#Teen #Virgem

1° anal da namorada

1.4k palavras | 1 | 0.00 | 👁️
PatrickAnal

A primeira vez que comi o cu da minha namorada pra manter a virgindade dela

Olá a todos! Primeiro vou me apresentar. Me chamou Patrick (nome fictício) tenho atualmente 28 anos. Nessa época eu era um jovem que frequentava a igreja muito novo. Estava ali no nono ano do ensino fundamental. Mesmo antes de entrar no mundo evangélico eu já tinha sido exposto a muitos conteúdos pornograficos, então já sabia muita coisa e sempre fui muito fissurado em sexo anal e bunda (nada mudou até hoje). Vou dizer um pouco sobre mim. Na época eu era bem magrinho, um rapaz pintoso, 175cm de altura, cabelo preto e moreno. Tenho um pinto do tamanho normal de todo brasileiro com 15cm e não tão grosso. Conheci uma menina mais velha que eu que gostou muito de mim ao longo do tempo. Ela já estava no 2° ano do ensino médio. Ela branca, na época ela era um pouco gordinha. A conhecida gordelicia. Ela tinha 170cm um seios pequenos, mas tinha um baita quadril e rabão e a cintura fina o que me encantava. Eu apesar de já saber muito de pornografia mas não tinha prática era um rapaz que curtia mais namorar do que ficar pegando muitas meninas. Sempre fui muito atencioso e carinhoso (acredito que foi isso que fez eu conquistar ela, pois nem todas as mulheres curtem homens mais novos). Pouco tempo após entrar na igreja, fomos se aproximando aos poucos e conversando na época por mensagem do Facebook. Por fim, marcamos de se encontrar escondido e finalmente nos beijamos a primeira vez. Logo após, ela falou que éramos pra namorar em casa porque os pais delas eram muito rígidos por serem da igreja. Ficamos uns 2 meses se beijando escondido até eu ir finalmente pedir ela pra namorar em casa. O pai dela foi bem relutante, não gostou de ter pedido a filha dele em namoro, mas acabou aceitando por eu também ser da mesma igreja.
A casa dos pais dela era uma casa bem grande que ao longo do tempo o pai dela foi construindo. A gente, ficava na primeira sala, próximo ao portão. Era uma sala mais simples, com aquele sofá cama, uma mesa de jantar no canto e uma tv pra assistir. Na parte de trás da casa tinha a cozinha, no segundo andar tinha uma outra sala enorme e os quartos.
Eu e ela ficávamos na sala mais humilde, o pai dela ficava na sala enorme e a mãe quando não estava na cozinha fazendo comida, ela estava no quarto dela. Então não nos incomodava. Ao longo do tempo os nossos beijos foram esquentando e cada dia mais íamos ficando mais próximos. Nossos corpos pedia cada vez mais um ao outro. Comecei a pegar nos peitos dela por cima da roupa, sempre que tinha oportunidade pegava naquele rabão dela e assim ficamos. Aos poucos fui colocando a mão por dentro do short e sentindo a bunda dela na minhas mãos até que por fim cheguei naquela bucetinha intocável que nunca tinha sido tocada por ninguém. Nesse dia ela ficou muito constrangida pois não havia se depilado e cortou e eu fiquei bem pra baixo.
Continuamos namorando e cada vez mais íntimos. Nessa época era inverno então ficávamos no sofá cama da sala com a coberta e isso nos dava um pouco de privacidade pra gente se tocar escondidos. Os pais dela quase nunca iam lá na salinha. Um dia após muita troca de beijos eu cheguei na bucetinha dela e estava depiladinha, ela deixou eu masturbar ela a 1° vez e fiz ela gozar em minhas mãos. Ela amou demais, a buceta dela muito meladinha foi o máximo pra mim.
