Fingindo ser garota de Programa, gostei. Pt.2
Chegamos na casa da minha amiga já era umas três da manhã. A rua estava vazia, o silêncio da madrugada só era cortado pelo barulho do meu salto no asfalto. Entramos, ela trancou a porta e jogou a bolsa no sofá.
"Tô morta", ela disse, bocejando. "Vou dormir. Se você quiser ficar acordada, a TV tá aí."
"Vou tomar um banho", eu respondi, sentindo a pele ainda grudenta do posto.
Ela já estava indo para o quarto dela quando parou na porta e se virou, com aquele sorriso malicioso. "Ah, e ó... o vizinho de cima, o Seu Antônio, deve estar chegando do trabalho agora. Ele é segurança, chega sempre nesse horário. Mora sozinho. Se você ficar entediada..." Ela deu de ombros e sumiu no quarto, fechando a porta.
Fiquei sozinha na sala. O silêncio era gostoso. Tomei um banho rápido, a água morna tirando o suor, mas não o fogo da buceta. Saí do banheiro com uma toalha enrolada, o cabelo comprido molhado caindo pelas costas. Fui até a bolsa, peguei minha rasteira, meu top faixa e a mini saia. Deixei a calcinha de lado de propósito, pois não era necessário.
Me vesti na frente do espelho. O top deixava os meus peitos bem marcados, a saia mal cobria o bumbum. Passei um perfume doce no pescoço e nos pulsos. Estava pronta.
Saí para o corredor. O ar frio da madrugada bateu nas minhas pernas nuas. Subi as escadas devagar, o salto ecoando no concreto. Chegando no andar de cima, vi que a porta do apartamento dele estava entreaberta, a luz acesa lá dentro.
Bati de leve.
Ele abriu, a camisa do uniforme já aberta no peito, os olhos cansados. Quando me viu, o cansaço sumiu na hora. Ele me olhou de cima a baixo, demorando no decote, nas pernas.
"Boa madrugada", eu disse, me encostando no batente. "Você é o Seu Antônio, né? A Júlia falou de você."
Ele engoliu seco. "Ela falou de mim?"
"Falou que você é segurança, que mora aqui sozinho... e que é um homem interessante", eu respondi, dando um passo à frente, entrando sem ser convidada. "Eu vim conferir."
Ele fechou a porta. Em dois passos, estava colado em mim, as mãos grandes segurando a minha cintura, a boca caindo na minha. O beijo foi forte, de quem estava segurando o desejo há horas. Ele me puxou para o quarto, me jogou na cama e tirou a roupa sem pressa, me olhando como se eu fosse um pedaço de carne.
"Você é nova demais pra estar batendo na minha porta a essa hora da madrugada", ele disse, se ajoelhando na cama.
"E você é velho demais pra estar reclamando", eu respondi, abrindo as pernas. "Agora vem cá e faz o que você está com vontade de fazer desde que abriu a porta."
Ele não precisou de mais nada. Caiu de boca na minha buceta, chupando com vontade, a língua trabalhando rápido, os dedos entrando e saindo. Eu agarrei o lençol, gemendo alto. Ele me fez gozar na boca dele, e quando eu ainda estava tremendo, subiu e me penetrou de uma vez.
Eu gritei. Ele era grande, o ritmo forte, seguro. Ele me fudeu de tudo quanto é jeito: de quatro, de lado, sentada. Quando eu estava por cima, ele segurou os meus quadris e me ajudou a sentar com força, os olhos fixos nos meus peitos balançando.
"Você é uma delícia, menina", ele ofegava. "Eu vou gozar dentro."
"Enche", eu respondi, sentindo o prazer subir de novo. "Enche essa bucetinha de porra."
Ele gozou com um gemido rouco, e eu gozei logo em seguida, o corpo inteiro tremendo. Ficamos ali, suados, ofegantes. Ele se deitou do meu lado, me puxando para o peito dele.
Fiquei por alguns minutos ali com ele. Mas a minha cabeça já estava pensando na próxima foda. Peguei a minha roupa, ja me vesti e ele me olhou com um sorriso.
"Já vai?"
"Já", eu respondi, dando um beijo rápido na boca dele. "Mas eu moro aqui perto. Se você quiser, a gente se esbarra de novo."
Desci as escadas me sentindo realizada. Entrei no apartamento da minha amiga, que já estava dormindo. Fui até a janela da sala, olhei para a rua. O céu ainda estava escuro e eu ainda estava com muito tesão. A noite ainda não tinha acabado.
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