#Incesto

Morar com a minha irmã é um prazer 3

2.0k palavras | 5 | 4.50 | 👁️
AndreRose

Um casal de irmãos que vivem na mesma casa e compartilham do mesmo desejo. O incesto.

Parte 1

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Parte 2

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Antes de mergulhar nessa história, recomendo que, para quem não leu a parte um e a parte dois, leia-as primeiro para entender a continuação. Não se esqueça de deixar um comentário e avaliar este conto para incentivar mais continuações.

Ao acordarmos no outro dia, ficou claro que precisávamos conversar sobre o assunto. Ela obviamente levantou primeiro, tomou banho, vestiu-se e ficou na sala. Eu acordei um pouco mais tarde, já que era domingo e não tínhamos nada para fazer além de assistir TV. Depois de tomar banho e me vestir, fui ao seu encontro. Ao chegar, a cumprimentei com um “Bom dia, maninha”, e ela respondeu timidamente: “Bom dia, maninho. Dormiu bem?”. Respondi que tinha dormido mais do que bem, não entendi porque não me esperou. Ela explicou que estava grudando quando acordou, ficou agoniada, mas não quis me acordar. Me sentei ao lado dela e disse que não seria problema algum, pois eu também tinha feito a mesma coisa quando acordei, pelos mesmos motivos. Comentamos que poderíamos ter economizado água. Ela deu um sorriso sem graça, e aproveitei para perguntar se ela estava desconfortável comigo. Ela respondeu rapidamente que não, pelo contrário, que tinha feito o que queria. Perguntei se ela se arrependia, e ela respondeu que não, sem olhar nos meus olhos. Completou dizendo que sabia que aquilo era errado, que não éramos mais crianças e que conhecíamos os limites e o quanto aquilo era mal visto. Concordei, dizendo que era mal visto porque quem nunca fez ou não sabe o que sentimos, pelo menos para mim, não foi só por fazer. Ela respondeu que para ela também não, que já sentia atração por mim há bastante tempo e que, quando percebeu que eu estava usando suas calcinhas para me masturbar, seu tesão falou mais alto. Apesar da alegria que sentíamos, uma sombra de culpa nos acometia. Tínhamos nos entregado a algo maravilhoso, mas a ideia de que nossa família ou nossos pais descobrissem nos deixava apreensivos. Argumentei que éramos adultos, responsáveis por nossas ações, e que estávamos sozinhos em casa. Ninguém precisava saber, a menos que decidíssemos contar. Ela concordou, e com a mente mais leve, abriu um sorriso, me abraçou e voltou para o lugar onde estava.

Ainda no clima pós-sexo, preparei um café da manhã delicioso para nós dois. Enquanto comíamos, conversamos sobre os comentários de conhecidos que haviam despertado nosso desejo um pelo outro. Ela mencionou que suas amigas não entendiam como ela conseguia conviver comigo, considerando-me muito atraente e que ficavam excitadas só de me imaginar. Confessou sentir ciúmes quando elas faziam esses comentários, e eu admiti sentir o mesmo quando meus colegas falavam sobre ela. Rimos bastante sobre isso e imaginamos a reação deles se soubessem o que tínhamos feito na noite anterior. Para não perder a oportunidade, brinquei dizendo que eles ficariam chocados se soubessem o que ainda faríamos, talvez daqui a pouco ou mais tarde. Ela me lançou um olhar desconfiado, mordeu o lábio e disse que eu estava muito atrevido, que a noite anterior não tinha sido suficiente para saciar meu desejo.

