#Bissexual #Corno #Gay #Traições

Fora da Rota, Dentro da Cama - PARTE 4

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Lopedrinhofm

Quando chegamos na casa de Felipe já reconheci o carro do Bruno na calçada, meu peito estava acelerado, mas tentei disfarçar o nervosismo, Pedro nos recebeu super bem, a casa era enorme, linda... fomos para os fundos onde Felipe já assava algumas carnes, Sabrina se ofereceu para ajudar em algo mas tudo estava pronto, o arroz, maionese, salada, salpicão, tinha de tudo, até sobremesa.
Ver Sabrina e Camila juntas me deu um frio na barriga, eu percebi o desconforto de Camila, mas logo as duas se sentaram próximas e começaram a conversar tranquilamente, pondo uma pedra em toda situação mal resolvida, tudo corria tranquilamente, até Bruno falar:
- Desculpa a pergunta, mas como... como você virou gay da noite pro dia?
Felipe: É uma longa história, não foi da noite pro dia, mas a vida me deu fortes sinais de que o Pedro era minha alma gêmea
Bruno: E quem é ativo e passivo nessa história?
Felipe: Os dois, somos versáteis
Pedro: Mas geralmente eu sou o passivo
Bruno: Que estranho, e vocês se aguentam de boa?
Felipe: Tá muito curioso, tá interessado?
Bruno: Não, porra... é que é estranho pensar em dois homens se fodendo, você não tem cara de viado
Felipe: To acostumado já, acho que o Pedro acostumou também
Pedro: É... ainda dói porque o Felipe é muito dotado, mas eu acostumei
Camila: Então é de família ser dotado?
Pedro: De família... se você tivesse conhecido o Gabriel
Felipe: Pois é, o Gabriel envergonhava a família
Bruno: E como você sabe o tamanho do pau do seu irmão?
Felipe deu um gole em sua água com gás e respondeu:
- Tem coisas que é melhor não comentar
Bruno: Agora eu quero saber
Pedro: Eu e minha boca grande
Felipe: Eu comia minha cunhada, o Pedro também, aí a gente via
Bruno: Caralho, vocês são os viados mais estranhos que eu conheço, come mais mulher do que eu
Camila: Ainda bem né? Pra que você quer sair comendo mulher por aí?
Todos rimos
Bruno: Mas é sério... vocês não parecem um casal gay
Felipe: Caralho, você quer prova?
Bruno: Quero!
Felipe puxou Pedro pela cintura e o beijou na boca, na frente de todos, aquela porra era estranha, eu sempre julgava homens que se beijavam, mas meu pau endureceu vendo aquilo, todos ficaram "animados" vendo aquela cena depravada, mas Bruno não satisfeito quis zoar um pouco mais:
- Só vou acreditar quando ver vocês fodendo
Felipe: Toma cuidado com o que você pede que eu não tenho vergonha de mostrar
Sabrina: Mostra aí pra eles
Pedro: Não... gente, não vou fazer isso não
Felipe: Vem cá amor!
Felipe abriu a calça, tirando o pau pra fora, uma rola grande, veiúda, pouco maior que a de Bruno, todos olhamos atentos, sem dizer uma palavra, Pedro se abaixou ali na frente de churrasqueira e abocanhou fazendo um boquete lento, calmo, gostoso... Felipe se virou de lado para que todos pudéssemos assistir, ele batia o pau na língua de Pedro, olhei em minha volta, Camila olhava com os olhos brilhando, Sabrina mordia os lábios, Bruno olhava atento... eu me arrumava na cadeira tentando disfarçar minha ereção, mas a parte mais difícil foi quando Pedro segurou o pau de Felipe apontando para cima e lambeu as bolas dele, caralho... que cena gostosa.
Felipe se puxou para trás devagar encerrando o boquete, fechando a calça e dizendo:
- Tá satisfeito agora? Ou quer ver mais?
Bruno: Quero ver essa porra não, agora eu tenho certeza que você é viado
Felipe: Aposto que você tá duro aí
Bruno: To não
Sabrina: Fica em pé!
Camila: É, se levanta!
