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Piroca de pai, pinto de moleque

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Grok_o_perv

Eu e meu pai acabamos sozinhos num hotel de meio de estrada e relembramos os esfregas que fazíamos quando eu era pequeno

O ar-condicionado do quarto do hotel fazia aquele barulho baixo e constante. Lá fora a estrada estava quieta. Dentro, o cheiro de uísque barato, suor de viagem e algo mais grosso pairava no ar.

Eu tinha acabado de completar 14 anos fazia duas semanas. Corpo ainda de menino que virava homem: magro pra caralho, ombros estreitos, peito quase liso, barriga sarada de magro, pernas finas. O pau acompanhava — fino, veias fininhas, cabeça rosada e sensível demais. Eu me sentia pequeno ao lado do meu pai. Ele tinha trinta e cinco, corpo largo de quem levantava peso no trabalho, peito peludo e definido, ombros largos, braços grossos, barriga chapada com aquela linha de pelos descendo até a cueca. O pau dele que eu já tinha visto tantas vezes no banho era grosso, pesado, a glande larga e escura, veias saltadas. Diferente de mim em tudo.

A “viagem dos homens” tinha sido ideia dele. Só nós dois. A cabana de pesca ficava a 2 dias de viagem. Na primeira noite acabamos naquele hotel de beira de estrada, quarto de casal porque era o único que sobrara. Jantamos cedo e papai me deixou beber cerveja. Depois uísque direto da garrafa. Eu estava bêbado o suficiente pra perder o filtro, mas sóbrio o bastante pra sentir o pau latejando dentro da cueca.

Ele deitou primeiro, de boxer preta justa e camiseta cinza. O volume grosso já marcava o tecido. Eu fiquei no banheiro olhando no espelho o magrinho de 14 anos que ia fazer merda. Quando voltei, a luz do abajur estava baixa. Ele ainda não dormia de verdade, só de olhos semicerrados.

Eu não pensei. Subi na cama e me joguei por cima dele de costas, igual fazia quando era moleque. O corpo magro encaixou no corpo largo. A cueca cinza clara de algodão que eu usava encostou na boxer preta dele. Meu pau fino, já duro pra porra, se esfregou no sulco quente entre as coxas dele por cima da roupa. Movei o quadril uma vez, devagar. Depois outra, mais forte. O pau fino deslizou de cima a baixo contra o volume grosso.

— Pai… — a voz saiu rouca, cheia de uísque.

Ele abriu os olhos de verdade. A mão grande subiu e segurou minha cintura magra, os dedos apertando a carne fina.

— Que porra é essa, moleque? Tá maluco?

Eu continuei me esfregando, o pau fino marcando a cueca, a cabeça rosada já molhada de pré-gozo. O tecido raspava no volume dele, que endurecia rápido pra caralho.

— Lembra que eu fazia isso quando era novo? — falei na orelha dele, a boca quase colada. — Subia em cima de você na cama e ficava me esfregando até gozar na cueca…

Ele riu baixo, o peito vibrando sob o meu.

— Você era um pirralho safado pra caralho…

— Eu sempre bati punheta lembrando disso — soltei de uma vez. — Sempre. Imaginava a gente assim… só que sem roupa. Seu pau grosso, meu pau fino esfregando, gozando tudo junto.

O riso dele morreu. O silêncio ficou pesado. Eu senti o pau dele subir de vez sob a cueca, grosso, quente, empurrando contra o meu. A mão na minha cintura apertou mais forte e empurrou meu quadril pra baixo, me fazendo esfregar mais.

— Porra… — a voz dele saiu rouca, suja. — Você não era o único, moleque. Depois que você descia da cama eu ia no banheiro e batia uma pensando nessa porra. Seu corpinho magro se esfregando em mim… eu gozava imaginando te tirar a cueca e esfregar de verdade.

Meu pau latejou forte só de ouvir. Eu gemi alto e me esfreguei mais rápido, o pau fino deslizando ao lado do grosso, as cabeças se encontrando por cima do tecido. A umidade dos dois já encharcava as cuecas.

— Fala mais, pai… — pedi, a boca aberta no pescoço dele. — Fala como você batia.

Ele segurou minhas nádegas magras com as duas mãos e abriu, me forçando a esfregar o pau fino bem no meio do volume dele.

— Eu segurava o pau e imaginava o seu fininho escorregando no meu. Sua pré-gozo molhando tudo. Eu gozava grosso pensando em te fazer lamber depois. Safado igual você, filho da puta.

— Porra, pai… — eu estava ofegante, o quadril batendo. — Seu pau é grosso pra caralho… tá me deixando doido.

