#Incesto #Teen

Comi minha filha drogada, segunda parte

952 palavras | 5 | 4.64 | 👁️
Contador Incestuoso

Seu corpo de morena jovem chamava atenção pelas ruas: bunda avantajada que balançava no short apertado, seios pequenos como dois limões firmes

Aquela noite quebrou algo em mim. Cedemos os dois – ela as drogas, eu à carne dela. Toda semana, dinheiro por foda: de quatro no chuveiro após minhas aulas, água quente escorrendo pela bunda avantajada dela enquanto eu metia fundo, barriga batendo nas nádegas morenas; chupada gulosa no carro estacionado na praia de Ingleses, boca carnuda engolindo meu pau meia-idade até as bolas, olhos vidrados me olhando por cima; cu virgem no feriado de ano novo, lubrificado com cuspe e gel roubado da farmácia, ela gritando "Ai, pai, tá rasgando meu cuzinho!" enquanto eu gozava no fundo, misturando dor e prazer."Mais 200, papai? Prometo chupar até secar", pedia ela toda sexta, cabelos negros desgrenhados pelo vento salgado, seios pequenos balançando na regata fina. Eu dava, salário de professor virando pó e porra. Nas madrugadas, montava-a na cama dela, fudendo com fúria paternal: "Toma, sua puta drogada! Isso é pelo que você me faz!" Ela gemia alto, sem medo de vizinhos: "Fode minha buceta, pai! Me enche toda!" Gozava dentro sempre, sem camisinha – o risco me excitava mais, sêmen escorrendo pelas coxas grossas dela pro chão de taco.Meses viraram rotina suja. Ela saía pras baladas da Lagoa da Conceição, voltava cheirando a fumaça e estranhos, mas eu limpava com meu pau: de ladinho no sofá, pernas morenas enroscadas nas minhas, buceta inchada de festas engolindo-me inteira. "Papai, você fode melhor que eles", sussurrava, boca carnuda no meu pescoço. Eu ria amargo, pensando nos olhares dos colegas na escola – "Professor Zé, sua filha tá melhor?" – sem saberem que eu era o pivô da "melhora".As transas continuaram intensas, quase diárias. Uma vez, no banheiro da escola durante reunião de pais, mandei mensagem: "Vem pro depósito." Ela apareceu de short jeans apertado, bunda avantajada marcada, e me chupou de joelhos entre caixas de giz, engolindo tudo pra não sujar o uniforme. Outra, na praia à noite, debaixo da lua cheia, de quatro na areia úmida, ondas lambendo nossos pés enquanto eu a arrombava por trás, gozando forte e vendo sêmen misturar à espuma do mar.Mas o inevitável veio aos 17 anos e meio. Duas semanas de atraso menstrual. Teste de farmácia na pia do banheiro, positivo piscando como acusação. "Pai... tô grávida. É teu, certeza. Não deixo ninguém gozar dentro." Seu rosto moreno empalideceu, olhos castanhos vazios como o oceano em tempestade, mão na barriga ainda lisa.Meu mundo desabou. O professor respeitado, pai de uma neta-filha incestuosa. "Merda, Ana... o que a gente faz?" Abracei-a, barriga minha pressionando os seios pequenos dela, pau traindo endurecendo de novo. Ela chorou, mas riu fraco: "Dá grana pra eu abortar, pai? Ou quer que eu pare de ser puta?" Neguei – pavor do aborto ilegal nas clínicas clandestinas de Florianópolis, medo do escândalo maior. "Não. A gente cria. Diz que é de um namorado da balada."A gravidez mudou tudo, mas não parou as fodas. Pelo contrário: tesão hormonal a deixou mais safada. Aos 4 meses, barriguinha aparecendo sob a camiseta folgada, ela me montava no sofá, bunda avantajada quicando no meu pau, "Fode tua filha grávida, papai! Sente teu bebê mexendo enquanto goza!" Eu obedecia, mãos na barriga crescendo, metendo com força apesar da culpa roendo. Aos 6 meses, de lado na cama, pernas grossas abertas, buceta inchada e mais apertada pela gestação, eu bombava devagar virando selvagem: "Tua buceta tá melhor grávida, sua vadia!" Gozava dentro, nutrindo o fruto nosso com sêmen fresco.Vizinhos cochichavam mais – "A filha do Zé tá de barriga e solteira" –, mas eu sorria no recreio, corrigindo provas com mãos que horas antes apertavam tetas lactantes dela. Aos 8 meses, seios inchados como melões maduros pingando leite, ela me ordenhava no quarto: "Chupa meu leite, pai, enquanto me fode." Eu mamava os bicos duros, leite doce escorrendo na barba rala, pau enterrado na buceta melada, gozando com ela gritando orgasmos que acordavam o bairro.O parto veio numa manhã de feriado, em uma maternidade pública de Florianópolis. Uma menina, moreninha com cabelos negros finos como os da mãe, olhos que pareciam meus. Registrei como avô paterno, mas criei como pai secreto. Ana saiu da maternidade "limpa" por um tempo – gravidez a desintoxicou –, mas a macanha voltou sutil. Agora, com bebê chorando no berço ao lado, ela me chama à noite: "Papai, mama aqui enquanto ela dorme." E eu monto sua bunda pós-parto, ainda avantajada, fudendo quieto, gozando no útero que gerou nossa filha.O professor Zé continua lecionando História – Ditadura, escravidão, tabus –, mas em casa, sou o patriarca de um segredo podre. Ana ri com boca carnuda: "Mais um neto teu, pai?" O mar de Ingleses bate indiferente, guardando nossa família incestuosa.

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Comentários (5)

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  • elio: Filha puta

    Responder↴ • uid:6oei6pwozj
  • cavaleiro: Que filha vadia

    Responder↴ • uid:6oei6pwozj
  • Anônimo: Eu não vou ficar analisando fatos até porque o primeiro conto destacou que o vício dela se iniciou em maconha só que é muito difícil a maconha fazer a pessoa se tornar isso é mais provável com a coca e com craque que posteriormente falou que ela está usando mas em si o conto ficou excitante essa parada de sexo a qualquer hora e qualquer lugar é gostoso demais. Seria muito bom continuação

    Responder↴ • uid:yfcmznl4vgx
  • Me tornei umpaitarado: Você féz o certo gozou dentro dessa puta cavalona engravidou sua filha com todo carinho de um pai tarado só faltou as fotos do rabo dessa puta aposto que ela da conta de 6 macho se reversando pra comer ela cada um a 200 reais

    Responder↴ • uid:1daibs6rhj
  • Elivelton: Conheço essa praia em Floripa

    Responder↴ • uid:bemlx7vk0a