Meu Padrasto Me Fudeu Por Fumar - Parte 2
O jantar com a minha mãe naquela noite foi uma tortura lenta e refinada. Cada vez que eu tentava me mexer na cadeira da mesa de jantar, uma pontada aguda e quente no meu cu me lembrava do que Bruno tinha feito comigo horas atrás no banco de trás do carro. A sensação de estar preenchido, dolorido e marcado por ele ainda estava impregnada na minha pele.
Minha mãe tagarelava sobre o dia dela, completamente alheia ao monstro sentado à sua frente e ao filho corrompido ao seu lado. De vez em quando, os olhos de Bruno cruzavam com os meus por cima do prato. Ele mantinha aquela fachada impecável de homem de família, mas o brilho predatório no olhar dele me dizia que o show da tarde não tinha sido o bastante.
Meti-me no meu quarto por volta das onze da noite. Tomei um banho demorado, tentando lavar o suor e o cheiro dele, mas a dor no meu corpo só fazia alimentar a lembrança. Deitei na cama vestindo apenas uma cueca boxer branca, encarando o teto no escuro, ouvindo o silêncio pesado da casa. O quarto da minha mãe ficava logo no fim do corredor, a poucos passos da minha porta.
Por volta da uma da manhã, a maçaneta da minha porta girou sem produzir um único ruído.
A luz fraca do corredor projetou uma sombra enorme no piso do meu quarto. Bruno entrou com a precisão de um caçador. Ele tinha acabado de sair do banho: o cabelo grisalho nas têmporas ainda estava levemente úmido, o peito largo e peludo completamente exposto, e ele vestia apenas uma cueca boxer preta que mal conseguia disfarçar o volume ereto e rígido que se projetava para a frente.
Ele fechou a porta atrás de si e girou a tranca com um clique suave e definitivo.
— Bruno... — murmurei num fio de voz, meu coração disparando na hora. — A minha mãe tá dormindo no quarto do lado, caralho...
— Cala a porra da boca — ele rosnou baixinho, atravessando a penumbra com passos firmes.
Ele não deu espaço para discussão. Bruno subiu na minha cama de solteiro, o peso do corpo dele fazendo o colchão afundar enquanto ele se posicionava por cima de mim. O calor que emanava da pele dele era sufocante. Antes que eu pudesse protestar de novo, a mão grande e pesada dele tapou a minha boca com força, cravando os dedos nas minhas bochechas e me prendendo contra o travesseiro.
— Você acha mesmo que eu ia conseguir dormir sabendo que você tá aqui do lado, totalmente à minha disposição? — ele sussurrou no meu ouvido, a voz grave e rasgada queimando a minha pele. — Você é meu agora, Bernardo. E se der um único piu que acorde a sua mãe... eu fodo você tão fundo que ela vai ouvir o som do seu estalo daqui.
A pressão da mão dele sobre a minha boca me sufocava, mas o pavor de sermos pegos só fez o sangue ferver nas minhas veias. Com a outra mão, Bruno agarrou o elástico da minha cueca e a arrancou de uma vez só pelas minhas pernas, deixando meu corpo totalmente nu sobre o lençol.
Ele não perdeu tempo com preliminares gentis. Bruno segurou minhas duas pernas pelos tornozelos e as puxou com força para cima, dobrando meus joelhos contra o meu próprio peito. Ele me escancarou completamente na posição de frango assado, expondo minha entrada ainda dolorida e sensível direto para a penumbra do quarto.
— Olha pra você... — ele sussurrou no meu ouvido, a voz ríspida e carregada de uma posse doentia enquanto puxava a própria cueca para baixo, libertando o pau grosso e ereto. — Totalmente aberto, rendido... uma vadiazinha pronta para ser usada no meio da noite.
Sem qualquer aviso, ele cuspiu forte na palma da mão e besuntou a cabeça do pau, esfregando a umidade diretamente na minha entrada. O choque do gelado me fez dar um salto na cama, mas a mão dele na minha boca impedia qualquer som de sair.
Bruno alinhou a cabeça do pau e empurrou com violência.
A invazão foi brutal. O pau dele me rasgou de uma vez só, afundando até a raiz e preenchendo cada milímetro do meu interior dolorido. Um urro alto ficou preso na minha garganta, abafado pela palma da mão dele.
Minhas lágrimas saltaram no escuro, os olhos arregalados enquanto eu sentia o peso do corpo dele me esmagando contra o colchão.
— Isso... engole tudo, caralho — ele rosnou, o peito arfando contra o meu. — Sua mãe tá a três metros daqui, Bernardo. Se você gritar, ela entra por aquela porta e vê o marido metendo fundo no filho dela.
A ameaça era o combustível que faltava. Bruno começou a me foder num ritmo ríspido, pesado e constante. A cada estocada brutal, minhas nádegas estalavam contra a virilha dele, produzindo um som alto e úmido que fazia meu coração disparar. Eu cravava as unhas nos braços dele, contorcendo o quadril para receber cada centímetro daquele pau enorme.
