Sansão e Doreb
Continuação de Sansão e Dalila cap 1 e 2
Cornab, o pai de Doreb, apareceu na entrada da tenda e viu a filha de joelhos, a bunda empinada, gemendo enquanto Sansão a penetrava por trás. O pau pequeno dele endureceu instantaneamente, um volume patético sob a túnica surrada.
Ele puxou o pinto pra fora. Mão trêmula, olhos fixos na cena. Doreb gemia, os peitos balançando a cada estocada.
— Mais fundo — ela pedia. — Me fode, Sansão. Me fode como você nunca fodeu ninguém.
Dalila estava ajoelhada na frente de Sansão, a boca cheia do pau dele, lambendo as bolas enquanto ele empurrava. Ela olhou de lado e viu Cornab. Sorriu, lenta, sem parar de chupar.
— Olha só quem veio nos assistir — ela disse, a voz rouca. — O pai corno.
Sansão parou. Virou a cabeça. Viu o homem magro, a mão no pinto pequeno, os olhos arregalados.
— Você — a voz dele saiu baixa. — O pai que pensa ser melhor do que um homem que fode a filha de um jeito que atinge a sua alma!
Cornab tentou falar. A boca abriu e fechou. Nada saiu.
Doreb se virou. Viu o pai. O rosto dela endureceu.
— Sai daqui, pai — a voz dela saiu fria. — Você não tem lugar aqui.
— Eu só... — ele começou.
— Você só o quê? — Dalila se levantou, nua, os peitos molhados de saliva. — Veio ver a filha ser comida por um homem de verdade? Veio ver o que você nunca conseguiu ter?
Cornab continuava batendo punheta, o pinto duro e pequeno na mão. Não conseguia parar de olhar.
Sansão riu. Um som grave, sem humor.
— Olha pra ele. Batendo punheta vendo a filha ser fodida. E ainda se acha homem.
Ele puxou Doreb pra perto. Enfiou a língua na boca dela. Ela gemeu, as mãos no peito dele.
Dalila se aproximou de Cornab. Parou na frente dele, nua. Ele ergueu os olhos, o rosto vermelho de vergonha e tesão.
— Você é um verme — ela disse, a voz doce. — Um verme que nunca soube o que fazer com ela.
Ela se virou, mostrou a bunda de Doreb pra ele. Se curvou, devagar, as mãos nos joelhos.
— Vê bem — ela disse. — Vê como um homem de verdade faz sua filha gemer.
Sansão entendeu na hora. Empurrou Doreb de lado, avançou em Dalila. Ela arquejou quando ele enfiou o pau nela por trás, de uma vez. A buceta molhada, quente, apertando ele.
— Isso — ela gemeu. — Assim.
Ele começou a foder. Forte. Rápido. Cada estocada fazia os peitos dela balançarem. O som molhado dos corpos se chocando encheu a tenda.
Doreb se ajoelhou na frente de Dalila. Abriu a boca e começou a chupar o clitóris dela enquanto Sansão penetrava. Dalila gritou, as mãos nos cabelos da outra.
— Isso, chupa, chupa essa buceta enquanto ele me fode.
Cornab continuava na entrada. A mão no pinto pequeno, os olhos vidrados. Batendo punheta, humilhado, mas incapaz de parar.
Sansão olhou pra ele. Sorriu.
— Vê, velho? Isso é um homem. Isso é o que você nunca vai ter.
Ele segurou os quadris de Dalila e acelerou. Ela gemia, a boca aberta, os olhos revirando. Doreb não parava de lamber, a língua no clitóris, os dedos esfregando a própria buceta enquanto chupava.
— Vou gozar — Dalila gemeu. — Vou gozar, Sansão, vou...
— Goza — ele rosnou. — Goza na cara desse verme.
Ela gozou. O corpo inteiro tremendo, a buceta apertando o pau dele, os gemidos altos, sem vergonha. Doreb continuou chupando, lambendo cada gota.
Sansão não parou. Continuou fodendo, o pau duro, o suor escorrendo pelo peito.
— Sua vez — ele disse pra Doreb.
Ela se virou, de quatro, a bunda empinada. Ele enfiou o pau nela, molhado do gozo de Dalila. Ela gemeu alto.
— Isso, me fode, Sansão, me fode...
Ele fodeu. Forte. Cada estocada fazendo ela gemer mais alto. Dalila se ajoelhou na frente dela, os peitos roçando no rosto de Doreb.
— Chupa — ela ordenou.
Doreb abriu a boca e lambeu os peitos de Dalila. O mamilo duro, a língua molhada. Dalila gemeu, as mãos nos cabelos dela.
Cornab continuava na entrada. Batendo punheta. O pinto pequeno, a mão trêmula. Os olhos fixos na filha sendo fodida.
Sansão olhou pra ele. Riu.
— Ainda tá aí, verme? Vai, bate punheta vendo a filha ser comida. É a única vez que você vai vê-la nua na vida.
Ele enfiou fundo. Doreb gemeu, o corpo inteiro sacudindo.
— Vou gozar — ela gemeu. — Vou gozar, pai. Vou gozar no pau de um homem de verdade.
Ela gozou. A buceta apertando, os gemidos altos, o corpo tremendo. Sansão continuou fodendo, sentindo o aperto, o calor.
Dalila se abaixou e lambeu o clitóris dela enquanto ela gozava. Doreb gritou, as mãos nos cabelos de Dalila.
Sansão tirou o pau. Olhou pra Cornab. O velho continuava batendo punheta, o pinto pequeno, a respiração ofegante.
— Vem aqui — Sansão ordenou.
Cornab hesitou. Os pés não se moveram.
— Eu disse vem aqui.
Ele se aproximou, devagar. A mão ainda no pinto. O rosto vermelho.
Sansão apontou pro próprio pau, molhado, duro.
— Limpa.
Cornab olhou. A boca abriu.
— Lambe o gozo da sua filha e da minha mulher. Ou eu quebro seu pescoço igual quebrei o do fracote ali do lado - apontando para o mensageiro.
Ele se ajoelhou. Abriu a boca. Lambeu o pau de Sansão, a língua no gozo das duas mulheres.
Dalila riu. Doreb cuspiu no chão perto do pai.
Sansão empurrou a cabeça dele pra trás.
— Agora some. Some antes que eu mude de ideia.
Cornab saiu correndo, a túnica suja, o pinto ainda duro, a vergonha estampada no rosto.
As duas mulheres riram.
— Verme — Dalila disse.
— Nunca foi homem — Doreb completou.
Sansão puxou as duas de volta pra cama. A noite ainda era longa. E os esclarecidos saberiam a verdade: que ele era o homem mais poderoso que já existiu. E que as duas mulheres que o amavam sabiam disso melhor que ninguém.
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