— E o seu é fino pra porra… piru de moleque, de criança. É por isso que eu gosto. Parece pau de menino ainda. Me deixa com uma tesão do caralho sentir esse piruzinho fino esfregando no meu.

Eu ri sujo, a boca colada no ouvido dele.

— Então você é pedófilo, pai? Gosta de piru de moleque?

Ele apertou minha bunda com força e empurrou o quadril pra cima, o pau grosso latejando forte contra o meu.

— Sou. Gosto pra caralho de piru de menininho. Do seu especialmente. Agora esfrega mais forte esse piruzinho fino na rola grossa do seu pai, porra.

Eu obedeçi. O corpo magro batia no corpo largo. O barulho úmido das cuecas molhadas enchia o quarto. Meu pau fino latejava, a cabeça sensível esfregando na glande larga dele através do algodão. O cheiro de pré-gozo e suor subia forte.

— Eu vou gozar… — avisei, a voz falhando.

— Goza, porra. Goza na cueca igual putinha. Me mostra como você gozava pensando no pai.

O orgasmo veio sujo e forte. Meu corpo magro tremeu inteiro por cima dele. O pau fino jorrou dentro da boxer, quente, grosso, escorrendo pelas bolas, encharcando a cueca preta dele também. No mesmo segundo o pau grosso latejou e explodiu. A porra dele subiu forte, quente, misturando com a minha, deixando as duas cuecas pesadas e transparentes. O cheiro forte de porra fresca preencheu o ar entre nós.

Eu continuei me esfregando devagar, espalhando a porra dentro das cuecas, os paus ainda duros e escorregadios um contra o outro. Ele gemeu baixo, a barba de três dias raspando no meu ombro.

— Chupa um pouco da porra pela cueca — ele ordenou, a voz rouca.

Eu desci a cabeça, puxei a beirada da boxer preta dele com os dentes e lamei o tecido encharcado. O gosto salgado e amargo da porra dos dois misturada. Ele segurou minha cabeça e empurrou meu rosto contra o volume ainda duro.

— Isso… lambe tudo, safado. Depois a gente dorme todo gozado igual porco.

Eu lamei até a cueca ficar só úmida de saliva. Depois subi de novo e deitei colado nele, a perna magra por cima da coxa grossa. A mão dele encontrou meu pau fino ainda latejando dentro da cueca suja e apertou.

Caímos no sono assim: de cueca gozada, o cheiro de sexo no quarto, o corpo magro do filho colado no corpo largo do pai de trinta e cinco anos.

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A luz da manhã entrou pela fresta da cortina. Eu acordei primeiro. A cueca estava endurecida de porra seca, colada na pele magra. O cheiro ainda estava lá — forte, masculino, proibido. Meu pai roncava de lado, a boxer preta também manchada, o pau semi-duro marcado no tecido grosso.

Eu olhei pra ele um tempo longo. O peito peludo subindo e descendo, os braços grossos, a mão grande aberta no lençol. O corpo de 14 anos já estava latejando de novo. O pau fino duro só de lembrar da confissão da noite.

Levantei devagar, tirei a camiseta e a cueca suja. Fiquei nu. O corpo magro, o peito quase sem músculo, o pau fino ereto apontando pra frente, a cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Depois puxei a boxer dele pra baixo sem pedir licença. O pau grosso saltou, já inchado, as veias saltadas, a glande larga e escura. A porra seca de ontem ainda manchava a base e os pelos.

Ele abriu os olhos e sorriu sujo.

— Acordou putinho já?

— Acordei querendo seu pau na minha cara — respondi, me deitando por cima dele de novo, agora pele com pele. O pau fino encostou no pau grosso. Sem tecido. A diferença era absurda: o meu fino e comprido ao lado do dele, grosso e pesado. Eu movi o quadril e senti a pele quente deslizar, a pré-gozo dos dois misturando na hora.

— Ontem a gente gozou na cueca — falei baixo, a boca quase na dele. — Hoje eu quero gozar no seu rosto e tomar a sua porra direto da fonte.

Ele segurou minha nuca e puxou meu rosto pra baixo. Dessa vez foi beijo de verdade — boca aberta, língua grossa entrando na minha, chupando, mordendo meu lábio inferior.

— Então esfrega direito, porra. E fala putaria. Eu também quero ouvir.

Eu comecei o frot de verdade. Pau contra pau. O fino deslizando ao longo do grosso, as glandes se esfregando com força, a pré-gozo escorrendo e facilitando tudo. O corpo magro sobre o corpo largo. Meu peito fino raspando no peito peludo. As bolas se batendo. O barulho molhado e sujo enchendo o quarto.

