Escravo Familiar: Capítulo 62 (A saúde da família Andrade)
Nós quatro nos separamos quando chegamos ao primeiro andar de casa. Nossa, que saudade que eu estava do meu lar, do meu quarto, do meu computador. Fui logo destrancando a porta, abrindo-a e colocando a roupa suja em cima do criado-mudo. Levaria para o cesto de roupas sujas do banheiro daqui a pouco. Corri para meu guarda-roupa e peguei uma roupa limpa, uma bermuda de moletom e uma camiseta de manga curta, e uma calcinha fio dental. Era melhor eu estar bem apresentável na consulta médica.
Em seguida, corri para a porta do meu quarto, pegando a roupa suja em cima do criado-mudo ao lado da cabeceira da minha cama, e saí do meu quarto correndo, indo em direção ao banheiro.
Ao entrar, peguei meu irmão Thiago já debaixo do chuveiro, tomando seu banho. Ele olhou para a porta, meio assustado, assim que eu entrei, e sorriu para mim e logo fez sinal para que eu me juntasse a ele.
Joguei minhas roupas sujas dentro do cesto de roupas e pendurei as limpas nos ganchos da parede que papai havia pregado há muito tempo ali, e me dirigi para o box onde ele estava, abri o vidro e entrei e voltei a fechá-lo. Meu irmão imenso abriu espaço embaixo do chuveiro para que eu pudesse me molhar, e aproveitou para me dar um belo beijo de língua.
Nossos corpos reagiram instantaneamente quando nos tocamos, fazendo nossa excitação crescer e ferver. A água quente, mais nossa safadeza ardente, combinadas, foi o estopim para nós nos atrasarmos mais, e nos entregarmos ao momento.
Nós nos beijamos longamente debaixo da água quente, nos esfregando. Ele me virou para a parede e prensou meu corpo nela. Levei minhas mãos até seus cabelos lisos, negros e curtos e enfiei meus dedos dentro deles, massageando seu couro cabeludo.
Logo o filho da puta desceu suas mãos pelo meu corpo, saindo da minha careca brilhosa e indo para a minha bunda branca encostada na parede fria do box do banheiro. Apertou minhas nádegas, empinou minha bunda e, em seguida, a abriu. Com a ponta do dedo indicador direito, procurou meu cuzinho aberto e o massageou, rodando a ponta do dedo indicador e o pressionou, tirando-me um gemido.
— Huuuuuuuuuum!
Em seguida, esticou os outros dedos e me deu dois tapinhas no meu cuzinho, plac, plac! — gemi baixo na sua boca, que me devorava enquanto nossos paus se esfregavam um no outro.
Logo ele forçou a ponta do dedo na minha olhota, fazendo-me gemer mais forte e me desgrudar de seus lábios.
Olhei fixamente para seu rosto molhado, lindo, com olhar apaixonado e de safado ao mesmo tempo, e disse em voz baixa e manhosa:
— Meu irmão, se você quer me comer agora, você terá que ser rápido, porque papai vai nos matar se demorarmos no chuveiro, e vamos perder a consulta médica.
— Xiiiuuu! Ele levou seu dedo indicador, que cutucava meu cu, para seus lábios, fazendo barulho para eu me calar, e levou seus lábios para meu ouvido.
Beijou, lambeu e disse baixinho:
— Calminha, irmãozinho, eu sei o que estou fazendo. Você invadiu meu banho porque quis, então aguente as consequências. Estava louco para te comer sozinho novamente, e papai não irá fazer nada com nós hoje se descobrir que eu te comi debaixo do chuveiro. Ele disse-me, voltando a beijar meu pescoço, esfregando-se em mim.
Logo voltou a me virar de costas para ele, empinou minha bunda, afastou minhas pernas com o pé grande e largo e segurou em minha cintura. Passou um pouco de sabonete no seu delicioso caralho grosso, que eu degustava sempre que possível, e um pouco no meu cuzinho. Apontou a cabeça rosa no olho do meu cuzinho e pressionou, fazendo-me gemer mais.
— Huuuuuuuuuum! Gemi baixo, empinando minha bunda para trás, e senti a cabeça da rola dele vencer a entrada no meu cuzinho.
Meu melhor amante, meu irmão gostoso e imenso, me invadiu com precisão, atingindo meus pontos prazerosos em cheio, e me penetrou fundo, fazendo sua deliciosa virilha peluda encostar nas minhas macias nádegas.
Ele se prendeu a mim, passando seus braços fortes em volta da minha cintura e me puxou o tronco para trás, fazendo-me encostar em seu peito grande e definido. Colou seus lábios no meu pescoço, me dando uma deliciosa sequência de beijos, e começou a lentamente bombar no meu rabo.
PLOC, PLOC, PLOC, PLOC...
— Huuuuuuuuuum! Gemi fininho, baixo, bem manhoso, só para aquele safado poder escutar, e me entreguei ao seu caralho grosso e duro. Se papai achava que ele seria o primeiro macho a fazer amor comigo quando voltássemos para casa, ele acabou de se enganar.
Meu irmão Thiago provou para mim que só ele sabia fazer um dos melhores amores da minha vida de escravo, provou para mim que só ele sabia ordenar meu corpo ao seu prazer e que só ele me preenchia internamente daquela maneira. Então, me domando como um servo, ele me comeu.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
— Hãã! Hãã! Vai, Thi, me come, me mostra onde é meu lugar! Hããããã!
Seu corpo grande me recobria, me acolhendo; seu peito grande e largo servia como uma proteção para que eu não me desequilibrasse e caísse no chão molhado do box, e seus braços fortes me apertavam com amor, carregados de uma proteção amorosa que eu jamais havia visto nele, e seu pau duro e grosso me fodia loucamente, entrando e saindo com vontade, dilacerando-me e me provando que, por mais bruto que esse filho da puta fosse, ele era meu irmão, meu protetor, meu amante.
Com o passar do tempo, nossos gemidos ficaram mais roucos com o prazer e a evolução de nosso sexo, mais guturais e altos, fazendo papai se alarmar no andar de cima e descer para saber o que estava acontecendo.
Ele desceu as escadas, vindo do andar de cima, saindo do seu quarto, passando pelo corredor, desceu o lance de escadas e entrou no hall de entrada da parte de baixo da casa, e veio até nós no banheiro do andar de baixo e abriu a porta.
Ficou com os olhos arregalados quando nos viu transando embaixo do chuveiro, e a boca aberta, mas logo em tom calmo disse:
— Vocês poderiam ter esperado pelo menos voltarmos do médico, né, seus putos safados.
— Hããã! Hããã! Eu gemi mais ao escutar a voz grave e calma de papai. Meu dono tinha um efeito sobre mim que nem mesmo meu irmão tinha. Por mais que ele fosse meu melhor amante, papai sempre seria papai, sempre seria meu dono.
