#Coroa #Incesto #Teen #Virgem

Comendo minha vó

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Querer encontrar uma explicação de como determinadas coisas acontecem na nossa vida, por vezes, é algo quase impossível. Talvez elas aconteçam por obra do acaso, ou por ocasião, se faz o ladrão.

O fato é que quando tinha 15 anos tive minha primeira experiência sexual com a minha própria avó, que à época tinha 60 anos. Ela havia ficado viúva havia dois anos, quando minha mãe a chamou para morar conosco.

Apesar de seus 60 anos, seu corpo ainda guardava traços da linda mulher dos tempos de outrora. Seus fartos, que ainda mantinham uma rigidez, magra com o quadril largo e uma bunda grande.

Minha rotina com ela em casa não mudou muita coisa, tirando o fato dela dormir no meu quarto em camas separadas. Pelo contrário, melhorou muito. A começar pela comida e a arrumação da casa. Chegava do colégio e a comida já estava pronta, não precisa mais esquentar o microondas a gororoba da minha mãe.

Quase seis meses e tudo corria super bem. Até que um dia cheguei mais cedo do colégio. Ao entrar no meu quarto minha vó estava praticamente nua. Apenas de calcinha e colocando o sutiã. Nossa reação foi de susto. Quase que ao mesmo tempo falamos um com o outro. Eu pedi desculpas e ela gritou meu nome. Fechei a porta rapidamente e fui para a sala.

Minutos depois ela apareceu. Tentando disfarçar que nada tinha acontecido, ela me perguntou porque havia chegado mais cedo. Expliquei que a professora do último tempo faltou. Ela me mandou tomar banho que iria colocar minha comida.

Sentamos almoçando, minha vó, rindo, falou sobre o ocorrido.
Menino, porque você não bateu na porta?
Desculpa vó! Não sabia que a senhora estava no quarto.
Não vamos falar com ninguém sobre isso, está bom!?
Tudo bem vó, mas foi sem querer!
Mas é melhor assim!

Voltamos a almoçar em silêncio. Quase no final do almoço, ela sorriu dizendo.
Há quanto tempo…
Há quanto tempo o quê vó?
Não é da sua conta.
A senhora ainda está falando do quarto?

Ela mudou de assunto. Quando estávamos levantando da mesa, fiz um comentário sobre a cena.
Vó, a senhora tem uns peitos grandes e bonitos.
Deixa de safadeza menino!
Desculpas vó! Foi a primeira ve que vi um peito!
Deixa de saliência e vamos mudar de assunto.

A noite já deitamos para dormir.
Vó, a senhora estava dormindo?
O que você quer nessa hora? Vai dormir!
Não estou conseguindo!
É só fechar os olhos!
Estou tentando, mas não paro de pensar no que vi hoje!
Deixa de safadeza e vai dormir. Sou sua avó. Tenho idade de ser sua mãe duas vezes.
Eu sei, mas será que a senhora não poderia mostrar novamente. Acho que assim paro de pensar.

Ela ficou em silêncio. A chamei por duas vezes: - vó?! Para minha surpresa ela respondeu:
Olho aqui seu menino safado! Se você contar para alguém, eu capô você, ouvi?
Sim vó!

Ela ligou a luz do abajur. Ajeito o corpo, ficando sentada com as costas na cabeceira. Desceu a alça do vestido que ela usava para dormir e depois as alças do sutiã. Seus peitos grandes ficaram à mostra. Arregalei os olhos na hora.
Já está bom, vamos dormir.
Não vô, só mais um pouquinho!
Eu sabia!

Além de deixar eles mais tempo à mostra, ainda inclinou o corpo para o meu lado.
Posso tocar neles?
De bobo você só tem a cara, igual ao seu avô.

Ela fez sinal para eu ir logo. Toquei em cada um deles devagar. Massageie, sem saber o que fazer ao certo. Meu pau estava a duro e ela percebeu
Tem alguém animado aí, né?!
Animado vó?

Ela fez sinal para o volume do meu short.
Tu nunca teve uma mulher, né, meu neto?
Não vó!
No interior menino da sua idade já é homem.

Ela então deitou na cama. Levantou o saia do vestido, tirou a calçola:
Vem menino, antes que eu mude de ideia.

