#Gay

Fui fudido pelo meu melhor amigo após sua festa

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Essa é a história de como meu amigo fudeu o meu cuzinho antes virgem.

Pra começar, eu tinha uns 1,70m e era um magrelo no colégio. Meu bom amigo Nate era bem mais alto, uns 1,85m, e forte.

A gente ia numa escola maior, mas ainda pequena o suficiente pra todo mundo se conhecer. Eu jogava esportes, mas o Nate era mais caseiro. Ele ainda corria comigo de vez em quando, mas curtia relaxar e participar de atividades extracurriculares. Ele era abertamente gay e eu, nem um pouco. Já tinha namorado com várias meninas e me considerava mais popular. Nunca fui de julgar ninguém, então, quando descobri que o Nate era gay, fiquei feliz por ele ter me contado e pronto.

O Nate era enfermeiro e trabalhava alguns plantões por semana, enquanto ainda cuidava da avó doente. Ela vivia entrando e saindo do hospital, mas quando estava em casa, ficava na sala assistindo TV e fumando cigarros, então era comum eu ir lá e ir direto pro quarto dele. A gente fazia coisas normais, tipo assistir filmes, jogar videogame, talvez beber um pouco ou fumar se estivesse estressado. Ele era só um amigo e eu nunca o vi de forma romântica ou sexual. Dito isso, quando a gente bebia ou fumava, rolava uma conversa ou outra sobre quem ele tava ficando e o que ser gay realmente implicava. Eu fazia perguntas tipo "como alguém se prepara pra isso?" e "o que vocês gays acham tão atraente nos caras?". Nossas conversas eram tudo, menos chatas.

Uma tarde, algumas semanas depois que eu me formei, o Nate resolveu dar uma festa na casa. A avó dele tinha ido pra um lar de idosos, mas tava bem melhor, e ele tava morando sozinho na casa, fazendo umas reformas antes de vender. Levei umas cervejas e uns baseados e entrei na casa dele, onde umas 10 pessoas estavam por ali.

"E aí?", ele perguntou, quando entrei na cozinha. "De boa, feliz de estar aqui", eu disse. Coloquei minha cerveja na geladeira enquanto ele socializava com algumas pessoas que eu conhecia e outras não. Comecei a beber e andar por aí, conversando com os amigos. Tinha gente pra todo lado, o sol tava indo embora e eu já tava meio chapado. Quando voltei pra cozinha, o Nate ainda tava lá, como se nunca tivesse saído. Bolando um baseado na bancada e tirando latas do armário de vez em quando. "O que você tá fazendo?", perguntei, enquanto ele continuava tirando mais e mais latas. "Boliche", ele disse com um sorriso, enquanto franzia os lábios e acendia o baseado. "Como diabos isso vai funcionar?", eu disse, contando umas 20 latas na bancada. "Vamos pegar um pouco de óleo vegetal e espalhar no chão. Aí a gente corre do corredor e escorrega nas latas na cozinha. De qualquer forma, vou ter que reformar esse chão em alguns dias". "Que merda", eu disse, tentando não rir e me perguntando quem em sã consciência tentaria isso. Resposta curta: eu. Lubrificamos aquele chão até ficar parecendo vidro, tiramos a roupa, ficamos só de cueca e escorregamos uns 6 metros pelo corredor pra bater nas latas no fundo da cozinha. Uma mangueira tava ligada lá fora pra limpar os competidores depois que terminassem. Pra ser sincero, uma das coisas mais divertidas que eu já fiz na vida.

Depois do meu boliche humano, decidi pular a limpeza com a mangueira e usar o banheiro particular do Nate no corredor. Já tinha tomado banho lá antes, depois de correr, e a essa altura não precisava pedir permissão. Mas a cerveja e a fumaça tinham me pegado, e depois de tanto escorregar, tava difícil andar em linha reta no corredor. Finalmente cheguei na porta do banheiro, que tinha uma placa de "proibido entrar". Imagino que ele colocou aquilo por causa da festa. Quando abri a porta, o Nate tava em pé em frente à privada, com o pau na mão, fazendo xixi. "Porra, desculpa, cara", eu disse, me virando. "De boa, já tô acabando", ele disse. "Pode entrar. Você parece que precisa de um banho". Já tinha visto o Nate de cueca antes, mas depois de todos esses anos, nunca tinha visto o pau dele. Ele tinha uns 12 cm mole, e bem mais grosso que o meu, mesmo quando eu tô duro. Naquele momento, eu mal ouvi ele. Meus olhos estavam fixos no pau dele. "Ei! Entra aqui e fecha a porta", ele gritou, quando finalmente voltei a mim. "Desculpa, mano", eu murmurei, entrando e fechando a porta atrás de mim. "Você tá muito chapado", ele disse, enquanto eu ia pro chuveiro. Ele sacudiu o pau umas vezes antes de colocar de volta na calça e ir pra pia. "É, cara. Só vou tomar um banho rápido e talvez deitar um pouco". "Sem problemas, mano, pode ficar o tempo que precisar. Você tava no mundo da lua ali por um segundo", ele disse, rindo. Aí ele saiu pela porta. Tirei a roupa e joguei na pia, liguei o chuveiro e entrei. Fechei os olhos quando a água bateu no meu rosto e tudo que eu conseguia imaginar era o pau do Nate. Meu próprio pau começou a tremer e crescer. "No que eu tava pensando? Por que isso tá me excitando?", pensei. Fiz o meu melhor pra tirar o óleo do meu corpo. Meu pau tava meio duro, enquanto a carne entre as pernas do Nate não saía da minha cabeça. Fiquei na água quente por mais alguns minutos antes de desligar, pegar uma toalha e sair. Passei por algumas pessoas no caminho pro quarto do Nate. A maioria gritando "tira a roupa" e "ei, gato", já que eu tava só de toalha.

