Cap 16 Festa da Empresa
Olá caros leitores, lá vamos nós para mais um conto cheio de putaria pra te deixar babando ou molhada, ou gozados. Sigo resumindo minha vida sexual em forma de contos, desde minha adolescência inocente até minha vida adulta depravada.
O conto de hoje se passa em 2019, um ano após meu último conto, nessa época estava com 26 anos. Um resumo rápido, já não estava com Rebeka fazia um ano. E não vou mentir, depois da Rebeka enfrentei uma puta seca. Assim, de vez em quando ao sair do trabalho quando passava em frente a alguns motéis, pagava para uns travecos fazerem uma xupeta. Não vou mentir, gozar na boquinha de traveco, e depois ver ele abrindo a porta do carro pra cuspir, é muito bom. Só de pensar já fico com o pau babado. Mas, não ficava com ninguém mais sério, também estava voltando a ficar meio deprê.
Fernando, o cara que sempre me fazia companhia no escritório, saiu do trabalho, arrumou um emprego em outro estado e foi embora. Ainda tinha alguns colegas de empresa, mas todos babacas, nem dá pra incluir na história.
Mas a virada de chave daquele ano aconteceu em setembro para ser mais exato. Tudo começou com a saída do meu antigo chefe, que foi demitido, e para seu lugar contrataram uma tal de Fran.
Fran era uma mulher alta e de porte elegante, com uma presença física que chamava atenção. Tinha cabelos longos e escuros, traços marcantes e um rosto expressivo, emoldurado por olhos vivos. Usava óculos, e aparentava ter uns 50 e poucos anos. Parecia ser uma pessoa séria.
Ele ficou responsável por ser a coordenadora da minha área. Logo no seu primeiro dia, ela já chamou o time pra uma reunião, e estabeleceu as metas de resultados pro ano. Cara, nesse dia especificamente ela usava uma roupa social preta e estava com a camisa desabotoada de uma forma que dava pra ver seu decote. Enquanto ela falava de números e bla bla bla, eu só focava naquela xoxota dela dividida no meio da calça. Puts, ela era uma puta de uma coroa.
E eu dei uma mancada gigante, pois enquanto ela explicava as metas, eu tava sonhando como poderia ta comendo ela de quatro. Foi nessa hora que…
-Por isso que o Cass, explique como ele pretende atuar para evitar problemas de envio dos relatórios aos clientes mensais? - Falou ela percebendo que eu estava olhando para ela mais com a cabeça no mundo da lua.
-Acredito que poderíamos automatizar o processo, em vez de ser algo manual, poderíamos colocar uma rotina no gmail que pega esses relatórios enviados pelo nosso departamento de banco de dados e encaminhá-los automaticamente para os clientes, evitando qualquer tipo de descuido por parte da equipe. - É, não falei, mas eu sou foda no que faço. Posso estar no mundo da lua, mas sempre estou atento a tudo. E quando dei essa resposta, vi a cara dela, de chocada que conseguir dar uma resposta satisfatória, mesmo ela sabendo que eu não estava prestando atenção.
Alguns dias depois desse episódio, tive meu primeiro one a one com ela, isso é um tipo de feedback pessoal, onde ela me avalia no trabalho.
-Oi fran, posso entrar? - Perguntei já entrando na sala.
-Até, poderia dizer que não, mas você já entrou, sempre precoce. - Falou ela olhando pra tela do monitor sem prestar atenção em mim. Eu admirava aquele corpão da coroa. Meus amigos, ela tinha um olhar imponente, e uma postura que fazia desejar muito ela. Inclusive, tinha seguido ela no instagram, e visto algumas fotos dela na praia e piscina. Caralho, nem vou mentir, bati varias para aquela coroa.
-Nem em tudo eu sou precoce. - Falei sem nem pensar nessa resposta. Nesse momento ela me olhou espremendo os olhos.
-Sente senhor Cass, como vai sua pessoa?
-Bom, pra falar a verdade melhor agora, gosto da sua compania. - Falei com um ar de debochado, sem gostei de parecer esnobe, ou que não me importava muito com a situação do momento, mesmo em ambiente de trabalho, isso faz as pessoas ficarem curiosa sobre quais são meus propósitos.
-Ah é? Interessante, também gosto da sua atuação no time. Você tem desempenhando um papel fundamental, pra falar a verdade tem me ajudado muito a me adaptar. - Ela falou pois, de fato, desde a chegada dela, o time não estava ajudando muito, mas eu por certos interesse, estava trabalhando feito um condenado para mostrar serviço, não sou besta. Então ela continuou.