Bruno se levantou e o volume na sua calça denunciava que ele tinha gostado, todos zoavamos ele, até Sabrina dizer:
- Agora você, Kaique!
Me levantei ajustando o pau pro lado, tentando disfarçar, mas não foi o suficiente, Sabrina passou a mão e disse:
- Tá duro!
O clima ficou muito safado, mas Felipe se concentrou no churrasco ignorando tudo.
Sabrina: Fe?
Felipe: Oi?
Sabrina: O que acha?
Ela levantou a sobrancelha como quem falava em códigos pra ele, ele olhou sorrindo e acenou que não, perguntei para Sabrina onde era o banheiro e ela disse:
- Vamos lá, eu te mostro
Entramos para dentro da casa, Sabrina me levou até a porta do banheiro, olhou para trás e entrou comigo, na hora eu tomei um susto, mas começamos a nos pegar no banheiro, Sabrina se abaixou e me chupou com vontade, se virou na parede empinando para eu meter, ficamos uns 5 minutos ali, e ela sussurrou:
- Uma suruba entre todo mundo não seria nada mal né?
- Não quero te dividir com ninguém, principalmente com viado
- Não se preocupe, você ia poder comer eles também
Isso me fez pensar, mas mesmo assim recusei, voltamos pro churrasco como se nada tivesse acontecido, mas o assunto lá ainda era putaria.
Bruno: E vocês fazem muita suruba?
Felipe: Não muita, já fizemos mais, hoje em dia a gente cuida mais do casamento, mas de vez em quando a gente faz uma bagunça
Bruno: Com homem ou mulher?
Felipe: Com quem tiver disponível
Bruno: Caralho! Mas vocês tem pessoas fixas?
Felipe: Sim, homem a gente tem um amigo chamado Kaio, mulher tem duas, a Bruna, e a outra acho que não vai rolar mais, ela tá namorando
Na hora eu saquei que ele estava falando de Sabrina...
Bruno: E vocês transam com mulher... normal?
Felipe: É caralho, normal... a gente come buceta, como se transa com mulher?
Bruno: Quis dizer se vocês pedem fio terra, essas coisas
Felipe: Não... a gente é bem dominador
Bruno: Hum... entendi
Bruno e Camila trocavam olhares, e eu entendi exatamente o que Bruno estava querendo, nessa hora Sabrina me olhou e disse tranquilamente:
- Acho que essa cena deixou todo mundo com vontade, podíamos transar em casal, o que acham?
Camila: Não... eu não vou fazer essas coisas na frente de tanta gente
Bruno: É tipo um exibicionismo, vai ser gostoso, vamos?
Felipe: Sem troca?
Bruno: Como assim? Vocês querem trocar?
Sabrina: Por mim... eu, eu troco...
Eu: Vamos fazer em casal, depois vemos essa troca
Felipe apagou a churrasqueira rapidamente, subimos pro quarto dele, ele apagou a luz e cada casal começou o sexo oral com seu parceiro, começamos as primeiras penetrações, tudo estava gostoso, o cheiro de sexo dominava o quarto, estava uma delícia, até eu ver Felipe conversando com o Bruno, e trocando.
Não conseguia ver tanto a Camila, mas ouvia ela gemendo muito, Felipe a dominava com vontade, mas Bruno e Pedro estavam mais próximos, Pedro estava de quatro, e Bruno socava a pica dentro dele... caralho, que delícia era ver aquilo...
Sabrina guiou meu pau para o cu dela, eu comia, mas buscava ocasião para pedir pra ela não dar o cu pra ninguém, foi quando Felipe se deitou, com a rola apontada pra cima, e disse:
- Vem cá, Sabrina!
Ela se soltou de mim e foi cavalgar nele, Pedro começou a foder a Camila, conforme Sabrina sentou ela se virou e disse:
- Vem amor, coloca no meu cuzinho!