Respondi que a noite anterior tinha sido melhor do que eu esperava, muito mesmo, mas que a vontade de ontem se estendia para o dia de hoje. Disse isso rindo enquanto retirava a mesa, colocava a louça para lavar e guardava a comida que tinha sobrado. Ela me ajudou nas tarefas, e uma coisa que não me passou despercebida desde que saí do quarto foi o cheiro do perfume que ela estava usando. Era o Egeo Dolce da Boticário, um perfume que eu adorava. Tinha uma ex-namorada que usava um perfume específico quando a Rose ainda era adolescente. Nós transávamos com tanta frequência que a Rose já sabia que aquele cheiro me trazia lembranças. Foi aí que entendi o motivo pelo qual ela começou a usar aquele perfume. Ele já era antigo e não me trazia lembranças da pessoa em si, que eu já havia esquecido há muito tempo, mas sim dos sentimentos que ele despertava em mim. Enquanto lavávamos a louça, limpávamos a cozinha e conversávamos, aproveitei para dar uma alfinetada e disse que agora fazia sentido o motivo pelo qual ela usava aquele perfume. Ela perguntou por que eu estava usando aquele perfume, com uma cara cínica. Eu expliquei que era um perfume que uma fulana usava. Ela então começou a falar que naquela época já escutava a gente transar. Disse que o jeito que eu tratava a minha namorada na época era o jeito que ela gostaria de ser tratada. Mas que o perfume era porque ela gostava, nem lembrava que a fulana usava tal perfume. Eu, desconfiado, só disse: “Sei”. Depois que terminamos tudo, agarrei a cintura da Rose e disse: “Temos alguns assuntos inacabados de ontem para resolver hoje, você não acha?”. Passei a mão pelas suas costas, descendo para a sua bunda, e juntei as duas mãos na polpa dela. Desci para as suas coxas, erguei-as na altura do meu quadril e comecei a beijá-la ali mesmo na cozinha. Ela grudou as unhas nas minhas costas e retribuiu o beijo enquanto meu pau roçava na sua buceta por cima das roupas. Enquanto eu beijava, ela arrancou a minha camisa, parando apenas um beijo para terminar de tirar. Eu soltei, deixei que ela ficasse em pé e fui tirando a nossa roupa. Quando estávamos completamente nus, ela se apoiou na cadeira da cozinha. Eu me aproximei por trás dela, agarrei o seu pescoço enquanto ela enrolava o cabelo. Segurei firme, coloquei meu pau na sua buceta e, apenas segurando no seu pescoço, comecei a bombar forte. Ela jogou a bunda para trás, apoiando a cabeça no encosto da cadeira. Agarrei a sua cintura enquanto ela deixava as pernas bem abertas e comecei a socar com força lá no fundo. Intercalei entre acelerar e fazer devagar, mas quando percebi que ela lubrificava muito e se excitava também, continuei naquele movimento de vai e vem. Quando senti o canal vaginal dela começando a me apertar e os gemidos dela ficando mais fortes, mantive a cadência e pude ver a cena dela se tremendo toda quando ela começou a gozar. Puxei ela perto, quase colada no meu corpo, apenas a bunda inclinada, enterrando meu pau lá no fundo. Ela gozou muito forte. Tentei beijá-la, mas ela perdeu completamente as forças enquanto gozava. Então, fiquei acariciando seus peitos até ela dar o último espasmo. A lubrificação da sua buceta escorria pelo meu saco e pelas pernas dela. A nossa química era demais e, enquanto ela relaxava os músculos, tirei meu pau da sua boceta. Virei, dei um beijo na boca e, devagar, fui levando ela para o banheiro para tomarmos um banho. Liguei o chuveiro. Ela estava bem animada, um pouco mole por causa do orgasmo, então deixei que ela entrasse primeiro. Entrei logo em seguida, já agarrando. A bunda dela passando a mão na sua buceta, aproveitando a lubrificação, enquanto massageava o cuzinho. Cheguei bem de mansinho no seu ouvido e sussurrei: “Quero gozar no seu cuzinho. Você deixa?”