-Muito obrigado pelo trabalho que você vem fazendo.
-Não por isso. - Respondi com um tom de quem tava fazendo nada a mais que minha obrigação.
-Algo pra comentar senhor Cass? - Perguntou ela.
-Não dona Fran, sem mais.
-Ok, então por mim está liberado.
-Na verdade, eu tenho uma pergunta, vai para a festa da empresa? - Perguntei direto, ah, só pra contextualizar, as vezes da empresa era um suruba organizada. Brinks, na verdade o pós das festas sempre era uma putaria, em quase todas eu ficava com alguém. Menos o último, acabei nem indo pra festa.
-Por que quer saber? - Perguntou ela curiosa.
-Bom, to querendo descobrir se a Senhora é sempre formal assim. - Respondi com tom de brincadeira. Ela deu uma gargalhada sincera.
-Olha, você me fez ri viu, sim eu vou.
-Perfeito, te vejo lá então. - Respondi e me virei pra sair. Deu pra ver ela meio confusa.
A semana passou rápido e finalmente chegou a sexta, na qual seria o dia da festa da empresa. Eles sempre alugavam um galpão de festa, e faziam um mega evento. O povo bebia pra caralho. E começaram a dançar, era uma putaria sem fim. E ver aquele povo todo pau no cu, dançando e se esfregando como se não houvesse amanhã, era muito bom. Na segunda-feira todo mundo iria ter ressaca moral.
E lá, estava eu, bebendo minha caipirinha e comendo de graça pela empresa. Além de julgar o povo que estava bêbado e caindo. Estava um pouco afastado do som e de onde o povo estava dançando. Foi então então que escutei uma voz atrás de mim.
-Você também dança, ou só fica julgando as pessoas? - Era Fran, minha coordenadora.
-Se quiser passar vergonha também, eu aceito o desafio - Eu sou péssimo com dança, mas se for pra comer uma buceta, participo até da dança dos famosos.
Então ela pegou minha mão e começamos a dançar, tentei não atrapalhar, então apenas acompanhava os passos dela, que ia me conduzindo. Uma mão minha estava segurando a dela e a outra na cintura.
-A você dança até bem. - Falou ela no meu pé do ouvido.
-E a senhora não é tão formal quanto eu pensava.
-Senhora tá no céu, me respeita que eu sei viver. - Falou ela.
-Huum, gosto de quem sabe viver. - Aquela dança estava ficando boa. Meu pau inclusive ja tava começando a ficar apertado na minha calça.
-Qual a sua garoto? - Falou ela enquanto me olhava fixamente.
-Como assim qual a minha? - Perguntei fingindo de besta.
-Ah, não se faz de tonto pra mim, qual a sua? Não acha que não percebo você me comendo com os olhos no escritório? - Quando escutei isso não fique assustado, pelo contrario, fiquei com tesão de saber que ela ja sabia qual era minha intenção.
-É Fran, você matou minha charada, fui descoberto. - Falei isso bem no pé do ouvido dela quase sussurrando. Ela me olhou com um leve sorriso, e me mostrou sua aliança. Sim, ela era casada, com 2 filhos já crescidos.
-Isso é apenas um detalhe. - Falei fazendo minha cara de safado de sempre. Então ela parou de dançar, e foi em direção ao bar. Acompanhei ela.
-Uma Gin Tônica por favor! - Pediu ela ao garçom do bar.
-Duas! - Falei olhando pra ela com um sorriso de canto de boca.
-Garoto, garoto. Você quer brincar com fogo.
-Nesse quesito de brincar com fogo eu sou habilidoso.
-O que você quer? Me diz. - Perguntou ela passando a mão no cabelo, e demonstrando um certo interesse em saber o que queria de fato com essa investida. Então me aproximei bem perto do ouvido dela e falei.
-Sentir seu gosto ja é o suficiente. - Acreditem, o álcool da noite já estava fazendo efeito, no meu estado normal jamais falaria isso pra minha COORDENADORA. Ela parou me olhando, como se estivesse em estado de choque sem acreditar. A nossa bebida chegou. Peguei a minha enquanto ela ainda olhava.
-Um brinde? - Falei!
-O que vamos brindar? - Ela perguntou
-Ao prazer! - Ela me olhou, balançando a cabeça, pegou o copo e brindou. Me aproximei perto dela e disse.