Lerdo, ainda tentando entender. Coube a ela me pegar pelas mãos e descer meu short. Me fez deitar sobre ela. Pegou meu pau e pôs na entrada da sua buceta.
Vai menino, mete isso!

Sem saber como fazer. Foi metendo meu pau dentro da sua buceta. Sua buceta quente e úmida foi recebendo meu pau. Quando meu pau entrou todo, fiquei parada sem saber o que fazer. Minha vó mandou que eu mexesse o quadril para frente e para trás.

Quando comecei a pegar o ritmo gozei rápido. Ela suspirando reclamou:
Já terminou? Está igual ao seu avô!

Ela me fez sair de cima dela. Meu pau ainda continuava duro.
Menino, esse negócio não abaixa não é!
Não sei vó!

Ela deitou. Dessa vez já sabia o que tinha que fazer. Com a buceta dela cheia de gozo, voltei a comer ela. Minha vó começou a dizer como aquilo, mesmo errado, estava gostoso. Demorei um pouco mais de tempo para gozar novamente. Ela não reclamou, até agradeceu. Me deitei ao seu lado, e iguais a dois amantes caímos no sono. No meio da noite ela me acordou calmamente pedindo para ir para minha cama.

De manhã na hora do café, agimos como se nada tivesse acontecido na mesa com meus pais. Passei as aulas todas disperso. Quando cheguei em casa, tentamos agir na normalidade. Logo depois do almoço a procurei. Ela está na sala vendo TV.
Vó vamos fazer de novo?!
Olha aqui menino. Vamos fazer somente as tardes.

Por quase dois anos fiz sexo com ela todas as tardes. Com o tempo ela começou a confessar coisas sobre sua mocidade. Que seu pai se aproveitava dela e das suas irmãs, até depois de casada. Que desconfiava que meu avô andou fazendo as mesmas coisas com a minha mãe.

Ela contou como foi a primeira vez que seu pai se aproveitou dela. Ela tinha uns 14 anos, havia acabado de chegar do colégio. Pediu que ela fosse com ele no celeiro ajudar na lida com os pangarés. Ela já tinha um corpo bem desenvolvido. Ele pediu que tirasse a roupa. Começou chupando seus peitos. Depois ficou nu. Eles deitaram no chão e então fez sexo com ela.

Sua irmã mais velha percebeu o que tinha acontecido e a pediu para guardar segredo. Explicou que ele tinha feito o mesmo com ela e com sua outras irmãs. Minha vó era a mais nova das quatro. Mesmo não gostando da primeira vez, passou a gostar de fazer sexo com seu pai. Apesar de tudo ele era um bom pai. Ela e suas irmãs o amavam muito. Era comum ele comer elas em dupla no meio do mato.

Ela tinha a desconfiança que meu avô fez o mesmo com minha mãe. Quando achou um calcinha dela nas coisas dele, e outra vez acho uma calcinha caída no chão do carro. Teve a certeza, quando uma vez chegou em casa e ela estava sentada no colo dele, de costas. Ela entrou em casa sem fazer barulho. Caminhou até o quarto da minha mãe. A porta estava entreaberta. Minha mãe se mexia devagar.

Ela voltou para a entrada e fez barulho, deu um tempo os dois se arrumarem. Pouco tempo depois, pegou minha mãe pagando um boquete para ele no quintal atrás da casa.

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Comentários (4)

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  • PaiComedorsigiloso: Esse pai que comia as filhas é dos meus, fez certo comer todas as filhas antes dos marmanjos começarem a comer Toda filha principalmente as que são bem putas aquelas que empina o rabo nos paredão deviam cai na pica do papai delas a minha vende conteúdo e já gravamos juntos comendo ela de quatro olhando pra minha cara e mandando meter forte

    Responder↴ • uid:1daibs6rhj
  • @Betov1982: Excelente conto

    Responder↴ • uid:45xxjt9sk0b
  • @Betov1982: Linda história!

    Responder↴ • uid:45xxjt9sk0b
  • ComiMinhaMae82a: Bom demais né, também perdi minha virgindade com minha avó materna. Ela foi meu primeiro tudo, meu primeiro amor, meu primeiro beijo, meu primeiro boquete, minha primeira ppka peluda, meu primeiro cuzinho e meu primeiro ménage

    Responder↴ • uid:41igjt9mv9a