Olhei para ele, ainda gemendo de boca aberta, e falei em um sussurro tremido:
— Meu senhor, não deu para aguentar esperar. Sei bem que provavelmente o senhor queria ser o primeiro quando voltássemos do sítio, mas o tesão falou mais alto, papai. Desculpa, huuuuuuuuuum!
Papai somente sorriu e apalpou seu pau por cima da calça jeans, mas não perdeu a oportunidade de brigar com nós dois.
— Eu sei bem sua putinha safada, mas agora terminem essa porra logo, estamos muito atrasados. Saíam daí já! Papai falou bravo e foi saindo do banheiro, encostando a porta ao sair.
Meu irmão continuou comendo meu cu, mas com mais força e rapidez agora, louco, fazendo-me gritar na sua deliciosa rola grossa.
— Hããããã, Thiago! Goza logo, filho da puta, estamos atrasados e estou com meu cu ardido, porra, me dá leite logo! Enche meu cu com seu leite grosso, irmão!
— Ôôôôôôô! Ele gemeu grosso: — É leite de macho que você quer, sua puta, sua bucha? Então é leite de macho que você terá, vagabunda! Toma sua bicha!
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
Ele bombou por mais um minuto com força, enquanto me masturbava com fúria, e depois me deu uma cravada funda, atolando seu pau fundo dentro de mim, batendo sua virilha e suas bolas na minha pele, e gozou berrando grosso.
— Hãããããããããããã! Pffffffffffffffffffffffff PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
Gozei com violência junto com ele, sujando o vidro do bbox, ofegando com violência enquanto ele me entupia de porra pelo cu, me apertando forte com seus imensos braços.
Minutos depois do orgasmo, quando estávamos moles e seu pau já tinha escorregado para fora do meu cu, terminamos nosso banho, repassando o sabonete e nos enxaguando. Depois ele desligou o chuveiro e pegamos as toalhas nos ganchos, nos secamos e saímos de dentro do box, pegando nossas roupas nos ganchos e as colocamos.
Saímos em seguida do banho e papai já estava esquentando o motor do carro na garagem. Corremos para colocarmos um calçado nos pés, passei um perfume no meu quarto e saí pegando meu celular no criado-mudo, e fui direto para a garagem sem esperá-lo.
Papai e meu irmão Juan estavam no portão de casa olhando a rua enquanto o carro aquecia o motor e o combustível. Andei calmamente até eles e agarrei a cintura do meu dono por trás e beijei suas costas definidas.
Papai se virou, ficando de frente para mim, e segurou em meu queixo, olhando fundo nos meus olhos. Depois beijou-me nos lábios e se agarrou ao meu corpo, dizendo:
— Era para eu ser seu primeiro homem quando voltássemos do sítio. Quem lhe deu permissão para você e o Thiago transarem? Papai disse sério, mas não bravo, levando sua mão para minha bunda e a apertando com força.
— Aiii! Gemi fininho. — Não tivemos permissão, meu senhor, desculpe, papai, não foi planejado, só deixamos nossos corpos expressarem suas vontades e acabamos transando.
— Ok, filho, não vou castigar os dois, não quero ter esse estresse agora, e nós também já estamos transando juntos há oito dias direto, então eu entendo, mas fiquei com ciúmes, era para eu ser seu primeiro homem quando retornarmos para casa, mas tudo bem, quando voltarmos do médico, prepare-se, seu rabo é meu. E você só terá permissão para transar com outro macho depois disso, ok, meu fedorento? Papai disse-me enquanto aproximava seus lábios dos meus e depositava um beijo neles.
— Sim ,meu senhor! Respondi e nos separamos.
Papai entrou dentro do carro enquanto eu e meus irmãos aguardávamos ele do lado de fora da garagem, desceu o freio de mão e engatou a ré no carro, e começou a retirar o carro da garagem, desceu com ele até o meio-fio e parou para nos esperarmos entrar.
Meu irmão Thiago puxou e fechou o portão da garagem, colocando o cadeado, enquanto eu e meu irmão Juan fomos para o carro. Sentamo-nos nos bancos traseiros e logo Thiago se juntou a nós no carro, sentando-se ao lado de papai no banco do carona da frente. Papai passou a primeira marcha no carro e iniciou o trajeto até o hospital mais próximo de casa.
Na rua, a matilha de cães que encontramos de manhã, quando chegamos, já não estava mais lá. Havia apenas alguns cachorros circulando pela rua, mas não havia sinal da cadela e dos outros que a rodeavam quando chegamos de manhã.
Concentrei-me na estrada que se seguia à nossa frente, rezando para que nada de ruim acontecesse conosco e que estaríamos com nossa saúde em dia para podermos prosseguir.
Cerca de quinze minutos depois, papai entrou com o carro no estacionamento do hospital mais próximo de casa, procurou uma vaga próxima à saída e manobrou o carro com agilidade, estacionou-o e logo nós quatro saímos de dentro do carro com nossos documentos em mãos.
Entramos pela porta central do hospital e nos dirigimos até a recepção, e logo fomos atendidos por um rapaz alto, loiro, de cerca de 40 anos. Ele sorriu para nós e nos saudou:
— Bom dia, senhores. No que posso ajudar?
Papai tomou a frente da situação e colocou todos os nossos documentos na bancada, junto com uma guia de exames.
— Oi, bom dia! Eu me chamo João Batista e eu e meus filhos temos uma consulta com o Dr. Rodolfo, às 10:00. Papai informou ao recepcionista, entregando nossos documentos junto à papelada da consulta.
O atendente pegou os documentos e as guias de exames e começou a teclar no computador à sua frente. Digitou nossas informações para buscar o prontuário, depois imprimiu um comprovante de comparecimento na consulta, grudou-o junto à guia e nos entregou, pedindo para que o colocássemos em um cesto transparente na frente do consultório 3, ao lado da recepção.
Papai pegou a ficha e levamos o envelope, agradecendo ao recepcionista, e nos sentamos nas cadeiras ao lado do consultório, um do lado do outro, para aguardar sermos chamados. Em seguida, papai pegou seu celular e abriu o WhatsApp.
Nossa, estava cheio de mensagens de nossos parentes, já com as cobranças para poderem usufruir de mim. Meu dono respondeu sem paciência às mensagens, bufando, e agendou com alguns de nossos familiares para que me pegassem em casa ao longo da semana. Minha rotina voltaria ao normal a partir de amanhã, e aí seria interminável.