Cheguei no quarto do Nate e deitei na cama dele. A gente ficava lá jogando videogame alguns dias, então não era estranho pra mim deitar lá. Peguei no sono rápido e quando finalmente acordei, o relógio no criado-mudo marcava 1h da manhã. "Caramba, perdi o resto da festa", eu disse em voz alta. "Ah, você pegou as partes boas", disse o Nate do armário, enquanto procurava alguma coisa no escuro. "Jesus, você me assusta", eu disse, tentando enxergar no escuro. "Desculpa, cara, não queria acender a luz até achar alguma roupa", ele disse. Alguns instantes depois, uma luz acendeu e o Nate estava na beira da cama, de camiseta branca e cueca boxer. Eu ainda tava enrolado na toalha. Ele riu e jogou uma cueca boxer pra mim. "Tira essa toalha e coloca uma roupa", ele disse. Hesitei, já que era a cueca dele, mas não tinha muita escolha. Levantei e me virei pra ele antes de deixar a toalha cair e colocar a cueca. "Que bunda", disse o Nate, rindo. Me virei pra olhar pra ele e lancei um olhar de irritação e constrangimento. "Cala a boca", eu disse, deitando de volta na cama. "Acho que você vai dormir aqui hoje", ele disse. "Não queria que você dormisse com a toalha molhada e achei que você não ia querer dormir pelado". Todos os pontos válidos que ele levantou. O Nate subiu na outra parte da cama e pegou o controle da TV. "Quer assistir um filme?", ele perguntou. "Claro, mano, agora que eu acordei e tudo mais". O Nate colocou um suspense que eu não conhecia, mas nada de muito interesse.

"Então, o que eu perdi?", perguntei, enquanto me acomodava e ficava confortável. "Não muita coisa. Só um pouco de bebida e brincadeiras", ele disse. "Falhei miseravelmente em tentar pegar alguém, mas sempre tem a próxima vez", ele brincou. "Mas consegui colocar um cara bonitinho na cama comigo, então isso é um ponto positivo". Eu ri. Finalmente me orientando depois de acordar e olhar ao redor do quarto. O Nate se ajeitou na cueca e deu pra ver que ele não tava totalmente mole, mas definitivamente não tava duro. Ele tava com uma protuberância legal e eu tive que desviar o olhar pra não parecer suspeito. Tenho certeza que ele percebeu, porque se ajeitou de novo assim que eu tentei desviar o olhar. "Bom, a festa acabou, mas ainda tenho você aqui e tô acordado. Quer jogar alguma coisa?", "Claro", eu disse. "No que você tava pensando?". "Quer jogar verdade ou desafio?". "Tem certeza que não tá tentando me seduzir?", eu disse, meio brincando. "Ah, mano, só tentando fazer alguma coisa pra passar o tempo e me ajudar a queimar essa onda". Eu concordei. O que mais eu ia fazer além de voltar a dormir de qualquer jeito.