-Estarei indo pro meu carro. Se tiver interesse em saber o gosto da minha língua na sua buceta. Te aguardarei por 10 minutos.
Nem demorei muito, falei aquilo me virei e fui embora pro carro que estava no estacionamento. Enquanto caminhava para o carro, eu só pensava: “FUDEUUUU. Vou ser demitido, eu falei coisa que não devia pra minha coordenadora, que é casada. Ja era, agora ja era, nem adianta ir pro carro, vou chamar o uber daqui mesmo.” Nisso eu já estava no estacionamento, me preparando para chamar o uber, quando escuto.
-Achei que você estaria no carro, por sinal qual é mesmo? - Sim era, ela. Ela veio atras de mim, ela queria aquilo. Nem pensei muito, ja lasquei um beijo nela ali mesmo no estacionamento enfiando minha lingua em sua boa.
-Calma, apressado, é melhor entrarmos no seu carro. - Falou ela, com medo de sermos pego por alguém.
Então entramos no carro e ficamos nos beijando na parte de tras no carro. Enfiei minha mão debaixo da calça dela, sentindo sua buceitnha. Estávamos deitado e ela de costas pra mim. Enquanto eu encoxava ela, sentia sua buceta molhada em minhas mãos. E ela estava muito babada. A sua buceta estava com um pouco de cabelo, baixo, mas tinha.
-Eu vou sentir seu gosto agora. - Falei pra ela enquanto tirava sua calça e cai de boca em sua buceta. Nossa, ela estava muito molhada e aquele gosto, caralho.
Fiquei alinha chupando ela, que colocou a mão na boca pra não gemer. Aquilo me deixava muito de pau duro.
-Vem cá, se vira pra mim, quero chupar seu pau. Falou ela com muito tesão.
Então me virei e começamos a fazer um 69 bem gostoso.
Mano aquilo tava muito gostoso, no banco de tras do carro, eu chupando sua buceta e ela me mamando gostoso.
-Eu quero te fuder! - Falei pra ela.
-Você tem camisinha? -Ela perguntou inocente kkkk
-Vai ser isso que vai nos impedir? - Ela me olhou com uma cara de indecisa e simplesmente balançou que não. Foi o que eu precisava. Nem pensei muito, ja peguei meu pau que tava babado e e buceta dela toda molhada da minha saliva, e enfiei meu pau nela.
Porra, aquela buceta não era apertada, mas era gulosa para um caralho. Soquei muito naquela xota. E cada socada que eu dava ela colocava mais ainda a mão na boca pra não gemer, me apertando feito louca.
Enquanto fudia ela, cai de boca naqueles peitos, que acreditem eram durinhos. Depois dois de algumas socadas fortes naquela buceta eu ja não estava me aguentando. Ela me vendo que ja estava pra gozar falou.
-Você vai gozar dentro? - Perguntou, como quem ja sabia a resposta.
-Só se você deixar. - Ela então como uma boa puta, consentiu com a cabeça. E eu tratei de resolver isso. Gozei gostoso naquela buceta. E ela gozou junto, nessa hora ela tacou o danasse para a mão e sua boca e gemeu bem alto.
Começamos a rir e eu deitei cansado em cima dela, ainda com o pau dentro.
-Faz tempo que não faço uma loucura dessa. - Falou ela bem ofegante.
-Estarei sempre a disposição quando quiser uma loucura dessa. - Eu sabia que ali tinha aberto uma porta. Ela me olhou com uma cara de sorriso sem graça. Então tirei meu pau de dentro dela, e ela se limpou com um lenço que dei.
Pedimos o nosso uber e ficamos ali no meu carro esperando chegar. O dela chegou primeiro, ela me beijou e foi embora. E meu uber chegou e também fui pra casa.
Na segunda-feira, quando cheguei no escritório, estava organizando minhas coisas, ela passou pela minha mesa e deixou um bilhete. Ao abrir: “Aqui eu sou sua chefe, me trate como tal. Mas na cama posso ser sua puta, me trate igual a uma”.
Já tinha entendido o recado. A aquela coroa iria ficar no meu pé, e eu no dela. Mas o destino seria engraçado. Pois eu estava a duas semanas de conhecer garota que iria fuder com a minha vida e a vida da Fran. Que por sinal era sua filha!
Mas essa é uma história para um outro conto.
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