. Ela soltou um cochicho: “Deixo, se você fizer bem gostoso, que nem você fez na minha boceta”. Fiz o gesto de sim com a cabeça. Ela virou de costas, eu me abaixei e comecei a passar a língua naquele cuzinho lindo e pequeno, enquanto ela se apoiava no box. Eu estava encostado na parede. Ela pegou um pouco da lubrificação da sua boceta, junto com a minha saliva, passou na entrada do cozinho e só falou: “Me come”. Coloquei meu pau bem na portinha e deixei que ela fizesse um movimento para ele entrar. Com o quadril, ela foi encaixando e, aos poucos, ele deslizava para dentro, enquanto eu cuspia para ajudar a entrar. Quando entrou tudo, ela soltou aquele gemido gostoso. O cozinho dela era apertado. Nossa, foi tão gostoso que a vontade que dá era de rasgar ela no meio, mas eu deixei ela no controle. Enquanto ela rebolava com meu pau dentro, eu masturbava a boceta dela, que já estava inchada do dia anterior e do dia atual. Então, eu falei: “Nossa, sua ppk tá tão inchada”. Ela respondeu com uma voz manhosa: “Foi você que deixou ela tão inchada agora, pelo jeito. Ela nem vai desinchar mais”. Eu respondi: “Não vai mesmo, pretendo usá-la todos os dias”. Então, ela também começou a mexer na buceta, apoiando uma das mãos no box. Eu comecei a meter gostoso, conforme ela mexia na buceta, que se contraía e o cuzinho apertava mais meu pau, aumentando minha vontade de gozar. Vendo que eu diminuía o ritmo, ela aumentou. Então, eu também aumentei as estocadas. Ela gemia, falando: “Come meu cozinho gostoso, come”. Dei uma enfiada lá no fundo. Ela colocou a mão na minha barriga e eu comecei a meter, ela gemendo e eu enfiando no gostoso no cozinho dela. Mas também não sou de ferro. Conforme eu metia mais fundo, ela me pressionava contra a parede, se masturbando. Quando ela começou a apertar mais, o meu pau parecia que ia decepar meu cacete de tanto que apertava. Ela estava prestes a chegar ao clímax e anunciou pausadamente, enquanto eu estava com o pau atolado no cu dela. Não consegui segurar e, ao mesmo tempo que ela começou a gozar e apertar, jorrei no fundo dela. Foram vários jatos lá no fundo, e mesmo depois que eu gozei, ela continuou enfiando e tirando até meu pau sair. Nesse momento, eu havia chegado no ápice de prazer. Enquanto retomávamos as forças das pernas, nos abraçamos. Ela pegou o sabonete e começou a lavar meu corpo inteiro, incluindo meu pau. Depois, me entregou o sabonete e eu fiz a mesma coisa, lavando todo o corpo dela, tirando o excesso de porra e deixando-a bem limpinho. Enquanto ela se enxaguava, fiquei admirando aquela cena maravilhosa: aquele corpo lisinho, barriga reta, peitos pontudos e uma bundinha pequena, mais redonda. Um sonho se torna realidade. Até ali, eu ainda estava incrédulo, mas era real. Quando terminou de enxaguar, sequei todo o corpo dela e depois deixei ela enxugar o meu. Estávamos curtindo o pós-sexo e o pós-orgasmo. Vestimos roupas bem leves, porque não podíamos nos dar ao luxo de ficar nus. Do mesmo jeito que às vezes passava-se dias sem aparecer ninguém em casa, às vezes apareciam algum conhecido ou até nossos pais, que vinham do interior sem avisar, o que não era incomum. Mas, por sorte, ninguém apareceu. Ficamos ali na sala, bem abraçados. Ainda eram 14h00, mas resolvemos nem fazer nada. Pedimos uma comida pelo aplicativo e ficamos só em casa, conversando e assistindo TV. Surgiram diversos assuntos: o que seria do futuro, o que a gente ia fazer, entre outras várias coisas. Mas estávamos nos curtindo, trocando carícias, beijos e, dali em diante, praticamente não nos desgrudamos mais. Obviamente, na frente dos outros somos irmãos e nós tratamos como tal, porque só nós dois, ou longe de quem conhecemos, somos um casal de namorados.

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Comentários (5)

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  • Renata: Um belo conto... Não teria medo de engravidar a sua irmã? Eu fiquei...

    Responder↴ • uid:8317pwmv9a
    • Guilhermeee01: Vamos conversar.

      • uid:1dh81sv1t8e7
    • Renata: Engravidei por acidente, mas hoje estamos juntos como marido e Mulher.

      • uid:8317pwmv9a
  • Rui: Eu tive uma história idêntica. Só que ambos resolvemos casar, não um com o outro, mas eu tenho mulher e ela marido. Acontece é que nunca esquecemos o que tivemos, e ela não se satisfaz com o marido, e procura.me para termos sexo como ela gosta, somos felizes assim . Casados mas a nossa relaçao de namorados ainda se mantém.

    Responder↴ • uid:1d8f7z4lnm2x
  • Ted: Amo histórias assim

    Responder↴ • uid:2x0h0tu2qrc