Era minha primeira DP, mas foi delicioso, Sabrina dava com muita vontade, Felipe e eu a dominávamos, ficamos assim por longos minutos, até Bruno vir se punhetando e pedir para trocar comigo, eu não consegui negar, mas fiquei constrangido, Sabrina já aguentava um dotado na buceta e agora teria outro roludo em seu cu... me virou e vi que eu não tinha quem foder, afinal, Camila estava sentando em Pedro, então fiquei ali esperando, vendo Felipe e Bruno dominando a Sabrina, me senti mal no começo vendo ela dar pra dois pauzudos e gemendo se contorcendo de prazer, foi quando Felipe disse:
- Fica olhando não, mete na buceta da Camila junto com o Pedro
Fui... me posicionei no meio deles, pincelei meu pau, ela parou a cavalgada pra esperar que eu entrasse, coloquei devagar, era estranho a sensação de colocar na buceta com outro pau dentro, mas consegui entrar, Camila continuou vindo para frente e para trás com meu pau colado ao de Pedro, aquela porra estava muito gostosa, ela gemia timidamente como sempre, ficamos assim por longos minutos, foi quando Felipe e Bruno se soltaram de Sabrina, Bruno colocou Sabrina de quatro, e eu pude ver o tamanho que ele deixou o cuzinho dela, ver o quanto Sabrina aguentava rola era excitante, Bruno se ergueu e metia firme revezando no cu e na buceta da Sabrina, Felipe parou ao meu lado, meus olhos foram direto no pau dele, ele me olhou nos olhos, sorriu e disse baixinho:
- Se você tem curiosidade, a hora de provar é agora
Eu virei o rosto para a bunda de Camila e disse sussurrando para ninguém ouvir:
- Não gosto dessa porra não
- Você tá olhando com vontade, só tá tímido, a Sabrina tá de costas, pega aqui pra sentir
Ele tinha razão... eu tava com vontade, resisti por alguns segundos olhando pra ver se nenhuma das meninas veria meu devaneio, e então, segurei firme a rola de Felipe, era quente, grossa, pesada, o punhetei por uns 10 segundos e soltei, ele sussurrou:
- Vai comer o Pedro... aí você dá umas alisadas, você vai gostar
Me soltei da Camila, Pedro parou...
Felipe pegou a Camila na posição em que ela estava, sem dar tempo de nos ajeitarmos, Pedro me olhou e disse:
- Agora a gente só olha - rindo
- Me dá o seu cu?
Pedro se ajeitou na cama, empinando a bundinha pra mim, era estranho, a bunda dele era pequena, mas já estava bem aberto pois Felipe e Bruno já tinham o fodido, coloquei meu pau que entrou sem muita dificuldade, comecei a bombar firme, estava gostoso, fui perdendo o preconceito e porra... que delícia de cu! Peguei Pedro pela cintura e me inclinei, deixei minha mão percorrer até o pé de sua barriga, onde a cada estocada seu pau duro batia em minha mão involuntariamente, foi quando eu agarrei, e o punhetei enquanto o fodia, estava gostoso, até ele dizer:
- Eu vou gozar!
Soltei imediatamente, mas continuei fodendo, Pedro se masturbou enquanto eu o penetrava e gozou, seu cu piscava apertando meu pau, que delícia!
Me soltei dele e procurei foder a Sabrina de novo junto com Bruno, fizemos uma dp vaginal no começo, mas o pau dele sobrava dentro dela, então fui para o cuzinho, pretendia ficar ali até gozar, mas Bruno disse rapidamente:
- Eu vou gozar!
Sabrina se desencaixou de mim e sentou com tudo com o cu na rola de Bruno, fazendo-o gozar dentro dela.
Quando Sabrina se ergueu, o cu melado de porra, escorrendo, ela se empinou esperando que eu a fodesse, mas eu estava com nojo da gozada de Bruno, coloquei meu pau em sua buceta e comecei a bombar olhando a porra escorrer, tirei e disse:
- Tá escorrendo aqui, vai catar no meu pau
Sabrina: Vai lá pra Camila...
Eu fui, acreditando que ela iria se lavar, Felipe me deu licença e quando vi, ele foi meter no cu da Sabrina, sem nojo, ele enfiou o pau junto da porra de Bruno, aquilo era excitante demais! Fodi a Camila por alguns minutos e gozei em suas costas, depois vi Felipe parado, cabeça erguida, olhos fechados e gemendo: Aaaaah, aaaah!
De longe vi a porra escorrendo em cima do colchão, Felipe encheu o cu da Sabrina com uma gozada farta, todos nos organizamos e fomos pra um banho.
