#Gay #Grupal #Teen #Virgem

Estourado Pelos Machos No Banheiro Da Escola

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Escriba-T-JC

O irmão mais velho quebrou o cabacinho dele. Agora os manos da escola vão transformá-lo em depósito, arrebentando as preguinhas dele. O moleque tem que aguentar

Para entender e aproveitar melhor o conto a seguir, eu te recomendo a ler o anterior, onde eu narro como meu irmão mais velho me fodeu junto com o amigo.
Vamos ao conto de hoje:

*****

O meu nome é Eduardo, mas todos me chamam de Dudu. Sou um moleque curioso por todas as delícias que o sexo pode oferecer e, desde que o meu irmão mais velho, o Pedro, um macho forte, viril e gostoso, me quebrou o cabacinho, eu despertei para o mundo, me libertei de alguns medos e agora sei muito bem do que gosto. Eu gosto de homens, de macho, e parece que isso estava transparecendo no meu rosto, pois depois do que aconteceu entre mim e o meu irmão, eu senti que despertava desejo em alguns homens.
Talvez esses olhares gulosos de machos safados para um moleque, novinho, bonitinho e delicado, como eu era, já existisse antes, mas como eu ainda não tinha experimentado da fruta, talvez não enxergasse, como passei a enxergar depois do acontecido.
Se era o rabo de um moleque fogoso, novinho e bonitinho que os machos queriam, eu estava disposto a oferecer e também tirar proveito disso tudo. Se eles queriam cu, eu queria muita rola.
Para completar, depois que meu irmão e seu amigo me foderam juntos, eu despertei para um apetite feroz, fome de quem estava descobrindo o que é gostoso. Queria agora experimentar coisas diferentes, sexo intenso. Sabe aquele ditado popular: “quem nunca comeu mel, quando come se lambuza.?” Era assim que eu me sentia.
Na primeira vez em que eu fui à escola depois do ocorrido, eu estava usando o banheiro do segundo andar do meu colégio, onde ficavam as classes dos alunos mais velhos, que já estavam perto de concluir o ensino médio, pois estava tendo um evento no auditório do primeiro andar, à noite, e o banheiro estava cheio.
Quando saí da cabine, dei de cara com um aluno lavando as mãos na pia em frente. Era um cara forte, com mais ou menos uns vinte anos, acho que estava atrasado nos estudos. Já tinha visto ele antes, na quadra, jogando futebol com os amigos dele, um bando de machos escrotos. Ele me olhou, me mediu de ponta à cabeça e perguntou:
— Você é das turmas aqui do andar, moleque?
— Não, eu estudo no outro pátio. Estou no evento do auditório. – Eu respondi com minha voz titubeante, o que demonstrava medo e delicadeza. Ele me olhou novamente, deu uma risadinha e falou:
— Tá nervosinho moleque? Precisa ter medo não. Eu não mordo. – Ele disse e passou a mão do pau, enquanto fechava o zíper.
— Tô com medo não. – Falei e dei um sorrisinho tímido, e uma olhada no volume dele. Ele deve ter notado, pois abriu o zíper novamente e fez de conta que estava arrumando o pauzão, que fazia um bom volume na cueca, eu continuei olhando.
— Pra usar esse banheiro aqui, que é dos veteranos do colégio, tem de pagar pedágio, sabia? – Eu dei mais um sorrisinho tímido e resolvi entrar na brincadeira dele.
— Não sabia que tinha que pagar pra usar o banheiro de vocês, nem tenho dinheiro. – Sorri novamente.
— Tem outras maneiras de pagar. – Ele respondeu, apertou o pau novamente e eu vi que já estava meia bomba. Saquei na hora que ele estava de sacanagem para ver até onde eu iria, mesmo com medo eu resolvi arriscar.
— E como é essa outra forma de pagamento? – Perguntei com uma vozinha fina, de putinho.
— Pela sua carinha, eu sei que você sabe. Entra lá no último reservado e senta no vaso que eu já vou te mostrar. – Eu ouvi isso e já me encaminhei para o reservado, baixei a tampa do vaso e me sentei. Ele entrou logo em seguida e já estava com o pau pra fora. Era um pauzão duro, firme e cheio de veias, além de ser torto para cima. “Chupa veadinho. Eu sei que era isso que você estava procurando por aqui. Dá pra ver na sua carinha que você gosta de rola.”
Eu nem pensei duas vezes, mesmo com muito medo por causa do local, eu abocanhei aquele caralho, comecei a lamber ele todo e logo estava mamando como um bezerro faminto. É impressionante como essas coisas a gente aprende rápido.
Ele gemia e segurava minha nuca, empurrando minha cabeça de encontro ao seu pauzão. Falava baixinho, me dando ordens:
— Engole tudo, putinho! Sem fazer barulho. Chupa o pau do macho. Era isso que você estava procurando, agora encontrou. Veadinho que entra aqui em nosso banheiro leva rola.
Eu senti meu cuzinho piscar na hora em que ele falou isso, engoli mais o seu pau e senti ele batendo em minha garganta, ainda não tinha muita experiência em engolir um caralhão daquele, mas me esforçava bastante. Ele gemia baixinho e fodia minha boca.
Estávamos assim nessa curtição, quando ouvimos passos de alguém entrando no banheiro. Ele não tirou o pau da minha boca, mas me fez sinal de silêncio. De repente ouvimos um chamado:
— Yuri! Cê tá aí macho? Vamos descer! Os caras já estão lá embaixo esperando a gente. Vamos ver as minas lá no auditório. - Para minha surpresa ele respondeu, ainda segurando minha cabeça e forçando seu pauzão em minha garganta.