A dor inicial foi dando lugar a uma onda de prazer insano e proibido. Ele me mantinha dobrado ao meio, o ângulo perfeito fazendo a cabeça do pau dele atingir o meu ponto mais sensível a cada investida. Comecei a gemer desesperado contra a mão dele, a saliva escorrendo pelos meus lábios enquanto o ritmo dele só aumentava.
— Puta que pariu... você é apertado demais, moleque... — Bruno arfava, os olhos cravados nos meus na penumbra. — Pede mais... sussurra no meu ouvido antes que eu me descontrole.
Ele tirou a mão da minha boca por um segundo, mantendo minhas pernas presas no alto.
— Mais... por favor, Bruno... me fode mais forte — eu supliquei num sussurro rasgado, colando a boca no pescoço dele e mordendo a pele firme do seu ombro para não gritar.
Ele aceitou o convite aumentando a velocidade. Os impactos eram profundos, viscerais, fazendo a cabeceira da cama ranger levemente a cada investida.
Bruno puxou meu corpo ainda mais contra o dele, desferindo estocadas finais tão fundas que meu próprio pênis, sem sofrer qualquer toque, começou a pulsar descontroladamente.
O orgasmo me atingiu como um raio. Gozei sozinho num jato forte que melou meu próprio peito, o corpo inteiro tremendo em espasmos involuntários enquanto me contorcia sob o peso dele.
Sentir minha entrada apertar o pau dele no clímax fez Bruno perder totalmente o juízo. Ele soltou um rosnado grave, afundou o pau até o limite e descarregou uma leva quente e abundante de esperma bem no fundo de mim, preenchendo meu interior enquanto seu corpo estremecia por cima do meu.
Ele permaneceu acoplado em mim por alguns segundos longos, arfando pesado no meu pescoço enquanto a gozada dele escorria devagar. Quando ele se puxou para fora com um som úmido, soltei um suspiro dolorido, minhas pernas caindo pesadas sobre a cama.
Bruno se ajeitou, limpando-se rapidamente e puxando a cueca. Ele se inclinou sobre mim, cravando os dedos no meu queixo para me fazer encará-lo.
— Boa noite, Bernardo — ele murmurou com um sorriso sombrio nos lábios, dando um tapa fraco na minha bochecha. — Amanhã a gente continua.
Fiquei deitado no escuro por alguns minutos, o peito subindo e descendo devagar enquanto o tremor nas minhas pernas finalmente começava a passar. O cheiro de sexo e o calor do esperma dele escorrendo lentamente por dentro de mim deixavam o ar do quarto denso, quase sufocante. A dor no meu cu era uma queimação constante, mas cada pulsação daquela dor me trazia uma onda de prazer doentio.
Subitamente, o som de passos leves no corredor fez meu sangue gelar instantaneamente.
O ranger da madeira lá fora indicava que minha mãe tinha acordado. A luz do corredor acendeu por baixo da fresta da minha porta. Travei no colchão, prestando atenção em cada detalhe, sem ousar respirar.
— Bruno? — a voz dela veio abafada do corredor, fraca e sonolenta. — Querido, você tá na cozinha?
O silêncio na casa durou dois segundos intermináveis. Bruno, que já estava de pé ao lado da minha cama ajeitando a cueca, nem sequer piscou. Ele me olhou de cima, com uma calma fria e calculada que me deixou impressionado. Ele colocou o dedo indicador sobre os próprios lábios, exigindo o meu silêncio absoluto, e caminhou a passos firmes e silenciosos em direção à porta.
Ele destrancou a porta com um estalo quase imperceptível e a abriu apenas o suficiente para passar metade do corpo para fora.
— Tô aqui no banheiro do corredor, amor — a voz de Bruno saiu perfeitamente normal, firme e tranquila, sem dar qualquer pista da maratona que ele tinha acabado de ter em cima de mim. — Acordei com sede e com uma dor de cabeça chata. Já tô voltando pra cama.
— Ah... tá bom — ela respondeu, bocejando alto. — Não demora, tá muito frio aqui fora.
O som dos passos dela se afastando e a porta do quarto deles se fechando selaram a nossa vitória naquela noite.
Bruno encostou a porta do meu quarto novamente, sem trancar dessa vez. Ele se virou para mim na penumbra, um sorriso vitorioso e descarado surgindo nos lábios. Ele caminhou até a beira da minha cama, se inclinou e segurou meu queixo com força, cravando os olhos escuros nos meus.
— Viu só? — ele sussurrou perto da minha boca, a voz grave e cheia de deboche. — A gente faz o que quiser nesta casa, Bernardo. Bem debaixo do nariz dela.
Ele me deu um beijo rápido e estalado nos lábios, um toque pesado de posse que deixou o gosto dele na minha boca.
— Dorme bem, moleque. Amanhã cedo eu quero você acordado antes dela.
Ele saiu do quarto sem fazer barulho, deixando a porta entreaberta. Encostei a cabeça no travesseiro com o coração ainda disparado, me encolhendo sob o cobertor. O perigo de ser pego só tornava aquele vício mais forte. Eu estava completamente arruinado, e o pior de tudo é que eu não queria ser salvo.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (0)