Um presente atrasado e bem-vindo
A liberdade é conquistada e levará para situações deliciosas capazes de manter memórias que vão e voltam.
A partida de dominó rolava na sala e eu bebia uma cerveja na cozinha. Um frango sai do forno e a janta estará quase pronta. Ouço a felicidade vinda da sala, alguém ali fechou a partida ganhando mais uma rodada. Como um pedaço do frango servido e digo que está delicioso. Dorinha monta outros dois pratos e leva até a sala servindo aqueles dois amigos dela e jogadores. Ela volta com a bandeja e diz que eu preciso sair sempre, viajar como estava fazendo, quebrar um pouco da rotina da cidade grande e concordo com ela. Os amigos dela jantam e mais cerveja é servida. Ela oferece outra e digo que não, minha conta havia chegado. Levanto e recolho o prato, lavo e coloco no escorredor junto com os talheres indo para a sala acompanhar as disputas entre os dois que é retomada. Olho, só acompanho, sou fraco neste jogo. Dorinha assiste televisão e logo o Felipe sugere ficarmos na parte externa da casa, um vasto corredor menos calorento. O Joélson aproveita e pega mais uma latinha. Sento perto da parede e Felipe bota a mesa branca de plástico distribuindo as peças. Aqueles dois experientes, amigos da Dorinha, um na casa dos quarenta e um e outro quarenta e seis, contrastam a minha jovem idade de dezoito anos. Ela aparece e diz que deitará. Emenda e diz para que não voltemos tarde. O jogo se desfaz e a mesa é colocada em seu lugar com as cadeiras.
A chave é entregue para o Felipe e ganhamos a estrada de terra indo a pé. O som de grilos e outros bichos noturnos dão sinais de vida. Pegamos uma transversal e subimos bem devagar. Não há pressa. A completa escuridão é rompida somente pela conversa dos dois. Uma figueira e ao fundo, uma casa. Tudo ali está apagado. O último sinal de eletricidade estava uns duzentos metros antes. Entramos naquela propriedade claramente abandonada. O mato baixo envolta da casa deve ter sido uma forma do proprietário sinalizar que esteve presente nos últimos dias. Felipe encosta na parede e mostra sua pica negra seguido do Joélson que possui uma bem comprida e também negra. Corado, aliso o Felipe e sou tocado na bunda pelo Joélson. Agacho e alterno chupadas naqueles paus duros. Mamo rápido, sou safado e sei bem que preciso mostrar vontade. Engulo a grossa pica do Felipe e depois mamo rápido o Joélson para sentir a cabeça segura levando uma enterrada na boca resultando em baba. O tesão sobe, a excitação aparece! O sinistro lugar ganha ares de putaria. Levanto e libero a bunda ao Felipe colado na parede. Sua roliça rola negra começa a penetrar e mamo a pica de Joélson. Eu sei facilitar as coisas e logo eu estou cravado iniciando o vai e vem. Engulo pica negra, permito ser comido. O rosto cora e o corpo esquenta. Dois experientes diante do novinho safado que precisa de pau.
Dominado, sinto tesão e minha excitação vai subindo. O roliço caralho promete e faz um rasgo para ganhar terreno. É um sexo sem pressa, não há preocupação por ali e quem pintar como olheiro corre o risco de ganhar uma bunda branca de presente. Joélson segura para que eu mame enquanto abro ao máximo a minha bunda facilitando o trabalho gostoso do Felipe. Lambuzo o rosto, chupo a cabeça, solto um sorriso de felicidade diante do sexo em andamento. A pica negra ganha velocidade disparando meu tesão e a entrega é natural. Rebolo numa cravada. Eu sei que meu cu alargou bem para receber aquele presente atrasado de aniversário de dezoito anos. Uma semana, tudo bem, tá no prazo! Tomo fôlego e abocanho a rola do Joélson até o máximo que posso. Não dá para chegar no talo. Seguro e dou uma chupada no saco, percorro e ganho intensidade atrás fazendo caretas e dando uma gaguejada. Felipe tira permitindo ao Joélson experimentar. O cu piscando e aberto mostra o poder da pica negra! Joélson aproveita a facilidade dada pelo amigo e faz sumir seu caralho que vai fundo! Pau poderoso, ele ganha ritmo e eu permito tudo mesmo sofrendo um pouco. O tesão e a dor ainda alternam mesmo estando entregue. O importante que estou fazendo sexo, entregando meu cu para realizar minhas vontades. São duas picas negras e eu preciso respeitar. Joélson ataca bastante o fundo, rebolo, mostro intimidade com caralho. Ele tira após uns cinco minutos e entrega de volta ao Felipe.
A noite estava dando seus prazeres ao meu corpo, aquela sensação deliciosa de liberdade e putaria que eu sempre desejei. Ela também entrega riscos e Felipe manda botar as mãos na parede. Faço e empino a bunda, recebo uma enterrada e faço careta com os fortíssimos ataques dele. Gemidos baixos, metidas duras em sinal de tara, sinto o pau roliço percorrer rapidamente dando com a cabeça ao fundo e a pegada fica mais tensa, fecho os olhos, caretas, gemidos, passo a língua nos lábios e numa travada eu sinto os jatos de esperma tomando conta do meu cu. Hum! Mordo o lábio e ele mela a entrada para que o Joélson dê mai sexo e logo percebo que sou forte diante da pegada animal daquele experiente homem. Suas mãos seguram minha cintura impondo sexo intenso, gaguejo, faço caretas, solto gemidos baixos! O pau escorrega rápido, fácil, ataca o fundo mandando recado ao meu rabo para aguentar. Quase choro e aguento. As fortes metidas dão o tom naquela escuridão. Felipe observa, não há ninguém. São quase onze da noite, o Joélson mete bem, fode com gosto, excito muito, aperto o pau, valorizo muito o pau negro comprido dele e mordo o lábio após uma travada resultando em nova gozada! Tira e meu cu baba muito esperma caindo na terra. Feliz, elogio os dois e ganho um papel para limpar. Levanto a roupa para sairmos dali e voltarmos ao sítio da Dorinha. Arrombado, doendo, latejando, piscando, grudando, tomo um banho e alivio um pouquinho a foda audaz realizada no mato.
Dia seguinte, os dois haviam se mandado logo cedo e retornado para São Paulo. Eu acordei sabendo das suas idas. O café da manhã servido por Dorinha com sorriso e olhar safado mostram que eu teria muitas explicações para dar. Não era algo que ela não soubesse, ao contrário, ela necessitava de aprovação confirmando se tudo havia ocorrido do jeito que eu gosto. Ela foi cirúrgica, trouxe paus negros, meu cu adora e tudo morria ali sem temer qualquer receio. Elogiei os amigos dela e vi um sorriso largo em seu rosto. Comentou sobre manter segredo. Confirmei tudo e agradeci. Carinhosa, passou as mãos nos meus cabelos e senti que o cuidado com meu destino era importante. Pediu para que eu não abrisse mão daquilo que gostava e senti que eu tinha uma outra mãe, liberal, mente aberta e capaz de resolver os meus problemas através da ajuda. Ao final da tarde, retornamos para São Paulo. A vida seguiria seu fluxo de trabalho, estudo e quem sabe, novas picas negras em minha bunda. Isto eu não abria mão.
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