#Incesto #Teen

Natasha: pique-esconde com os primos

881 palavras | 4 | 4.39 | 👁️
Natasha

Natasha, meu irmão, os primos Lucas e Fernando e a prima Júlia estavam brincando de pique-esconde na fazenda. O sol já estava mais baixo, e a brincadeira tinha se espalhado pelo quintal, estábulo e galpão.

Eu e meu irmão nos escondemos juntos atrás de um monte de feno no estábulo. O espaço era apertado e escuro. Assim que nos agachamos, ele colou o corpo no meu por trás. Senti o pau dele já duro pressionando minha bunda. Ele começou a sarrar devagar, esfregando o volume grosso entre minhas nádegas enquanto uma das mãos subia por baixo da minha blusa e apertava meu peito.

— Fica quieta… — sussurrou ele no meu ouvido, a voz rouca. — O Lucas tá vindo.

Eu mordia o lábio, rebolando de leve contra ele, a bocetinha já molhando a calcinha. O atrito da calça dele na minha bunda estava me deixando louca. Ele puxou minha saia um pouco para cima e continuou sarrando, o pau batendo direto na minha fenda por cima da calcinha.

Foi aí que ouvi passos. Fernando apareceu na entrada do estábulo. Ele parou, os olhos se acostumando com a penumbra… e nos viu.

Meu irmão não parou de sarrar. Continuou esfregando o pau grosso na minha bunda enquanto Fernando ficava parado na porta, o olhar fixo em nós dois. Eu segurei o olhar do primo e, em vez de me afastar, empinhei um pouco mais a bunda, deixando meu irmão sarrar com mais vontade.

Fernando engoliu em seco, o volume já aparecendo na calça.

— Vocês dois… — ele murmurou baixo, sem se aproximar ainda.

Meu irmão só sorriu contra meu pescoço e continuou me sarrando, como se o fato de sermos vistos só tivesse aumentado o tesão.

Não aguentamos nos controlar. Continuamos nos esfregando ali atrás do feno, o pau do meu irmão deslizando com força entre minhas nádegas, minha calcinha já encharcada. Eu gemia baixinho, rebolando contra ele, enquanto Fernando assistia tudo sem desviar o olhar.

Foi nesse momento que Lucas apareceu na entrada do estábulo e nos achou. Os três parados, eu ainda com a saia erguida e o corpo colado no do meu irmão.

— Achei vocês — disse Lucas, a voz baixa, o olhar passando por mim e pelo Fernando.

Todo mundo saiu do esconderijo. Agora era a vez do meu irmão procurar.

Na nova rodada, eu corri de volta para o estábulo. Fernando veio logo atrás e se escondeu junto comigo no mesmo lugar, atrás do feno. O espaço continuava apertado. Assim que nos agachamos, ele colou o corpo no meu.

Ele percebeu minha intenção na hora. O olhar dele desceu para minha boca e depois para o meu corpo. Com a voz baixa e rouca, perguntou:

— Quer que eu faça o que o seu irmão tava fazendo?

Eu só sorri de lado, empinando um pouco a bunda contra ele em resposta.

Fernando não esperou mais. Passou o braço na minha cintura, puxou minha saia para cima e colou o pau duro bem no meio da minha bunda. Começou a sarrar com vontade, o volume grosso deslizando para cima e para baixo na minha fenda por cima da calcinha molhada.

— Porra, prima… você tá encharcada — murmurou ele no meu ouvido, a voz rouca de tesão. — Tava precisando de pau, né? O seu irmão te deixou assim?

Eu rebolei contra ele, mordendo o lábio.

— Tava… e agora você vai continuar o serviço?

Ele apertou minha cintura com força e sarrava mais forte, o pau batendo direto no meu clitóris por cima do tecido.

— Vou te deixar ainda mais molhada. Depois a gente vê se você aguenta só o sarro… ou se vai ter que me dar de verdade aqui atrás do feno.