— Tô aqui, putão. Tem uma coisinha melhor do que aquelas minas fresquinhas. Olha pra isso que eu achei. – Ele disse isso e abriu a porta do reservado. Eu fiquei congelado de medo. O amigo dele olhou pra gente, abriu os olhos de surpresa e logo sorriu malicioso, apertando o pau por cima da calça de moletom, que usava.
— Caralho mano! Tu é doido mesmo! Tá torando um veadinho aí dentro. – Eu ouvia tudo, ainda paralisado de medo.
— Para não moleque! Continua mamando o pauzão que eu vou te dar leitinho. Mostra pro camarada como tu sabe fazer direitinho. – Eu continuei mamando ele, e logo o outro se aproximou e enfiou o pau na minha cara.
— Mama o meu também, veadinho. Tem que agradar os manos! – Ouvi isso e logo eu estava me revezando nos dois paus. O dele era mais fino, mas estava muito duro também.
— Caralho Fredão! Sabia que tu ia curtir o presentinho aqui do parça. – Os dois tocaram as mãos no alto, como se estivessem comemorando. Fazendo aqueles gestos de manos maloqueiros e continuaram a me dar rola na boca. Depois de um tempinho o Yuri começou a tremer e o seu pau inchou em minha boca.
— Vou gozar, parceiro! Vou dar leite pro veadinho. – Ele gemeu e começou a gozar.
— Isso amigão! Enche a barriga desse veadinho. Também vou dar leitinho pro putinho.
— Ah caralho! Mamada gostosa, tava precisando. – Falou o Yuri tirando o pauzão de minha boca e indo em direção à pia. O Fredão socou o pau na minha garganta e também começou a gozar. Eu fazia tudo pra engolir todo o leite daqueles machos, não queria desperdiçar nada.
— Assim mesmo veadinho. Engole tudo, não passa fome não. Caralho! Gozei gostoso! – Ele falou, tirando o pau de minha garganta e indo de encontro ao amigo, na pia. Eu continuei sentado no vaso, assustado e ainda delirando com o tesão da aventura. Tinha sido tudo muito rápido, mas foi maravilhoso. Meu pau explodia dentro da minha bermuda.
— Espera um pouquinho aí, depois sai moleque. Da próxima a gente vai meter em teu cuzinho. Já aguenta levar rola de macho? – Perguntou o Yuri. Eu só balancei a cabeça afirmativamente. – “Muito bom. É só aparecer aqui à noite, fazer um sinal discreto, e a gente dá um jeito de te foder.” – Ele completou, saindo do banheiro com o amigo.
Eu me recompus e desci para o auditório para assistir o resto do seminário sobre jovem aprendiz, eu tinha interesse em conseguir uma vaga em alguma empresa federal e o seminário também estava valendo como trabalho escolar para nossa turma.
Lá da frente onde eu estava sentado com alguns amigos eu vi os caras das turmas mais avançadas, no fundão fazendo bagunça e paquerando as menininhas, entre esses caras eu pude ver o Yuri e o Fredão, com mais alguns. Continuei prestando a atenção ao evento e logo o final se aproximou.
As turmas do andar superior já estavam indo embora. Com o evento os professores liberaram as turmas mais cedo e eu vi que parte do andar de cima já estava meio escuro, com pouquíssimo movimento.
Meus amigos me chamaram para ir com eles, mas eu dei uma desculpa qualquer e resolvi ir novamente ao banheiro lá de cima, sabia que não encontraria mais ninguém, mas resolvi dar uma olhada e sentir o clima do encontro anterior, talvez até bater uma punheta lembrando do que aconteceu. O Ambiente ia me excitar um pouco.
Ao sair em direção às escadas que levavam para o andar de cima, eu olhei para a quadra e vi que tinha uns caras junto com umas meninas, sentados nos degraus, conversando e fumando animadamente. Muitos alunos ficavam por ali paquerando depois das aulas, ou nos intervalos.
Olhei atentamente e pude ver o Fredão e o Yuri juntos à turma. O Fredão estava em pé com os cadernos na mão e me viu subindo. Ele olhou atentamente e disfarçou. Eu continuei subindo e acho que ele percebeu que eu iria para o banheiro.
Confesso que eu entrei meio com medo naquele banheiro, mas meu cuzinho piscava de excitação e isso me motivou a seguir em frente.
Eu me aproximei do mictório e coloquei meu pauzinho para fora. Estava muito duro, só de lembrar dos machos me pegando ali dentro. Aproveitei e abaixei bem a minha bermuda, deixando minha bundinha carnuda bem à mostra, como se estivesse mijando.
— Veio atrás de mais rola, né putinho? Sabia que você tinha gostado. – Eu ouvi isso e virei o rosto, dando de cara com o Fredão, sorrindo e apertando o pau que já estava duro dentro da calça.
— Vim fazer xixi. – Eu respondi com uma vozinha sonsa, dando uma risadinha. Ele se aproximou, colocou os cadernos em cima da pia e meteu a mão em minha bundinha, levando os dedos direto em minhas preguinhas. Eu gemi e empinei mais.
— Eu sei que é isso mesmo. Por isso que você deixou essa bundinha gostosa de fora. – Ele falava e continuava a alisar minhas preguinhas, quase metendo os dedos em meu cuzinho.
— Ai meu cuzinho, cara! Seu dedo é grosso. – Eu gemi baixinho.
— Meu pau é mais grosso que o dedo. Você já provou na boca, agora vai provar no cuzinho. Você tem o cuzinho apertado, moleque. Parece que nunca levou rola. Do jeito que os machos gostam. Toma isso, passa no cuzinho e fica de quatro em cima do vaso lá na cabine. – Ele me deu um envelopinho de gel que tirou da carteira e eu fui para a cabine. Passei todo o gel em meu buraquinho e fiquei de quatro, como ele me mandou.
O Fredão entrou em seguida, já com o pauzão para fora e foi pincelando o meu cuzinho. Nem fechou a porta da cabine toda, deixou uma fresta aberta.