Papai não comentou nada, mas sabia que, ao longo dos dias, seria informado quem eu iria satisfazer a cada dia. Não pedi qualquer informação sobre; papai sabia de suas responsabilidades e sabia o que era melhor para mim, o que eu aguentaria primeiro. Então não tinha com o que me preocupar, mas reforçaria a minha vontade de ser ativo com os membros da família para ele. Não podia de jeito nenhum deixar esse assunto morrer. Eu tinha também minhas necessidades e queria explorá-las mais. Papai também já havia me dito outras vezes que queria me dar mais autonomia no sexo, então que fosse comigo, sendo ativo e fodendo o cuzinho dos meus machos.
Quer saber, melhor já ir tentando introduzir o assunto novamente. Virei-me para papai e disse:
— Papai, você já planejou e pensou sobre minha função como ativo? Eu quero explorar mais esse meu lado com todos os membros da família. O que o senhor tem a me dizer?
— Filhote, papai está resolvendo isso. Eu tenho uma ideia para sua iniciação como ativo, mas vou precisar conversar com um membro da família primeiro que tenho em mente e perguntar se ele quer ser o primeiro. Meu objetivo é não te iniciar com uma mulher, mas sim com um dos seus machos. Depois eu proponho com uma mulher, mas no futuro. Agora iremos ver como você se comporta como nosso ativo; depois eu abro para elas.
— Certo, papai! Pensei que você já tivesse esquecido! Falei olhando fixamente para ele.
— Jamais, meu escravinho, mas, assim que voltarmos para casa, você esqueça isso e foque somente no nosso sexo. Eu quero fazer amor com você sozinho, sem ninguém junto.
— Tudo bem, meu senhor Pai! Eu disse, agarrando-me ao seu corpo e enfiando minha cara no seu pescoço.
Meus irmãos estavam sentados ao nosso lado, conversando sobre mulheres, futebol e política. Não me atrevi a entrar na conversa, não tinha saco para conversar sobre, e me estressaria se participasse da conversa.
Ficamos sentados por cerca de dez minutos, e logo o doutor Rodolfo nos chamou em seu consultório, saiu pela porta e veio até o corredor e anunciou:
— João Batista de Andrade, Thiago Santos de Andrade, Juan Carlos de Andrade e João Pedro de Andrade, favor me acompanhem até o consultório.
Levantamos dos bancos e caminhamos em silêncio até o consultório. Entramos, fechando a porta atrás de nós, e Cumprimentamos o doutor Rodolfo.
— Bom dia, Doutor! Brandou forte meu dono.
— Bom dia, garotos. O que os traz aqui? O médico nos perguntou.
— Viemos para fazer exames de DSTs, doutor. Temos uma vida muito ativa sexualmente, e com diversos parceiros e parceiras diferentes. Normalmente não utilizamos camisinha, e eu sei que isso é perigoso e irresponsável de nossa parte, mas o senhor entende nós, né, doutor? O anel que a mantém preso nos nossos órgãos genitais é desconfortável.
— Eu sei, seu João, por mais que isso não seja uma desculpa. Mas não estou aqui para julgá-los, e sim para orientá-los e ajudá-los. Mas me digam, com quantos parceiros e parceiras vocês transaram recentemente?
— Bom, nessa última semana transamos entre nós e um tio dos garotos. Meu pai disse, ficando um pouco constrangido e ocultando nossas transas com animais.
O médico teclou no computador as informações que papai dava, sério, e pediu:
— Entreguem-me os documentos, preciso registrar no sistema.
Entregamos nossos CPFs e o doutor voltou a teclar no computador. Um minuto depois, mandou uma ficha para a impressora, pegou-a, carimbou, assinou e entregou a papai.
— Preciso que você entregue isso na sala ao lado para o enfermeiro Caio. Eu encontro vocês daqui a pouco, ok?
Papai pegou a ficha das mãos do doutor, e saímos do consultório agradecendo.
— Obrigado, doutor!
Viramos para a direita no corredor logo que saímos da sala e caminhamos para a outra sala. Na porta tinha escrito "ENFERMARIA". Ela estava com a porta aberta e, dentro, havia um outro rapaz, o enfermeiro Caio, distraído com uma papelada. Batemos na porta de leve para chamar sua atenção.
TOC TOC.
Ele levantou a cabeça dos papéis e nos olhou sorrindo. Papai estendeu a ficha que o médico nos entregou para ele, e ele deu uma olhada e disse:
— Aguardem um momento, por favor; já chamo vocês.
Balançamos as cabeças e voltamos para os bancos do corredor.
Nós nos sentamos novamente nos bancos e aguardamos o enfermeiro nos chamar. Na sala da enfermaria, escutava-se ele andando e separando provavelmente o teste de ISTs que papai havia pedido para o médico. Fiquei um pouco agoniado; eu acreditava que tudo estava bem, mas minha consciência se perguntava: "E se não estivesse?"
Espantei esse pensamento da cabeça e olhei para os lados e para papai e meus irmãos; eles estavam um pouco apreensivos, dava para ver somente pelo jeito de estarem se remexendo nos bancos. Recostei-me no braço do meu papai e o abracei de lado, depositando um beijo nele.
Vinte minutos depois, já estávamos agoniados, sentados nos bancos do hospital. O local estava vazio, mas, mesmo assim, parecia que o tempo de espera era grande, e minha ansiedade só aumentava. Mas, finalmente, o enfermeiro veio até o corredor do hospital, onde estávamos, e nos chamou:
— João Batista de Andrade, Thiago Santos de Andrade, Juan Carlos de Andrade e João Pedro de Andrade, por favor, entrem.
Nós nos levantamos dos bancos e seguimos para a enfermaria. Entramos e o enfermeiro sinalizou para que encostássemos a porta atrás de nós. Meu pai foi o último a entrar na sala, então foi o responsável por fazer isso. Em seguida, ficamos uns ao lado dos outros em pé no meio da enfermaria enquanto o enfermeiro terminava de arrumar a bandeja com as seringas, agulhas e os tubos de coleta.
— Vocês podem se sentar nos bancos, por favor, e apoiar o braço esquerdo nas braçadeiras, por favor! O enfermeiro disse, pegando uma luva e a colocando.
Logo após, foi em direção a papai, com um garrote em mãos, passou o garrote em seu braço e procurou a veia com a ponta dos dedos. Com um cateter agulhado e um chamado de algo embebido em álcool, ele limpou e puncionou o braço de papai, retirou uma quantidade de sangue suficiente para dois tubos de ensaio, depois retirou a agulha e o garrote do braço de papai, mudou todos os materiais e repetiu o procedimento no meu irmão Thiago, depois fez o mesmo em meu irmão Juan e, por último, em mim.
Quando terminou, disse:
— Vocês podem esperar no corredor, por favor? Irei levar as amostras para nosso laboratório e, daqui a vinte minutos, o doutor chama vocês para dar os resultados. O enfermeiro disse para nós.
Balançamos afirmativamente a cabeça e voltamos para o corredor, arrumando a manga de nossas camisetas ao sair.