Eu fui em um banheiro no corredor com Sabrina, e enquanto tomávamos banho eu disse:
- To me sentindo mal dos caras terem comido e gozado no seu cu
- O amor... você também já fez isso
- Mas é como se... como se eles tivessem violado algo meu
- Tá, não vou mais dar o cu pra eles
- Nem pra eles, nem pra ninguém... foi nossa primeira e ultima suruba
- Nossa primeira... sei
- Do que você tá falando?
- Quando é a primeira suruba, o nervosismo é diferente, você e a Camila estavam bem entrosados pra quem está transando a primeira vez
- É a primeira...
- Lembra do que eu disse? Nada de mentiras
- Tá... eu já troquei casal, eu e a Luana, trocamos com eles, uma vez
- Eu sabia... percebi que a Camila te olha estranho
- Ela me olha estranho? Como assim?
- Deixa pra lá, tomara que seja coisa da minha cabeça
- Agora fala...
- A Camila... ela te olha do mesmo jeito que eu olhava pro Pedro, quando eu tava com o Felipe, um olhar de quem tá cansada da rotina do casamento e quer ter algo a mais com você
- Que nada... ela não trocaria o Bruno pra ficar comigo
- Tomara que não, isso já mexeu com minhas inseguranças, foi uma péssima ideia essa suruba
- Foi gostoso, amor!
- Mas a gente já tá brigando, por eu ter feito anal, e por você ter comido a Camila
- É... não vamos mais fazer essas coisas
Saímos do banho, descemos para esperar a todos, quando nos reunimos ainda ficamos por horas conversando, a conversa era agradável, depois fomos embora, eu só passei na casa de Sabrina para pegar minha moto e fui pra casa, passamos a noite trocando mensagens, e embora eu estivesse chateado de Sabrina ter sido arrombada por dois dotados, eu sentia meu pau ficando duro toda vez que lembrava do cuzinho do Pedro.
Na manhã seguinte, fui trabalhar normalmente, como se nada tivesse acontecido, Camila estava sozinha na sala, bati na porta, entrei.
- Bom dia, Camila... tem entregas?
- Bom dia... tem...
- Pra onde?
- Aqui perto... Kaique, você gostou de ontem?
- Gostei... acabei me sentindo mal pra te falar a verdade, fiquei com ciúmes da Sabrina, mas em geral foi muito bom, e você? Gostou?
- Foi bem... diferente, nunca transei com tantos homens no mesmo dia
- É, você ganhou bastante pau
- Mas ainda prefiro o seu
Ela disse de uma vez, sem me olhar, concentrada no computador, falando com a timidez que só ela tinha.
- Como que é?
- O que?
- Isso aí que você falou?
- Eu disse alguma coisa?
- Não me provoca, Camila
Ela sorriu, e instintivamente eu me aproximei para beijá-la, Camila e eu demos um beijo calmo, lento, até a porta abrir.
- Licença, Cami...
Nos viramos com tudo, assustados com o flagra, era Guilherme, o menino que faz arte, ele saiu de ré, fechando a porta calmamente, envergonhado pelo que viu.
Camila colocou a mão no rosto, apoiando os cotovelos na mesa e começou a chorar com vergonha, eu tentei acalmar ela, mas ela disse:
- Vai fazer a entrega...
Peguei os produtos e saí, passei por Guilherme com ele me medindo de cima abaixo, não falei nada, fiquei com o cu na mão dele contar pro Bruno, quando voltei, Camila não estava, só o Bruno e o Guilherme.
- Bom dia, Bruno, cadê a Camila?
- Ela foi embora, disse que tava com dor de cabeça
Aqui eu percebi que Guilherme não tinha contado nada, me ocupei com outras entregas e Camila me mandou mensagem se desculpando por ter me beijado na empresa, eu a acalmei dizendo que o Guilherme não tinha contado e que provavelmente não contaria, que só teríamos que conviver com a vergonha de ver ele.
Ao passar do dia, Sabrina me mandou mensagem também se desculpando pelo que aconteceu ontem, pra ajudar, Camila e Luana mandaram mensagem ao mesmo tempo e eu errei a janela, mandei para Camila:
- Esquece o que aconteceu, quando que eu vou foder esse cuzinho?
