#Assédio #Coroa #Gay

Os irmãos da igreja.

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Bacelar

Os irmãos da igreja só queriam ajudar! E ajudaram bastante!

Em 1985 me convidaram pra assistir a um culto de uma determinada igreja. Foram jovens como eu que me convidaram. Eu tinha , na época 20 anos. Resolvi ir pois era num bairro próximo ao meu. Há! O meu apelido é Dudu.

Pra melhorar, um senhor que acompanhava os jovens, disse que se eu quisesse, ele me levaria de carro pois aonde eu morava, era passagem pra casa dele e logo eu aceitei. Combinamos o horário e assim foi. O nome desse senhor era Maurício. Um coroa moreno, forte, com um par de coxas de fazer inveja pois usava uma calça comprida bem justa.

Nessa igreja vc podia por jeans, camiseta, tênis,...

A igreja era muito bonita e muito bem organizada. As pessoas também eram muito bonitas. Confesso que gostei do ambiente e de todos pois eram muito simpáticos. Mas um me chamou a atenção. O Vini. Era um molecão do meu tope, branco, magro, da boca grande e lábios rosado, dentes perfeitos cabelos castanhos claros e um belo volume entre as pernas.

Vi ele ao longe e marquei na minha mente. Ele também olhou pra mim e se demorou um pouco pra depois continuar a cumprimentar os amigos dele. Enquanto o pastor falava, eu, de vez em quando procurava o Vini com os olhos, até que o achei, sentado mais a frente junto com um amigo dele que parecia um índio.

Tinha a pele cor de jambo, cabelo bem preto e escorrido porém curto, e todo fortinho, era bem mais baixo do que o Vini. O nome dele era Cláudio. Por um momento eles cochicharam e o Cláudio deu um giro de 380 graus com a visão, como que procurando alguém, até que olhou para trás e olhou pra mim.

Senti que ele ficou um pouco sem graça e comentou com o Vini, que logo em seguida olhou também e me achou. Deu um leve sorriso e virou pra frente. Aquilo estava mexendo comigo, só não sabia explicar o que estava acontecendo. Eu nunca tive preconceito com quem eu pegava. Se eu gostasse pegava mesmo.

Acabou o culto e procurei a saída pra ir embora e encontrei o Maurício, o coroa gostosão que me trouxe e mais uma vez me ofereceu carona mas pediu que esperasse um pouco até resolver algumas pendências pois ele tinha cargo na igreja. Pediu pra que eu fizesse um lanche na cantina por conta dele e pediu pra um irmão me levar lá e avisar.

Chegando na cantina vi o Vini e o Cláudio conversando com umas meninas lindas e percebi que elas estavam dando mole pra eles e resolvi ficar de longe observando. Havia muitas pessoas na cantina comprando e atrapalhava um pouco a visão.

Foi quando o Vini me percebeu e veio imediatamente na minha direção. Me cumprimentou apertando a minha mão, me desejando um bem vindo e que me sentisse como se estivesse em minha igreja. Lhe disse que não era crente e que estava ali por ter sido convidado.

Os seus olhos eram lindos. Brilhavam muito e ele não parava de olhar pra mim como se estivesse apaixonado. Logo o seu amigo Cláudio se aproximou e se apresentou. Era um cara muito gostoso pois era parrudo. Ficaram fazendo perguntas de se eu tinha gostado e que eu voltasse o mais breve possível.

Concordei com tudo. Logo o irmão Maurício aparece e pergunta se podemos ir e concordo. O Vini me deu um abraço muito gostoso. Se encostou em mim e deu pra sentir o seu volume encostar no meu e logo em seguida o Cláudio também me abraçou e eu fiz questão de abraçar ele forte. Que moleque gostoso. Ele sorriu e saí dali com o irmão Maurício para o carro.

No caminho o Maurício me falou de dias e horários em que havia trabalho com os jovens pois ele era professor de escola dominical e outros eventos com jovens. Era um irmão que dirigia o carro e de vez em quando apertava a minha coxa sem olhar pra mim. Senti maldade da parte dele e gostei daquilo. O cara era muito interessante.

Lhe disse que todo evento com jovens que ele poderia me chamar que eu iria. Ele gostou muito. Desceu do carro pra se despedir de mim e me abraçou, encostando todo o seu corpo no meu e ficou assim por um tempo. Depois me olhou nos olhos e disse que tinha certeza que eu iria gostar muito daquela igreja. Entrou no carro e se foi.

Antes de dormir, tive que bater uma punheta lembrando de tudo o que aconteceu. Esse culto foi numa noite de domingo. Marquei com o Maurício pra me pegar no próximo domingo para o culto da manhã. Durante a semana até esqueci um pouco de tudo o que aconteceu.