Voltamos a nos sentar nos bancos e a aguardar pelos resultados. O enfermeiro saiu da sala com as amostras logo depois de nós e foi para uma sala distante, onde provavelmente seria o laboratório.
Ficamos quietos aguardando, e papai, de vez em quando, mandava algumas mensagens, provavelmente para alguns de nossos familiares que pediam meus serviços e para seus clientes e fornecedores.
Cerca de uma hora depois que o enfermeiro tinha entrado na outra sala, ele retornou com uma nova folha, as amostras de nossos sangues em uma bandeja de metal, todas separadas e identificadas com nossas informações, e foi para a recepção do hospital, passando por nós.
Deixou todo o material por lá e depois retornou para o corredor em que estávamos e disse:
— Senhores, daqui a pouco o médico chama vocês de novo, ok? Aguardem mais um instante.
Balançamos as cabeças e continuamos sentados, esperando. Por volta de vinte minutos depois, o médico voltou a nos chamar para sua sala.
— Pacientes: João Batista de Andrade, Thiago Santos de Andrade, Juan Carlos de Andrade e João Pedro de Andrade, por favor, me acompanhem.
Voltamos a nos levantar e acompanhamos novamente o doutor até seu consultório. Entramos novamente na sala e nos sentamos nas cadeiras de frente para o doutor.
Ele fechou a porta do consultório antes de se sentar, depois se sentou com as fichas em mãos, com os resultados, e as abriu, olhou detalhadamente para todos os resultados dos exames e declarou:
— Bom, garotos, está tudo nos conformes, não deu positivo para nenhuma IST's, os exames mostram tudo negativado, podem ficar tranquilos, mas não deixem de se cuidarem. Vocês disseram que transam com vários parceiros com muita frequência, então optem por usar preservativos, nunca deixem de cuidar da sua saúde. Se preferirem, comecem a usar a Prep; será uma ótima aliada a vocês. Inclusive, já vou deixar prescrita, e vocês podem começar a tomar hoje mesmo e seguir com o tratamento ao longo da vida de vocês. Mas não tem com o que vocês se preocuparem.
O médico nos informou, pegando seu bloco de prescrição médica e anotando as informações da prep.
Ficamos mais tranquilos com a notícia e aguardamos ele entregar a receita. O doutor terminou de escrever e carimbou, assinando. Estendeu a receita em direção a papai e comentou:
— Olha, aqui está a receita. Vocês podem ir, a não ser que tenham alguma dúvida ou queiram me contar mais alguma coisa.
Papai fez cara de dúvida, e acredito que um pensamento sobre nossa saúde anal surgiu em sua mente, além de lembrar da vez em que eu reclamei de dores anais cerca de um mês atrás, então ele falou:
— Doutor Rodolfo, há cerca de um mês, mais ou menos, meu filho mais novo reclamou de pontadas no ânus, disse que doía ao andar às vezes e fiquei bastante preocupado quanto a isso. Poderia avaliá-lo fisicamente? Normalmente ele é passivo e leva muita rola dos machos, então minha preocupação é grande, se não for incomodar o senhor, é claro. Papai disse, olhando fixamente para o médico.
— Claro, seu João, sem problemas, estou aqui para isso. Só me deixe perguntar: vocês repararam em alguma alteração na coloração do ânus dele, inchaço ou textura diferente? Perguntou o médico.
— Bom, fica avermelhado depois do sexo, mas fora isso não. Você vê algo diferente, filho, quando se olha no banho? Perguntou papai para mim.
— Bom, não, é mais pontadas internas que sinto às vezes ao andar; fora isso, não sinto nada. Respondi.
— Nesse caso, acho melhor pelo menos fazer um exame de toque nele para podermos ter certeza de que não há nada de grave. O doutor Rodolfo levantou-se da sua cadeira e indicou com o dedo para eu ir para a maca do consultório.
— Por favor, vou pedir que você, mocinho, tire suas roupas e deite-se de frango assado na maca, com os pés apoiados nos suportes, para eu poder dar uma olhada e realizar o exame de toque. O doutor Rodolfo disse, pegando um par de luvas na caixa em cima da sua mesa e calçando.
Retirei minhas roupas, meu tênis junto às meias, ficando pelado, e me deitei na maca do consultório, ficando na posição que o doutor pediu. Enquanto isso, ele se equipava para começar os procedimentos.
No processo, lembrou-se de que só estava ele de profissional no consultório e de que, por lei, ele tinha que pelo menos ter um enfermeiro acompanhando todo o processo de exames junto a ele, para o caso de algum cliente resolver assediá-lo. Então, ele foi até sua mesa e acionou um botão para chamar o enfermeiro Caio, que nos atendeu na enfermaria.
Em seguida, pegou um frasco de lubrificante e veio até mim, entrou no meio das minhas pernas e se abaixou, olhando para meu cuzinho rosado. Abriu o frasco de lubrificante e aplicou uma porção do lubrificante na ponta do dedo indicador e passou na entrada do meu cuzinho.
Nesse momento, o enfermeiro bateu à porta, e o doutor pediu para que meu pai abrisse a porta do consultório para ele.
— Seu João, abra a porta para mim, por favor. É o enfermeiro Caio. Eu não posso fazer os procedimentos sozinho na sala, então eu o chamei. Disse o Doutor Rodolfo.
— Claro, doutor! Disse papai e foi abrir a porta.
O enfermeiro entrou, prestando atenção no ambiente, e se aproximou de mim e do doutor Rodolfo.
— Cheguei. Olá de novo, garotos. Como está o procedimento, doutor? Ele perguntou.
— Tranquilo! O doutor Rodolfo respondeu e continuou o procedimento.
Senti o gelado do lubrificante refrescar meu cuzinho conforme o doutor aplicava com a ponta dos dedos, fazendo movimentos circulares. Em seguida, veio a pressão leve que me fez gemer baixinho.
— Huuuuuuuuuum!
Dei uma reboladinha e o doutor Rodolfo pediu para eu ficar parado, e logo voltou a pressionar a entrada do meu cuzinho novamente com a ponta do dedo indicador.
— Aquueta-se! Ele disse-me.
Voltei a ficar parado e senti a ponta do seu dedo vencer a resistência das minhas pregas anais, e ele invadiu e começou a pressioná-lo nas minhas paredes anais, sentindo a textura e buscando irregularidades.
Nesse momento, meu pênis endureceu, me deixando com uma ereção majestosa apontada para o teto. Papai nos olhou preocupado, mas nem o doutor, nem o enfermeiro deram importância para minha ereção e continuaram a realizar o procedimento sem expressarem expressões.
O doutor continuou a apalpar por mais um instante meu cuzinho com o dedo indicador direito, fazendo-me suspirar: — Ãããh! Olhou-me, percebendo que aquele suspiro expressava prazer e não dor ou desconforto, e, sorrindo discretamente, repetiu o movimento lentamente, provocando-me com seu dedo dentro de mim.