Bloqueei o celular acreditando ter respondido a Sabrina, e fui fazer mais entregas, quando peguei o celular, vi a Sabrina dizendo:
- Não vai me responder?
Abri o celular rapidamente preocupado em pra quem eu tinha mandado aquela mensagem, foi quando vi a resposta de Camila:
- Hoje mesmo, se quiser!
Caraaaaalho! Eu sorri pro celular feito um idiota, respondi a Luana, a Sabrina e falei com a Camila:
- Quando e onde?
- Vou na sua casa, na minha é arriscado o Bruno aparecer, vou fazer a unha em 10 minutos, arruma uma pausa aí
Voltei na loja e pra minha sorte, Bruno me passou uma entrega relativamente longe, foi o tempo de eu ir em casa, Camila chegou tímida, entrando rapidamente com medo de ser vista por algum vizinho.
Nos beijamos muito! Ela se deitou na minha cama, eu a chupei toda, e começamos a foder, enquanto eu a penetrava Camila me abraçava e dizia:
- Isso é loucura! Não podemos ser descobertos, tenho medo.
- Relaxa, ninguém vai saber de nada.
Ela ficou de quatro, e comecei a foder, pincelei meu pau em seu cuzinho e comecei a entrar, ela se inclinou com dor, mas deixou, eu fodia lentamente, o cuzinho dela era apertado, mas era gostoso, quando olhei pro meu celular, Bruno estava ligando, eu estava demorando muito nessa entrega, Camila dominada pela vergonha e por medo de ser descoberta se desencaixou e disse:
- Outro dia a gente continua, vai fazer sua entrega antes que dê problema.
Saímos, sem ter terminado de foder, Camila foi fazer a unha e eu corri pra entrega, quando voltei na gráfica, fiz de conta que nada tinha acontecido.
- Tem mais entrega?
- Não, amanhã preciso de você aqui cedo, o Felipe vai vir resolver algumas coisas, finge estar super ocupado mesmo quando não tiver trabalho.
- Beleza... combinado
Fui embora pra casa, passei a noite conversando com Sabrina, é estranho dizer, mas eu estava cada vez mais apaixonado nela, mesmo não querendo largar a Camila, perto das 23h eu já estava cochilando, quando meu celular vibrou com mensagens de Luana.
- Kaique! Briguei com meus pais, posso dormir na sua casa? Por favor
- Porra, Luana... meus vizinhos vão pensar o que de mim vendo você e a Sabrina entrando aqui, cada uma em um dia?
- Seus vizinhos que se fodam, posso ou não?
- Vem...
Meu pau já endurecia, imaginando que naquela noite eu comeria a Luana, quando ela chegou, se deitou ao meu lado, me dando um selinho e desejando boa noite, ela se virou e eu me encaixei na bunda dela acariciando, Luana disse bem séria:
- Não vem hoje não! To menstruada.
Dormimos, agarradinhos, como um casal, sem sexo dessa vez, no dia seguinte, cheguei na loja cedo, e Felipe já tinha chegado, ele estava fechado na sala conversando com a Camila e com o Bruno, fiquei ali no balcão, passando um pano, limpando, até Guilherme dizer:
- Faz tempo que você tá pegando a Camila?
- Não sei do que você tá falando
- Meu sonho era pegar ela, o que você fez?
- Fiz nada, só rolou, e foi só aquilo
Guilherme não se deu conta de que os três estavam vindo, eu fiz sinal com as sobrancelhas mas o bestão disse:
- Ela é gostosa! Imagino como ela deve ser peladinha
- Ela quem? - Perguntou o Bruno, bravo.
Guilherme deu um pulo na cadeira e disse:
- A... a... a menina que veio aqui pedir foto polaroid
Felipe: Toma cuidado com o que você fala de cliente, numa dessas alguém escuta
Bruno: A gente precisa conversar com vocês
Guilherme: Lá vem B.O
Felipe: Eu to saindo fora da sociedade da gráfica, tenho outros negócios pra cuidar, estou indo morar nos Estados Unidos e não vou poder me dedicar a muita coisa aqui no Brasil, o Bruno vai ficar responsável 100% pela gráfica, praticamente nada vai mudar no dia a dia de vocês, mas isso indica uma perca de uns 50% da demanda de produção porque eu não estarei mais mandando os pedidos da empresa pra cá, isso significa que vamos ter uns cortes de gastos
Eu: E com isso você quer dizer demissão?
