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Minha sedução e iniciação I

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Jujuju

Como comecei, fui seduzido aos poucos

Meu nome é Paulo Roberto, hoje tenho 28 anos, e os fatos narrados aconteceram entre 2006 e 2007, quando eu tinha 14 anos. Eu era um moleque bem esperto, desses que vivia na rua, por ser mais velho minha mãe nunca me dedicou muita atenção, pois a epoca meus irmão eram muito pequenos e necessitavam de sua total dedicação, deste modo cresci me virando, entrava em constantes confusões mas tinha cimetria para sair delas, haja vista que eu era relativamente independente. Aos 14 anos eu ja via algumas revistas pornôs e hora e outra entrava escondido na sessão reservada da locadora e ficava observando as capas dos VHS's pornograficos. Naquela época a putaria na rua, entre meninos era comum mas ao mesmo tempo singular e mantida em sigilio, todo mundo fazia troca troca mas, obviamente, ninguem tocava no assunto, não era tema de conversas de calçada por ser tratar dos cús alheios. Eu, pessoalmente, até esta idade não havia feito sexo de verdade ainda, mas ja havia roçado inumeras vezes meu pintinho de pré adolecente em outros e tentado penetrar meu colegas que aderiam a infame brincadeira. Todos da mesma idade todos sedentos pelo sangue da putaria mas nenhum com uma espada capaz de cortar verdadeiramente.

Foi por volta desta época que tudo mudou em minha vida sexual, tudo por causa de um garoto, Mateus, era seu nome, me recordo bem dele, branco, cabelos castanhos claro, nariz fino, com 1,65 de altura, mais alto que eu á epoca. Mateus era mais velho que os demais garotos da turma, nossa média de idade era entre 13 e 15 anos, mateus já completara seus 17 anos à data em questão. Quando os assuntos da putaria eram colocados à roda de conversa Mateus sempre se gabava, por conseguir gozar, ter cabelos em seu pinto, e ter o dito cujo crescidinho, obviamente bem acima da media para minha pessoa de 14 anos a epoca. Eu nunca senti atração por homens, nem meninos, eu sentia atração pela putaria, por fazer putaria mais precisamente, vivia vendo revista porno e tentando bater minhas punhetas sem, obviamente, chegar ao gozo. Em uma bela tarde de quinta, no raro frio que fazia em ribeirão preto nos meses de junho, estavamos brincando de pique esconde proximo ao galpão da antiga fepasa, na vila carvalho, quando tive o azar ou sorte de esconder junto a Mateus, aquela coisa classica de quem ja passou por isso, em determinado momento do esconderijo mateus tirou seu pinto pra fora e começou a punheta-lo, antes de iniciar o movimento deu uma cuspida certeira na cabeça, eu fiquei curioso com aquilo e perguntei o porquê de tal pratica, ele sem exitar me informa que era pra escorregar mais:

- Quando você tiver na sua casa usa um pouco de shampoo, você vai ver que delicia (..)disse ele...

Na minha casa anoite, na hora do banho sigui sua recomendação e realmente o tesão foi maior, porém mesmo assim ainda não conseguia chegar ao gozo.

Passado este dia, andavamos de bicicleta no biracão, local onde já fora uma represa no passado, e iamos la usar as formações de terra como rampa para andar de bicicleta, quando me dei conta já era por volta das 17 horas e todos ja estavam indo pra suas casas, restando apenas eu, resolvi sentar um pouco proximo a uma moita de bananeira que havia por ali para acertar a corrente da bicicleta antes de seguir para casa, passado alguns minutos chega Mateus com sua cross, conversamos um pouco e ele me disse que gostava de andar d e bicicleta aquele horario pois era muito branco e durante a tarde se queimaria muito no sol, eu obviamente dei risada e o chamei de viadinho, ele sem exitar retrucou a ofensa com um tom debochado, você que me viu batendo punhete e eu é que sou viadinho? aquilo deu um nó na minha cabeça, mas achei melhor não retrucar. Ele sentou-se ao meu lado e disse, você sabe que eu podia te matar né e jogar seu corpo por aqui que ninguem encontraria, na hora, eu travei, não sabia se ele estava falando sério ou se estava tentando me intimidar.

