Depois de um passeio no parque, fudi a buceta da minha cadela numa construção
Relato sobre um coito muito gostos que tive com minha cadela em uma construção, quando estávamos voltado de um passeio no parque da cidade.
Bom dia, boa tarde ou boa noite pra você, amigo leitor. Como vai? Espero que bem.
Como já fazia um bom tempo que eu não escrevia aqui no site, resolvi publicar dois relatos seguidos pra fazer uma moral com vocês kkkkkkkkk
Nesse relato vou falar de uma transa deliciosa que tive com a Lily, já nos dias finais do cio dela, durante um passeio que fizemos. Bem, vamos ao relato.
Aqui na minha cidade o inverno foi de fuder. As temperaturas sempre abaixo de 12 graus, todos os dias. Então a Lily ficou mais resguardada em casa, pois eu não tinha muito pique, nem tempo, pra sair com ela passear. A coitada parecia estar ficando agoniada de tanto tempo sem dar um rolê pela rua kkkkkkk
Mas no começo desse mês, agosto, as temperaturas já começaram a subir aqui na região, e já no primeiro domingo mais quente que tivemos, resolvi levar ela pra dar uma volta.
Como sempre, arrumei a mochila com comida pra ela, água, e algumas coisas pra eu petiscar também. Sinceramente eu nem tava pensando muito em putaria naquele momento, já que na noite anterior, no sábado, eu tinha feito a bucetinha dela sofrer muito na minha pica. Até aquele momento, meu intuito era só levar ela pra dar uma volta mesmo, correr, se movimentar bastante.
Claro que a buceta dela ainda tava virado num pacotão preto e rosa gigante por conta do cio, daqueles que enchem a palma da mão. Mas, como eu disse, não tava muito pra putaria, por enquanto.
Saímos era mais ou menos umas 15 da tarde. Sol radiante, temperatura amena, ótima pra passear sem ter perigo de voltar pra casa todo queimado do sol.
O caminho todo ocorreu sem problemas. Ela sempre à frente, me puxando pela guia, toda contente de finalmente estar botando o focinho pra fora de casa depois de tantos dias. Eu nem tava pensando em sexo, mas é óbvio que pra mim foi praticamente impossível não ficar olhando o pacotão inchado dela rebolando na minha frente o caminho todo, tanto que as vezes eu me perdia nos pensamentos enquanto fitava aquele pedaço de prazer que tanto me faz feliz kkkkkkk e o pau já ficava estralando na cueca... aí eu recobrava a consciência e tentava disfarçar o volume no meu shorts quando passava por alguém na rua. Enfim.
Resolvi levar ela até o parque municipal onde eu a comi no meio do mato certa vez (já contei aqui no site). A escolha do local nem foi tanto pela memória prazerosa que aquele lugar me trás, mas sim por que realmente é um ótimo lugar pra passear, aproveitar o dia.
Chegamos lá, e como quase todo fim de semana, o parque tava bem movimentado. Acho que todo mundo teve a mesma ideia que eu, de aproveitar o fim de semana de sol pra ir tirar um lazer. Dei uma volta com a Lily na guia, e depois a soltei pra dar uma brincada sozinha. Claro que as crianças em volta já puxaram ela pra brincar e correr junto delas.
Enquanto isso, achei uma sombra e fiquei sentado, deboa. Fiquei mexendo no celular, vendo reels no Instagram, comendo um salgadinho, só na paz. Passado um tempo, comecei a escutar um burburinho vindo do meio da criançada. Quando cheguei perto, vi um cachorro menor que a Lily doido pra traçar ela. O dog não tinha nem tamanho, mas tava tentando ficar por cima dela, com a rola já pra fora, dura, procurando a entrada da xota dela. E o mais foda é que a Lily tava paradinha, só esperando a pica entrar kkkkkkkkk porra, e o pior é que eu nem tinha me tocado do risco que era deixar uma cadela no cio solta no meio de um parque cheio de cachorro. Quando vi, já cheguei afugentando o cachorro, que saiu correndo. "Essa buceta aqui tem dono, seu safado", pensei, rindo sozinho.
Pra evitar o risco de minha amante emprenhar de outro cachorro, passei a guia nela novamente e voltei a passear acompanhando-a pelo parque. Mas logo começou a escurecer, e então resolvi voltar pra casa.