Felipe: Sim... isso mesmo
Eu: Beleza, foi trabalhar aqui
Felipe: Não sua... o Guilherme, você tá demitido
Guilherme: Ah para... eu to aqui desde quando começou
Felipe: A gráfica vai funcionar online, o Bruno vai contratar designer por arte, vai até mandar algumas pra você fazer se for interessante pra você, mas não compensa ter loja aberta pagando aluguel, e a demanda baixa, o Kaique vai ser necessário ainda, porque facilita muito nas entregas, mas vamos terceirizar todo o resto, até as máquinas serão vendidas
Guilherme: Vocês estão me mandando embora por isso mesmo?
Bruno: Sim! Teria outro motivo?
Guilherme me encarou bravo, provavelmente acreditando que eu puxei o tapete dele, e disse:
- Deve ser umas coisas que eu to sabendo aí
Felipe: O que?
Guilherme: Nada não
Felipe: Se você sabe de alguma coisa tem que falar, não fica com molecagem
Guilherme: Eu vi o Kaique e a Camila se beijando ontem de manhã
Bruno: O que?
Camila: Não foi bem assim...
Guilherme: Foi sim, o Kaique tava te engolindo
Bruno encarou a Camila dum jeito que me deu um frio na espinha.
Felipe: A gente vai checar isso, mas não sabíamos, mesmo assim sua demissão está mantida, podem ir pra casa hoje, o Bruno e eu vamos resolver as coisas por aqui.
Guilherme pegou sua mochila com os olhos marejados, ele gostava de trabalhar lá, eu estava me ajeitando pra ir embora quando o Felipe passou do meu lado e disse:
- Você fica!
Guilherme saiu, Bruno abaixou as portas, coçou a cabeça e começou:
- Que porra vocês estão fazendo? Eu confiei em vocês!
Camila: Amor, foi só isso que aconteceu... foi... foi.. um deslize
Bruno: Um deslize que o Guilherme viu, e agora eu sou o corno da história!
Felipe: Isso aí é o de menos
Bruno: Do que você tá falando?
Felipe puxou uma cadeira, se sentou e disse:
- A Camila e o Kaique já ficaram outras vezes, não é? Eles se desejam, não tem como entrar no mundo liberal, se envolver com outra pessoa achando que vai ser só sexo, tem o apego
Bruno: Apego o caralho! Minha mulher não vai ser apegada a outro homem.
Felipe: É melhor ser com você sabendo do que você virar corno sem saber
Bruno: Eu não aceito essa porra não
Felipe: Tem que aceitar... deixou outro comer sua mulher, agora ela quer o outro, e você pode comer a mulher dele, simples!
Bruno: Qual delas?
Felipe: Como assim?
Bruno: Que o Kaique tem a Sabrina e tem a Luana...
Felipe: É mesmo, Kaique?
Eu: Não exatamente, a Luana e eu já terminamos, to só com a Sabrina agora
Camila: Isso não vai acontecer de novo
Felipe: Vai sim... tá na cara de vocês
Bruno: Cê tá falando que eu virei corno?
Felipe: To! Aproveita essa nova fase, vai ser gostoso!
Bruno: Não... jamais.
Felipe: Só curte o momento, beleza? Não vale a pena brigar por isso, usa esse momento pra fortalecer seu casamento, a melhor coisa que te aconteceu foi sua mulher ter arranjado um amante gente boa
Bruno deu um sorriso sem graça, Felipe nos mediu de cima abaixo e disse de modo bem safado:
- O Bruno e eu vamos mexer aqui, precisamos levar as máquinas pra uma loja, vamos tirar a placa da fachada, tirar os balcões, os computadores, por que vocês não vão dar uma volta?
Camila: Eu vou pra casa...
Bruno: Vai dar uma volta...
Camila: Tem certeza?