Depois retirou o dedo do meu cu e limpou no papel toalha, em seguida, afastou-se alguns centímetros, ainda com o papel toalha friccionando no dedo, e inclinou seu tronco para frente, vindo com o rosto para o meio das minhas pernas, como se estivesse observando alguma irregularidade.
Aproximou suas duas mãos das minhas nádegas e as abriu mais com sutileza para ter uma melhor visão do meu cuzinho que piscava, e continuou descendo seu rosto como se estivesse hipnotizado, levando seu nariz e seus lábios brilhantes e fartos até encostarem no meu cuzinho rosado, e o devorou sem pena.
— Huuuuuuuuuum! Gemi alto, arqueando minhas costas na maca e levantando meu quadril em direção ao seu rosto, sentindo seus lábios e a língua grossa invadir com força meu cuzinho rosado pulsante.
Nesse momento, papai, o enfermeiro Caio e meus irmãos fizeram cara de perplexos com a cena e ficaram de queixos caídos, mas os paus no meio das pernas deles demonstravam o quão excitados eles ficaram com a cena, e, para enfatizar, olhei para seus caralhos duros no meio das pernas com as cabeças rosadas expostas e os peguei desabotoando as calças, sacando aquelas rolas maravilhosas e se masturbando, deslizando deliciosamente suas mãos grandes e espessas pelos corpos grossos de veias saltadas e grossas, cuspindo às vezes nas mãos e lubrificando com elas seus caralhos.
— Huuuuuuuuuum! Só dava para escutar meus gemidos de prazer na sala enquanto o doutor Rodolfo devorava meu cuzinho com a boca.
Ele brincava gostoso com a língua grossa e áspera, molhada, fazendo-me contorcer, despertado de prazer na maca, louco. Levei minhas mãos até seus lindos cabelos negros e enfiei meus dedos dentro deles, apertando-os e alisando-os.
— Hããã! Doutor, isso! Assim! Ãããããh!
Logo, quando eu estava quase para gozar, tendo meu cuzinho sendo devorado pelo Doutor, ele se afastou, retirando meus dedos de dentro dos seus cabelos e voltou a apalpar por mais um instante meu cuzinho babado com o dedo grosso, e depois os retirou, limpando-os em um papel toalha, dizendo:
— Pronto, querido! Me diz uma coisa, seu João, só ele é passivo, ou você e seus outros dois filhos também? Perguntou o doutor Rodolfo, limpando-se, passou um papel na boca e nos dedos, e eu acabei gozando e me desfaleci na maca hospitalar, arfando baixo com o coração disparado.
— Arf, arf, arf, arf...
Papai, o enfermeiro Caio e meus irmãos estavam finalizando suas punhetadas fartas, gemendo baixo, quando o médico voltou a perguntar, e ele o respondeu, tentando controlar a respiração e os gemidos:
— Bom... Huuuuuuuuuum! Ãããããh, pffffffffffffffffffffffff!!
Papai gozou fartamente, sujando-se todo, e com dificuldade voltou a dialogar.
— Eu e os dois também tivemos atividades sexuais como passivos, por que a pergunta? Perguntou papai, ofegando, e depois foi passar uma água nas mãos.
— Bom, nesse caso, vou realizar os exames de toque em vocês três também. É melhor nos certificarmos de que a saúde anal de vocês está em dia também. Então, por favor, senhores, um por vez retirem suas roupas e se deitem na maca para eu poder realizar o exame. O doutor Rodolfo falou com um olhar safado, pronto para o abate.
Ainda meio desnorteados, os quatro se ajeitaram, o enfermeiro se recompôs depois de uma bela gozada, e meu pai e meus irmãos mudaram de posição. Eles se levantaram sem dizer mais nada, só obedecendo às ordens do doutor, e retiraram suas roupas.
Enquanto isso, eu me recompus, levantei da maca com as pernas bambas e todo gozado, e fui me sentar em uma das cadeiras do consultório.
Eles ficaram nus, deixando suas roupas dobradas em cima das cadeiras em que estavam sentados, e um de cada vez deitou na maca para ser examinado.
Começando do meu irmão Juan, ele deitou seu corpo magro e alto na maca, ficando na posição de frango assado, assim como eu anteriormente. O doutor Rodolfo foi em seguida para o meio das suas pernas, sentando-se na cadeira, e abriu as nádegas do meu irmão, deu uma boa olhada e pegou novamente o frasco de lubrificante e aplicou mais uma porção no dedo indicador, e fez o mesmo processo que fez em mim.
Aplicou o lubrificante na entrada do meu irmão, massageando suavemente, depois, com a ponta do dedo, começou a pressionar para ela poder entrar.
A ponta do dedo dele deslizou macia e precisa para dentro do cuzinho rosado e peludinho do meu irmão Juan. Ao sentir a ponta do dedo vencer seus esfíncteres, meu irmão gemeu baixinho e relaxou mais a musculatura anal para que o doutor Rodolfo pudesse acessar melhor seu interior.
Assim como fez em mim, o doutor rodou gentilmente o dedo dentro do cuzinho do meu irmão, apalpando toda a região anal dele sem esboçar qualquer reação.
Meu irmão tentava se controlar, evitando gemer, mas dava para notar sua dificuldade em se concentrar para não gemer. Fechou os olhos e respirou fundo.
Alguns segundos depois, o médico retirou o dedo, limpando-o em um novo papel-toalha e descartou-o na lixeira, e fez uma anotação na sua ficha.
— O senhor já pode se levantar, e você, Thiago, por favor, deite-se na maca para realizarmos o exame.
Meu irmão grandalhão se levantou da cadeira em que estava sentado, retirou suas roupas e subiu em cima da maca assim que nosso irmão se levantou, ficando na mesma posição que eu e Juan havíamos ficado. O doutor Rodolfo voltou a pegar o frasco de lubrificante e reaplicou uma nova porção dele no dedo indicador, e levou-o até a entrada do cu do meu querido irmão e o tocou, espalhando o gel gelado na entrada do seu cu, e forçou para dentro, pedindo com o dedo para meu irmão relaxar o cu.
— Relaxe o ânus, por favor! Pediu o doutor.
Meu irmão se deitou de vez na maca, respirando fundo e relaxou o cuzinho, e o doutor Rodolfo pressionou seu dedo no cuzinho dele para a ponta entrar, e o rodou lentamente de um lado para o outro, tocando a parede anal do meu irmão.
— Huuuuuuuuuum! Meu irmão gemeu e seu pau ficou duro, apontando para cima.
O doutor não ligou, já estava acostumado, só prestava atenção nos movimentos que fazia com os dedos. Alguns segundos depois retirou os dedos de dentro do meu irmão e os limpou em um novo papel toalha.