— Abre o cuzinho, moleque! Aqui tem de ser rápido, para não despertar a curiosidade de ninguém. De vez em quando o vigia passa por aqui, mas só quando todo mundo foi embora. Vou estourar esse teu buraquinho apertado. – Ele disse isso e foi forçando a cabeça da rola em meu buraquinho.
— Ah caralho! Doeu! – Eu gemi mais alto, quando o pau dele escorregou para dentro de mim.
— Calado veadinho! Você queria rola agora aguenta quietinho. Deixa o macho meter. – Ele segurou em minha cintura e começou o entra e sai. O pau dele não era muito grosso, mas era longo e entrava fundo. Eu mordi o antebraço para não gritar, empinei o rabo e aguentei as estocadas. Ele meteu um pouquinho e logo ouvi passos entrando no banheiro. Cheguei a ficar gelado de medo, mas não tinha o que fazer naquela posição em que eu estava. De quatro com o cuzinho pra cima.
— Beleza parceiro! Já abriu o putinho, agora deixa a gente meter um pouquinho também. – Reconheci a voz do Yuri e olhei para trás, onde pude ver seu pauzão duro para fora da calça e, ao seu lado, um carinha parrudo, moreno, quase negro. Parecia não ser do colégio. Também estava com o pau pra fora e parecia ser bem grosso, porém mais curto que o dos outros dois.
— Mete amigão! Estoura o cu do veadinho. Ele veio aqui atrás de mais rola. É apertadinho, parece cabaço.
O Fredão falou isso e tirou seu pauzão de dentro de mim. Logo o Yuri encaixou a cabeçona na minha portinha e meteu. O pauzão dele entrou rasgando, abrindo as paredes do meu cuzinho. Eu gemi fundo, mas baixinho, logo veio as estocadas. Ele metia com muita força, batendo as coxas em minhas nádegas, fazendo aquele barulho gostoso.
— Caralho! Porra! Que cuzinho gostoso! Nós tiramos a sorte grande com esse veadinho. Melhor do que aquelas minas chatas que não sabem nem foder. Só ficam enrolando a gente, atrás de namorinho. Eu gosto é de foder. Geme putinho. Geme no meu pauzão! – Ele falava isso e afundava o pauzão em meu rabinho. “Vai lá parceiro”. Mete também. Ele passou a vez para o parrudo e nessa hora eu senti meu cu realmente se alargar.
O pau do carinha, que fiquei sabendo depois, se chamar Claudio, e era vizinho do Yuri, era muito grosso e curto, parecia uma latinha de refrigerante. Ele entrou alargando minhas pregas e me fazendo senti um prazer intenso, junto com a dor.
— Ah meu cuzinho! – Foi o único som que eu emiti. Continuei de quatro e eles foram se revezando em meu cuzinho. Era uma fila de três machos estourando minhas preguinhas, que se acostumavam às metidas dos machos. Meu irmão tinha razão. Eu estava pronto para levar rola na rua.
— Vou gozar porra! Vou encher o putinho! Toma leite veadinho. Leite nesse cuzinho gostoso. – O Fredão falava, enquanto seu pau pulsava dentro de mim. Ele arrancou o pau e em seguida o Yuri, que já estava batendo uma, com o gozo já na cabeça do pau, só encaixou na portinha, empurrou e já foi leitando tudo.
— Caralho! Esse moleque tem de virar nosso depósito de porra. Cuzinho macio! – Ele dizia, enquanto arrancava o pau de meu cu e ia em direção à pia, onde o Fredão lavava o pau.
— Empina o rabo, moleque! Também quero gozar dentro. – O Claudio meteu, socou mais um pouco segurando em minha cintura, deu um tranco fundo e me segurou com força, gozando lá dentro. Nessa hora eu também gozei e as contrações do meu cuzinho morderam seu pauzão, fazendo ele urrar um pouquinho de prazer.
— Caralho manos! O veadinho gozou junto comigo e mordeu meu pau com o cuzinho. Delícia demais! – Ele falou arrancando seu pau de dentro de mim, deixando uma cascata de leite que escorria pelas minhas coxas.
— Não vai se apaixonar, hein parceiro! O moleque é nosso. – Disse o Yuri, enquanto eu fechava a porta do reservado para me limpar.
Estava fazendo minha limpeza, para poder ir embora, quando ouvi uma voz desconhecida, falando grosso com os meninos:
— E aí rapaziada! Tudo bem?
— Tudo bem sim professor. Estamos indo embora! Por hoje já deu. – Dentro da cabine eu gelei, sem saber qual professor estava ali. Mas pelo menos a gente já tinha terminado, antes dele chegar.
Eu sentei no vaso e soltei o leite que tinha dentro do meu cuzinho, me limpei todo, enquanto ouvia som de mijo na cabine ao lado. Deduzi que o professor estava mijando. Aproveitei para sair.
Assim que me encostei na pia para lavar as mãos e o rosto o professor saiu e eu o reconheci. Era o professor negão, gigante, que dava aula de educação física para os alunos da noite. Também era treinador do time de basquete.
— Tudo bem, moleque? Nunca te vi por aqui. – Ele me disse, olhando meu corpo e minha cara desconfiada. Parecia que ele sabia que algo errado tinha acontecido.
— Tudo bem sim. Eu sou da turma da tarde. Vim para o seminário. – Respondi gaguejando. Com cara de culpado.
— Sei! – Ele disse me olhando novamente e apertando o pau por cima do agasalho que usava. “Apareça mais por aqui. A turma da noite é sempre bem animada. Eu estou sempre por aqui ou lá na sala de jogos.” – Ele novamente passou a mão no pau, arrumou o volume e piscou o olho para mim.
Eu dei uma risadinha e saí daquele banheiro com as pernas bambas. Ainda cruzei com os caras no portão do colégio e ouvi o Fredão falar baixinho na minha direção:
— A gente vai querer mais. Vê se não some.