Bruno: Tenho...
Camila e eu fomos saindo.
Felipe: Ei!
Camila: Oi?
Felipe: O Bruno não vai brigar não, vou conversar com ele sobre isso, aproveita bem, pode chegar em casa tarde porque isso tudo na loja vai demorar, quando chegar exibe pra ele o estrago que o Kaique fez
Camila deu um sorrisinho tímido, eu lhe dei um capacete, ela subiu na moto, agarrou na minha cintura e fomos pra minha casa terminar a foda incompleta. Eu não falei para Sabrina que a loja estava fechando, então ela acreditava que eu estava trabalhando, entramos na minha casa e nos beijamos muito, Camila estava mais tímida do que antes, mas apaguei as luzes e logo eu estava chupando sua buceta, ela segurava meu cabelo e gemia, sorrindo, subi, abocanhando seu peito com vontade, comecei a penetrá-la e assim, Camila gemia firme, e dizia:
- Hmmm, você acha que... aiii, que o Bruno vaaai brigar?
- Não vai, o Bruno vai ser seu corninho!
- Hmmm, aiii, e... e o Felipe, será que ele... aiii... vai contar pra Sabrina?
- Não vai não, acho que não, mas se contar, eu tenho você!
Fodemos apaixonadamente, Camila me deu o cuzinho com vontade, claro que com dificuldade, não foi igual era com a Sabrina, mas eu a fodi bem.
Passamos a tarde assim, transamos umas três vezes, depois ela disse:
- Me leva na loja? Quero ver como estão as coisas lá.
Me arrumei e fomos, quando entramos, estava uma bagunça, a loja vazia, fazendo eco.
Felipe estava sentado no chão com uma parafusadeira desmontando uma escrivaninha, e Bruno estava pensativo com medo das coisas não darem certo, começamos a conversar normalmente, Bruno disse que a ideia de fechar a loja partiu dele, que Felipe incentivou a continuar, mas que ele preferia continuar sem o aluguel, foi aí que Bruno sem nenhum pudor disse:
- E vocês transaram?
Camila abaixou a cabeça com vergonha:
- Sim...
- Deixa eu ver como ficou
- Aqui não...
- Aqui sim, to curioso!
- Mas... o Felipe tá aqui
Felipe riu:
- Como se eu não tivesse visto você pelada no sábado
Camila estava com vergonha, mas abaixou a calça, empinou na mesa do pc vazia e mostrou a buceta de costas, Felipe ergueu os olhos e disse:
- Ele comeu o cu dela
Bruno: Comeu não - abrindo a bunda da Camila para conferir
Felipe: Comeu, tá abertinho, olha bem - ele se levantou e pegou na bunda da Camila, abrindo para o Bruno abaixar na frente e ver o cuzinho de Camila aberto.
Camila: Ai que vergonha!
Felipe passou o dedo indicador no cu da Camila e disse:
- Tá até sensível, ele fodeu com força aqui, o Kaique... abaixa a porta ali da loja
Eu abaixei, quando me virei, Felipe estava colocando o dedo indicador no cu da Camila, e dizendo:
- É... deu sim!
Bruno: Deixa eu ver!
Felipe tirou o dedo, e Bruno colocou o indicador...
- É... ele comeu o cuzinho dela mesmo.
Camila: Pronto? Já viram?
Felipe: Vê a buceta se tá cheirando pica!
Bruno enfiou a cara no meio da bunda da Camila, lambeu sua buceta e disse:
- Não... tá com cheirinho bom, mas não parece que deu
Felipe: Fode ela aí pra ver se tá diferente!
Felipe se ajeitou, ficando na frente de Camila, ela no meio das pernas dele, com ele segurando a cintura dela, abrindo as nádegas, enquanto Bruno abaixava a calça para fodê-la, eu me excitei vendo aquilo, Bruno começou a bombar, Camila gemia, enquanto Felipe já erguia a blusa dela e agarrava seus peitos, e dizia:
- Te falei que é gostoso ser corno, e ai, como tá a buceta dela?
- Tá meia inchadinha, esse filho da puta macetou ela
Camila só gemia docemente.
Felipe me chamou, tiramos a roupas, ficando completamente pelados.