— Pronto! Ele disse, liberando meu irmão, que se levantou suspirando.
— Agora só falta você, seu João. Venha, deite-se; será rápido, eu prometo.
Meu pai se levantou da cadeira depois de observar o exame ser realizado em nós três, retirou suas roupas com calma e se deitou na maca, abrindo-se todo para o médico.
O doutor Rodolfo voltou a fazer o mesmo processo, mas dessa vez eu pude notar sua ereção na calça. Parece que não seremos só eu, meus irmãos e meu pai que estávamos ficando excitados com os toques retais, mas o doutor também.
Mas, sem desrespeitar ninguém, ele continuou fazendo seu trabalho, abriu as nádegas do meu pai pedindo licença, pegou outra porção do lubrificante com a ponta do dedo direito e levou-a até o cuzinho de papai.
Aplicou o lubrificante, fazendo movimentos circulares na parte externa para relaxá-lo, e depois deu uma pressionada como fez comigo e meus irmãos.
Papai suspirou alto quando o dedo do médico entrou, e ele relaxou o máximo que conseguiu do seu corpo. O médico fez o exame, pressionando as paredes do seu ânus e rodando de um lado para o outro o dedo, para poder verificar cada parte.
O caralho de papai ficou duro com os movimentos, e pude notar em seu semblante que o toque mexeu com ele. Papai piscou seu cuzinho no dedo do médico, e ele o retirou com cuidado, limpou-o no papel-toalha e liberou papai em seguida.
— Proto, seu João, tudo certo! Ele disse: — Pode-se levantar.
Papai se levantou da maca enquanto o doutor terminava de fazer as anotações nos prontuários.
Logo, o doutor se levantou dizendo:
— Bom, meninos, agora preciso levar os dados dos exames para serem analisados, e daqui a pouco estará tudo pronto. Só peço agora que vocês vão coletar sangue para um diagnóstico mais detalhado. Depois nos reunimos aqui no consultório novamente para eu dar o resultado para vocês, ok?
— Tudo bem, respondemos.
Papai terminou de colocar as suas roupas e, depois, saímos do consultório e aguardamos sentados nas cadeiras na frente da recepção.
O médico e o enfermeiro levaram o exame para análise enquanto nós aguardávamos sentados na recepção.
Logo, Papai voltou sua atenção para seu celular, digitando várias mensagens rapidamente. Bufava algumas vezes, olhando para a tela do celular com um semblante irritado, e fiquei preocupado com o que estava acontecendo para toda aquela agitação e nervosismo.
Aconcheguei-me mais em seu corpo, passando meus braços em sua cintura, sentado ao seu lado no banco, e beijei seu braço, sentindo seus músculos, e olhei com um certo carinho para tentar tranquilizá-lo. Alisei a pele de seus braços e, tomando coragem, disse:
— O que tanto te estressa, papai?
— Os membros da família e alguns clientes, Familiar, e sua mãe está doida em casa perguntando incansavelmente quando iremos chegar, mas deixa isso para lá, meu filho. Papai já deu algumas respostas para eles e depois resolvo isso, não esquenta com isso.
— Tudo bem, meu senhor! Respondi.
Logo em seguida, fomos chamados à enfermaria para coletar sangue.
— Senhores: João Batista de Andrade, Thiago Santos de Andrade, Juan Carlos de Andrade e João Pedro de Andrade, por favor, senhores, encaminhem-se para a enfermaria. Uma enfermeira alta e morena nos chamou no corredor de uma sala um pouco mais à frente de onde estávamos.
Nos levantamos e andamos até a sala. Ao chegar à porta, entramos em fila e nos sentamos nas quatro cadeiras postas umas ao lado das outras e apoiamos nossos braços esquerdos na braçadeira de metal. A enfermeira pegou um garrote e passou no braço de papai, procurou a veia fazendo uma antissepsia no braço dele com a ponta do dedo indicador e algodão embebido em álcool 70%, depois destampou um cateter agulhado e pulsionou, fez o teste para saber se vinha sangue no cateter e logo retirou uma quantidade suficiente para encher dois tubos de ensaio, depois removeu o cateter e pressionou um chumaço de algodão no furo, pedindo para que ele mantivesse pressionado, depois pegou um pedaço de esparadrapo e colou em cima.
Trocou os materiais e repetiu o procedimento em meu irmão Thiago, depois no meu irmão Juan e em mim, sempre trocando os materiais e as luvas para evitar contaminação cruzada.
Logo fomos liberados, e ela nos informou que deveríamos esperar o médico nos chamar novamente para dar o resultado.
Saímos de dentro da enfermaria e voltamos para o banco, e a enfermeira passou por nós depois de alguns segundos, carregando todas as amostras para o laboratório.
Ficamos cerca de uma hora esperando o resultado, até que o doutor Rodolfo voltou a nos chamar em seu consultório.
— Clientes: João Batista de Andrade, Thiago Santos de Andrade, Juan Carlos de Andrade e João Pedro de Andrade.
Nos levantamos dos bancos e seguimos a passos lentos até o consultório. Entramos, encostando a porta atrás de nós, e voltamos a nos sentar nas cadeiras do consultório.
O doutor Rodolfo se sentou em sua cadeira com um envelope branco nas mãos, abriu-o e retirou seis folhas de dentro dobradas, e começou a ler silenciosamente.
Ficamos um pouco apreensivos antes dele falar o resultado; eu sentia como se meu coração fosse sair pela boca. Eu, papai e meus irmãos nos olhamos e revezávamos os olhares para o Dr. Rodolfo, até que, depois de revirar as folhas e ler os resultados com bastante atenção, ele disse:
— Bom, meninos, está tudo perfeito, deu tudo negativo para qualquer DSTs. Também fizeram análises clínicas para saber se o sangue apresentava colesterol, diabetes ou qualquer outro tipo de infecção, além de contagem de glóbulos vermelhos e brancos, e está tudo normal, nada para se preocupar, mas reforço que vocês devem manter os cuidados e beber muita água.
— Ótimo, doutor, ficamos despreocupados. Papai disse e se remexeu na cadeira com um semblante mais leve e despreocupado, porém com uma certa ansiedade, e no impulso foi logo dizendo:
— Posso só pedir mais uma coisa, doutor? Perguntou papai.
— Claro, seu João! Respondeu o médico.
— Bom, com todo o respeito, doutor, sei que o que vou te propor agora seja uma loucura, mas, o que o senhor acha de comemorar esses resultados? Vou ser bem descarado com o senhor e tacar a real: eu estou propondo uma boa transa entre nós quatro, na verdade, entre nós cinco. Quero a participação do enfermeiro Caio também. O que o senhor acha de continuarmos o que começamos agora há pouco? Topa?