"Ok, eu começo", disse o Nate. "Verdade ou desafio?". "Verdade", eu disse, como a escolha óbvia pro começo do jogo. O Nate me perguntou sobre namoradas, coisas da família e o que eu achava de certas pessoas. Eu fiz perguntas bem parecidas em troca. Aí, ele começou a fazer algumas perguntas mais sexuais, tipo "qual o tamanho do seu pau?" e "você já pensou em fazer alguma coisa com um cara?". A segunda pergunta foi um pouco mais difícil de responder, mas decidi ser honesto. "Eu não tinha realmente pensado em fazer nada com um cara, mas sei lá, sempre tem uma primeira vez pra tudo". Minha resposta pareceu despertar o interesse dele e notei ele puxando a cueca logo depois. Fiz algumas perguntas mais direcionadas também, tipo qual o tamanho do pau dele e como era ser comido? Ele respondeu rápido. "Tenho uns 20 cm e, ah, mano, eu como". Senti uma puxada na minha própria cueca. "Caramba, ele tem um pau muito grande. Quase o dobro do tamanho que eu vi no banheiro e ele come?". Minha mente correu um pouco e sinto que engoli em seco. Ele então quebrou a tensão me perguntando "verdade ou desafio". Já tendo me divertido com a verdade, decidi apimentar um pouco as coisas. "Desafio", eu disse. "Mostra seu pau", ele pediu sem rodeios. Eu tava um pouco tímido, mas abaixei a cueca pra revelar meu pau meio duro de 15 cm. "Legal", ele disse, genuinamente. Aí eu desafiei ele a mostrar o dele. O Nate levantou da cama e abaixou a cueca. O pau dele caiu pra fora. Parecia estar bem duro e definitivamente com 20 cm. Ele também era grosso, com veias grossas que subiam até uma cabeça de cogumelo carnuda. "Legal", eu disse, imitando a reação dele. Os desafios continuaram. "Vai pegar uma cerveja pelado", "faz uma parada de mão pelado", "tenta colocar as pernas atrás da cabeça". Tudo claramente pra diversão sexual.

Senti que tava recuperando a onda e meu pau puxava na abertura da cueca. O pau do Nate tava protuberante e eu conseguia ver a ponta saindo pela abertura. Aí as coisas ficaram interessantes. "Eu te desafio a pegar no meu pau", ele disse, olhando nos meus olhos. Um arrepio nervoso percorreu minha espinha e senti que minha respiração ficou fria. Eu não ia recuar, no entanto. Estendi a mão enquanto ele mostrava mais do pau duro dele pela cueca. Minha mão envolveu ele. Meus dedos mal se tocaram do outro lado. Tava quente e macio. O pau dele pulsou na minha mão e, depois de mais alguns segundos, soltei. Os desafios continuaram dessa forma. "Me masturba por 15 segundos", "beija a ponta", "mostra sua bunda". Eu tava incrivelmente excitado por razões que ainda não entendia completamente. Aí ele disse. "Chupa meu pau por 30 segundos". Meu corpo inteiro estremeceu e meu pau tava no limite. Eu tava dentro agora. Sem volta. Inclinei meu rosto em direção à virilha dele, enquanto ele abaixava a cueca. Seus testículos pesados estavam baixos e seu pau duro como pedra se erguia no ar como um prédio. Quando meu rosto se aproximou, pude sentir o calor e o cheiro do sabonete que ele usava pra se limpar antes de entrar no quarto. Abri a boca e deixei a cabeça do pau dele testar na minha língua. Na verdade, não tinha muito gosto. Cheirava a sabonete e pele. Abaixei a cabeça, pegando mais dele na boca e tentei imitar o que eu tinha visto as meninas fazerem antes. Usei minha língua e meus lábios e tentei pegar o máximo dele que pude. Minha mandíbula doía um pouco enquanto eu segurava seus testículos e sentia seu peso imenso. O Nate gemeu e apoiou uma mão na parte de trás da minha cabeça. Trabalhei minha boca pra cima e pra baixo e tentei o meu melhor pra pegar o máximo dele que pude. Sem saber quanto tempo tinha passado, continuei. Lambendo e girando minha língua ao redor dele. O pau dele puxava ocasionalmente e eu podia sentir o sabor salgado do seu pré-gozo. Aumentei a velocidade e o masturbei enquanto balançava pra cima e pra baixo. Seus gemidos ficaram mais altos e sua mão agora repousava na parte de trás da minha cabeça enquanto ele me guiava. Depois do que pareceu uma eternidade, ele puxou minha cabeça pra cima. Cuspe pendia dos meus lábios e o pau dele brilhava na luz fraca.