Camila continuava dando pro Bruno, mas se erguia para me chupar e chupar o Felipe, revezando entre os paus que ela dava atenção, foi quando Felipe repreendeu o Bruno:
- Chega! Você vai ter ela em casa, deixa o Kaique te mostrar como ele fode ela.
Bruno saiu de trás dela, e eu fui, comecei a foder a Camila, Bruno ficou de lado olhando se masturbando com aquela piroca enorme, Camila já estava toda inclinada, me dando e mamando o Felipe, foi quando o Felipe chamou o Bruno pra perto, se inclinou e o chupou, estranhamente aquilo era gostoso de ver! Ela mamando o Felipe, e o Felipe mamando o Bruno, eu fodia com força, até Felipe dizer:
- Deixa eu foder um pouquinho, vem cá
Ele virou Camila para ele, fazendo-a quicar naquele pauzão, como Camila estava de costas para o Felipe, nós víamos frontalmente ela descendo e subindo, Bruno chupava um de seus peitos e eu o outro, até Felipe se inclinar mais pra frente, puxando Camila para trás, ele a ergueu com facilidade, segurando suas pernas por baixo e fodendo rapidamente, Camila suava, o som das estocadas ecoavam na loja vazia, e Felipe disse em tom de ordem para Bruno:
- Chupa a buceta dela!
Bruno obedeceu, como Felipe fodia forte imagino que a ponta da língua de Bruno encostou algumas vezes no pau de Felipe, mas ele não se importava, continuou lambendo, parou depois de um tempo, e Felipe me disse do mesmo jeito:
- Vai Kaique, chupa ela!
- Eu não, essa porra vai encostar na minha boca.
- Não vai não, fica só cima
- Não, vem você chupar ela que eu fodo
Troquei de lugar com o Felipe, mas eu não conseguia fazer exatamente do jeito que ele fazia, Felipe segurou meu pau e guiou pra dentro da buceta da Camila, se abaixou e começou a chupar a buceta dela enquanto acariciava minhas pernas, era gostoso, ele foi se abaixando mais até começar a lamber minhas bolas enquanto eu a fodia, e assim ficamos até eu gozar, tirei o pau da buceta dela avisando, Felipe abocanhou tomando minha porra! Caralho... que boquinha gostosa.
Depois de engolir minha porra ele não parou, ele se levantou trouxe Camila contra a parede, a fodendo com muita vontade, Bruno olhava tudo maravilhado, se masturbando enquanto olhava, Bruno me olhou e disse:
- Ele é foda né?
- É sim, eu o julguei mal
Ficamos olhando o Felipe destruir a Camila, quando eu comecei a olhar o pau de Bruno enquanto ele se masturbava, Bruno não teve freios, disse firme:
- Você olha bastante pro meu pau né? Bati aqui pra mim!
- Sai fora!
- Vai mano, ninguém vai saber, to quase gozando já
- Não mano...
Bruno pegou minha mão levando até seu pau, eu segurei estranhamente, estava quente, comecei a bater uma pra ele com muita vergonha, mas logo peguei o ritmo, Bruno alisou meu pau mesmo mole, e disse:
- Você é gostoso pra caralho! Porra... cuida bem da Camila.
Eu ri disso, mas senti seu pau pulsando em minha mão gozando no chão da loja, que jatadas fortes, gostosas, senti vontade de lamber tudo mas fiquei na minha.
Felipe tirou o pau quase que na mesma hora, melando a bunda da Camila com muita porra.
Nós estávamos ofegantes, cansados, nos limpamos na pia do banheiro da loja, Camila passou um pano no chão da loja e eu fiquei ajudando a terminar o que faltava.
Foi nesse período que Sabrina me ligou e eu contei que a loja estava fechando, mas que continuaria trabalhando com o Bruno, ela estava triste em saber que Felipe iria embora, na verdade ele já tinha conversado com ela pela manhã, ele iria em umas 3 semanas, e isso mexia com minha cabeça de certa forma pensando se eu deveria aproveitar mais sua companhia.
Fomos terminar tudo era quase 22h, fui para casa cansado, mas realizado.
No dia seguinte a realidade seria outra.

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