O doutor Rodolfo fez uma cara de safado, sorriu e se recostou no encosto da sua cadeira giratória, estendeu as pernas para frente, cruzando os pés, e levou descaradamente a mão para o meio das suas pernas e apertou o pau grosso e duro por cima das calças, balançou um pouco a cadeira de um lado para o outro com a caneta na mão direita, apertando a trava que expunha e cobria a ponta com tinta, baixou a mão inquieta e disse:
— O senhor tem certeza do que está propondo? O senhor sabe que isso é antiético, não sabe? Não que eu já não tenha sido antiético exatamente há algumas horas atrás com vocês e o enfermeiro Caio, mas minha preocupação é: o quanto eu posso confiar em vocês para que eu não perca meu CRM, e o enfermeiro Caio seu COREN? O doutor Rodolfo questionou papai.
A ficha de papai caiu na mesma hora. Porra, não tínhamos pensado nisso. E se, caso alguém nos flagrasse, ou nos ouvisse, ou visse nós transando no consultório, com certeza o CRM e o COREN do médico e do enfermeiro seriam caçados, e ambos enfrentariam um processo e perderiam o direito de trabalhar na área.
— Bom, é um pouco tarde para pensar nisso, o senhor não acha? Disse papai para ele.
— Escute, doutor, eu lhe garanto que o que fazemos aqui fica aqui e isso entra no sigilo paciente e médico. Se nenhum de nós não contarmos, não tem como descobrirem, a não ser que vocês, digo, você e o enfermeiro Caio queiram se sabotar. Qual é, doutor, fala que não foi bom o que fizemos? É questão apenas de prazer e fetiches. Vou confessar que não é a primeira vez que o meu filho fode com um médico. Recentemente, ele passou por uma cirurgia, como já informei ao senhor, e a equipe médica transou gostoso com ele dentro do centro cirúrgico, e não deu B.O. algum. O senhor pode ficar tranquilo quanto a isso, somos apenas homens que querem foder, transar gostoso com outros homens. Vamos lá, conversa com o enfermeiro Caio, e, se vocês não quiserem, vamos embora sem arrumar confusão, e não tocamos mais no assunto.
O médico ficou quieto por alguns segundos, somente pensando e observando-nos, depois se levantou da sua cadeira e disse baixo:
— Já volto, e não saiam daí!
Passou por nós na sala e se dirigiu à porta, abriu e saiu, indo atrás do enfermeiro Caio.
Papai sorriu para nós, sentado na cadeira, e disse:
— Acho que demos sorte e vamos almoçar tarde hoje. Vocês realmente topam essa orgia, filhos?
Balançamos positivamente as cabeças.
— Ótimo, garotos, a safadeza é de família mesmo.
Cerca de quinze minutos depois, o médico e o enfermeiro voltaram para a sala de consulta, entraram trancando a porta atrás de si, dizendo:
— Tá legal, nós topamos essa loucura, mas precisamos ser rápidos. Se nos pegarem, vamos nos foder no mau sentido.
Sorrimos todos e nossa putaria recomeçou.
Começamos a retirar novamente nossas roupas, ficamos pelados e pude analisar o que eu teria que aguentar no meu cuzinho.
As picas duras do doutor Rodolfo e do enfermeiro Caio eram lindas: uma preta grossa, com a cabeça grande e arroxeada de 18 cm, com veias meramente saltadas, que me deu água na boca, e uma branca um pouco mais fina, de cabeça rosa, também grande, de 19 centímetros, com veias saltadas. Os sacos eram grandes e de pelos aparados. Os dois tinham corpos grandes e esbeltos, com uma musculatura definida e bundas redondas e duras.
Assim que ficamos todos nus, fui colocado de joelhos aos pés dos cinco machos na sala, e eles me rodearam famintos, segurando suas rolas duras pelas bases, balançando-as para cima e para baixo e deslizando as mãos grandes para cima e para baixo, se punhetando.
O doutor Rodolfo foi o primeiro a se aproximar de mim, segurando a rola pela base, apontou-a para meu rosto e bateu com ela na minha cara.
Plac plac!
Segurou no meu queixo, pressionando para baixo, fazendo meus lábios se abrirem, e passou a cabeça da rola nos meus lábios rosados. Eu os separei e deixei que ela entrasse, chupando cada centímetro daquela imensidão grossa.
Ele invadiu-me até a garganta e me deixou deslizar de volta até a cabeça. Em seguida, eu comecei a mamá-lo, indo com uma certa velocidade para frente e para trás.
O doutor Rodolfo passou a gemer de olhos fechados, fazendo carinho na minha cabeça, enquanto eu deslizava gostoso com a boca no seu pau. Via os dedos de seus pés se contorcerem perto dos meus joelhos, me falando que ele estava gostando.
Logo o enfermeiro Caio retirou as mãos do Rodolfo da minha cabeça e me puxou para ele, segurou seu cajado pela base, expondo a cabeça rosada, e a empurrou para dentro da minha boca.
— Huuuuuuuuuum! Eu e ele gememos juntos.
O sabor dele era delicioso, um pouco doce, um pouco salgado; seu cacete duro estava cheiroso e pulsava gostoso dentro da minha boca.
Ele segurava no topo da minha cabeça e conduzia com perfeição minha mamada. Meus lábios deslizavam naquela pica, deixando-a lavada com a minha saliva. Ele se contorcia, elogiando meu boquete, dizendo que o de viado era muito melhor do que os das putas que ele comia.
Sorri com os olhos para ele, agradecido e orgulhoso pelo elogio. Estar com aquela rola gostosa na boca era o que me fazia viver todos os dias.
Chupei-o por mais alguns segundos, e meu irmão Thiago, com ciúmes, puxou-me para ele, dizendo:
— Minha vez, enfermeiro!
Puxei um pouco melhor o ar para respirar quando o enfermeiro Caio saiu da minha boca, e em segundos, meu delicioso e amante irmão Thiago socou sua vara grossa que fez amor comigo logo cedo nela, afundando-a até minha garganta, e passou a foder rápido minha boca.
GLUB Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub...
— Huuuuuuuuuum!
— Isso, irmãozinho, delicie-se na minha rola, sua bicha! Huuuuuuuuuum!
Meu irmão metia com volúpia, socando sem pena, mas logo me passou para nosso irmão Juan. Respirei profundamente antes de o colocar na boca. Meu irmão Juan bateu com a rola na minha cara, o que eu adorava quando um macho fazia isso, e a socou para dentro da minha boca.
Afundou meu rosto na sua virilha e segurou por alguns segundos, depois começou a bombar com força, gemendo.
— Hãããããã!
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC....
Sem gozar, fui puxando por meu dono; papai colocou sua pica na minha boca e me fez chupar. Eu o chupei como ele gosta, com força, deslizando lentamente da cabeça até a base, acariciando seus testículos e, de vez em quando, cutucando seu cuzinho.