Domingo o Maurício me chamou, perguntando se eu iria. Me animei e fui. Ele estava usando uma camisa polo justa e uma calça de brim branca, que realçava as coxas e seu volume. Estava muito gostoso.

Chegamos na igreja fui pra uma sala com ele pra escola dominical. Estava vazia pois ele por ser o professor, chegava primeiro e mais tarde os alunos. Fiquei com ele ali, observando a beleza do seu corpo em movimento e percebi que ele se exibia pra mim, fazendo certos trejeitos pra expor a sua macheza.

O meu pau começou a ficar duro pois eu imaginava coisas com aquele corpo dele e acho que ele percebeu. A sala tinha carteira como se fosse sala de escola. Eu estava sentado e ele se aproximou com um livro na mão, como se estivesse lendo e chegou bem perto de mim, colocando aquele pau duro bem de frente a minha cara e ficou parado, sempre com a cara dentro do livro.

Eu me aproximei daquele volume e daquelas coxas. Passavam calor e discretamente alisei. Meti o foda se mesmo. Ele não se mexia, como se estivesse muito interessado no que lia, mas me deixando a vontade. Apertei suas coxas e ele começou a dar pequenos gemidos e o seu pau não parava de crescer. Até que segurei a tora e apertei.

E gemeu alto e me pediu pra parar porque ele iria se gozar todo. Se sentou na cadeira de professor, colocou as mãos na cabeça e me disse que estava a alguns dias sem foder e por isso tinha que segurar a onda pois qualquer coisa fazia ele gozar pois ele era muito ativo. A esposa se encontrava acamada. Confesso que senti pena dele.

Ele era militar do corpo de bombeiros. Nos acalmamos e perguntou se eu curtia futebol e confirmei. Me disse que de vez em quando jogava bola num quartel do exército ali próximo, que quando ele fosse ele me avisaria e concordei. Ele me deu um sorriso sacana e eu entendi.

Logo depois começou a chegar os alunos e claro o Vini e o Cláudio sempre juntos. Quando me viram ficaram muito felizes e sentaram do meu lado. A piroca do irmão Maurício deixou uma mancha de baba de pau em sua calça branca e ele não observou. De vez em quando os jovens cochichavam e riam baixinho. Acabando a aula, fomos pra o templo pra o culto.

Aquilo tudo era novo pra mim e na verdade eu estava gostando. Na minha cabeça era como uma novela ou sei lá o que, só sei que era totalmente fora da minha realidade. Depois do culto eu perguntei ao Vini aonde era o banheiro e ele fez questão de me levar. Disse que iria aproveitar pra mijar também.

Mijou do meu lado e fez questão de ficar olhando a minha rola mijar. Olhei pra dele e o moleque era bem dotado. Mole a piroca era comprida e grossa. Pra zoar perguntei se o pai dele era de cor. Ele demorou pra entender e logo depois caímos na risada. Acabamos de mijar e virei de frente pra ele balançando o meu pau e ele fez o mesmo. Eu respingava ele e ele me respingava e sorrimos.

Quando eu fui guardar o meu pau, ele pediu pra ver a veia mestra do meu pau, que é em cima. Deixei ele olhar de perto. Me mostrou que a dele era de lado. Estávamos babando de vontade de pegar um no pau do outro. Nos controlamos e saímos dali. Vi o irmão Maurício de longe nos observando. Se aproximou e me chamou pra ir embora. Estava de cara amarrada.

O Vini rapidamente me convidou pra almoçar na casa dele e me pegou por um braço, como me forçando a ir com ele. O irmão Maurício parecia estar com ciúmes e eu fui com o Vini. O irmão Maurício disse que a noite não poderia passar por minha casa pra me buscar por problemas pessoais. Percebi que ele estava era puto comigo. Taquei o foda se e fui com o Vini

A casa dele era no outro quarteirão e fomos andando devagar e conversando. Era filho único de mãe solteira mais estabilizada. A mãe era espírita mais o deixava a vontade pra escolher o seu caminho. Falei que morava com meus pais, que me deixavam a vontade. Eram tranquilos e eu tinha mais irmãos, que eu era o terceiro, de cima pra baixo. Total de cinco irmãos.

Chegando na casa dele me apresentou pra sua mãe que me fez algumas perguntas sobre família e comportamento. Tudo normal. Nos serviu o almoço e depois fomos pro quarto dele jogar um pouco. A mãe dele disse que iria dar uma saída até o centro pra resolver questões e que não iria demorar. Pediu pra que eu ficasse a vontade. Agradeci.

