#Incesto

Minha Enteada de 19 Anos Rebolou no Meu Colo e Eu Não Aguentei: Comi a Bucetinha Dela na Casa da Mãe

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Tenho 45 anos, moro em Boa Viagem, Recife, com a minha companheira de 52, a gente tá junto há seis anos. Tudo ia tranquilo até a filha dela, a Larissa, de 19 anos, voltar de vez depois de um tempo morando com o pai em Olinda. Loira de olhos mel, alta, corpo esculpido, bunda redonda e empinada que parece desafiar a gravidade, peitos médios bem durinhos apontando pro alto e uma barriguinha tanquinho que faz qualquer um perder o fôlego. Desde o primeiro dia que ela chegou desfilando de calcinha e cropped pela sala, eu soube que minha vida ia virar de cabeça pra baixo.

Resumo rápido pra vocês entenderem o tamanho da loucura: comecei só olhando, depois fantasiando, até que a safadinha me deu tanta corda que eu não aguentei e comi a enteada na casa mesmo, com a mãe no plantão. Foi intenso, suado, dolorido no cuzinho dela na primeira vez que tentei, gemidos abafados, gozei na boca dela olhando nos olhos mel. Agora não paro mais, ela é viciada no meu pau e eu nela. Se quiser acompanhar essas aventuras quentes que eu posto direto, é só procurar na internet por www.selmaclub.com. Vem que o próximo capítulo tá ficando ainda mais safado… e vocês vão querer saber tudo, cada detalhe sujo.

Aquele dia começou comum. Eu tava na sala vendo televisão quando ouvi o grave do funk estourando no quarto dela. A porta entreaberta, luz baixa, e lá estava ela: shortinho preto minúsculo enfiado na bunda, rebolando até o chão, o tecido marcando a xotinha inchada, dividida no meio como um convite proibido. Cada rebolada fazia a carne tremer, o short subindo mais, revelando a curva perfeita. Meu pau acordou na hora, latejando dentro da bermuda.

Pensei: “Caralho, se eu entrar aí agora, acabou tudo”. Mas fiquei parado no corredor, olhando. Ela me viu pelo reflexo do espelho. Em vez de parar, sorriu de lado, mordeu o lábio inferior e jogou a bunda mais pra trás, quase encostando no batente. Meu coração disparou. Saí correndo pro banheiro, tranquei a porta, baixei a cueca e bati uma punheta pensando na bucetinha dela espremida naquele pano fino. Gozei forte imaginando o cheiro, o gosto, o aperto. Dormi sonhando com ela me chamando de “tio” enquanto rebolava no meu colo.

Depois disso, Larissa virou outra. Andava só de calcinha fio dental pela casa, fingindo que tava pegando água na geladeira, empinando a bunda na minha direção. Às vezes sentava no sofá do meu lado, abria as pernas de leve, deixando eu ver o contorno da xota lisinha por baixo do tecido. Eu ficava de pau duro o tempo todo, disfarçando com almofada no colo. Ela ria baixinho, sabia exatamente o que tava fazendo.

Um mês se passou assim, provocação atrás de provocação. Eu já tava louco, quase implorando com os olhos. Até que veio o dia perfeito: minha companheira pegou plantão de 24 horas no hospital. Casa vazia. Tesão acumulado. Fui até o quarto dela, bati na porta entreaberta.

— Larissa… — chamei, voz rouca.

Ela virou devagar, de quatro na cama, só de calcinha vermelha minúscula enfiada no rego. Empinou a bundinha, abriu as coxas e ficou me olhando por cima do ombro, olhos mel brilhando de malícia.

— Entra logo, tio… — sussurrou, voz manhosa.

Entrei tremendo. Tirei a camisa, o short, a cueca. Meu pau pulou pra fora, babando. Me aproximei devagar, beijei as costas dela, desci lambendo a espinha, mordi de leve a carne da bunda. Ela gemeu baixinho, rebolou contra minha boca. Puxei a calcinha pro lado, abri as nádegas com as mãos. O cuzinho piscava, rosadinho, apertado. Passei a língua devagar ao redor, sentindo o gosto salgadinho da pele quente. Ela tremeu toda.