Papai gemia gostoso, dando pequenas reboladas, e fechava os olhos para sentir com mais intensidade minha mamada.
— Huuuuuuuuuum!
GLUB Glub Glub Glub Glub Glub Glub...
— Arf!
Retirei-o da boca e o lambi. Papai me puxou para cima pelos braços e me fez deitar no leito do consultório na posição de frango assado.
— Juan, Thiago, fiquem na mesma posição que o irmão de vocês.
Meus irmãos obedeceram papai, e papai fez o mesmo: subiu na maca e ficou na posição. O médico e o enfermeiro nos olharam se masturbando, e papai pediu:
— Fode nossos cus, são de vocês, arrombem como vocês quiserem.
O médico e o enfermeiro alisaram seus cacetes para cima e para baixo, e passaram mais um pouco de lubrificante neles, pegaram quatro pares de perneiras encostadas na parede do consultório e as trouxeram, apoiando em nossas pernas, deixando-nos arreganhados para eles, com nossos cuzinhos rosados expostos.
Os dois lamberam os beiços quando analisaram nossos cuzinhos novamente, colocaram uma camisinha e passaram um pouco de lubrificante em seus caralhos duros e em nossos cus, e, um a um, fomos fodidos por eles.
Primeiro foi eu e papai, tivemos nossos cus lubrificados, os dois inseriram um, depois dois dedos, tocaram bem nossas próstatas, deixando tudo lubrificado, depois retiraram os dedos e passaram mais um pouco de lubrificante nos seus caralhos grossos, apontaram as cabeças rosada e roxa nas nossas entradas e forçaram.
— Huuuuuuuuuum! Gememos os quatro juntos.
As rolas deles deslizaram para dentro até as bases e eles ficaram parados dentro até nossos cus se acostumarem.
E logo começaram a se movimentar, nos fudendo com gosto, batendo suas virilhas com força nas nossas bundas, dilacerando nossos cus.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
— Hããã Hããã Hããã
Meu cu piscava com força enquanto nossos corpos se chacoalhavam; o som alto das nossas peles se chocando fazia nosso êxtase ser maior. Senti o pau do doutor Rodolfo pulsar dentro de mim, anunciando que estava para gozar, e enlacei minhas pernas em volta das suas nádegas, e ele aumentou a velocidade, e nós quatro juntos gozamos.
— Huuuuuuuuuum! Ãããããh!
— Tomem nossos leites nos cus, suas bichas!
— Ãããããh!!
Pffffffffffffffffffffffff PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
Os dois foram diminuindo o ritmo até pararem, saíram de dentro de nós dois e trocaram as camisinhas, jogando as cheias no cesto de lixo do consultório.
Ainda com os paus duros, reencaparam com outras duas novas camisinhas, pegaram novamente o lubrificante e se viraram para papai e meu irmão Juan.
Passaram um pouco de lubrificante nos paus novamente e nos cuzinhos do meu pai e do meu irmão. Enfiaram um dedo, depois dois, para lubrificar e dar uma alargada, e seguraram seus membros pela base.
Pincelaram de baixo para cima os cuzinhos deles, e apontaram a cabeça das picas no olho de seus cus, e pressionaram.
— Huuuuuuuuuum! Os quatro gemeram, enquanto as duas rolas deslizaram suavemente para dentro dos dois cus.
O médico e o enfermeiro esperaram um minuto parados dentro deles e os puxaram para um beijo de língua.
E, com cuidado, começaram a se mexer dentro deles, ainda os beijando.
— Huuuuuuuuuum!
PLOC, PLOC, PLOC, PLOC, PLOC...
Os dois profissionais de saúde seguraram nas cinturas de papai e meu irmão, e foram aumentando a velocidade das estocadas dentro deles, gemendo e arfando.
— Huuuuuuuuuum! ARF, ARF, ARF, ARF...
Papai e meu irmão travaram suas pernas nas nádegas dos dois profissionais, e eles os foderam, bombando rápido e com força dentro deles durante quarenta minutos, até que voltaram a gozar e, dessa vez, levando papai e meu irmão juntos ao orgasmo.
— Huuuuuuuuuum! Ãããããh!
Pffffffffffffffffffffffff PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
Os quatro grudaram-se em um abraço forte e beijaram uns os ombros dos outros até recobrar o fôlego.
Depois, se desgrudaram e os dois agentes de saúde saíram de dentro dos cuzinhos deles. Amarraram as camisinhas cheias de porra e jogaram-nas no lixo.
Logo nós cinco ficamos de pé no chão e nos limpamos na pia que tinha no consultório, e nos secamos com o papel-toalha. Vestimos nossas roupas e trocamos mais alguns beijos. Limpamos nossa sujeira da maca e do chão para não dar B.O. para nós depois, e vestimos nossas roupas.
Cansado da nossa orgia, o doutor Rodolfo disse:
— Confio em vocês, meninos. O que fizemos aqui, fica aqui. Foi ótimo, por sinal. Vocês são muito fogosos, mas agora precisamos ir. Já demos muita bandeira, demoramos muito nessa consulta e o pessoal lá fora já deve estar desconfiado.
— Sem problemas, doutor, foi um belo prazer! Disse papai.
Nós nos despedimos deles logo em seguida, apertando as mãos deles, e os dois saíram na surdina do consultório.
Eu, papai e meus irmãos nos recompusemos e saímos depois de alguns minutos do consultório vazio.
Passamos pela recepção e saímos pela porta da frente.
— Vamos embora, garotos, estou faminto. Precisamos almoçar e ir para casa, temos que arrumar nossas coisas. Papai disse e saiu andando na nossa frente.
Fomos para o estacionamento e entramos no carro; papai deu partida e saiu com o carro de volta à estrada.
...
Vinte e cinco minutos depois, chegamos a um restaurante e pedimos uma mesa. O local estava quase fechando pelo horário e seríamos os últimos clientes do dia.
A dona do estabelecimento nos atendeu com felicidade, nos levou até uma mesa e anotou nossos pedidos.
Uma meia hora depois nossos pratos e bebidas chegaram, e devoramos rapidamente, já que a fome estava nos matando.
Bebemos nossas bebidas e papai pediu a conta, pagou e voltamos para o carro.
Papai deu novamente partida e saiu com o carro rumo à nossa casa.
No caminho, deixamos o Juan na casa da sua namorada. Nos despedimos, e papai disse que em breve entraria em contato para saber como ele estava e me liberava novamente para ele. Ele se despediu de nós e voltamos para a estrada na direção de casa.
Quando chegamos em casa, papai colocou logo o carro para dentro. Ele e meu irmão Thiago foram para o andar de cima, e eu fui ver mamãe.
CONTINUA...
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