Ele colocou um short de jogar bola e me ofereceu um que logo aceitei. Trocamos ali mesmo, um na frente do outro. Deitamos no tapete e começamos a jogar banco imobiliário. Ele percebeu que eu era todo peludo. Já ele só era peludo no suvaco e nas partes íntimas. De vez em quando eu percebia ele olhando pro meu peito moreno e peludo. Até que disse que não tinha irmãos e que tinha algumas curiosidades com relação a sexo e corpo.

Que, por exemplo, tinha vontade de passar a mão em outro corpo, só por curiosidade. Disse que o Cláudio era o melhor amigo dele e tanto ele quanto o Cláudio se ajudavam nessas questões. O meu pau começou a ficar duro. Fiquei calado olhando pra ele. Então me perguntou se poderia passar a mão no meu peito peludo. Eu me deitei no carpete e o chamei.

Ele se aproximou e começou a me alisar. Comentou que era macio e perguntou se fazia calor e lhe disse que não. Pediu pra cheirar e lhe disse que sim. Então deitou no meu peito e esfregava o rosto suavemente, cheirava e dava leves beijos. Até que o seu cutuvelo encostou na cabeça do meu pau duro. Fiquei um pouco sem graça. Ele me olhou, olhou pro meu pau duro e encheu a mão. Eu gemi porque aquela putaria estava muito gostosa. Olhei pro meio do seu short e sua piroca estava estourando. Estiquei a mão e peguei no seu pau. Ele abriu mais as pernas.

Se deitou do meu lado com a cabeça virada pro meu pau, arriou o meu short, inspirou o cheiro da minha rola e começou a lamber suavemente. Puxei o seu corpo na minha direção e fiz o mesmo com ele. A sua piroca tinha cheiro de moleque novinho. Ele tinha a mesma idade que eu. 20 anos. Cheirei muito o pau dele e cai de boca naquela vara branca e cheia de veias, de cabeça vermelha e grossa, muito grossa.

Nos perdemos um dentro do outro. Nos mamamos como se não houvesse amanhã. Ele subiu por cima de mim e me mamou, quase arrancando o meu pau da base enquanto eu fazia o mesmo. A única frase que ele dizia de vez em quando era: Me dá leite. Aquilo me deixava doido. Passei a mão na bundinha dele e ele se abriu pra mim. Vi um cu clarinho porém arrombado. Imaginei que teria sido o gostoso do Cláudio. Enquanto o chupava atolei o dedão no cu dele e ele gemeu de prazer. Na mesma hora tirei o seu pau da minha boca e pedi pra ele ficar de quatro na beirada da cama. Ele obedeceu.

Esparramou o dorso na cama e ficou esperando eu meter. Cuspi no pau e no cu dele e fui introduzindo devagar. Ele gemia como uma menina e dizia: Mete meu gostoso. Mete na tua putinha. Acaba com o meu cu. Enterrei minha vara e subi por cima dele. Foi até os ovos. Ele gemia alto pois sabíamos que a mãe dele tinha saído. Então começou a gritar: Me fode porra! Me fode gostoso! Me arromba porra! Goza no meu cu caralho! Me engravida! Eu socava como um louco.

O cu dele era muito quente por dentro. Depois de umas vinte socadas eu avisei que iria gozar e ele empinou o máximo que deu pra cima pra não deixar a porra vazar. Me deu uma chave de cu, trancando o meu pau dentro do cu dele. Confesso que fiquei um pouco assustado. Aquele moleque da igreja era uma putinha que gostava muito de rola. Ficamos assim um pouco e ele destravou o meu pau.

Pedi pra ele virar de frente. Ele estava meio bambo de prazer. Sua piroca estava inchada e brilhando de tanto babar. Então foi a minha vez. Cai de boca naquele caralhao da cabeça vermelha. Tentava enterrar na garganta o tanto que dava e ele começou a gemer de novo. Eu mamei muito aquele pau porque eu também queria o leite daquele moleque com cheiro de guri. O filha da puta estava me desestabilizando e se duvidasse eu até daria pra ele, coisa que não era muito a minha praia.

Então ele começa a dizer que vai gozar e segura a minha cabeça e começa a socar o pau na minha garganta. Eu deixei e veio um rio de porra quentinha e grossa na minha garganta. Ele apertava a minha boca contra a sua tora até sair a última gota de esperma grossa. Tinha um cheiro muito forte e ácida. Cavalo de raça.

Vai ter a segunda parte. Ainda temos que falar do gostoso do Cláudio.

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