— Ai, caralho… isso… lambe meu cuzinho… — pediu, voz embargada.

Enfiei a língua mais fundo, chupei o buraquinho enquanto meus dedos roçavam a buceta encharcada. Ela tava pingando, o mel escorrendo pelas coxas. Virei ela de bruços, chupei os peitinhos durinhos, mordi os biquinhos rosados até ela arquear as costas. Desci beijando a barriga tanquinho, lambi o umbigo, cheguei na xotinha lisinha. Abri os lábios com os dedos, chupei o grelinho inchado. Ela gemia alto agora, rebolando na minha cara.

— Tá gostoso, safada? — perguntei entre lambidas.

— Tá… muito… chupa mais… me faz gozar na tua boca…

Chupei com força, enfiei dois dedos na buceta apertada. Ela gozou tremendo, apertando meus dedos, gritando abafado no travesseiro. Meu pau doía de tanto tesão. Virei ela de costas, abri as pernas dela bem abertas. Posicionei a cabeça na entradinha molhada e empurrei devagar, sem camisinha. O aperto era insano, as paredes quentes me engolindo centímetro por centímetro.

— Caralho, que bucetinha apertadinha… — rosnei, começando a meter devagar.

Ela cravou as unhas nas minhas costas, mordeu meu ombro.

— Mete mais forte… arromba essa buceta… quero sentir tudo…

Aumentei o ritmo, socando fundo. O barulho molhado enchia o quarto, meu saco batendo na bunda dela. Ela rebolava embaixo, pedindo mais. Virei ela de quatro, empinei aquela bunda perfeita, dei um tapa forte que deixou a marca vermelha. Apoiei um pé no chão pra meter com mais força. Entrei até o talo, sentindo o fundo da buceta dela.

— Ai, porra… tá me rasgando… mas não para… — gemeu alto.

De repente ela soltou um peidozinho safado de tanto tesão, quente contra minha barriga. Ri baixinho, meti mais forte ainda, adorando a putaria toda.

— Safadinha… solta mais pra mim…

Ela riu entre gemidos, rebolou mais. Tentei o cuzinho, enfiei a cabeça devagar. Ela choramingou de dor, mas empinou mais.

— Devagar… dói… mas quero… mete no meu cuzinho…

Entrei aos poucos, sentindo o anel apertado cedendo. Ela gemia de dor e prazer misturados, lágrimas nos olhos, mas não pediu pra parar. Quando entrei todo, comecei a socar devagar, depois mais rápido. O cuzinho dela apertava meu pau como um punho quente. Ela gozou de novo, tremendo toda, o cuzinho piscando no meu pau.

— Vou gozar… na tua boca… abre…

Ela virou rápido, ajoelhou na cama, abriu a boca. Enfiei na garganta dela, segurei a cabeça e bombei. Ela engasgava, babava, mas chupava com vontade, lambendo as bolas. Gozei forte, jatos quentes batendo na garganta. Ela engoliu tudo, lambendo os lábios, olhando pra mim com cara de quem quer mais.

Depois daquela tarde, virou rotina. Quando a mãe sai, a gente se come na sala, na cozinha, no banheiro. Ela adora sentar no meu pau enquanto assistimos filme, rebolando devagar até gozar tremendo. Às vezes solta peidinhos de tesão e ri, safada. O cuzinho dela já tá mais acostumado, mas ainda dói gostoso na primeira entrada.

Se você tá gostando dessa putaria toda, imagina o que vem por aí… Ela quer experimentar na varanda com vista pro mar de Boa Viagem, quer que eu filme enquanto mete no cuzinho dela na praia deserta de Carneiros. Quer mais? Então comenta aqui embaixo o que você quer ver nas próximas aventuras. Pra encontrar tudo que eu posto, é só buscar www.selmaclub.com. Vem que tá ficando cada vez mais quente… e eu sei que você não vai conseguir parar de ler. 😈

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Comentários (1)

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  • OBSERVADOR: Muito excitante mesmo

    Responder↴ • uid:1dai2scxid