Namorávamos somente aos fins de semana, então aguardei a próxima semana ansioso. Enquanto isso, conversamos pelo mensagem e ela disse o quanto gostou e que também queria fazer algo por mim. Apesar dela ser da igreja ela tinha muito fogo. Na outra semana repetimos o mesmo ritual, fiz ela gozar nas minhas mãos. Mas pra minha surpresa, ela tirou meu pau pra fora embaixo da coberta e fez seu primeiro boquete. Que delícia de boquinha, eu também nunca tinha recebido um boquete, era tudo novo para nós dois. Pouco tempo após com aquela boquinha quentinha eu avisei que ia gozar e ela tirou e eu gozei na mão dela pra não sujar a coberta.
Nosso fogo aumentou, comecei a sarrar nela, ela começou a usar shorts mais larguinhos na hora que íamos namorar pra nós dar mais facilidade. Após o mesmo ritual, ela me fez um boquete mas eu não cheguei a gozar. Em baixo das cobertas eu comecei a sarrar nela, ela muito molhada, empurrei seu shortinho para o lado, puxei sua calcinha e encostei meu membro na portinha da sua buceta. Nossa, que buceta quente e molhadinha. Quando ela sentiu, ela recuou. Colocou o short de volta e falou não. Puts, aquilo me frustou abeça mas não quis pressioná-la. Nessa semana, conversei com ela por mensagem o porquê ela não deixou. Já havíamos 8 meses juntos e já tínhamos se explorado bastante.
Ela disse que queria casar virgem, que se os pais delas descobrissem que ela tinha perdido a virgindade poderiam até expulsar ela de casa e etc.
Então, eu virei pra ela e disse "porque não tentamos anal? Assim você permanece virgem na frente, vamos dar prazer um para o outro e eles nunca vão descobrir" ela ficou bastante relutando por ser da igreja, dizia que era pecado, que aquilo não se fazia e etc..
Passaram-se umas 3 semanas, novamente estávamos nos pegando e eu pedi a ela pra sarrar na bucetinha dela de ladinho no sofá e que não ia penetrar. Ela aceitou. Nesse dia o pai dela já tinha dormido na poltrona dele no segundo andar e a mãe dela já tinha se despedido pra ir pro quarto. Ficamos na sala embaixo da coberta e apagamos a luz e ficou somente a luz da tv acessa. Ela virou de ladinho, eu puxei sua calcinha pro lado e pude sarrar naquela buceta babando muito e nem quentinha. Pra mim foi a melhor sensação do mundo, era tortura não enfiar o pau ali naquele buraco maravilhoso. Ficamos assim uns 30 minutos, ela com muito tesao eu com o pau igual uma pedra e todo lambuzado já. Pra minha surpresa, ela pegou no meu pau, puxou e apontou na ponta do seu cuzinho. Eu sem acreditar, o tesao falou mais alto. Por conta do tesao que ela estava sentindo e a buceta muito melada, meu pau estava bastante lubrificado. Então ela foi segurando meu pau e disse "põe" nossa, pra se controlar foi difícil kkk
Então eu fui enfiando bem devagarinho naquele cu maravilhoso. Ficamos ali uns 20 minutos num põe, espera, tira, coloca de novo. Até que por fim meu pau entrou todinho dentro daquele cu que pegava fogo.
Foi a melhor sensação que eu tive. Esperei ela acostumar e comecei um leve vai e vem deflorando aquele cuzinho que nunca tinha visto um pau.
Como eu era inexperiente e com aquela pressão enorme no meu pau eu não durei muito, enchi aquele cu de gozo o máximo que eu pude. Ela disfarçou foi ao banheiro e depois voltou. Disse que gostou bastante mas que queria gozar sentindo meu pau no seu cuzinho também.
Mas essa história eu conto outro dia
Me desculpem pela história bem longa, quis trazer rico em detalhes.
Comentem se quiserem parte 2

Comentários (1)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Pt 2: Pt2

    Responder↴ • uid:ona2nn2fik