Na hora um silencio tomou conta do nosso dialogo, ele tira seu pinto pra fora e começa com os movimentos lentos da punheta, me lembro bem como o pinto dele era delicado, cheio de veias, prepucio cobia levemente a cabeça, seus pelos pubianos eram estranhamente ruivos, e o cheiro era um misto de xixi com sebo, ele me olha e me convida, a pegar no seu pinto, na hora não exitei, estava curioso, era bem diferente do meu, tomei coragem e cheguei perto, peguei no meio de seu membro, segurei firme, ele deu aquela contraida e seu pinto deu pulinhos na minha mão achei bem estranho, então veio o pedido inusitado: - Bate uma pra mim, faz tres dias que não gozo, vai ser rapido, se quiser bato uma pra você depois. Eu, lembrando da ameassa feita, não exitei no primeiro movimento ele gritou de novo, devagar caralho, é meu pinto não uma espingadar me assustei novamente com o gripo, ai começei a punhetar, ele foi se esticando todo, esticando mexendo os dedos dos pés, realmente não demorou muito, gozou doi jatos enormes de porra, que caiu na sua barriga, eu fiquei muito assustado, soltei na hora, já tinha visto porra em revista mas não jorrar daquela forma ainda por mim. Realmente fiquei assustado. Ele riu peguei minha bicicleta e fui embora, muito assustado, mas pensando naquilo tudo.

Daquele dia em diante passei a evita-lo, quando ele chegabva na roda de amigos eu o evitava, não olhava nos olhos dele, as vezes eu tinha a sensação que ele estava me seguindo ou me observado. Em uma manha de domingo chuvosa ele estava sentado na arvore em frente a minha casa, quando eu abri o portão, passei com a bicicleta, ele veio em minha direção. Eai mano, ta me evitando porque! não to te evitando não, disse pra ele...

ele me disse, a noite, vamos dar um rolê na chacara do Rubinho, era um local onde se criava cavalo, eu disse que não, pois minha mãe não permetia que eu saisse a noite, foi ai que tive uma surpresa, ele me agarrou pela sintura e disse: Você não vai querer que seu pai saíba que você bate punheta por ai pra outros meninos né na hora, tremi as pernas, engoli seco, aquelas palavras cairam como uma bomba sombre mim. Disfarcei o nervosismo e disse: Onde vamos? Ele: Ja te falei, vamos a chacara do rubinho.

Naquela tarde 1001 coisas passaram por minha cabeça, deveria contar para minha mãe, para meu pai. A minha familia era muito tradicional e nunca tocaram em assuntos de sexo comigo. Pensei muito, cheguei a conclusão que ia seder, a noite, ele teva a audacia de bater no meu portão e chamar por mim, não era tarde era por volta das 18hrs, minha mãe não ligou muito, ele estava cheiroso, limpinho, cabelo penteado, fomos andando e ele foi falando, ele me disse: Eu quero que você faça uma coisa pra mim. Que você faça um babão eu retruquei, que porra é babão? ele chupeta, quero que você chupe meu pinto

Eu na hora me afastei dele e disse ta maluco cara, ta louco?, ele agarrou minha mão e começou a chupar meu dedo, me mostrando como se fazia, tudo estava escuro, ele me mandou ficar de joelhos e fechar os olhos e abrir a boca, foi introduzindo sua pica lentamente na minha boca, disse pra eu chupar como havia feito com meu dedo, eu sem experiencia só ia e voltava com a boca, foi quando ele me deu um tapão e disse: Tem que chupar igual pirulito engolir, eu meio sem jeito retruquei mas você vai gozar na minha boca e eu tenho nojo... veio outro tapa, não é pra ter nojo, ele disse, agora eu sou seu macho não tem essa vai tomar muito minha porra, ameaçei de gritar, ai ele foi um pouco carinhoso disse que tinha gosto de leite e que eu ia gostar. Voltei a mamar, e ele ia me elogiando que estava gostoso, pedi a ele que me avisasse quando ia gozar, ele disse pra mim ficar tranquilo, o desgraçado era sacana...eu estava apoiado na perna dele, senti sua panturrilha grossa contrarir, em seguida segurou minha cabeça e travou a pica no fundo da minha garganta, gemendo me disse pra respirar fundo, em seguida veio tres jatos de porra, quente que desceram direto pela minha garganta, ele me pediu calma, continuou segurando minha cabeça, fiz vomito, novamente me pediu pra respirar fundo, e tirou a pica. Enquanto eu me limpava ele justificou, perguntou se eu tinha achado ruim, e que era pra eu me acostumar e facilitar. Não disse nada, voltamos pra casa, naquela noite sonhei com ele. Me lembrava do gosto da porra, e de como ele me tratava com firmeza e uma pitada de doçura, que droga eu estava apaixonado por ele.

Não percam o proximo capitulo!

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Comentários (2)

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  • Henrique: Uma das melhores situações da adolencência é o troca-troca. Não deixamos de ser heteros, mas damos o e comemos o cú. Acho que fiz isso com pelo menos 5 colegas. Todos sentavam e mamavam. Uma vez fizemos em 3 para experimentar como seria sentar e mamar ao mesmo tempo e sentar e torar ao mesmo tempo. Gostamos tanto que um dia eu e o Daniel fizemos com a irmã dele e no outro nós 2 com a minha prima.

    Responder↴ • uid:qplmk9hk
    • Miguel: Henrique boa história. Der mas Detalhes

      • uid:bf9dd6w49c