Juliano não resistiu ao primo
Dois dias após a briga, a tia anunciou que precisaria ficar na cidade por mais uma noite devido a um problema no mercado. Sozinhos novamente, Juliano e Paulo evitaram se olhar durante o dia, mas o desejo reprimido fervia. No fim da tarde, uma tempestade desabou, forçando-os a correr para o celeiro para proteger os animais.
Molhados da chuva, eles se abrigaram lá dentro. Paulo tirou a camisa encharcada, revelando o torso musculoso brilhando com gotas d’água. Juliano, tremendo de frio e excitação, tentou ignorar, mas Paulo o encurralou contra a porta. “Por que você me provoca tanto, hein? Desde que chegou, você me deixa louco.”
“Eu? Você que é o idiota que não para de me humilhar!”, rebateu Juliano, mas sua voz falhou quando Paulo se aproximou mais, o calor do corpo dele contrastando com a chuva fria.
Paulo agarrou o queixo de Juliano, forçando-o a olhar para cima. “Admite. Você quer isso tanto quanto eu.” Seus lábios se colaram em um beijo feroz, bruto, cheio de raiva acumulada. Juliano resistiu por um instante, mas então cedeu, as mãos subindo para os cabelos castanhos de Paulo, puxando com força.
Eles se beijaram como se brigassem, mordidas e gemidos misturados. Paulo ergueu Juliano com facilidade, as pernas dele envolvendo a cintura forte. “Você é tão pequeno… tão gostoso”, murmurou Paulo contra o pescoço branquinho de Juliano, mordiscando a pele sensível.
Juliano gemeu alto, as mãos explorando o peito de Paulo, sentindo os músculos tensos. Eles caíram no feno novamente, mas dessa vez não era briga – era tesão puro. Paulo arrancou a roupa de Juliano, admirando o corpo esguio e pálido, os mamilos rosados endurecendo ao ar frio.
No celeiro escuro, iluminado apenas por raios distantes, Paulo dominou completamente. Ele beijou o corpo de Juliano devagar, descendo pelo peito, lambendo os mamilos até fazê-lo arquear as costas. “Diz que quer, loirinho. Diz que quer meu pau dentro de você.”
Juliano, ofegante, assentiu. “Quero… por favor, Paulo.” Paulo sorriu vitorioso, virando Juliano de bruços no feno macio. Ele cuspiu na mão, lubrificando-se, e entrou devagar, sentindo a resistência inicial. Juliano gritou de dor e prazer, as unhas cravando na palha.
Paulo moveu-se ritmicamente, forte e profundo, os quadris batendo contra as nádegas redondas de Juliano. “Você é apertado… perfeito pra mim”, grunhiu ele, uma mão nos cabelos loiros, puxando a cabeça para trás para beijá-lo. Juliano se masturbava em sincronia, os gemidos ecoando no celeiro.
Eles mudaram de posição várias vezes: Juliano montando Paulo, cavalgando com os olhos fechados em êxtase; Paulo por cima, investindo com mais força, os corpos suados colidindo. O orgasmo veio em ondas – Juliano gozando primeiro, espirrando no abdômen de Paulo, que seguiu logo depois, enchendo-o com um rugido primal.
Exaustos, eles se deitaram lado a lado, a chuva caindo lá fora. “Isso não pode acontecer de novo”, murmurou Juliano, mas Paulo o puxou para perto, beijando sua testa.
“Pode sim. E vai. Somos primos… mas isso é nosso.” Os dias seguintes na fazenda foram preenchidos por olhares cúmplices e noites secretas, a briga inicial transformada em uma paixão intensa que nenhum dos dois esperava.
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Comentários (4)
Candidato: Gostei dessa segunda parte! Espero que continue.
Responder↴ • uid:3kfd37ws8r9Roberto: Agora sim a vida fazenda vai ser muito melhor.
Responder↴ • uid:1dak65uoikGg23cm: Cadê o resto do conto anterior?
Responder↴ • uid:7xbyt7wvqllucca: chama Juliano e o primeiro caipira, li mais acima
• uid:r7dxp7d2