#Incesto #Teen #Traições #Voyeur

Pecados de Grávida 2

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Maquik

Na manhã seguinte acordei com a sensação de estar pesada. Olhei para o lado e Caio não estava. Ouvi o chuveiro ligado. Me levantei e, ao abrir a porta, ele estava lá embaixo do chuveiro; o vapor tomava conta do banheiro. Entrei e me sentei no vaso. Assim que ele me viu, deu bom dia. Olhei para ele e respondi. Não pude deixar de olhar para o pau dele: a cabeça toda fora da pele. Tive um flashback da minha filha com ele na boca. Abaixei a cabeça, terminei de urinar e saí. Respirei fundo e fui para a cozinha.
Fiz o café e, assim que arrumei a mesa, Caio chegou já pronto para sair. Não demorou e Camila apareceu, também tomada banho, o cabelo molhado. Ela deu bom dia. Respondi, e Caio também. Percebi a rápida troca de olhares entre os dois. Tomamos café enquanto eu tentava ser racional, mesmo depois de ter visto o que aconteceu na noite anterior. Perguntei sobre a festa e ela contou, só não contou que tinha ficado bêbada. No final Caio saiu e ela ficava entre o quarto dela e a sala.
Os dias foram passando e eu não percebi nem vi nada entre eles. Agiam normalmente, como pai e filha. Já havia passado alguns dias quando fui ao médico mostrar alguns exames com uma amiga. Voltamos por volta das 16h. Ela me deixou na frente de casa. Entrei e um silêncio tomava conta. Estranhei. Normalmente Camila estava assistindo TV na sala. Fui entrando e aquele silêncio me incomodava cada vez mais. A porta do quarto de Camila estava aberta; olhei e ela não estava. Fui até o meu quarto e também não tinha ninguém. Pensei que todos tinham saído. Tirei a sandália e fui para a cozinha.
Assim que cheguei, o silêncio que tomava conta da casa sumiu com um cochicho que vinha do quintal. Fui até a porta, que estava encostada, e vi pai e filha. Dessa vez os dois conversavam. Não consegui escutar o que falavam. Estavam sentados um de frente para o outro. Achei que poderiam estar falando do que aconteceu e até se arrependendo. Então ambos começaram a chorar e se abraçaram. Eu me sensibilizei… mas fui uma boba.
Assim que pararam de se abraçar, minha filha, segurando a mão do pai, a levou entre as próprias pernas. Camila estava de vestido. Caio pareceu surpreso, mas, mesmo depois que ela soltou a mão dele, ele continuou com a mão ali. Então ela se levantou e falou algo no ouvido dele. Caio olhou para ela e balançou a cabeça negativamente. Ela sorriu. Pude entender bem quando ela mexeu os lábios: “Mais uma vez”. Ele balançou a cabeça dizendo não.
Saí dali e fui para o quarto. Respirei fundo e decidi voltar e fazer com que eles vissem que eu já estava em casa. Deu certo: logo Camila apareceu. Caio não demorou. Dali até a noite não parei de pensar no que tinha visto no quintal. Minha filha estava dando em cima do pai. Eu poderia até relevar o que aconteceu na primeira vez — ela estava bêbada e ele na seca. Não justifica, mas eu conseguiria entender. Mas uma segunda vez… Caio tinha que parar com aquilo, e ela também.
Pensei no que eu poderia fazer. Era tudo tão complicado. Decidi procurar ele e tentar saciar ele na cama. Quem sabe assim ele teria consciência de que o que acontecia entre ele e a filha era errado. Fui tomar banho e me depilei. Fiquei pensando no que estava disposta a fazer com ele naquela noite e nas seguintes. Saí do banho, me arrumei, coloquei a camisola que ele gosta e fui até a sala para deixá-lo me ver e vir me procurar.
Assim que cheguei no final do corredor que dava para a sala, vi Caio sentado no sofá e Camila deitada de lado, com a mão entre as pernas. Caio não tinha como esconder a excitação. Ela se exibia, deixando ele ver a bucetinha pequena. Como eu ia competir com ela? Ela assistia TV como se não estivesse fazendo nada. Voltei até o meio do corredor e chamei por ele. Ele respondeu. Assim que me viu, perguntou se eu estava sentindo alguma coisa. Disse que não e pedi para ele levar água para mim no quarto.
Voltei e fiquei esperando. Assim que chegou, ele incrivelmente notou a camisola e elogiou. Pensei: pronto, consegui chamar a atenção dele. Ele ficou no quarto por um tempo, até que foi tomar banho dizendo que ia ficar comigo. Nesse tempo em que ele tomava banho, Camila entrou no quarto, passou a mão na minha barriga, beijou e falou alguma coisa sobre a escola. Saiu em seguida.
Caio saiu do banheiro de toalha. Enquanto pegava o short, Camila o chamou. Nós nos olhamos e ele disse:
— Oi, filha…
— Não tô conseguindo fechar a janela do quarto.
— Tá, eu já vou.
E de toalha ele foi. Eu não podia falar nada nem fazer nada naquele momento. Mas ele não demorou: questão de três minutos voltou, entrou, fechou a porta e apagou a luz. Assim que deitou, já me abraçou por trás. Senti o volume. Não tinha como ele já estar armado daquele jeito. Coloquei a mão para trás, meti dentro do short e segurei o pau. Percebi na hora: estava melado e parecia babado. Com certeza, nesse tempo em que ele foi “fechar a janela”, ela o tinha chupado.
Aquela noite transamos. Eu estava precisando gozar depois dos últimos acontecimentos. Dormimos abraçados. Acordei algumas vezes durante a noite — às vezes para ir ao banheiro, outras para ver se ele não tinha saído. Mas eu já sabia que seria difícil impedir que acontecesse outras vezes.

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