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A cama de solteiro no quarto de meus pais

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Cladia

Minha família não pode de forma alguma ser classificada como tradicional. Meus pais são psicólogos e professores universitários e desde que tenho notícias, sempre levaram suas vidas com filosofia própria. Quando eu estava entrando na puberdade, mudamo-nos para uma casa antiga, mas muito bem reformada e nossos quartos eram enormes especialmente a suíte ocupada por meus pais, as paredes eram grossas e as portas construídas com madeira maciça, dessa forma não se ouvia o que acontecia nos cômodos, mas um detalhe chamava a atenção, o fato de que na suíte de meus pais além do recamei e da cama de casal tamanho king haver também uma cama de solteiro. Quando eu estava prestes a completar quinze anos, notei que meu irmão de dezessete costumava amanhecer na suíte de nossos pais e passei a atribuir a existência da cama de solteiro a esse fato imaginando que meu irmão tinha algum problema que era tratado em sigilo por meus pais. Faltando cerca de uma semana para eu completar os quinze anos eu perguntei a minha mãe o por que daquilo e ela sem me dar resposta, apenas me deu um selinho e fez aquela cara de sacana que eu a via fazer quando conversava com suas amigas. Na noite daquele mesmo dia, mamãe quebrando a rotina, entrou em meu quarto, usando um de seus baby dool de alcinha, quando eu já estava deitada e deitou a meu lado e passamos a conversar sobre vários assuntos até que chegamos a falar sobre as transformações em meu corpo e os carinhos de mamãe passaram a ser mais intensos e suas mãos passaram a me alisar de um modo diferente, a ponto de causar-me alguns arrepios gostosos e tentei corresponder alisando seu corpo da mesma forma que ela alisava o meu, até que mamãe passou a acessar minhas partes mais intimas e de um modo todo especial a alisar meus seios com as mãos de um modo tão delicado que parecia que ela estava passando uma pena em meus seios e quando me dei por conta, eu já estava nua da cintura para cima e meus mamilos estavam pontudos como nunca estiveram antes e tão sensíveis que quando ela passou a língua neles eu gemi de um modo de nunca tinha feito e passei a sentir algo na minha bucetinha até então intocada, semelhante a vontade de urinar, mas um pouco diferente, foi quando então mamãe puxou meu shortinho junto com minha calcinha e colocou uma de suas coxas no meio das minhas e eu por instinto esfreguei minha racha nela, claro que eu já sabia que aquilo era pura tesão que estava sendo estimulada por minha mãe e suas intenções sensuais tornaram claras, quando ela levou seu dedo indicador direto a meu grelo duro e o massageou, meu corpo tendeu a se contrair inteirinho, mas eu resisti e decidi aproveitar o momento e a experiencia daquela mulher com então quarenta e dois anos e muito sensual e aproveitando o grande degote de sua vestimenta abocanhei um de seus lindos seios tendo meu primeiro orgasmo acompanhada, muito mais forte que minhas masturbações solitárias. Só então vi a expressão tesuda de mamãe e nos beijamos lascivamente e dormimos abraçadinhas. No dia seguinte, acordei sozinha e nua em minha cama, ficando em dúvida se tinha sonhado eu se realmente tinha gozado no dedo de minha mãe, mas as dúvidas acabaram quando ela entrou com uma bandeja de café da manhã e com um brilho especial nos olhos me informou papai e meu irmão tinham saído cedinho para pescar e nos passaríamos o dia sozinhas. Após tomar o café da manhã, mamãe me convidou para tomar um banho com ela e percebi que havia algo a mais naquele convite ficando imediatamente excitada. Entramos no chuveiro e pela primeira vez mamãe mamou em meus peitinhos enquanto alisava meu bumbum com suas mãos mágicas fazendo-me ir ao delírio e abocanhar ainda sem a menor técnica seus seios e sugar com toda minha força sentindo um prazer enorme ao faze-lo quando então ali mesmo embaixo da agua quentinha que caia sobre nossos corpos nos alisamos, trançamos nossas línguas enquanto nos encoxavamos excitando nossos grelos. Fomos para cama de meus pais e ali pude ver de pertinho a buceta de minha mãe no mesmo instante que recebia seus lábios em minha racha e sentindo meu grelo sendo sugado por aquela que nem lembrava ser minha mãe e sim a mulher tesuda que me devorava e passei a fazer em sua fenda os mesmos movimentos que ela fazia na minha em meu primeiro sessenta e nove, até experimentar uma convulsão de prazer acompanhada por minha professora de sexo. Após gozarmos, ficamos naquela posição por um bom tempo, até que minha fodedora resolveu mostrar-me outro prazer enfiando a língua em meu cuzinho, nossa, eu não conseguia controlar meus gemidos e tão logo a linguada foi acompanhada de uma massagem clitoriana, gozei como uma louca na boca de mamãe. Foi então que ela me disse que a cama de solteiro e o recamei era para uso do meu pai enquanto ela usava a cama com meu irmão, mas que assim que eu resolvesse perder o cabaço, ela trocaria de lugar com papai ou com meu irmão.

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