentei usar uma das mãos pra para seu ímpeto mas ele não deixou.
Ele me pegou pelos cabelos e mantia uma das mãos na minha cintura e cravava a pica muito fundo me fazendo chorar no seu pau.
Não conseguia sentir prazer devido ao castigo aplicado por Edu estar sendo muito severo.
Nenhum homem tinha feito eu sofrer assim em sua pica.
Tinha certeza que não tinha sido uma decisão sabia ter deixado ele me converncer a vir para o motel estando com meu cú ainda muito machucado pela foda do dia anterior.
Mas não tinha o que fazer, macho como Edu não vai ter pena de sua fêmea.
Me joguei pra frente e consegui cair de bruços a cama, mas Edu acompanhou meu movimento e soltou meus cabelos e cintura e apoiou os punhos fechados ao lado da minha cabeça e continuou fodendo meu cú sem parar.
Eu já não aguentava mais levar pica daquela forma e comecei a tentar me arrastar pela cama.
Com muito sacríficio eu consegui chegar na cabeceira da camame fui me apoiando no espelho acima da cabeceira que era de couro marrom.
Conforme eu conseguia força para arquear o corpo apoiando no espelho ele ia retormando o apio de joehos e me estabilizou novamente pela cintura.
Foi aproximando o corpo do meu e eu podia sentir sua barriga e peito roçar minhas costas.
Ele veio me beijando no pescoço e baforando minha nuca e passou a morder minha orelha.
Eu me arrepiava todo e arqueava meu corpo em reflexo aos arrepios causados pelo seus toques e isso foi me compelindo a ir abrindo as pernas de novo e empinando bem a bunda pra ele.
Ele me fodia de forma espetacular por trás, alcançando muita profundidade e com ritmo muito lento que me arrancava gemidos muito afeminados.
Fomos lentamente ficando de pé em cima da cama e ele me pegando de costas, sem deixar o pau escapar me ergueu do colchão empalado pelo seu pau e ele caminhou até a lateral e sem me soltar, desceu pela lateral para o chão.
Quando sua perna apoiou no chão, eu deslizei por seu pau e tive o pau completamente emgolido pelo meu cú e senti uma dor cortante que me atingiu a alma.
Chorei, mas chorei muito. Eu soluçava e pelo meu rosto escorria tanta lágrima e mesmo assim ele não se comoveu.
Continuou me fodendo feito louco.
Ele andava comigo espetado em seu pau como seu eu não representava carga alguma, mostrando como ele era forte.
Eu me olhava de vez em quando quando estava de frente para o espelho da cabeceira da cama e me via numa situação ridicula, no colo de um home enorme, sendo jogado pra cima e sendo deixado escorregar pelo pau do macho enquanto eu via as lágrimas escorrendo por meu rosto e os grunhidos trêmulos que era forçado a emitir pelo deconforto e violência da posição esdruchula na qual o Edu fodia meu cú.
Esperei pelo momento que Edu se cansaria de foder naquela posição e buscasse o apoio da cama para encontrar uma posição mais confortável.
Isso levou alguns minutos, mas enfim ele me conduziu pra cama e me arriou permitindo que o pau desencaixasse por alguns instantes.
Ele me viru de barriga pra cima e apoiou minhas pernas nos seus ombros.
Ajeitou meus quadris alinhando com o seu pau que permanecia muito duro.
Pincelou a cabeça entre as bandas da minha bunda até sentir que a cabeça parou na entrada do cú e empurrou.
A cabeça pulou pra dentro e ele começou a penetrar até o fundo.
Quando senti suas bolas baterem na bunda e pedi pra ele ficar parado um tempinho.
Ele concordou e ficou ali paradinho um tempo. Eu conseguia sentir o pau pulsando dentro do meu cú.
Meu cú apesar da dor também mordia o pau dele, alternado com a pulsação do pau de Edu.
Ele não perguntou diretamente mas me olhou e balançou discretamente a cabeça como se perguntasse> E aí, tudo bem, posso meter.
Eu o olhei de volta, respirei fundo e balancei a cabeça para avisar que tudo bem, ele podia começar a foder de novo.
Essa comunicação foi bem eficiente, pois ele imediatamente começou a retirar o pau do meu cú e só parou quando a cabeça estava na estradinha, quase saindo, aí ele começou a enterrar aquele monstro de novo.
Nossa, só quem já deu o cú alguma vez sabe do que estou falando.
Olhar o macho nos olhos enqunato ele introduz a pica dentro do nosso cú, mesmo que muito dolorido dá um prazer na gente.
Não ter nenhum controle é o que nos faz sentir como fêmea.
Apesar de não sermos fêmea biologicamente, somos na essência e essa sensação que o corpo do pau do macho deslizando pelas paredes do anus não ésó boa pro macho não.
É uma dor intensa sim, mas é uma sensação de preenchimento e de realização porque podemos ver quanto o macho sente prazer em ter o pau agasalhado pelas paredes quente e macia do nosso cú.
Isso é que me dá maior prazer, ver o rosto do macho demonstrando toda satisfação de me penetrar plenamente.
Fodemos muito tempo nessa posição e ele esfolou meu cú de vez, mas valeu a pena pela quantidade de porra que ele despejou dentro de mim.
Inacreditável um homem ejacular tanto dentro de um cú de uma só vez.
Vazei porra a noite toda, já em minha casa depois que ele me levou embora.
Eu pensei muito a noite sobre as sensações que Edu me fazia senti e cheguei a conclusão que precisava vencer meu preconceito e aceitar que havia uma possibilidade deEdu ser meu macho fixo sim.
E pela manha eu decidi que precisava falar com ele se ele me aceitaria como sua fêmea.
Vou contar no próximo relato como foi esta conversa, que confesso não foi no dia seguinte como eu imagina, mas tomei coragem na semana seguinte quando a saude apertou de vez.
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