*****

É isso aí pessoal, mais uma aventura desse novinho em busca de putaria. Espero que vocês gostem.

Votem, comentem, façam sugestões. Em breve eu trago mais aventuras sexuais para vocês.

Abraços a todos e boa semana!!!!

No banheiro 1No banheiro 2No banheiro 3

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Comentários (7)

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  • Eromenos: Nossa, essa época que chega que a gente já atiça e dá pra qlqr um, é a melhor coisa, fico louco de tesão só de lembrar como era comigo. Quem quiser conversar chama T FHJack

    Responder↴ • uid:1cp7swxk4hnd
  • Eromenos: Fiquei durinho aqui lembrando das minhas experiências pqp que delícia quando a gente sabe que tá pronto pra levar rola na rua, é a melhor coisa, ainda mais novinho assim, aprontei muito já rsrs na escola então rsrs Se alguém quiser contato e conversar, trocar experiências, manda mensagem no tele @FHJack

    Responder↴ • uid:1d3sdapnxpep
  • Leitor: Muito bom irmão

    Responder↴ • uid:4b06ui0mzr9
  • PutoRN: Mais um conto delicioso 😋 😋 😋

    Responder↴ • uid:8d5gaphb09
  • TwinkAndy: Conto 10/10 Muito bom

    Responder↴ • uid:1dai1noxia
  • Luiz: Quando vc esta lendo esse conto parece que vc ta dentro do banheiro tambem vamos la tem muito ainda a contar

    Responder↴ • uid:3v6otnnr6ic
  • Lagartixa: Tesão

    Responder↴ • uid:w73hy20b