Mamada sorteada
Um aleatório vem ao meu trabalho e de maneira não tão surpreendente, se oferece p/ me aliviar
Sou de Balneário Camboriú. 1.73, branco e bronzeado - clássico panda -, 115kg e honrosos 14/15 cm de pica
Trabalho como vigia em um parque de diversões. Do período da manhã até às 14h da tarde, fico sozinho em frente ao local, fazendo rondas vez ou outra
Anteontem, próximo das 13h da tarde, vejo um rapaz fixando os olhos mais do que o normal p/ a porta, enquanto caminhava pela calçada
Fui acompanhando os passos com os olhos quando percebo que ele sinaliza com a cabeça, pedindo que eu vá até ele
- Fala amigo, buenas tardes
"Boa tarde. Por acaso eu posso usar o banheiro ali?"
– Infelizmente estão trancados, não fico com a chave
"Puts não tem nem pra ti?"
— Não
"Mija como então?"
— Ali atrás no mato (mentira, eu tenho as chaves do banheiro)
"Posso ir lá então?"
— Pode, tranquilo.
Conforme as perguntas foram sendo feitas eu me arrependi de ter mentido e simpatizei com ele, de modo que não vi problemas em deixá-lo entrar
Foi só quando ele perguntou, enquanto se direcionava p/ o mato atrás do galpão que eu apontei, "Já mijou hoje?", que eu percebi que algo estava errado
Respondi que sim.
Logo após isso, quando já estava voltando, ele tentou puxar assunto. Perguntou se eu já tinha namorada, respondi que não
É preciso dizer que neste momento eu naturalmente quis desviar do assunto porque intuí que ele iria p/ um caminho novo demais - até p/ mim
Perguntei então onde ele morava e o que fazia. Ele disse que era da cidade ao lado e que havia ido andando até lá onde eu estava
Novamente ele voltou a perguntar:
"Você fica sozinho por aí?"
— Sim, acostuma
"Sem banheiro, sem namorada, sozinho... Como faz p/ se aliviar?
— Ah, com o básico né?
"Você deve bater muita bronha" (aqui eu fiquei surpreso com o uso da palavra "bronha". Estamos nos anos 2000?)
Dei um sorriso envergonhado e disse: "Por aí"
Subitamente ele pergunta: "Quer ser mamado ali?"
Penso por alguns segundos, ainda surpreso que aquilo estivesse acontecendo comigo em um dia tão comum
"Ninguém vai saber"...
Começo a pensar nos possíveis ambientes mais adequados...
— Vamos lá no contêiner
Fomos.
— Costuma fazer isso sempre?
"Não"
Dei um sorriso de leve. Imagino que fosse mentira
Entramos e sem muitas ressalvas, fui abaixando as calças e, durante isso, me ocorreu algo que parecia engraçado: quis conscientemente passar a imagem de que sou 100% hétero
Com meu pau meia bomba e algumas semanas sem depilação, ele inseriu na boca sem qualquer receio
Pegou ele pelos cabelos e vou controlando o ritmo enquanto meu pau cresce naquela boquinha de quem trabalha com obras
Com meu pau já duro, ele resolve respirar um pouco e eu, acostumado com um semblante passivo, enfio dois dedos em sua boca e faço chupar enquanto reviso com pequenos e não tão leves tapas em seu rosto
— Gosta disso?
"Gosto"
— Então continua
Quão prazeroso é afundar o pau no rosto de um verme submisso. Pouco me importava se ele estava ou não respirando, eu queria vê-lo engasgar
Mantendo a pose de quem é hétero, neguei aos pedidos que ele fez de lamber o peito dele ou mesmo de chupar aquele pau
– Nah, prefiro manter assim. Continua o seu trabalho aí
"Mas ninguém vai saber..."
— Prefiro manter assim, mesmo
Ele continuava mamando quando decidiu por se levantar e mamar nos meus peitos, me deixou todo lambido
Peitos, pescoço, rosto - mas sem beijos. Eu não queria dar esse gosto p/ ele, mas quem não gosta de umas lambidas na cara e pescoço?
Passei a enfiar meus dedos naquele cu que claramente já havia sido usado. Ele se ofereceu p/ que eu metesse, e não vou negar: eu tentei, mas o ambiente não favoreceu as posições. Estávamos em pé o tempo inteiro
Voltamos aos tapas e sua mamada quando ele pede p/ eu avisar quando for gozar, e assim eu faço. Gosto de respeitar os limites, sem problemas com isso
A questão é que quando vejo que estou preste a gozar, aviso, mas com o pau fora da boca dele - estávamos batendo uma um p/ o outro - ele decide voltar a mamar
O que claro, me deixou surpreso. Ele mamou e recebeu tudo
Do mesmo modo que começou, terminamos. Falei p/ ele gozar ali no chão mesmo e que depois eu limpava
Mencionei que a qualquer momento alguém poderia aparecer então seria bom nos limparmos, e assim fizemos
Ponto importante: casado. Ele mencionou que trabalha em obra. Duas informações que me deixaram surpreso, afinal ele não fazia o tipo de ambos os cenários
Dito isso: cerca de 36 anos, 1.80 de altura, branco, cabelo ao estilo old money (ou mais conhecido como "cabelo de pai) e uma mamada espetacular
Ele se ofereceu p/ voltar e eu não vi problema algum. Estou ansioso p/ aumentar a intensidade dos tapas
Agora com licença rapazes, tenho que bater uma lembrando disso. Au revoir.
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