Juliano e o primo caipira
Juliano desceu do ônibus poeirento com uma mochila nas costas, o sol do interior batendo forte em sua pele clara. Aos 18 anos, com apenas 1,60m de altura, ele se sentia pequeno diante da vastidão da fazenda de sua tia. Seus cabelos loiros e curtos brilhavam sob o chapéu que ele havia improvisado para se proteger do calor. Ele era branquinho, quase como leite, e seus olhos azuis piscavam contra a luz intensa. Havia deixado a cidade grande para passar o verão ali, fugindo do estresse dos estudos e da vida urbana agitada. Sua tia, uma mulher robusta e acolhedora, o recebeu com um abraço apertado na varanda da casa principal.
“Que bom que veio, Juliano! Vai ser bom pra você respirar ar puro”, disse ela, sorrindo. “Seu primo Paulo tá lá nos fundos, ajudando com os animais. Ele tem 19 agora, tá um homem feito. Vai te mostrar tudo por aqui.”
Juliano assentiu, tentando disfarçar o desconforto. Ele não via Paulo desde crianças, quando brincavam juntos nas férias. Lembrava vagamente de um garoto magricela, mas os anos haviam mudado tudo. Enquanto caminhava pelo caminho de terra, passando por galinheiros e pastos, ele ouviu o som de machados cortando lenha. Lá estava Paulo: 1,90m de puro músculo, branco como ele, mas com uma força que transbordava em cada movimento. Seus cabelos castanhos lisos caíam sobre a testa suada, e ele vestia apenas uma camiseta regata apertada que destacava os ombros largos e os braços definidos. Paulo parou o trabalho ao vê-lo se aproximar, limpando o suor com o dorso da mão.
“E aí, priminho? Veio pra cidade grande virar fazendeiro?”, zombou Paulo, com um sorriso sarcástico. Sua voz era grave, quase rouca, e havia um tom de superioridade que irritou Juliano imediatamente.
“Não sou seu priminho. E vim pra ajudar, não pra ser zoado”, rebateu Juliano, cruzando os braços finos. Ele se sentia ainda menor ao lado daquele gigante.
Paulo riu alto, jogando o machado no chão. “Relaxa, loirinho. Vamos ver se você aguenta o tranco aqui na roça.” Ele estendeu a mão para um cumprimento, mas o aperto foi forte demais, fazendo Juliano fazer uma careta. Desde o primeiro momento, uma tensão elétrica pairava no ar, misturada com o cheiro de terra e suor.
Naquela noite, durante o jantar, a tia conversava animadamente sobre os planos para a semana. Juliano sentou-se ao lado de Paulo, sentindo o calor do corpo dele irradiando. Seus joelhos se tocaram por acidente debaixo da mesa, e Juliano puxou a perna rapidamente, o coração acelerando sem motivo aparente. Paulo apenas sorriu de lado, como se soubesse algo que ele não sabia.
Os dias seguintes foram uma mistura de trabalho árduo e provocações constantes. Juliano acordava cedo para ajudar com as tarefas: ordenhar vacas, alimentar os porcos e colher vegetais no pomar. Paulo, sempre à frente, o guiava com instruções curtas e impacientes. “Não assim, Juliano. Segura firme, senão a vaca te chuta”, dizia ele, rindo quando Juliano tropeçava na lama.
Juliano odiava admitir, mas Paulo era impressionante. Seu corpo forte se movia com graça, os músculos flexionando sob a camisa suada. Em um dia quente, Paulo tirou a camiseta para trabalhar no celeiro, revelando um peito largo e definido, com uma linha de pelos castanhos descendo pelo abdômen. Juliano não conseguia parar de olhar, sentindo um calor estranho subir pelo corpo. “O que foi, loirinho? Nunca viu um homem de verdade?”, provocou Paulo, flexionando os braços de brincadeira.
“Você é só um brutamontes. Na cidade, a gente usa cérebro, não força bruta”, retrucou Juliano, virando o rosto corado. Mas por dentro, ele se sentia atraído, uma confusão de raiva e desejo que o deixava inquieto à noite, revirando na cama do quarto compartilhado. Eles dormiam em camas separadas, mas o quarto era pequeno, e Juliano ouvia a respiração pesada de Paulo no escuro, imaginando coisas que o faziam corar.
Uma tarde, enquanto consertavam uma cerca, a discussão começou. Juliano errou ao martelar um prego, e Paulo o corrigiu asperamente. “Você é lento demais, cara. Se fosse na cidade, talvez servisse pra algo, mas aqui você é inútil.”
Juliano explodiu. “Inútil? Você que é um idiota arrogante! Acha que ser grande te faz melhor?” Ele empurrou Paulo com as duas mãos, mas foi como empurrar uma parede. Paulo apenas riu, mas seus olhos escureceram, e ele agarrou os pulsos de Juliano, apertando levemente.
“Quer brigar, é? Vamos ver o que você tem.” Ele soltou, mas a tensão sexual disfarçada de raiva já estava plantada. Naquela noite, Juliano se masturbou em silêncio no banheiro, pensando no corpo de Paulo, odiando-se por isso.
A briga veio em uma manhã chuvosa. A tia havia saído para a cidade vizinha, deixando os dois sozinhos na fazenda. Eles estavam no celeiro, empilhando feno, quando Paulo começou a provocar novamente. “Ei, Juliano, por que você é tão fraquinho? Na cidade, vocês comem o quê? Salada?”
“Cala a boca, Paulo! Você é só músculos e nada na cabeça!”, gritou Juliano, jogando um punhado de feno no rosto dele.
Paulo limpou o rosto, furioso. “Ah, é assim?” Ele avançou, empurrando Juliano contra a parede de madeira. Juliano revidou, acertando um soco fraco no braço dele. Eles rolaram no chão coberto de palha, Paulo facilmente dominando com sua força. Ele prendeu Juliano debaixo dele, os corpos colados, suados e ofegantes. Juliano se debatia, sentindo o peso de Paulo sobre si, o cheiro masculino misturado com o feno.
“Desiste, loirinho. Você não tem chance”, murmurou Paulo, o rosto perto demais, os lábios quase tocando os de Juliano.
Mas em vez de raiva pura, algo mudou. Juliano sentiu a ereção de Paulo pressionando contra sua coxa, e sua própria excitação traiçoeira respondendo. Ele parou de lutar por um segundo, os olhos se encontrando. Paulo hesitou, o aperto afrouxando, mas então ele se afastou bruscamente, xingando baixinho. “Vai se foder, Juliano. Fica longe de mim.”
Eles passaram o resto do dia em silêncio, mas a faísca estava acesa. À noite, no quarto, a tensão era palpável. Juliano via Paulo se trocar, o corpo nu iluminado pela luz fraca, e mordia o lábio para não gemer.
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Comentários (4)
BetterRaba: nossa que conto horrivel ainda vai enrolar em varias partes. Mais generico impossivel, da literalmente pra ler sem precisar olhar de tào previsivel que é
Responder↴ • uid:vpdiidm1Roberto: Um beijo teria sido perfeito durante a luta no celeiro.
Responder↴ • uid:1dak65uoikRodrigo: "na cidade a gente usa cérebro e não força" affff que desgosto de conto.
Responder↴ • uid:81rse3dm9bCUrioso: Mais um conto feito por IA
Responder↴ • uid:5pbacx7cv9i