Eu gemia baixinho, empurrando a bunda contra ele.

— Então sarrar mais forte, primo… me deixa louca.

Fernando obedeceu. Segurou meus quadris com as duas mãos e passou a esfregar o pau com força, o barulho molhado da minha calcinha enchendo o esconderijo. Eu sabia que o Lucas estava escondido em algum lugar por perto e estava vendo tudo. A ideia de ele estar assistindo me deu ainda mais tesão. Eu rebolava mais forte, gemendo baixinho de propósito, sabendo que ele escutava.

Os três conseguimos sair do estábulo sem sermos pegos pelo meu irmão. Ele acabou encontrando a Júlia escondida atrás do galpão.

A brincadeira continuava… e eu já estava molhada demais para fingir que não queria mais.

Agora que a brincadeira ia ficar boa de verdade, eu, meu irmão e meus primos nos escondemos em um lugar que a Júlia não ia achar. Um cantinho escuro e afastado no fundo do galpão de ferramentas, longe de qualquer caminho que ela costumava usar. O espaço era apertado o suficiente para os quatro ficarmos colados… e isolado o bastante para ninguém nos ouvir.

O ar entre nós já estava carregado.

Comentários (4)

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  • Lívia putinha: Nessa brincadeira eu por ser menor sempre ia me esconder com o meu primo mais velho dentro do mato e na parte mais escura, e ele sempre escondia o pau dele no meu cuzinho, ele já comia a minha buceta, mas adorava baixar minha calcinha e ficar socando a pica até nos encontrarem Uma delícia ser puta de primo, eles nunca nos decepcionam quando o assunto é arrombar a nossa buceta

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  • Oriental 50: Eu e minha prima éramos muito novos quando eu fui na casa dela, sabia que minha tia não estava, eu tinha as chaves da frente, entrei pela cozinha, eu só ia pegar o secador de cabelo da minha tia emprestado que minha mãe pediu para ir buscar, só que ouvi gemidos vindo do quarto da minha prima, quando cheguei na porta do quarto dela tive a melhor visão da minha vida, minha prima estava deitada na cama com o shorts e a calcinha abaixados se masturbando, de olhos fechados. Cheguei perto em silêncio, fiquei observando, nunca tinha visto aquilo, sabia que era masturbação, quando tomei coragem coloquei a mão na bucetinha dela e perguntei se ela queria ajuda, ela se assustou, mais o tensão falou mais alto, comecei a precionar o clitóris e colocar a ponta do dedo na entradinha, mais minha prima era virgem e ela reclamava que ardia quando enfiava, quando vi o clitóris de perto parecia um pintinho, me deu vontade de chupar, me posicionei no meio das pernas dela e passei a língua da entradinha até o clitóris, minha prima teve um espasmo, fiz de novo só para ver ela dando o pulinho, comecei a fazer rápido e ela explodiu num gozo, mais eu não parei e ainda aproveitei pra enfiar o dedo inteiro na bucetinha dela, ela ficou descontrolada, beijei seus peitos por cima da camiseta. Quando mexi o dedo dentro da bucetinha dela senti um lugar mais macio e quando cutucava esse ponto minha prima tinha espasmos, tinha achado o ponto G dela, fiz ela gozar denovo e quando ela estava gozando baixei meu shorts, cuspi na cabeça e enfiei na bucetinha, ela olhou e disse "seu tarado, se aproveitando né?" Comecei a bombar e ela disse que com o pinto não ardia tanto, logo gozamos, eu era tão novo que não saia nada ainda. Depois desse dia metiamos quase todos os dias, ou na casa dela ou em casa, ela vinha com a desculpa de fazer lição de casa comigo mais era outra lição

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  • Guilherme: Eu gozo muito sarrando uma bundinha gostosa....delícia.

    Responder↴ • uid:10vor4yp24g2
  • Wander: Brincadeiras com as primas era bom demais....até comi algumas...

    Responder↴ • uid:1e09qk6113g1