Sai do parque já era umas 18:30, mais ou menos. O sol já tava se pondo, e as ruas ficando vazias. Pra voltar, peguei um caminho que não uso muito, mas que aparentemente é mais rápido até minha casa que o caminho habitual. Ele passa por um novo loteamento que inaugurou a alguns meses, tanto que a maioria das poucas casas que tem lá ainda estão em construção.
No caminho de volta, comecei a pensar na cena da Lily parada na frente do cachorro, esperando pra ganhar pica dele. "Essa cadela não se dá por satisfeita mesmo, né?" Pensei. A puta tinha ganhado tanta rola grossa na noite anterior que faria inveja em muita atriz pornô, e ainda assim tava querendo entregar o xoxotão gordo pra outro macho.
Por ficar pensando na cadela puta que eu tenho, meu pau começou a ficar durasso denovo. Não sei vocês, mas em mim o tesão sobe de um jeito tão forte, que chega a me arrepiar a pele. E claro que uma pica faminta por buceta tem que ser alimentada, não é mesmo?
Então, no meio daquele bairro de poucas casas, decidi matar minha vontade por ali mesmo. Como eu disse, lá tem muitas casas em construção, portanto não foi difícil achar um lugar mais reservado pra encher a buceta da Lily de porra grossa. Encontrei uma casa mais afastada da rua, sendo construída bem no fundo do lote. O fundo da casa da pra uma rua ainda mais vazia e isolada. Era o lugar perfeito. Já não estava passando muita gente na rua naquela hora, e a casa era bem afastada. Zero risco de ser flagrado por alguém.
Caminhei com a Lily sentido à construção. A porta da frente, ou o que deveria ser a porta, tava obstruída por um tapume. Dei a volta na casa, e achei uma entrada pelos fundos. A casa já tava na fase de acabamento interno, já com cerâmicas colocadas e tudo, então não foi problema pra achar um lugarzinho mais limpo pra me divertir com a Lily. Encontrei um quartinho pequeno, com alguns tambores e caixas de cerâmicas empilhadas num canto.
Coloquei ela em cima da pilha de cerâmicas, mas a buceta dela ficou numa altura maior que a minha virilha. Então tirei uma das caixas, e pronto, altura perfeita. Baixei minhas calças com cueca e tudo, e já comecei dando uma pincelada na xota dela com a cabeça do pau, que tava babando de desejo. A vulva não parecia estar muito molhada, então tive que improvisar com saliva mesmo. Dei uma cusparada na cabeça da rola, e passei na entrada da buceta dela novamente. O anel de carne ficou bem molhado, pronto pra eu socar nele.
Botei a cabeça dentro dela, e devagar fui atolando o pau todo, até o fundo. Porra, eu nunca me canso de sentir a buceta dela engolindo meu cacete até às bolas. É sempre a mesma adrenalina que foi na primeira vez, o mesmo tesão. A boca seca, o arrepio que sobe pelo corpo, o batimento acelerado. Sinais do pecado da luxúria que existe em mim aflorando numa das formas mais bestiais e moralmente erradas possíveis. E eu ligo? Mas nem fudendo!
Sou um zoofilo, e gosto de ser. Não maltrato ou machuco minha amante canina, muito pelo contrário. Dou comida, água, um teto pra dormir embaixo, e também dou muito amor e carinho. Cumpro meu papel de macho, suprindo sua necessidade de rola durante o cio (e fora dele também rsrsrs) e em troca satisfaço meu taboo fetichista mais gostoso com ela. É uma via de mão dupla ótima pra ambos.
Talvez você aí do outro lado sinta repulsa, nojo ao ler isso, mesmo que possivelmente sinta os mesmos desejos que eu. Talvez você sinta uma enorme vontade de se saciar com uma cadela, ou um cachorro, sei lá, mas por pressão dessa sociedade falsamente moralista, você sinta vergonha de seus pensamentos e desejos. Olha, não sinta! Você não está sozinho/a. Ao redor do mundo existem centenas de milhares, ou talvez milhões, de pessoas igual a nós. Pessoas que só querem ser felizes, sem taboos ou preconceitos.
A zoofilia existe desde sempre, e não vai ser você, ou eu, o grande vilão, ou vilã, da história. Se permita experimentar coisas novas, satisfazer seus desejos mais profundos (desde que não machuque ou prejudique nada nem ninguém, claro). Você vai descobrir um mundo totalmente novo. Conselho de amigo.