"Porra, cara, você ia me fazer gozar", pensei. "Achei que você ia desistir depois de alguns segundos, mas você me surpreendeu. Você é muito bom". Sorri e limpei o cuspe da minha boca. A essa altura, o jogo já tinha acabado. "Agora deixa eu te fazer sentir bem", ele disse. "Fica de quatro". Eu tava nervoso, mas fiz o que ele pediu. Arqueei minhas costas pra ele e ele se inclinou e enterrou o rosto na minha bunda. Estremeci e meu pau vazou um pouco de pré-gozo enquanto sua língua girava em volta da minha bunda. Sua mão alcançou entre minhas pernas e lentamente masturbou meu pau. Senti que estava empurrando minha bunda pra trás, instintivamente, em direção a ele. Ele continuou por alguns segundos antes de se inclinar e me pedir pra ficar ali. Ele procurou em uma gaveta lateral e tirou um frasco de lubrificante. "Não se preocupe, não vou te machucar", ele disse, enquanto esguichava um pouco do lubrificante nos dedos. Ele voltou pra mim e começou a esfregar o polegar na minha bunda. Foi incrível. Ele começou com o polegar e então começou a cutucar meu buraco com o dedo médio. "Só relaxa e respira", ele disse, enquanto seu dedo passava pela parede e entrava em mim. Empurrei um pouco, mas ele me trouxe de volta e começou a massagear minhas entranhas com o dedo. Apoiei meu rosto na cama e tentei relaxar. Lentamente, um dedo virou dois e depois dois viraram três. Em pouco tempo, ele estava deslizando os dedos pra dentro e pra fora de mim com facilidade.

"Você acha que está pronto pra mais?", ele perguntou, enquanto eu respirava na roupa de cama. "Sim", respondi com a respiração confusa. O Nate se reposicionou e eu pude ouvir ele esguichando mais lubrificante e esfregando por todo o pau dele. Ele colocou em cima da minha bunda e senti que estava apoiado nas minhas costas. Pude sentir o peso dele e minha bunda parecia tão quente por causa das mãos dele. Minha bunda estava praticamente implorando por isso. "Só relaxa", ele disse de novo. Me tranquilizando um pouco. "Não se contraia e, se estiver com dor, me avisa". Foi bom ter ele falando comigo. Ele começou a esfregar a cabeça do pau dele em mim. Já sentindo ondas de prazer me invadindo, relaxei como ele disse e respirei fundo na roupa de cama. Aí aconteceu, a cabeça carnuda do pau dele entrou em mim. Doeu um pouco, mas ele apenas manteve dentro e não se moveu. Ele ficou daquele jeito por um minuto ou dois antes de aplicar um pouco de pressão e empurrar mais pra dentro. Ele bombeou lentamente em mim. Um pouco mais fundo a cada poucos movimentos. Cinco centímetros, sete centímetros, dez. A dor virou prazer e eu estava respirando com dificuldade e suando. Meus joelhos estavam tremendo e meu corpo inteiro estava quente. Aí seus grandes testículos pressionaram contra minha virilha. Ele estava totalmente dentro. Ele começou a se mover lentamente pra dentro e pra fora. Me dando todo o seu comprimento. Pude sentir que me esticava e o agarrava enquanto ele ia. O tapa suave de seus testículos me atingindo a cada pressão era inebriante.

O Nate começou a aumentar a velocidade e agarrou meus quadris com mais força. O ritmo passou de um movimento casual e metódico para uma estocada forte e rápida. Me peguei gemendo toda vez que ele chegava ao fundo dentro de mim. Empurrei minha bunda pra trás pra encontrá-lo e o tapa ficou cada vez mais alto. Ele continuou por alguns minutos antes de sair e me virar. "Quero ver seu rosto", ele disse, enquanto me deitava contra os travesseiros. Ele agarrou meus quadris e me puxou em direção a ele, então levantou minhas pernas pra um ângulo melhor. Desta vez, ele entrou em mim com facilidade e imediatamente chegou ao fundo dentro de mim. Seus golpes eram constantes e minhas pernas encontraram o caminho para seus ombros. Meu pau começou a vazar no meu estômago e pude ver o pau dele inchando dentro de mim. Ele agora estava me comendo como louco. Ocasionalmente, agarrando a parte de trás da minha cabeça e se puxando pra dentro de mim. Ele beijou meus lábios e sugou meu pescoço. Seus golpes continuaram longos e rápidos. Não demorou muito depois disso que ele se inclinou. "Vou gozar", ele disse, ofegante. Eu balancei a cabeça. Alguns golpes depois, ele tirou o pau de mim e se inclinou. Pulsou e os sucos escorreram dele. Ele se masturbou algumas vezes antes de sua gozada sair como um foguete. Salpicando meu rosto e entrando na minha boca aberta. Corda após corda, continuou gozando. Meu rosto estava pingando e eu estava tentando o meu melhor para engolir o máximo de esperma quente e salgado que entrava na minha boca. Quando ele terminou, eu mal conseguia abrir os olhos. Ele pressionou o pau contra meus lábios e eu suguei a ponta. Drenando as últimas gotas dele. "Isso foi incrível", ele disse, enquanto sua mão esfregava meu buraco aberto. Havia uma poça de pré-gozo no meu estômago e meu corpo estava vermelho. Ele me beijou. "Vamos fazer isso de novo".

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Comentários (1)

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  • Gabi: Mano adorei,não deixe de continuar!!!

    Responder↴ • uid:gsuz4shrj