— Seu pau é grosso pra caralho, pai… — gemi na boca dele. — Quero sentir ele latejar quando eu gozar no seu rosto.

— E o seu é fino pra porra… piru de moleque. É por isso que eu gosto tanto. Parece pau de menino ainda. Me deixa doido sentir esse piruzinho escorregando no meu.

Eu ri de novo, provocando.

— Pedófilo do caralho. Gosta de piru de moleque mesmo, né?

Ele segurou minhas nádegas com força, abrindo e empurrando pra cima, forçando o frot mais fundo, a voz rouca e suja:

— Gosto. Admito. Tenho tara em piru de moleque. No seu especialmente. Agora continua esfregando esse piruzinho fino no meu pau grosso, safado.

— Eu batia punheta todo dia pensando nisso. Imaginava você me segurando e me fazendo gozar na sua boca. Imaginava chupar sua porra depois de você gozar no meu pau fino.

Ele rosnou mais alto.

— Eu também, moleque. Depois que você saía da cama eu ia no banheiro e gozava grosso pensando em te virar e esfregar meu pau grosso no seu fininho até a gente sujar tudo. Pensava em te fazer engolir. Safado igual você.

Aumentei a velocidade. O quadril magro batia. O pau fino deslizava rápido, a glande sensível esfregando sem parar na glande larga. Eu desci a cabeça e lamei o peito peludo dele, chupando o mamilo, mordendo de leve.

— Cheira meu sovaco — ele ordenou.

Eu obedeçi. Enfiei o rosto no sovaco peludo, cheirei fundo o suor de homem, lamei, chupei o pelo. O gosto salgado me deixou ainda mais duro. Ele gemeu alto e apertou minha cabeça ali.

— Isso… lambedor de pai. Agora sobe e goza na minha cara.

Eu me ajoelhei sobre o peito largo dele, o pau fino apontado pro rosto. Ele segurou a base com a mão grande e me masturbou rápido, o polegar esfregando a cabeça sensível. Ao mesmo tempo eu me abaixei e peguei o pau grosso com as duas mãos, batendo com força, a glande quase tocando meu queixo, a pré-gozo escorrendo nos meus dedos.

— Abre a boca, pai — pedi. — Quero gozar dentro.

Ele abriu. Eu gozei primeiro. O corpo magro tremeu inteiro. O pau fino jorrou grosso, branco, quente, direto na boca aberta dele. A primeira porrada entrou. A segunda acertou a língua. A terceira escorreu pelo canto da boca. Ele engoliu o que pôde e deixou o resto escorrer pelo queixo, pingando no peito peludo. Eu continuei gozando, mirando a testa, o olho, a barba.

No mesmo segundo o pau grosso latejou nas minhas mãos e explodiu. A porrada forte acertou meu rosto de baixo pra cima: boca, nariz, testa, cabelo. Quente, densa, o cheiro forte enchendo minhas narinas. Eu abri a boca e engoli o que caiu dentro. O resto escorreu pelo pescoço magro, pingando de volta no peito dele.

Continuamos nos masturbando um no outro enquanto a porra ainda saía. Eu desci o rosto e lamei a porra que escorria do pau grosso, chupando a glande larga, sentindo o gosto amargo e salgado. Ele puxou minha cabeça e lamei a porra que estava no rosto dele também — a minha e a dele misturadas. Trocamos a porra de boca: eu cuspi um pouco na boca dele, ele cuspiu de volta na minha. Nós dois engolimos rindo sujo.

Quando finalmente paramos, os rostos estavam brilhando de porra, o cabelo grudento, o peito lambuzado. Eu desci e deitei ao lado dele de novo, o corpo magro colado no corpo largo. A mão dele encontrou meu pau fino ainda semi-duro e apertou, espalhando a porra que restava.

— Amanhã a gente faz de novo — ele murmurou, a voz rouca, lambendo um resto de porra do meu queixo. — Só que da próxima eu quero você de quatro me esfregando o pau grosso na sua bunda magra até a gente gozar de novo. E você vai engolir tudo. Esse piru de moleque é meu.

Eu só concordei, a boca ainda com gosto da porra dele, o pau fino já começando a endurecer outra vez só de imaginar.

O ar-condicionado continuava seu barulho baixo. Lá fora o dia seguia normal. Dentro daquele quarto de hotel, o pai de trinta e cinco e o filho de 14 tinham acabado de atravessar todas as linhas — pele com pele, pau contra pau, porra no rosto, na boca, engolida e cuspida de volta — e nenhum dos dois queria voltar atrás.

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