Enfim, voltando ao relato. Depois da primeira socada que sempre me faz arrepiar, iniciei a dar estocadas de leve. Geralmente gosto de iniciar com calma, pra depois ir aumentando a velocidade no decorrer do coito. Socar tranquilo, sem pressa, é sempre ótimo pois eu sinto a textura interna do canal vaginal dela na ponta da minha glande. Já conheço cada centímetro quadrado daquela buceta kkkkkkkkk
Depois de alguns minutos, comecei a acelerar as socadas. Gosto de ir aumentando gradativamente, pra não assustar ou ter risco de machucar ela. Mas quando chega na velocidade final, já tô socando freneticamente, sem parar e indo até o fundo. As minhas bolas batem tanto na xota dela que em muitas vezes eu fiquei com o saco doendo por horas após o coito.
E nessa ocasião foi do mesmo jeito. Foi saco batendo na bucetona inchada sem dó. O foda é que como eu não tinha lubrificante dos bons na hora, eu tive que passar saliva na buceta e na cabeça do pau toda hora kkkkkkk quando eu sentia que a buceta tava ficando mais seca, tirava o pau, lubrificava, e rola pra dentro denovo. Com uma mão eu segurava o rabo dela, e com a outra segurava a corda da guia que tava em torno do tórax dela. Então eu tinha todo o controle do sexo, mas não que fosse preciso, já que a puta tá tão adestrada e acostumada com a minha piroca que nem sai da posição. Naquele momento, eu bem que estava querendo fazer em outras posições, como sempre faço, mas aquele não era um lugar adequado e confortável pra tentar.
Então, depois de alguns minutos socando forte, me dei por satisfeito e me deixei levar pelo orgasmo. Segurei seu corpo bem colado na minha virilha, com o bucetão dela massageando meu pau por inteiro, e então senti meu saco contrair e liberar meu néctar, juntamente com uma verdadeira overdose de dopamina no meu cérebro. E como sempre, o leite foi derramado bem no fundo dela, deixando a puta cheia do meu sêmen humano. Oh tesão do caralho!!
Segurei-a com o pau atolado dentro por uns instantes, e aos poucos fui tirando ele pra fora. Deixei de sentir o calor intenso da buceta, pra em seguida sentir o calor e a aspereza da sua língua, pois a Lily, como uma boa cadela submissa que é, veio me lambendo e limpando todo o leite que ainda tinha no meu pau e na minha virilha. Nessa hora pensei em voz alta "tá querendo pica de outro macho ainda? nessa buceta aí só eu posso meter", enquanto ela terminava de limpar minhas bolas. Já era quase noite quando eu finalmente vesti minhas calças, enquanto a Lily lambia a porra que escorria de sua xota. Foi uma ótima transa pra uma tarde em que eu nem tava querendo muito fuder...
Saímos pela porta dos fundos da casa. Apesar da rua estar deserta, e sem casas na vizinhança, decidi ir embora pela rua que passa nos fundos da casa, pra evitar qualquer risco de ser visto. No caminho de volta minhas bolas começaram a doer kkkkkk com certeza foi pela força com que elas bateram na buceta da cadela, e talvez um pouco foi por conta da leitada forte que dei.
Durante a caminhada retornando pra casa, tive medo da Lily começar a expelir porra pela buceta no meio da rua. Já li alguns relatos de caras que gozaram dentro de suas companheiras caninas, e depois elas começaram a vazar leite perto de outras pessoas. Imagina o constrangimento? Sua cadela soltando leite grosso perto dos outros? Kkkkkkk mas ainda bem que nada aconteceu. Aparentemente ela se limpou bem antes de sairmos da construção.
Chegamos em casa. Arrumei algo pra Lily comer e beber, e fui tomar banho. Ela não tava suja, então nem quis lavar ela também. Tem que dar um descanso pra coitada, né? Tendo em vista o que acontece toda vez que dou banho nela rsrsrsrsr
E agora aquela casa vai ficar marcada na minha memória. Sempre que eu passar por lá vou me lembrar dessa foda maravilhosa que tive com minha esposa canina kkkkkkk
Pois então, amigos, esse foi mais um relato meu. Espero que tenham gostado, do mais é isso.
Fiquem bem e até a próxima!
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